IMPOSTÔMETRO:

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM
SOMENTE CLICAR NO BANNER --

ANÚNCIO:

ANÚNCIO:

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

14/11 -- Dia do Bandeirante

14/11 -- Dia do Bandeirante

14 de Novembro

O estado de São Paulo se orgulha de ser chamado de Bandeirante, porque foi das margens do Rio Tietê que a maioria das expedições partiu, para desbravar o Brasil e ampliou suas fronteiras.
No início da colonização havia muita escassez, pobreza e isolamento, (a capital era Salvador) como vimos nos relatos históricos da fundação da primeira vila, São Vicente, no litoral paulista, e da primeira vila no interior.
A única saída para os vicentinos - como eram chamados os paulistas - foi explorar o interior. Para isso, primeiro escravizaram os índios e, depois, seguiram à procura de ouro e de pedras preciosas. No final do Séc. XVI, esse movimento para o interior se intensificou com a ajuda do Governo Geral que estimulou a busca de riquezas, oficializando as bandeiras.
Antes porém, esses colonizadores, estavam interessados em capturar os índios que integravam as missões dos jesuítas, que foram instaladas no interior após o primeiro conflito que tiveram com os religiosos, uma vez que esses nativos já estavam habituados ao trabalho agrícola.
Com esse objetivo começaram a atacar as missões e se apropriaram de milhares de "peças", nome dado aos escravos, índios ou negros. A oportunidade parecia única, assim em 1623, partiram tantas bandeiras que São Paulo se tornou quase um povoado só de mulheres, crianças e velhos.
No ano seguinte, os bandeirantes protestavam, indignados, contra um decreto do governador, que destinava à Coroa a quinta parte dos indígenas capturados. O apreçamento (captura de "peças") se tornara uma atividade econômica de vulto, altamente lucrativa. Por isso, devia pagar impostos, como ocorria com a pesca da baleia e o comércio de pau-brasil.
No começo do século XVIII, as Minas Gerais já estavam em plena produção, entretanto, os paulistas continuavam em suas andanças pelo sertão. Em 1716, alcançaram as margens do rio Cuiabá, em busca dos índios coxiponós e da lendária serra dos Martírios.
Em 1718, empreenderam as expedições que abriram a era das monções, descobrindo o primeiro ouro de Mato Grosso. Os bandeirantes, à caça de índios, encontravam, casualmente, pepitas de ouro cravadas nas margens dos rios.
Entusiasmados, eles iniciavam o garimpo com instrumentos improvisados - um prato de refeição servia de peneira na lavagem das areias auríferas, um cano de espingarda, de picareta - ou mesmo com as mãos. Assim, outros aventureiros vinham se juntar e um novo povoado nascia, porém, eram freqüentes os ataques dos índios. Quando outra bandeira recebia a notícia, corria em seu auxílio.
Afastavam o perigo e, para recomeçar o trabalho de extração do metal, podiam contar com os instrumentos adequados trazidos por eles. Chegavam também com ferreiros, carpinteiros, alfaiates e tudo o que faltava para formar um arraial de verdade. Como as distâncias eram imensas as notícias, que chegavam às vilas, tornavam esses bandeirantes, personagens lendários, e centenas de pessoas saiam de São Paulo para irem trabalhar junto à bem sucedida expedição.
Assim foi, com as "lavras do Sutil", depois conhecidas por minas do Senhor Bom Jesus do Cuiabá descobertas por acaso pelos índios do arraial de Miguel Sutil.
Um bandeirante paulista de Sorocaba, que se fixou às margens do rio Cuiabá, para explorar a região. A partir de então se organizou a arrecadação de impostos.
Dia do Bandeirante
Bandeirante
Durante anos os bandeirantes penetraram cada vez mais no sertão. Muitas bandeiras fracassaram por causa da fome, das doenças, e dos combates com os índios, mas algumas tiveram sucesso e, graças a elas, o território nacional foi alargado. A esses bandeirantes devemos os contornos aproximados do Brasil atual.
Hoje em dia, os mais famosos bandeirantes são honrados com monumentos e nomes de vias públicas, como Fernão Dias, Raposo Tavares, Anhanguera. Mas, se por um lado admiramos o heroísmo desses homens, por outro, lamentamos a cruel atuação de alguns deles na destruição das missões jesuíticas e na captura dos índios.
Nos tempos atuais, o bandeirantismo é movimento uma associação organizada, que se encontra em quase todos os estados brasileiros e regulamentadas pela Federação dos Bandeirantes do Brasil.
Os integrantes são meninos e meninas. Uma vez filiados, todos se comprometem a cumprir essas normas, que entre outras coisas, defende a proteção das plantas e dos animais, estimula a enfrentar com sabedoria as dificuldades, desenvolve o conceito de cidadania, além de motivar uma atitude responsável e solidária.
Ou seja, incentivam os jovens a desenvolverem o espírito desbravador e aventureiro dos bandeirantes, para enfrentarem os novos desafios sociais do século XXI.
Fonte: www.geocities.com
Dia do Bandeirante

