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domingo, 22 de julho de 2018
Matemática - Ativadades
Bebendo sem culpa: por que você deve abandonar os canudos de plástico...
Bebendo sem culpa: por que você deve abandonar os canudos de plástico
Depois das sacolas, chegou a vez dos canudos de plástico se tornarem o
inimigo número um dos ambientalistas, e países como Reino Unido e
gigantes como a rede de fast-food McDonald's já consideram banir seu
uso. Por aqui, o Rio de Janeiro é a primeira cidade a abolir o uso
desses canudos descartáveis em bares, quiosques e restaurantes.
O projeto, fruto da pressão popular via a ONG Meu Rio, acaba de ser
sancionado pelo prefeito Marcelo Crivella e virou lei (ainda sem prazo
para entrar em vigor). Enquanto isso, a Câmara Municipal de São Paulo
também discute proibir a distribuição dos canudinhos em território
paulistano.
Segundo um estudo da revista americana "Science", oito milhões de
toneladas de restos plásticos são jogados todos os anos nos mares e
oceanos, o equivalente a 250 quilos por segundo. "O plástico representa
mais de 90% do lixo encontrado dentro das tartarugas, que são os animais
mais afetados por ele. E a gente notou um aumento nessa quantidade com o
passar dos anos", conta Rosane Farah, bióloga responsável e gerente da
base de reabilitação do Instituto Gremar, de resgate de animais
marinhos.
De acordo com o Instituto Akatu, quase 700 espécies, incluindo as
ameaçadas, têm sido impactadas pelo material. E defensores do meio
ambiente no mundo todo não se cansam de divulgar imagens chocantes do
nocivo impacto dos canudos sobre a fauna marinha. Em um vídeo postado
nas redes sociais, por exemplo, dois biólogos levam vários minutos para
retirar canudos do nariz de uma tartaruga-marinha na Costa Rica.
E parece que a pressão tem feito efeito e levado o assunto para as redes
sociais. No tuíte abaixo, a autora conta o seguinte: "Meu garçom
perguntou 'Agora, nós queremos canudos ou queremos salvar as
tartarugas?' e honestamente nós todos merecemos essa paranóia da culpa
ambiental".
A gente precisa deles?
"Os canudos são servidos automaticamente com os copos nos bares. E eles
são muito pequenos para serem reciclados. Eles passam por todos os
filtros", explica Yasmine El-Kotni, cofundadora da ONG francesa Bas les
Pailles (Abaixo os Canudos), que lançou um abaixo-assinado online para
pedir sua proibição na França.
Segundo a ONU, 80% de todo o lixo presente nos oceanos é feito de
plástico. Mais de 8 milhões de toneladas desse material são despejados
nos mares todos os anos, traduzidos em US$ 8 bilhões em danos aos
ecossistemas marinhos. Isso porque são consumidos por animais de todos
os tamanhos, desde os microscópicos até as baleias.
A Comlurb, Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio, percebeu essa
dominação crescente do lixo plástico na cidade. Se antes ele era pouco
usado até os anos 1980, hoje ele superou o papel e o vidro no lixo das
casas cariocas.
Agente invisível: o microplástico
"A gente vê quando tem sofá boiando, uma sacola ou um saco de salgadinho
e acha um absurdo. Mas o maior problema a gente não está vendo", alerta
Gabriel Monteiro, biólogo e mestre em oceanografia pelo Instituto
Oceanográfico da USP. Monteiro explica como o plástico se quebra com a
luz solar e o impacto das águas e se fragmenta em pequenas partículas,
ingeridas acidentalmente pela fauna marina. Isso inclui pequenos
filtradores como o zooplâncton, por exemplo, na base da cadeia
alimentar.
Além disso, o microplástico é capaz de absorver pesticidas e herbicidas
que chegam ao mar. Esse veneno, assim como o óleo, não se mistura com a
água, mas quando encontra um plástico, gruda nele. "É como um tupperware
com a gordura do molho de tomate: é difícil de lavar. O microplástico
acumula agrotóxico e leva isso para dentro dos organismos marinhos. A
gente come agrotóxico na salada e em tudo que vem do mar. A tartaruga
engasgada com saco plástico é só a ponta do iceberg", explica o biólogo.
Alternativas
A rede McDonald's testa desde meados de junho duas alternativas aos
canudos de plástico: canudos biodegradáveis, ou copos com fecho
integrado. Já a rede de hotéis Hilton anunciou o fim de cinco milhões de
canudos e 20 milhões de garrafas de plástico servidas a cada ano em
suas 650 unidades.
Alternativas existem e já estão sendo usadas: inox, canudos de macarrão
cru, de bambu, ou comestíveis de diferentes sabores - não faltam ideias
de substitutos. No Frank Bar, em São Paulo, desde setembro de 2017, os
drinques e bebidas chegam aos clientes sem canudo algum. Se alguém
pedir, aí sim é dado um de papel. "Se cada um fizer sua parte,
certamente ajudaremos o meio ambiente e também a conscientizar quem
estiver próximo ou atrelado ao nosso negócio, incluindo clientes", diz
Spencer Amereno, head bartender do local.
