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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Quem bebe café tem menos problemas cardíacos e vive mais, diz estudo

Quer evitar doenças do coração e aumentar sua longevidade? Continue bebendo aquele sagrado cafezinho. Um estudo publicado na revista Nature mostra que o consumo de café pode reverter a tendência de inflamações crônicas e doenças cardiovasculares que surgem com o avançar da idade.


Já era de conhecimento da medicina que mais de 90% das doenças não-transmissíveis do envelhecimento estão associadas à inflamação crônica. Diversos artigos científicos apontam que a inflamação crônica contribui para o aparecimento de diferentes tipos de câncer, mal de Alzheimer e outras demências, osteoartrite e até mesmo depressão, além de doenças cardiovasculares.


Muito já foi estudo sobre a contribuição da ingestão de cafeína para a longevidade. Agora, o time de pesquisadores liderados David Furman e Mark Davis, da faculdade de medicina de Stanford, revelaram uma provável associação entre as doenças decorrentes da inflamação, a longevidade e o café.


De acordo com o estudo, os ácidos nucleicos - moléculas que servem como tijolos dos nossos genes – sofrem degradação ao longo da velhice. Os "restos" desse metabolismo do gene circulando pelo sangue desencadeiam o processo inflamatório que leva a doenças cardiovasculares e outras doenças. Ao injetarem essas substâncias em ratos, os pesquisadores verificaram o surgimento de inflamações sistêmicas, aumento da pressão arterial e estragos nos rins, dentre outras consequências.


Curiosamente, os componentes da cafeína bloqueiam a ação dos ácidos nucleicos. A própria estrutura da cafeína é semelhante à estrutura deles. Assim, o consumo de cafeína reverteria a tendência natural do corpo a inflamações e desenvolvimento de doenças.


O estudo
Para avaliar a associação entre cafeína, inflamação e longevidade, os pesquisadores realizaram análises de amostras de sangue, dados de relatórios médicos e históricos familiares de mais de 100 participantes. Foram vários anos de estudo. Foi revelada, assim, a existência do mecanismo inflamatório associado com o envelhecimento humano em doenças crônicas.


Também foi possível notar que nem todas as pessoas mais velhas eram acometidas pelo processo inflamatório. Para quem não gosta do sabor amargo, chá preto e chocolate escuro contêm compostos semelhantes à cafeína, dizem os pesquisadores.


Fonte: UOL

Mulheres deveriam trabalhar no máximo 34 horas semanais, diz estudo

Um estudo realizado pela Universidade Nacional Australiana e publicado na revista “Social Science & Medicine” afirma que o tempo limite de trabalho para desenvolver doenças como depressão e ansiedade é de 39 horas semanais e não 48 como se acreditava até agora. Além disso, a pesquisa aponta que, devido ao tempo gasto entre tarefas profissionais e domésticas – que ainda são vistas como ofício feminino -, as mulheres são ainda mais suscetíveis a estes problemas e deveriam trabalhar no máximo 34 horas por semana.


O documento demonstra que dois terços dos quase 8 mil australianos entrevistados ultrapassam as 40 horas de trabalho. Neste universo, foram analisadas as rotinas de 3828 homens e 4062 mulheres.


Um dos condutores do estudo, o doutor Huong Dinh afirma que as longas jornadas detonam a saúde física e mental, pois as pessoas se alimentam pior e não cuidam do bem-estar como deveriam. “Devido às demandas extras, é impossível que as mulheres cumpram o limite de horas”, diz.


Dados de 2016 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico apontam que as mulheres fazem 4,5 horas “extra” diárias em funções como cozinhar e limpar a casa, enquanto os homens gastam nem a metade disso nas mesmas tarefas.


Os pesquisadores ainda afirmam que para homens que não cumpram tarefas domésticas o limite sobe para 47 horas.


Fonte: UOL