14 de Novembro

O movimento dos bandeirantes, ou simplesmente bandeiras, foi um movimento iniciado em meados do século XVII.
Os bandeirantes foram, praticamente, os desbravadores do Brasil. Bartolomeu Bueno da Silva, Antônio Raposo Tavares, Manuel de Borba Gato e Fernão Dias Pais são alguns dos mais famosos bandeirantes.
Dia do Bandeirante
Diferentes tipos de Bandeirantes
No início do movimento, os bandeirantes adentravam o país em busca de índios para serem escravizados. Depois que a escravidão de índios deixou de ser usual, ele passaram a procurar no interior do país metais preciosos. Foi aí que o ouro foi descoberto em Cuiabá e também em Minas Gerais. Goiás também teve suas cidades mineradoras como a antiga Vila Boa – atual Cidade de Goiás – e Pirenópolis. Os bandeirantes também capturavam escravos fugitivos que se embrenhavam dentro de matas para formar quilombos. O Quilombo dos Palmares, por exemplo, foi destruído por um grupo de bandeirantes.
Durante suas aventuras no território brasileiro, os mantimentos dos bandeirantes muitas vezes acabavam. Assim, eles eram obrigados a montar acampamentos para plantar e fazer reposição do estoque de mantimentos. Esses acampamentos davam origem a pequenos arraiais. Os arraiais formados por causa da mineração, muitas vezes desapareciam junto com a prospecção ou então davam origem a municípios.
As descobertas de ouro e pedras preciosas no Brasil tornaram-se as mais importantes do Novo Mundo colonial. A corrida por minerais preciosos resultava na falta de gente para plantar e colher nas fazendas. Calcula-se que, ao longo de cem anos, foram garimpados dois milhões de quilos de ouro no país, e cerca de 2,4 milhões de quilates de diamante foram extraídos das rochas. Pelo menos 615 toneladas de ouro chegaram a Portugal até 1822. Toda essa fortuna não foi reinvestida no Brasil, nem em Portugal: passou para a Inglaterra, que vinha colhendo os frutos de sua Revolução Industrial.

Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhangüera

Foi o pioneiro na exploração dos sertões de Goiás. Seu filho de apenas 12 anos, também chamado Bartolomeu Bueno, participou de sua primeira expedição, em 1682. O Anhangüera ficou conhecido assim porque colocou fogo em aguardente e disse aos índios Goiases que era água. Os índios passaram a chamá-lo a partir de então de Anhangüera, que significa “Diabo Velho”.

Antônio Raposo Tavares

Ele apreendeu cerca de dez mil índios para vender como escravos ou para trabalhar em sua fazenda. Raposo Tavares (1598-1658), atravessou pela primeira vez a Floresta Amazônica.

Fernão Dias Pais

Conhecido como “caçador de esmeraldas”, ganhou do governador-geral do Brasil, Afonso Furtado, o direito de liderar uma expedição em busca de pedras preciosas, isso entre 1674 a 1681. Apesar disso, nunca encontrou esmeraldas. Ele mandou enforcar o próprio filho, José Dias Pais, que liderou uma revolta.

Manuel da Borba Gato

Genro de Fernão Dias, foi acusado de um assassinato e fugiu para a região do Rio Doce, em Sabará (MG). Descobriu ouro em Sabarabuçu e no Rio das Velhas. Ele também participou da Guerra dos Emboabas, entre 1708 e 1709.
Fonte: www.ufg.br