"Fiquei muito chocada quando vi, há quatro anos, uma foto de um golfinho
morto engasgado com canudinhos de plástico", diz Zazá Piereck, do
carioca Zazá Bistrô, onde só dois drinques vêm com canudo de vidro.
Todos os outros da carta o dispensam desde 2014. Ela também adotou
outras posturas conscientes no estabelecimento, como não vender água em
garrafas plásticas e fazer a logística reversa das de vidro --
devolvê-las ao fabricante para a reutilização.
Há mais de um ano, o Empório Jardim, também no Rio, acabou com os
canudinhos plásticos e investiu nos de papel. Ainda assim, os copos saem
da cozinha sem eles para não incentivar o consumo e evitar a
"mecanização" do uso. Com essa atitude, o estabelecimento notou uma
diminuição na demanda por parte dos clientes e até do lixo produzido no
restaurante.
"Além de charmosos, os canudos biodegradáveis são sustentáveis. Queremos
conscientizar a população sobre a necessidade de reduzir o consumo de
canudos plásticos, que aparentemente são inofensivos, mas viram uma
praga ambiental", explica Marcus Vinicius Barreto, dono do Pesqueiro,
especializado em culinária caiçara e mediterrânea no Rio, que trocou os
canudos de plástico pelos biodegradáveis no verão deste ano.
Fonte: UOL
Escorpiões passam a matar mais que cobras no Brasil
Escorpiões passam a matar mais que cobras no Brasil
O tratorista Valdomiro Vieira dos Santos Neto, 34 anos, sempre esteve
atento às cobras. Trabalhador de uma usina de cana-de-açúcar na região
de Miguelópolis (SP), ele sabe da ameaça venenosa que representa uma
cascavel, por exemplo. Mas não imaginava que um bicho peçonhento muito
menor teria o poder de devastar sua família. Há um mês, a picada de um
escorpião causou a morte de Felipe, seu filho de 3 anos. O menino foi
atacado na mão enquanto brincava com um caminhãozinho dentro de casa.
"A gente tem que evitar entrar em contato com um animal desses", disse
Valdomiro, bastante abalado. "Mas eu não tinha essa instrução."
Responsável por 184 mortes no Brasil em 2017, o escorpião ultrapassou as
serpentes no topo do ranking de animais peçonhentos que mais matam no
Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No mesmo ano, foram
registrados 105 casos de morte por veneno de cobra.
De 2013 para cá, aumentou em 163% o número de óbitos causados por esse
artrópode; naquele ano, eram apenas 70. A proporção no aumento das
mortes é muito maior do que a dos casos notificados de escorpionismo, ou
seja, situações em que o escorpião injeta veneno em uma pessoa através
do ferrão, sem necessariamente levá-la à morte. Eles somaram 125.156 no
ano passado, diante de 78.363 em 2013, um aumento de quase 60%.
Os estados de São Paulo e Minas Gerais exibem a situação mais alarmante
nas tabelas do Ministério da Saúde. Ambos registraram, respectivamente,
26 e 22 mortes por picada de escorpião em 2017.
'O caminhãozinho picou minha mão'
A mulher de Valdomiro, a dona de casa Camila de Oliveira Diniz, 28 anos,
conta que, no dia em que seu caçula foi picado, o marido havia
arrastado um armário para consertar uma das portas do móvel. Ela supõe
que o escorpião, bicho que gosta de lugares escuros e úmidos, estivesse
entocado ali atrás.
Assim que o menino reclamou que "o caminhãozinho tinha picado a mão",
Valdomiro viu um escorpião amarelo de costas escuras subindo pela
parede, perto do brinquedo. Matou o animal com um chinelo e o colocou
num papel. Correu com o filho e o bicho para o pronto-socorro do
município, a cerca de cinco minutos de carro da sua casa.
O pronto-socorro de Miguelópolis não tinha soro antiescorpiônico quando
Felipe e seus pais chegaram ali, no dia 5 de junho, por volta das 15h.
Eles foram então encaminhados em ambulância para Ituverava, a 35
quilômetros de distância, onde o menino foi medicado.
"Depois de tomar o soro, ele parecia bem, conversou, perguntou dos
cachorros, a gente tinha certeza de que ia trazer ele pra casa", diz a
mãe. Ela recorda que à noite, no entanto, ainda no hospital, o filho
vomitou, começou a piorar. Ela logo percebeu que o estado de saúde dele
se agravara por causa da movimentação da equipe médica. Felipe chegou a
receber massagem cardíaca, mas seu corpo deixou de reagir à 1h da manhã.
"Deus recolheu o Felipe", disse Camila.
O casal tem outros dois filhos, de 13 e 10 anos, e não se conforma com o
fato de a cidade em que mora não dispor do antídoto. "Se o soro
estivesse mais perto e mais à mão...", afirma a mãe. Lembrando que um
rapaz, conhecido de Valdomiro, tinha tomado recentemente uma picada de
escorpião na cabeça, completou: "Está cheio deles por aqui. Se eu posso
dizer algo para os pais é que façam uma busca efetiva pela casa, dia
sim, dia não, atrás dessa criatura."
