Procure manter horários para se deitar e para despertar.
Embora a média ideal de sono seja de oito horas, essa necessidade varia de uma pessoa para outra. Observe e respeite o seu ritmo.
De nada adianta dormir pouco durante a semana e tentar recuperar as noites perdidas nos dias de folga. Para a saúde, o que funciona é manter a regularidade.
Evite dormir com a TV ligada e, principalmente, assistir a programas violentos antes de ir para a cama.
Eles deixam a mente alerta e indiretamente prejudicam as etapas de relaxamento profundo.
Pratique atividade aeróbica regularmente, mas nunca faça exercícios pouco antes da sua hora de ir para a cama.

Do contrário, você vai ficar aceso.
Deite-se um pouco antes do horário programado para dormir. Assim, você garante um descanso em tempo integral.
À noite, não abuse do álcool e de bebidas ricas em cafeína, como refrigerantes, chás e café.
Procure fazer refeições mais leves para ajudar na digestão.

Se você tem sintomas de apnéia, insônia ou outro distúrbio do sono, procure um especialista.
Fonte: Revista Saúde! é Vital.
Para o austríaco Sigmund Freud (1856-1939), eles seriam uma tentativa de realizar desejos reprimidos.


O dormir é um processo neurológico complexo. Das cinco fases do sono, operíodo dos sonhos é uma das mais importantes como indicador de saúde.
Uma redução na latência do sono REM é hoje um marcador biológico da depressão.
Os depressivos tendem a ter sonhos com tons mais negativos e com mais experiências desagradáveis.


As perturbações nos sonhos são marcadores extremamente sensíveis de desequilíbrios mentais e físicos. De alguma forma o cérebro, detecta os processos biológicos alterados antes mesmo de eles chegarem à consciência, diz o psicólogo Péter Simor, pesquisador da Universidade de Semmelweis, em Budapeste, na Hungria.


Fonte: Revista Saúde! é Vita
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