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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Os Amigos de Jesus - Falando com Deus

Os Amigos de Jesus - Falando com Deus




http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br/2012/10/os-amigos-de-jesus-falando-com-deus.html

Os Amigos de Jesus - Sofrendo para Ajudar

Os Amigos de Jesus - Sofrendo para Ajudar

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Os Amigos de Jesus - Tendo FÉ em Jesus

Os Amigos de Jesus - Tendo FÉ em Jesus



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A ARTE DE DESAPRENDER -- Frei Betto...


A ARTE DE DESAPRENDER  --

Frei Betto

 Apresentou-se à porta do convento um médico interessado em tornar-se frade. O prior encarregou o mestre de noviços de atendê-lo. 

 ― Caro doutor – disse o mestre – o prior envia-lhe esta lista de perguntas. Pede que tenha a bondade de respondê-las de acordo com os seus doutos conhecimentos.

 O jovem médico, acomodado no parlatório, tratou de preencher o questionário. Em menos de uma hora devolveu-o ao mestre. Este levou o papel ao prior e retornou quinze minutos depois:

 ― O prior reconhece que o senhor demonstra grande conhecimento e erudição. Suas respostas são brilhantes. Por isso pede que retorne ao convento dentro de um ano.

 O médico estampou uma expressão de desapontamento:

 ― Ora, se respondi corretamente todas as questões – objetou – por que retornar dentro de um ano? E se eu tivesse dado respostas equivocadas, o que teria sucedido?

 ― O senhor teria sido aceito imediatamente e, na próxima semana, já estaria entre os noviços.

 ― Então, por que devo retornar em um ano?

 ― É o prazo que o prior considera adequado para que o senhor possa desaprender conhecimentos inúteis.

 ― Desaprender? – surpreendeu-se o médico.

 ― Sim, desaprender. Entrar na vida espiritual é como empreender uma viagem: quanto mais pesada a bagagem, mais lentamente se cobre o percurso. Na sua há demasiadas coisas substantivamente inúteis.

 E o doutor partiu sob promessa de retornar dentro de um ano, o que de fato sucedeu.

 Assim como há escolas e cursos para aprender, deveria também existir para ensinar a desaprender. Quantas importantes inutilidades valorizamos na vida! Quantos detalhes sugam nossas preciosas energias e consomem vorazmente o nosso tempo! Quantas horas e dias perdemos com ocupações que em nada acrescentam às nossas vidas; pelo contrário, causam-nos enfado e nos sobrecarregam de preocupações. 

 Precisamos desaprender a considerar os bens da natureza produtos de uso próprio, ainda que o nosso uso perdulário se traduza em falta para muitos. Desaprender a valorizar um modelo de progresso que necessariamente não traz felicidade coletiva e uma economia cuja especulação supera a produção. Desaprender a olhar o mundo a partir do próprio umbigo, como se o diferente merecesse ser encarado com suspeita e preconceito.

 O desaprendizado é uma arte para quem se propõe a mudar de vida. Nessa viagem, quanto menos bagagem e mais leveza, sobretudo de espírito, melhor e mais rápido se alcança o destino. Vida afora, carregamos demasiadas cobranças, mágoas, invejas e até ódios, como se toda essa tralha fizesse algum mal a outras pessoas que não a nós mesmos.

 O que nos encanta nas crianças com menos de cinco anos é a interrogação incessante, o interesse pela novidade, o espírito despojado. Era isso que sinalizou Jesus quando alertou a Nicodemos ser preciso nascer de novo, sem retornar ao ventre materno, e tornar-se criança para ingressar no Reino de Deus.

 O médico candidato a noviço comprovou ser bem informado, mas ignorava a distinção entre cultura e sabedoria. Soube elencar as mais célebres telas da pintura universal, sem no entanto ter noção do que significam e por que o artista fez isto e não aquilo. Conhecia todas as doenças de sua especialidade, sem a devida clareza de como se relacionar com o doente. 

 A humanidade não terá futuro promissor se não desaprender a promover guerras e a considerar a pobreza mero resultado da incapacidade individual. Urge desaprender a valorizar o supérfluo como necessário e a ostentação como sinal de êxito. Desaprender a perder tempo com o que não tem a menor importância e se dedicar mais nos cuidados do corpo que do espírito.

 A vida espiritual é um contínuo desaprender de apegos e ambições, vaidades e presunções. A felicidade só conhece uma morada: o coração humano. Eis aí milhões de viciados em drogas a gritar a plenos pulmões terem plena consciência de que a felicidade resulta de uma experiência interior, de um novo estado de consciência. Como não aprenderam a abraçar a via do absoluto, enveredaram pela do absurdo.

 E convém aprender: no amor mais se desaprende do que se aprende.