Em entrevista à emissora EPTV no dia 6 de junho, a coordenadora de saúde
do município de Miguelópolis, Adib Abrahão, reconheceu que há 15 anos a
cidade não tem soro antiescorpiônico disponível para seus cidadãos, mas
que estaria "vendo todo o protocolo" para adquirir o medicamento. A
prefeitura não respondeu à BBC News Brasil para informar se providenciou o soro.
A população de Miguelópolis tem por prática colocar os escorpiões que
mata em garrafas PET ou vidros com álcool. Suas coleções pessoais são
arregimentadas no banheiro, na cozinha, na área de serviço, nas dobras
de lençóis e mosquiteiros, no meio do lixo ou do material de construção
estocado perto ou dentro de casa. A maioria dos casos é de picadas nos
pés e nas mãos, seguidas de dor intensa no local, que costuma irradiar
para os membros. Por vezes, aparecem vermelhidão, inchaço e/ou febre,
sintomas ainda considerados leves.
Em casos mais graves, porém, o quadro pode evoluir para náuseas,
vômitos, dor abdominal, sudorese excessiva, taquicardia, salivação fora
do normal, agitação ou prostração, perda do controle cognitivo,
insuficiência cardíaca, edema pulmonar e choque. "O veneno do escorpião
tem uma ação neurotóxica, afetando o sistema nervoso central", diz a
bióloga Gabriela Cavalcanti, que trabalhou com escorpiões durante toda a
sua graduação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
A recomendação, em caso de ferroada, é procurar o serviço de saúde mais
próximo. Limpar o local da picada com água e sabão pode ser uma medida
auxiliar, desde que não atrase a ida da pessoa ao posto de atendimento.
Não se deve fazer torniquete, aplicar qualquer substância no ponto da
picada nem fechá-lo com curativo, para não favorecer infecções.
Pernambuco, onde mora Cavalcanti, é o terceiro estado com maior número
de mortes por picada de escorpião. No ano passado foram 9 delas, segundo
relatório epidemiológico do Ministério da Saúde.
Onde tem barata, tem escorpião
Em janeiro de 2018, um menino, também de 3 anos, teria sido vítima do
animal peçonhento enquanto assistia à televisão sentado no sofá de casa,
em Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife. A mãe não
entendeu, de imediato, o porquê do choro da criança. Só quando um dos
dedinhos do garoto passou a ficar roxo ela o levou para o hospital.
Moradores do bairro em que mora a família do garoto, Cajueiro Seco,
afirmaram ser comum flagrar o bicho nas residências, onde também se
multiplicam baratas, para as quais pouco se dá bola.
"Mas onde prolifera barata, tem escorpião", afirma a infectologista Fan
Hui Wen, gestora responsável pelo Laboratório de Artrópodes e pelo
Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Instituto Butantan, em
São Paulo. Baratas são um dos alimentos preferidos dos escorpiões.
Com especialização em saúde pública, a médica cansou de ver casos em que
houve demora no diagnóstico por problemas de comunicação com crianças
pequenas – que ainda não conseguem verbalizar o que teria causado o
incômodo que sentem. Só quando começam a vomitar, por exemplo, é que os
pais procuram o pronto atendimento.
A velocidade de ação do veneno varia de pessoa para pessoa, mas a vítima
pode morrer duas horas depois de picada. "Um dos motivos pelos quais o
óbito por animal peçonhento choca muito é por ser abrupto", diz Wen. "A
pessoa está bem, brincando ou trabalhando, e de uma hora para outra
entra num quadro agudo."
Crianças abaixo de 7 anos e idosos com saúde debilitada são os que
exigem mais atenção, por apresentarem maior risco de alterações
sistêmicas. Trabalhadores da construção civil, de madeireiras e de
distribuidoras de hortifrutigranjeiros também estão mais vulneráveis ao
ataque porque manuseiam objetos e alimentos nos quais o escorpião pode
se alojar.
Compra de doses
O Ministério da Saúde informa que foram firmados contratos com os
Institutos Butantan e Vital Brazil para o fornecimento de 62 mil frascos
do soro antiescorpiônico para todo o país neste ano. O Butantan, em São
Paulo, responderia por 44 mil frascos (70,97% do total) e o Vital
Brazil, com sede em Niterói, pelos 18 mil restantes. Segundo a pasta, o
ministério passa os frascos para os governos, que os repassam aos
municípios.
A médica Wen destaca, ainda, que o Butantan recebeu a encomenda
ministerial de 35 mil frascos de soro antiaracnídico, um combinado que
neutraliza picadas de escorpião e de duas aranhas venenosas, a marrom
(Loxosceles) e a armadeira (Phoneutria). Uma pessoa picada por escorpião
pode tanto receber o antiescorpiônico quanto o antiaracnídico, mas o
inverso não funciona. "Nesse caso, a prioridade do antiaracnídico é para
as picadas de aranhas", atesta. Em 2017, segundo dados do Ministério da
Saúde, foram notificados 32.859 casos de acidentes com aranhas,
culminando em 30 mortes.
Wen insiste que nem todos os casos de escorpionismo evoluirão para um
quadro sistêmico. Cerca de 15% precisarão do soro, justamente por
apresentarem os sintomas mais graves. Quando isso se manifesta,
recomenda-se usar três frascos por paciente.
