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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Interpretação de texto para 5º ano...

Interpretação de texto para 5º ano


Interpretação de texto para 5º ano

As atividades de interpretação de texto são muito importantes em sala de aula. A cada dia nossos alunos precisam ler mais e entender o que leem. Hoje trago atividades de Interpretação de texto para 5º ano. são vários textos com questões de interpretação adequadas ao 5º ano. Selecione, copie e cole no word e passe para seus alunos resolverem. Você pode também utilizar como avaliação para o 5º ano. lembramos que a modalidade de ensino é apenas uma sugestão para os professores, pois são eles que sabem que tipo de exercícios são adequados aos seus alunos de acordo com o que eles trabalham em sala de aula.
Interpretação de texto para 5º ano

Leia o texto para responder às questões:
A boneca Guilhermina

Esta é a minha boneca, a Guilhermina. Ela é uma boneca muito bonita, que faz xixi e cocô. Ela é muito boazinha também. Faz tudo o que eu mando. Na hora de dormir, reclama um pouco. Mas depois que pega no sono, dorme a noite inteira! Às vezes ela acorda no meio da noite e diz que está com sede. Daí eu dou água para ela.

Daí ela faz xixi e eu troco a fralda dela. Então eu ponho a Guilhermina dentro do armário, de castigo. Mas quando ela chora, eu não aguento. Eu vou até lá e pego a minha boneca no colo. A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua.

MUILAERT, A. A boneca Guilhermina. In: As reportagens de Penélope. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1997, p. 17. Coleção Castelo Rá-Tim-Bum – Vol. 8.

01. O trecho: “A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua”, expressa:

(A) uma opinião da dona sobre a sua boneca.

(B) um comentário das amigas da dona da boneca.

(C) um desejo da dona de Guilhermina.

(D) um fato acontecido com a boneca e a sua dona.

02. No trecho “Mas quando ela chora, eu não aguento” a expressão sublinhada significa, em relação à dona da boneca, sentimento de:

(A) paciência.

(B) pena.

(C) raiva.

(D) solidão. RIMM. A escolha de uma esposa. In: MATOS, Magna Diniz; ASSUMPÇÃO, Solange Bonomo. Na trilha do texto: alfabetização: novo. São Paulo: Quinteto Editorial, 2001, p

03. A terceira moça foi a escolhida pelo rapaz porque ela

(A) demonstrou que era cuidadosa e paciente.

(B) era mais rápida que as outras.

(C) provou que os últimos serão os primeiros.

(D) agradou à senhora da história.

04. No texto, a primeira moça era

(A) bondosa.

(B) esperta.

(C) gulosa.

(D) inteligente.





CÓCCO, Maria Fernandes; HAILER, Marco Antônio. Alp. Alfabetização: análise, linguagem e pensamento. São Paulo: FTD, 1995, p. 149.

05. A bicicleta pode ser paga em:

(A) três vezes.

(B) seis vezes.

(C) dezoito vezes.

(D) vinte e seis vezes.

Leia o texto:
Feias, sujas e imbatíveis (fragmento).

As baratas estão na Terra há mais de 200 milhões de anos, sobrevivem tanto no deserto como nos polos e podem ficar até 30 dias sem comer. Vai encarar? Férias, sol e praia são alguns dos bons motivos para comemorar a chegada do verão e achar que essa é a melhor estação do ano. E realmente seria se não fosse por um único detalhe: as baratas. Assim como nós, elas também ficam bem animadas com o calor.

Aproveitam a aceleração de seus processos bioquímicos para se reproduzirem mais rápidoe, claro, para passearem livremente por todos os cômodos de nossas casas.

Nessa época do ano, as chances de dar de cara com a visitante indesejada, ao acordardurante a noite para beber água ou ir ao banheiro, são três vezes maiores.

Revista Galileu. Rio de Janeiro: Globo, Nº 151, Fev. 2004, p. 26.

06. No trecho “Vai encarar?”, o ponto de interrogação tem o efeito de:

(A) apresentar.

(B) avisar.

(C) desafiar.

(D) questionar.

07. A expressão “Vai encarar?”, é marca de linguagem:

(A) científica.

(B) formal.

(C) informal.

(D) regional.



Leia o texto:
Qualquer vida é muita dentro da floresta

Se a gente olha de cima, parece tudo parado.

