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domingo, 25 de outubro de 2015

Sérgio Reis se declara para a gauchada: "O Rio Grande do Sul é minha vida"

Cantor, em entrevista exclusiva, fala um pouco de tudo, desde a sua paixão pelo RS, critica a Lei da Meia-Entrada, critica a polêmica nudez do amigo Stênio Garcia e garante que está bem de saúde


Foto: Eduardo Galeno / Divulgação

José Augusto Barros



Aos 55 anos de carreira, Sérgio Reis, 75, poderia muito bem não dar mais entrevistas, mas está acima de estrelismos. Serjão, como costuma ser chamado por amigos, é um dos mais queridos nomes da música brasileira e, entrevistando-o por 40 minutos, na Festa Nacional da Música, em Canela, dá para entender por quê. 

O sertanejo não foge de nenhuma pergunta e, mesmo sendo um grande artista, revela toda a sua simplicidade - generoso com os amigos, bem-humorado e contador de histórias. Divirta-se com essa figuraça!


Retratos da Fama — Chama a atenção o jeito cordial com que trata todos. Esse é um dos segredos para o sucesso?

Sérgio Reis — Certamente. Se o artista começa a não atender (às solicitações) rádio, jornal, televisão, tem que apanhar ou trocar de secretário. Não tem coisa pior do que assessor que acha que manda no artista. 

E o cara tem que saber: respeite e receba com carinho e educação a imprensa. São eles que tocam a nossa profissão para a frente. Se não é a mídia, amigo, como é que vamos tomar conta do Brasil deste tamanho? 



Retratos — Você deve receber milhares de composições de gente anônima, mas também de quem já é conhecido. Alguma história curiosa?

Sérgio — Uma vez, eu recebi a canção Vida Boa. O Victor me mandou em um CD, mas não escreveu que era o Victor, da dupla com o Leo, apenas colocou um telefone. Liguei para o número, não era mais aquele, e eu não gravei. 

Tempos depois, eles foram no meu programa de rádio (na Sulamérica, o Siga Bem Caminhoneiro, transmitido para mais de 180 emissoras no país), já com a música gravada. 

O Victor chegou falando: "Serjão, olha a música que você não quis gravar, eu gravei." Eu disse: "Como assim, Victor, Vida Boa é sua?". Xinguei (risos), dei uns tapas nele e disse: "Não faça mais isso, rapaz! Você não disse quem era. Se eu soubesse, tinha colocado a Cia atrás de você para gravar. Mas você é o autor, merece o sucesso." Não foi culpa dele, foi inocência. Hoje, não faz mais isso. 




TODA A ENTREVISTA ESTÁ NO ZERO HORA