"Tem de ser de uma vez só. Não adianta neutralizar metade e, daqui a
três horas, aplicar o soro novamente, porque o restante do veneno que
ficou circulando no corpo vai continuar agindo." Por ser uma medicação
intravenosa, é necessário que seja ministrado em ambiente hospitalar,
cuja equipe precisa avaliar se, além do soro, é recomendável um cuidado
adicional.
O soro é produzido a partir do veneno do próprio escorpião. No Butantan,
a fonte são cerca de 15 mil desses aracnídeos, todos alimentados em
cativeiro. A imensa maioria, 99% deles, pertence à espécie Tityus
serrulatus, a mais comum no Sudeste, exatamente a que teria atacado
Felipe. Mas o soro funcionaria também para o Tityus stigmurus, que
predomina no Nordeste do país. Ambos têm uma carapaça amarelada.
Proliferação urbana
Gabriela Cavalcanti explica que um dos motivos da multiplicação
acelerada do serrulatus e do stigmurus é que eles podem se reproduzir
tanto pela forma sexuada quanto por partenogênese, isto é, quando a
fêmea não necessita do macho para originar filhotes. A segunda maneira,
segundo a bióloga, é a preferencial dos animais nos centros urbanos pela
eficácia no ambiente.
"A prole nasce idêntica à mãe, são portanto todas fêmeas, e com a mesma
capacidade de se reproduzirem sozinhas", diz a bióloga. Um exemplar
dessas espécies vive, em média, quatro anos. Cada fêmea pode gestar três
a quatro vezes ao ano, e cada prole de serrulatus chega até a 20
filhotes. A taxa de natalidade do stigmurus é mais baixa: de 8 a 14
filhotes.
Para os especialistas, o motivo principal da disseminação desses animais
no país é a ocupação irregular e desordenada das cidades, agregada a um
saneamento básico precário e as toneladas de lixo que se alastram pelo
meio urbano.
A preservação de inimigos naturais dos escorpiões, como corujas,
lagartos, sapos e galinhas, está no rol das prevenções efetivas
apontadas pelos especialistas. Já os inseticidas, por outro lado, são
condenados. Borrifá-los pela casa não só pode afetar cachorros e gatos,
como desalojar os escorpiões de seus esconderijos e aumentar o número de
acidentes.
Fonte: BBC Brasil
Este é o jeito certo de carregar a bateria do seu celular...
Este é o jeito certo de carregar a bateria do seu celular
Poucas coisas são mais frustrantes do que ficar sem bateria no celular,
não é mesmo? Você não pode usar nenhum aplicativo e o seu belo
smartphone vira um verdadeiro peso de papel. No longo prazo, a duração
da bateria diminuiu e isso acontece cada vez mais com você. Mas e se
você pudesse evitar que isso aconteça?
A equipe por trás do site Battery University,
especializado em baterias, criou uma lista de dicas para você carregar o
seu celular do jeito certo. Ao contrário do que muitos acreditam, é
melhor carregar o seu aparelho várias vezes por dia e por pouco tempo do
que de uma vez só.
E mais: seria melhor que a sua bateria nem atinja 100%.
A longevidade das baterias é medida em ciclos e quanto mais vezes ela for de zero a 100%, mais rápido seu desempenho vai cair.
Manter o smartphone na tomada por longos períodos prejudica a bateria. É
por isso que a Sony tem a tecnologia Qnovo nos seus aparelhos. Ela
aprende com o seu uso para evitar que a energia continue a ser passada
aos produtos após eles chegarem a 100% de carga. Com isso, se você tiver
um smartphone Sony topo de linha, como o Xperia XZ1, nem precisa se
preocupar tanto com essas dicas.
Se não tem, a Battery University indica
que você coloque seu aparelho para carregar quando a carga estiver em
10%. Um pouco antes de chegar à carga total, é bom desplugá-lo.
Outra dica importante é ficar de olho na temperatura do smartphone
durante o carregamento. Se ele ficar quente, como acontece muito com
carregadores Fast Charging, é bom desconectá-lo.
O melhor, aliás, é usar carregadores com menos amperagem ou mesmo ligar o
seu smartphone à porta USB de um computador. O processo será lento, mas
mais saudável para o seu produto.
Um bom app para ficar de olho no consumo de bateria é o AccuBattery, disponível para Android.
Essas dicas, é claro, não podem ser aplicadas o tempo todo. Elas são
apenas trilhas e não trilhos. Os smartphones estão sempre conosco e não é
em todo lugar que temos uma fonte de energia. Ainda assim, se você
seguir essas dicas quando puder, a bateria do seu celular pode viver por
mais tempo.
Fonte: Exame.com
Estudo revela a curiosa relação entre açúcar e câncer
Estudo revela a curiosa relação entre açúcar e câncer
Em 1931, o médico alemão Otto Heinrich Warburg levou o prêmio Nobel de
Medicina por uma descoberta inusitada: células cancerígenas gostam
(muito!) de açúcar – e, nos períodos em que o tumor cresce rapidamente,
digerem a substância até 200 vezes mais rápido que células normais.
Em 2017, após nove anos de pesquisas, cientistas da Universidade
Católica de Leuven, na Bélgica, finalmente descobriram porque isso
acontece.