 

Frei Betto é escritor, autor de “A arte de semear estrelas” (Rocco), entre outros livros.
http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br/2012/10/a-arte-de-desaprender.html

Os Amigos de Jesus - Fazendo o que Jesus mandou

Os Amigos de Jesus - Fazendo o que Jesus mandou






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A importância do perdão...

A importância do perdão


Lucas entrou em casa batendo os pés, muito nervoso.

- Papai, estou com muita raiva. O Rodrigo não podia ter feito aquilo comigo. Ele me humilhou na frente dos meus amigos. Desejo tudo de ruim para ele...

- Venha cá, Lucas, vamos até o quintal, quero lhe mostrar uma coisa, disse o pai.

O pai de Lucas pegou um pano branco que tinha guardado, pendurou-o no varal e lhe disse.

- Agora, pegue aquele saco de carvão no celeiro e traga-o aqui.

Lucas troxe o saco de carvão e o pai lhe explicou.

- Filho, faz de conta que aquele pano branco é o seu amigo e que cada pedaço de carvão é algo ruim que você deseja a ele.

O menino não entendeu muito, mas começou a atirar os pedaços de carvão no pano branco e gostou da brincadeira. Como o pano estava meio distante, tinha que fazer um bom esforço para o carvão alcançá-lo. Depois que atirou quase todo o saco de carvão, já cansando, foi até onde o pai estava.

- Já parou, Lucas? Agora venha aqui.

E o pai levou-o até o espelho em seu quarto. Que susto! Só se viam os olhos e os dentes. Estava que era puro carvão, todo sujo! 
O pai levou-o de volta até o quintal e lhe disse: 



- Lucas, olhe agora para o pano branco lá no varal. Você só conseguiu fazer alguns riscos nele, mas o carvão sujou você todo. 

A vida é assim... Por mais que a gente queira prejudicar alguém com os nossos pensamentos, eles são como a fuligem do carvão. Você atira, mas a sujeira fica toda em você. Pouco alcança a outra pessoa. Portanto, perdoar as ofensas faz bem a nós mesmos!



Deus nos ama
http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br/2012/10/belas-historias.html

A História de Jó


A História de Jó


 Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó, e este era homem sincero, reto e temente a Deus, e desviava-se do mal. Jó tinha sete filhos e três filhas, e era seu gado de sete mil ovelhas, três mil camelos, quinhentas juntas de bois, quinhentas jumentas. Ele era o homem mais rico do Oriente.


E em um belo dia, veio os filhos de Deus se apresentar perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. Então o Senhor perguntou a Satanás de onde ele vinha, ele respondeu que estava de redor a terra e passeando por ela. Então Deus perguntou a ele se ele já havia observado Jó, porque para Deus não havia na terra homem semelhante á ele, homem sincero, reto e temente a Deus que se desviava do mal. Então Satanás disse para o Senhor, que se porventura Jó não tivesse as riquezas que tem, a família que tem e os animais que criara com certeza, Jó não seria temente ao Senhor. E disse ainda ao Senhor, para que o Senhor retirasse tudo o quanto Jó tem e com certeza Jó blasfemaria contra Deus. Então o Senhor disse á Satanás que tocasse em tudo o que ele tem, somente não autorizou o Senhor tocar em Jó, e o Satanás se foi.


Então o Senhor permitiu e tocou nos filhos de Jó, e todos morreram em um vendaval que veio, depois seus animais foram consumidos pelo fogo que caía do céu, seus servos morreram e Jó em nenhum momento blasfemou contra Deus. Ele disse: “Nu sai do ventre e nu voltarei, Deus deu e Deus tomou, bendito seja o nome Senhor!” Jó ficou pobre sem nada, mas mesmo assim Jó continuava adorando a Deus. 


Foi aí então que Satanás pediu permissão á Deus para tocar em Jó, Deus disse a ele que poderia, mas não tocasse na alma de Jó. Então Jó ficou com lepra em todo o corpo de Jó, doía muito, que Jó se coçava com os cacos das telhas. Sua esposa enlouquecida disse “amaldiçoa o seu Deus e morra!” 


Mesmo assim, Jó sem família, sem os servos, sem riqueza alguma e ainda com lepra, continuou temendo a Deus e não blasfemou. Passado todo o tempo da tormenta na vida de Jó, Deus lhe recompensou, deu-lhe o dobro de toda a riqueza que tinha, e mais filhos e filhas. E depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos, e viu aos seus filhos, e aos filhos de seus filhos até a sua quarta geração. Então morreu Jó, velho e farto de dias.



http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br/2012/10/jo.html

Quando custa um milagre?


Belas Histórias


Quando custa um milagre?


Discretamente, Tess despejou todo o dinheiro que ela tinha em seu cofrinho e contou cuidadosamente. Após conferir o valor exato, saiu de casa silenciosamente com destino à farmácia mais próxima. No caminho, as palavras da conversa que havia escutado entre e o seu pai e a sua mãe não saíam da sua cabeça: “Só um milagre poderá salvá-lo”.