Mas por dentro é diferente.

A floresta está sempre em movimento.

Há uma vida dentro dela que se transforma sem parar.

Vem o vento.

Vem a chuva.

Caem as folhas.

E nascem novas folhas.

Das flores saem os frutos.

E os frutos são alimento.

Os pássaros deixam cair as sementes.

Das sementes nascem novas árvores.

As luzes dos vaga-lumes são estrelas na terra.

E com o sol vem o dia.

Esquenta a mata.

Ilumina as folhas.

Tudo tem cor e movimento.

ÍNDIOS TICUNA. Qualquer vida é muita dentro da floresta. In: O livro das árvores. 2. ed. Organização Geral dosProfessores Ticuna Bilíngues, 1998. p. 48.

08. A ideia central do texto é

(A) a chuva na floresta.

(B) a importância do Sol.

(C) a vida na floresta.

(D) o movimento das águas.

09. O que diz o trecho: “Esquenta a mata. Ilumina as folhas. Tudo tem cor e movimento.” Acontece porque:

(A) aparecem estrelas.

(B) brotam flores.

(C) chega o sol.

(D) vem o vento.

10. No trecho “Há uma vida dentro dela que se transforma sem parar.”, a palavra sublinhada refere-se à:

(A) floresta.

(B) chuva.

(C) terra.

(D) cor.
LEIA A TIRINHA:





11. O objetivo do texto é:

(A) alertar.

(B) anunciar.

(C) criticar.

(D) divertir.

LEIA A HISTÓRIA ABAIXO:





BIRD, M. Manual prático de bruxaria. 2. ed. São Paulo: Editora Ática, 1997. p. 25.

01. No texto, uma PASSAGEM ENGRAÇADA é:

(A) “Amarre um feixe de ramos secos.”

(B) “A versão moderna da vassoura tem suas limitações.”

(C) “Bata numa superfície dura.”

(D) “Enfie o cabo da vassoura no feixe.”

02. No trecho “Caso a vassoura não preste, ela poderá ter outras utilidades.”, a palavra sublinhada refere-se à:

(A) altura do voo.

(B) bengala da bruxa.

(C) bruxa machucada.

(D) vassoura mágica.

03. O texto é divertido, PRINCIPALMENTE, porque

(A) apresenta uma bruxa trapalhona e medrosa.

(B) dá instruções sobre como fabricar uma vassoura.

(C) ensina como a bruxa deve limpar a sua casa.

(D) trata de como fazer uma vassoura e usá-la no fogão.
SOBRE A AUTORA EVA FURNARI

EVA FURNARI – Uma das principais figuras da literatura para crianças. Eva Furnari nasceu em Roma (Itália) em 1948 e chegou ao Brasil em 1950, radicando-se em São Paulo. Desde muito jovem, sua atração eram os livros de estampas – e não causa estranhamento algum imaginá-la envolvida com cores, lápis e pincéis, desenhando mundos e personagens para habitá-los… Suas habilidades criativas encaminharam-na, primeiramente, ao universo das Artes Plásticas expondo, em 1971, desenhos e pinturas na Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna, em uma mostra individual. Paralelamente, cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, formando-se no ano de 1976. No entanto, erguer prédios tornou-se pouco atraente quando encontrou a experiência das narrativas visuais.

Iniciou sua carreira como autora e ilustradora, publicando histórias sem texto verbal, isto é,contadas apenas por imagens. Seu primeiro livro foi lançado pela Ática, em 1980, Cabra-cega, inaugurando a coleção Peixe Vivo, premiada pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ.

Ao longo de sua carreira, Eva Furnari recebeu muitos prêmios, entre eles contam o Jabuti de “Melhor Ilustração” – Trucks(Ática, 1991), A bruxa Zelda e os 80 docinhos (1986) e Anjinho (1998) – sete láureas concedidas pela FNLlJ e o PrêmioAPCA pelo conjunto de sua obra. http:llcaracal.imaginaria.cam/autografas/evafurnari/index.html

04. No trecho “Ao longo de sua carreira, Eva Furnari recebeu prêmios, entre eles contam o Jabuti”, a palavra destacada refere-se a

(A) lápis.

(B) livros.

(C) pincéis.

(D) prêmios.