“Nossa pesquisa revela como o consumo hiperativo de açúcar por células
cancerígenas leva a um ciclo vicioso de estímulo do crescimento e
desenvolvimento do câncer”, afirmou um dos colaboradores, Johan
Thevelein, em comunicado.
“Ou seja: nós conseguimos explicar a correlação entre a força do
fenômeno descoberto por Warburg e a agressividade do tumor.” Mas qual é,
afinal, essa correlação?
A dúvida primordial, aqui, é se o consumo de açúcar pelo tumor é uma
causa ou uma consequência do câncer. Em outras palavras, o tumor cresce
porque há muito açúcar, ou come muito açúcar porque está crescendo?
Para descobrir, os cientistas usaram leveduras – os fungos que fazem o
pão crescer – como organismo modelo. Leveduras consomem açúcar (e por
“açúcar”, aqui, entenda carboidrato, e não necessariamente algo doce) no
mesmo ritmo alucinante das células cancerígenas, o que as torna ótimas
cobaias para estudar o fenômeno.
Além disso, elas possuem proteínas chamadas RAS, que controlam, tanto
nos fungos como nos mamíferos, o ritmo das divisões celulares.
O problema do RAS é que, se ele sai de controle por causa de uma mutação
genética, ele começa a ordenar a reprodução das células (sejam elas do
corpo humano ou de um fungo) em um ritmo muito maior que o necessário.
Células se multiplicam exponencialmente: uma vira duas, duas viram
quatro, quatro viram oito. E por aí vai: na décima geração, já há 1024
células mutantes onde antes havia uma só. E é assim que o câncer cresce
tão rápido.
A grande sacada dos cientistas foi perceber que a digestão do açúcar no
interior da célula desencadeia um processo que estimula a hiperatividade
das proteínas RAS, acelerando o crescimento do tumor.
É bom deixar claro que o açúcar não causa câncer. O que causa são
mutações genéticas. Ele pode, porém, estimular o crescimento do tumor
depois que ele já existe – um conhecimento que, no futuro, poderá ser
usado para planejar dietas que desestimulem a multiplicação de células
malignas. Combater o câncer pela barriga.
Fonte: Superinteressante
STF libera uso de armas para guardas municipais de todas as cidades do Brasil
STF libera uso de armas para guardas municipais de todas as cidades do Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF),
liberou em decisão liminar o uso de armas por guardas municipais em
cidades com qualquer número de habitantes. A determinação foi assinada
nesta sexta-feira, 29.
Atendendo a pedido do DEM apresentado em maio, Moraes derrubou
cautelarmente trechos do Estatuto do Desarmamento que proíbem o porte de
arma de fogo no Brasil para guarda municipal em munícipios com menos de
500 mil habitantes.
A lei prevê que integrantes das guardas das cidades com mais de 50 mil e
menos de 500 mil só podem usar arma quando estão em serviço, e barra
qualquer uso para cidades com menos de 50 mil moradores.
Para o ministro, a lei não é razoável, porque não cabe restringir o
porte de arma de fogo em função do número de moradores da cidade. “As
variações demográficas não levam automaticamente ao aumento ou à
diminuição do número de ocorrências policiais ou dos índices de
violência”, afirma o ministro.
Moraes destaca dados estatísticos que “confirmam” que a população de um
município não é um critério decisivo para medir a necessidade de maior
proteção da segurança pública. "Seja pelos critérios técnico-racional
relação com o efetivo exercício das atividades de segurança pública,
número e gravidade de ocorrências policiais, seja pelo critério
aleatório adotado pelo Estatuto do Desarmamento número de habitantes do
Município, a restrição proposta não guarda qualquer razoabilidade”,
concluiu o ministro.
Ao fazer o pedido ao STF, o DEM afirma que o Estatuto do Desarmamento
aplicou tratamento desigual e discriminatório entre os municípios
brasileiros.
Cautelar
Moraes, ao justificar dar uma decisão cautelar em ação que trata sobre
constitucionalidade, destacou que uma outra ação que trata do tema está
liberada para votação do plenário desde março de 2016, sem, no entanto,
ser pautada. O processo por meio do qual decidiu sobre o armamento dos
guardas também foi liberado por Moraes para julgamento no plenário em
fevereiro deste ano.
O ministro destacou o volume de processos esperando pela deliberação do
colegiado, o que invoca a necessidade de o tema ser decidido
liminarmente, de forma individual, como fez Moraes.
Fonte: Estadão
Comissão aprova relatório que muda legislação sobre uso de agrotóxicos...
Comissão aprova relatório que muda legislação sobre uso de agrotóxicos
Após discussão de mais de quatro horas, a comissão especial que analisa
novas regras para a regulação de agrotóxicos no país aprovou nesta
segunda-feira (25) relatório do deputado Luiz Nishimori (PR-PR),
favorável à mudança na legislação. Foram 18 votos favoráveis e nove
votos contrários.
Para entrar em vigor, o texto precisa passar primeiro pelo plenário da
Câmara. Depois, por ter sido modificado, volta ao Senado, onde foi
aprovado em 2002. O projeto original é de autoria do atual ministro da
Agricultura, Blairo Maggi. Depois, ainda tem que seguir para sanção
presidencial.