Na porta do estabelecimento, disse ao farmacêutico que queria comprar um milagre. Sem se importar com a inocência da menina, o homem respondeu que não vendia esse tipo de produto. O irmão do farmacêutico, um renomado médico, perguntou à Tess que tipo de milagre ela precisava. Sem titubear, disse que não sabia ao certo, mas que seu irmão precisava ser operado. No entanto, o seu pai não podia pagar e ela queria usar o dinheiro que tinha para ajudá-lo.

Impressionado com a iniciativa da criança, o homem perguntou quanto ela tinha no cofrinho. E a resposta, quase um sussurro, foi 1 dólar e 11 centavos. Com um sorriso na face, o médico informou à Tess que aquele valor era exatamente o preço de um milagre. Dr. Carlton Armstrong, especializado em neurocirurgia, salvou a vida de Andrew, que em poucos meses estava em casa. Ainda sem acreditar no milagre, a mãe de Tess se questionava quanto teria sido aquela operação. Feliz, Tess sabia que só havia custado 1 dólar e 11 centavos… e a sua enorme fé.

Deus te ama e deseja que você tenha esta fé também.
 
http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br/2012/10/belas-historias_29.html

Belas Histórias - Os Dois Caminhos.


Havia um menino chamado Pedrinho, levado da breca e bem teimosinho.

Seu pai o mandava fazer as lições; conselhos lhe dava, passava sermões.

Pedrinho, no entanto, fugia da escola; andava nas ruas,brincando com bola.

Só lia revista de história em quadrinhos, com tiros, flechadas, bandidos, mocinhos...

Seu mano Zezinho vivia e estudar. Ninguém precisava conselhos lhe dar.

Na ponta da língua sabia a lição. A professora nunca chamou-lhe a atenção.


Tornaram-se moços, não são mais meninos, porém não tiveram os mesmos destinos.

Zezinho formou-se. É um grande engenheiro. Pedrinho tornou-se um grande arroaceiro.

Enquanto Zezinho está bem e feliz, Pedrinho é um coitado. Ele próprio o diz.

Só agora compreende que é tarde demais. O tempo perdido não volta jamais.


Walter N. Freitas
http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br

As Velas do Advento

As Velas do Advento


Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Via de regra as cores das velas devem corresponder à cor do tempo litúrgico - roxa -, diferenciando-se a terceira vela - rosa - como alegre preparação para a vinda do Senhor.
                                                Neste sentido, relembramos que as vestes litúrgicas devem ser de cor roxa,  como sinal de nossa conversão em preparação para o Natal, com exceção do terceiro domingo, onde o rosa substitui o roxo, revelando o Domingo da Alegria (ou Domingo Gaudette).  O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.

AS QUATRO VELAS

Rito - Na celebração eucarística, um pequeno rito pode ser colocado no início da celebração, liturgia da palavra ou qualquer outro momento conforme o designar o celebrante. O acender das velas, normalmente é aberto com a bênção das velas, canto e oração própria.  Seria também muito próprio fazer, em nossas casas,  uma breve oração e acendimento das velas nos Domingos que antecedem o natal.

1º Domingo do Advento - Acende-se a  PRIMEIRA VELA
  A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal,  onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a  humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda  nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá.
Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da  alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!

2º Domingo do Advento - Acende-se a  SEGUNDA VELA
 A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá.  Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.
Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da  alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!



3º Domingo do Advento - Acende-se a  TERCEIRA VELA (Rosa)
 A terceira vela acesa nos convida à alegria e ao júbilo pela aproximação da chegada de Jesus.  A cor litúrgica de hoje, o rosa,  indica justamente o Domingo da Alegria, ou o Domingo Gaudette,  onde transborda nosso coração de alegria pela proximidade da chegada do Senhor. Esta vela lembra ainda a alegria celebrada pelo rei Davi e sua promessa que, agora, está se cumprindo em Maria.
Oração:
Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: Alegrai-vos! O Senhor está perto"





4º Domingo do Advento - Acende-se a  QUARTA VELA
  A quarta vela marca os passos de preparação para acolher o Salvador,  nossa expectativa da chegada definitiva da Luz ao mundo. Simboliza ainda nossa fé em Jesus Cristo, que ilumina todo homem que vêm a este mundo e  também os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a chegada do Salvador.  
Oração:
Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo;  abra-se a terra, e brote o Salvador!

Fonte: oriente.com

Novena de Natal para Crianças

 















 
http://jacozinhodosenhor.blogspot.com.br/2012/11/novena-de-natal-para-criancas.html

Convites e acessórios para festa de Primeira Comunhão.

Convites e acessórios para festa de Primeira Comunhão.
































Fonte: www.fazendominhafesta.blogspot.com