05. O trecho que contém uma ideia de tempo é:

(A) “Eva Furnari nasceu em Roma”.

(B) “radicando-se em São Paulo”.

(C) “formando-se no ano de 1976”.

(D) “seu primeiro livro foi pela Ática”.

LEIA OS TEXTOS ABAIXO:
Meu Diário

O Pai é um negócio fogo, o meu, o do Toninho, do Mauro, do Joca, do Zé Luís e do Betosão mais ou menos. O meu deixa jogar na rua, mas nada de chegar perto da avenida. O doToninho está terminantemente proibido de ir ao bar do seu Porfirio. O do Beto é bem bravo, só que nunca está em casa: por isso, o Beto é o maior folgado e faz o que quer. Também quando o pai chega, mixou a brincadeira. O Joca é que nem o meu. O do Zé Luís deixa, mas é obrigatório voltar às seis em ponto e o do Mauro às vezes deixa tudo, outras da bronca que Deus me livre, tudo na língua estrangeira que ele inventou.

AZEVEDO, Ricardo. Nossa rua tem um problema. São Paulo: Paulinas, 1986.



06. Os dois textos falam sobre pais, mas apenas o segundo texto:

(A) trata dos horários impostos pelos pais.

(B) comenta sobre as broncas dos pais.

(C) fala sobre as brincadeiras dos pais.

(D) discute sobre o que os pais fazem.

7. No texto “MEU DIÁRIO”, frases como:

“Pai é um negócio fogo…”

“…o Beto é o maior folgado…”

“…mixou a brincadeira.”

Indicam um tipo de linguagem utilizada mais por:

(A) idosos.

(B) professores.

(C) crianças.

(D) cientistas.

LEIA A TEXTO ABAIXO:
O menino que mentia

Um pastor costumava levar seu rebanho para fora da aldeia. Um dia resolveu pregar uma peça nos vizinhos.

Um lobo! Um lobo! Socorro! Ele vai comer minhas ovelhas! Os vizinhos largaram o trabalho e saíram correndo para o campo para socorrer o menino. Mas encontraram-no às gargalhadas. Não havia lobo nenhum. Ainda outra vez ele fez a mesma brincadeira e todos vieram ajudar; e ele caçoou de todos.

Mas um dia o lobo apareceu de fato e começou a atacar as ovelhas. Morrendo de medo, o menino saiu correndo.

Um lobo! Um lobo! Socorro! Os vizinhos ouviram, mas acharam que era caçoada.

Ninguém socorreu e o pastor perdeu todo o rebanho.

Ninguém acredita quando o mentiroso fala a verdade.

BENNETT, William J. O livro das virtudes para crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
O texto tem a finalidade de

(A) dar uma informação.

(B) fazer uma propaganda.

(C) registrar um acontecimento.

(D) transmitir um ensinamento.
No final da história, pode-se entender que

(A) as ovelhas fugiram do pastor.

(B) os vizinhos assustaram o rebanho.

(C) o lobo comeu todo o rebanho.

(D) o jovem pastor pediu socorro.

LEIA:
Sobrenome

Como vocês sabem Frankenstein foi feito com pedaços de pessoas diferentes: a perna era de uma, o braço de outra, a cabeça de uma terceira e assim por diante.

Além de o resultado ter sido um desastre houve um grave problema na hora em que Frankenstein foi tirar carteira de identidade.

Como dar identidade a quem era uma mistura de várias pessoas?

A coisa só se resolveu quando alguém lembrou que num condomínio cada apartamento é de um dono diferente.

Foi assim que Frankenstein Condomínio ganhou nome e sobrenome como toda gente.

PAES, José Paulo. Lé com Cré. São Paulo: Ática, 1996.
O assunto do texto é como

(A) as pessoas resolvem seus problemas.

(B) as pessoas tiram carteira de identidade.

(C) o condomínio de um prédio é formado.

(D) o Frankenstein ganhou um sobrenome.




A menina do texto, Mafalda, nesta história:

(A) chora de tristeza ao verificar que está trocando dentes.

(B) está trocando seus dentes de leite e não gosta disso.

(C) reclama da dor que sente ao trocar os dentes.

(D) usa o espelho para observar a beleza dos seus dentes.
 
http://atividadesparaprofessores.com.br/interpretacao-de-texto-para-5o-ano/