É pouco provável que todas estas etapas sejam cumpridas ainda neste ano,
já que há resistências dos próprios parlamentares para votar projetos
polêmicos em ano eleitoral.
O relatório derruba restrições à aprovação e uso de agrotóxicos no
Brasil, incluindo os mais perigosos, que tenham características
teratogênicas ---causadoras de anomalias no útero e malformação no
feto---, cancerígenas ou mutagênicas.
Também altera toda a legislação relativa a agrotóxicos, criando um rito bem mais sumário para a aprovação de novos produtos.
O relator fez uma série de mudanças no relatório na semana passada.
Entre elas, está a inclusão de uma nova nomenclatura para os
agrotóxicos, que passariam a ser tratados na lei como “pesticidas”.
Segundo o deputado, a medida visa adequar o termo ao usado por países da
OCDE.
Proposta anterior, porém, previa que a nomenclatura adotada fosse de
“produtos fitossanitários” --o que gerou protestos de ambientalistas e
entidades na saúde.
O relator também propôs novos prazos para registros de novos produtos.
Pelas atuais regras, órgãos dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio
Ambiente são responsáveis por análises dos novos agrotóxicos, trabalho
que normalmente leva mais de cinco anos.
A nova versão do texto, no entanto, prevê que esse prazo não seja maior
de dois anos, período após o qual os produtos podem ganhar registro
automaticamente. Versão anterior do relatório previa que esse prazo
fosse de até um ano.
O relatório, porém, manteve outros prazos, como o de 30 dias para
concessão de registro especial temporário e de um ano para produtos
formulados, por exemplo.
Em outra alteração, o relatório afirma que, nos casos em que
organizações internacionais alertarem para riscos ou desaconselharem o
uso do pesticida, autoridade competente deve fazer a reanálise de riscos
“considerando aspectos econômicos-fitossanitários e a possibilidade de
uso de produtos substitutos”.
O texto, porém, manteve outros pontos polêmicos, como o que prevê
mudanças nas atribuições de cada órgão hoje responsável pela análise dos
agrotóxicos.
Embora o projeto mantenha a participação da Anvisa (Agência Nacional de
Vigilância Sanitária) e Ibama nas avaliações, a proposta aumenta o poder
do Ministério da Agricultura no processo.
Para ambientalistas, a alteração restringe o poder da agência de vetar produtos perigosos para a saúde.
Já os membros da bancada ruralista dizem que a legislação atual está
defasada e não permite que os produtos mais modernos e seguros cheguem
às lavouras nacionais.
De acordo com eles, a centralização na Agricultura não visa retirar poder dos órgãos de saúde, mas dar celeridade ao processo.
Bate-boca e protestos
A discussão chegou a ser iniciada em maio, mas a votação acabou adiada
para esta segunda-feira (25) em meio ao embate em torno do tema.
A sessão foi marcada por protestos com cartazes de grupos contra e a favor do projeto e bate-boca entre parlamentares.
No início do debate no colegiado, deputados da oposição pediram o
adiamento da votação devido à divulgação de nova versão do relatório com
menos de 24h para análise. O pedido foi negado.
Como a oposição é minoria na comissão, a estratégia adotada pelos
parlamentares de partidos como PSOL, PT e PSB foi a de protelar ao
máximo a tramitação na comissão.
Por isso, deputados também fizeram tentativas de obstruir a votação, com
requerimentos para realização de audiências públicas e retirada do
projeto da pauta. Como a bancada ruralista tem maioria no órgão, os
pedidos não foram aprovados.
Na semana passada, a chef e apresentadora de TV Bela Gil acompanhou uma
das sessões com cartazes que diziam que o projeto “pode colocar mais
tóxicos em sua comida”. A bancada ruralista respondeu com cartazes a
favor do projeto, por meio de frases como "+alimentos" e "+ciência".
“A lei atual é de 1989, de 30 anos atrás. Os defensivos agrícolas que
usavam naquele tempo eram o DDT, malathion, graças a Deus proibidos.
Queremos modernizar o setor”, afirmou na sessão do dia 19 de junho o
relator Luiz Nishimori.
A presidente da comissão criticou a oposição, que acusou de querer
induzir a população a erro ao chamar de "PL do veneno" a matéria. "Não é
verdade, ou vocês não leram ou vocês querem induzir as pessoas a erro",
afirmou Tereza Cristina.
Já os deputados da oposição criticam o projeto. O deputado Alessandro
Molon (PSB-RJ), criticou o trecho do texto que permite que registro
automático de produtos. "Ah, mas causa câncer? Não importa, pode usar.
Se em dois anos não for apreciado, pode usar. Isso é uma aberração",
afirmou.
"Qual é o pulo do gato? O Ministério da Agricultura fica com poder total
e absoluto para conceder os registros e autorizações de pesticidas",
disse o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ). "O projeto de lei é limitador
dos direitos da população a um alimento saudável. O interesse econômico
está sobrepujando o interesse social."
