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domingo, 1 de novembro de 2015

A MÚSICA NO REGIME MILITAR.

A MÚSICA NO REGIME MILITAR.

A MÚSICA NO REGIME MILITAR

Com o golpe de 1964,artistas e intelectuais tiveram de se ajustar à realidade da repressão. Apesar da censura, as manifestações artísticas, como a música popular, foram os principais focos de resistência à ditadura militar.

               A JOVEM GUARDA

Em 1965 estreou na TV Record um programa chamado Jovem Guarda, que logo se transformou em sucesso absoluto. Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa dominavam esse cenário do iê-iê-iê. Esse estilo musical era voltado para jovens e recebia forte influência de algumas bandas estrangeiras, com os Beatles e os Rolling Stones.
os cantores da Jovem Guarda eram famosos e adorados por muitos adolescentes e mesmo adulto. Porém, os setores de esquerda os acusavam de serem alienados, por não se posicionarem contra a ditadura que havia se instalado no país. A intelectualidade e os mais politizado desprezavam as canções de rimas leves que falavam de amor, como nas letras compostas por Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

               A MÚSICA DE PROTESTO

Politicamente engajados com as proposta de esquerda, muitos cantores e compositores faziam de sua arte uma forma de protesto contra a opressão e a ditadura. A música de protesto expressava a crença em uma sociedade mais igualitária, abordando problemas sociais, econômicos e políticos. Os compositores engajados eram duramente perseguidos pelas censura, e muitas de suas canções eram censuradas.

Geraldo Vandré e Chico Buarque de Holanda eram os alvos preferidos da censura. Geraldo Vandré compôs uma música que se tornou um hino contra a ditadura: Pra não diser que não falei das flores. em certa época, para driblar os censores, Chico Buarque usou um pseudônimo, julinho da Adelaide, e assim mesmo, diante das pressões, ele exilou-se na Italia.


FONTE