Em outro episódio, na quarta-feira (20), foi colocada uma maleta com um
alarme, uma espécie de "falsa bomba" segundo a Polícia Legislativa, no
fundo do plenário da comissão. O Greenpeace assumiu ter colocado o
objeto.
A presidente da comissão, Tereza Cristina (DEM-MS), que é também
presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, determinou que a
sessão desta segunda fosse fechada a parlamentares, servidores da
comissão e jornalistas. Seguranças isolaram o corredor de comissões e
revistavam as bolsas daqueles que entravam no plenário.
Após protestos dos parlamentares, foi permitida a entrada de assessores dos deputados.
Fonte: Folha.com
Não jogue fora: 12 utilidades para aquele seu celular velho e parado...
Não jogue fora: 12 utilidades para aquele seu celular velho e parado
Sabe aquele celular que você deixou de canto na sua casa depois que
trocou por um modelo mais novo? Então, que tal tirar ele do armário e
botar o aparelho para funcionar, em vez de apenas servir para acumular
pó? Nós te damos mais abaixo várias alternativas para você colocar em
uso esse celular parado.
É claro que é preciso checar antes as condições em que o antigo
smartphone está. Por motivos óbvios de economia, muitos brasileiros só
trocam de celular quando o atual está esgotado. Mas alguma função básica
da lista abaixo deve funcionar no seu aparelho antigo.
Os celulares modernos são maravilhosos por reunirem diversos gadgets em
um só (videogame, iPod, etc), mas muitas vezes o espaço de um smartphone
não é suficiente para executarmos tudo o que queremos. Por isso, por
que não voltarmos para o passado e dividirmos algumas tarefas entre
outros dispositivos parados?
12 usos para aquele seu celular que está parado
Câmera de segurança
Essa é uma alternativa até já conhecida, mas não muito usada. Alguns
apps são capazes de transformar seu antigo telefone em uma câmera de
segurança que você pode acompanhar de longe por meio de um notebook. É
possível monitorar toda a sua casa dessa forma. Entre os apps que podem
te ajudar, estão o Manything (iOS) e o IP Webcam (Android)
Saúde e fitness
Celulares viraram importantes aliados para exercícios físicos. Com
diferentes capacidades, o uso de um antigo aparelho em prol de sua saúde
vai depender do nível de sofisticação do celular antigo. Mesmo os
smartphones mais básicos, contudo, possuem GPS e, por isso, são capazes
de rodar apps como o Runtastic (iOS e Android), que monitoram seu
deslocamento de acordo com o tipo de exercício e calculam a quantidade
de calorias gastas.
Videogame
Celulares antigos podem ter um desempenho inferior aos atuais, mas ainda
assim podem servir para jogar alguns games. Isso pode aliviar espaço e
faria com que seu velho celular funcionasse como os antigos game boys. É
claro que jogos mais modernos e pesados podem não rodar no seu
smartphone parado, mas por que não tentar básicos como os famosos Candy
Crush, Angry Birds, Temple Run?
Controle remoto e de mídias
Seu celular parado pode servir também como um controle remoto universal
que você pode configurar. Há apps do tipo tanto na App Store quanto na
Play Store, como o Remoto Inteligente. E, é claro, o celular pode ser
usado como controle para comandar aplicativos da SmartTV, como Netflix e
YouTube via Wi-Fi, e também produtos como o Chromecast.
Câmera ou porta-retrato digital
Seu celular antigo tem uma câmera ainda poderosa? Então, que tal usar
ele só para essa função? Isso com certeza eliminaria muito espaço do seu
novo celular -- apesar de que, claro, aproveitar a provavelmente mais
moderna câmera do seu smartphone mais atual é algo bom, então pode fazer
mais sentido usar o Google Fotos para armazenas as imagens na nuvem. O
seu celular antigo, ainda assim, pode servir como um porta-retrato
digital em sua casa com a exibição de quantas fotos você quiser. Basta
para isso utilizar o app Dayframe no Android ou colocar o celular no
modo Apresentação na galeria do iPhone.
Relógio e despertador
É certo que para praticamente todo mundo o celular já substituiu os
antigos despertadores e rádio-relógios. Mas, se você é um saudosista fã
dos relógios à beira da cama, seu smartphone antigo pode cumprir essa
função. Basta baixar um app que faça essa função e que cubra o display
com o horário. Na Play Store e na App Store, há vários aplicativos
capazes dessa função -- uma opção para Android é o Digital Clock Live
Wallpaper 7.
Tocador de música
É, a gente sabe que uma das principais funções do celular é ter 1001
utilidades e não fazer com que necessitemos, por exemplo, de MP3
Players. Mas se o seu celular tem pouca capacidade de armazenamento será
bem difícil guardar músicas baixadas ou fazer o download de várias
playlists do Spotify para ouvir offline. A solução pode ser usar aquele
velho celular só para ouvir músicas.
GPS e ajudante de viagens
Todo mundo sabe que GPS leva a bateria do celular embora rapidinho.
Então que tal manter um celular velho apenas como GPS quando for viajar?
É possível baixar mapas para ver offline no Google Maps, assim como uma
solução é compartilhar a conexão do seu celular principal para o usado
como GPS durante a viagem. Dessa forma, você economiza bastante bateria
de seu celular principal. Em viagens ao exterior, seu smartphone ainda
pode servir como um guia ou um segundo celular para instalar um chip
local, por exemplo.
Diversão para crianças ou monitor de bebês
Essa solução já é usada por muitos pais por aí, né? Muitos celulares
velhos acabam parando nas mãos de crianças, que aproveitam para jogarem
games e assistirem a desenhos no smartphone. É possível impor vários
limites ao aparelho para que a criança não faça mau uso dele -- e,
claro, é bom não deixar elas todo o tempo vidradas na telinha. Uma outra
boa solução para pais é usar o celular como um monitor de bebês -- há
vários apps por aí que ajudam nisso, como o Dormi - Baby Monitor.
Televisão alternativa
Se seu smartphone tiver uma tela grande, que tal aproveitar isso em
cômodos da sua casa onde você não tem uma televisão posicionada? Ele
pode ser colocado no banheiro ou, melhor ainda, na cozinha. Assim é
possível ver séries e filmes no aparelho enquanto passa horas preparando
uma receita por ali.
Transforme em um livro infinito
Livros digitais estão na moda -- apesar de muita gente ainda preferir os
físicos. Seu antigo telefone pode funcionar como um e-reader, com o uso
de apps como a Google Play Books ou o Kindle, da Amazon. Assim, você
pode poupar dinheiro com os e-readers físicos e específicos para a
função de leitura.
Peso de porta
Nada disso serve para seu celular velho? Então, meu amigo, é hora de
usar ele como peso para evitar que aquela porta chata continue batendo. É
claro que é uma brincadeira: o melhor é doar, passar adiante ou então
reciclar seus componentes -- nunca jogue diretamente no lixo comum, por
favor.
Fonte: UOL
Operadoras voltam a pressionar Anatel para limitar franquia na internet fixa
Operadoras voltam a pressionar Anatel para limitar franquia na internet fixa
As operadoras de telefonia voltaram a pressionar a Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) para que caia a proibição da franquia limitada
de dados na internet fixa.
Apesar das grandes empresas de telecomunicações planejarem a limitação
do plano de dados em banda larga fixa, uma decisão da Anatel não permite
que elas definam uma franquia para os clientes.
Oi, Vivo e NET se juntaram a Abrint, órgão que representa pequenas
empresas de telecom, e ao Sindisat, sindicado de provedores via
satélite, para pressionarem a Anatel para rever a proibição da franquia
limitada. As companhias querem que o tema seja recolocado em discussão, e
que, depois, a restrição à prática seja derrubada.
Ao UOL Tecnologia, Basílio Perez, presidente da
Abrint, defendeu que as empresas devem ter permissão para limitar o
plano de dados, mas com pacotes que oferecem a partir de 500 GB por mês -
o que, segundo o executivo, é o suficiente para 2h30 diárias de
Netflix.
O limite defendido por Perez é bem diferente do proposto pela Vivo em
2016, quando a operadora tentou implementar a prática mas acabou sendo
impedida pela Anatel. A operadora planejava oferecer pacotes mensais
entre 10 GB e 130 GB, e, após o consumo dos dados, a conexão poderia ser
bloqueada ou teria a velocidade reduzida.
A Anatel nega que esteja sendo pressionada pelas empresas, e diz que,
mesmo que fosse o caso, não há intenção de alterar a determinação que
proíbe o estabelecimento de uma franquia limitada de dados na internet
fixa.
Fonte: Olhar Digital
Brócolis, couve-flor e couve podem ter propriedade anticancerígena...
Brócolis, couve-flor e couve podem ter propriedade anticancerígena
Couve-flor, brócolis e couve-manteiga são vegetais que fazem parte do
grupo das crucíferas. Eles apresentam muitos benefícios para a saúde e
são considerados alimentos funcionais. Esses vegetais são ricos em
fibras, minerais (cálcio, magnésio, fósforo, selênio) e vitaminas (E, K e
C), além de apresentarem baixo teor calórico e serem fontes de luteína,
betacaroteno, quercetina e antioxidantes.
Outro importante benefício dessa família é uma substância chamada
sulforafane, um fitonutriente com capacidade de estimular o gene com
função anticancerígena. Estudos apontam que o ácido indol-3-carbinol
encontrado nesses vegetais tem a capacidade de neutralizar as células
tumorais sensíveis ao hormônio estrógeno, como os do ovário, mama e
próstata.
Recentemente, um estudo da Universidade Chungbuck, na Coréia do Sul,
publicado pelo periódico científico Obesity, mostrou que esses vegetais
também atuam contra o ganho de peso e ajudam no combate à obesidade. Os
pesquisadores observaram que as substâncias dos vegetais interferem no
desenvolvimento dos adipócitos, que controlam o aumento das células de
gordura, sendo capaz de parar o processo que faz com que esse grupo
celular cresça e se multiplique.
Além de todos esses benefícios, cada um dos vegetais que fazem parte das
crucíferas possuem benefícios particulares e devem ser consumidos em
uma dieta balanceada.
Brócolis
É um dos vegetais mais nutritivos. O mais indicado é comê-lo cru em
saladas ou preparados no vapor. Possui glucorafanina, que ajuda nas
propriedades antioxidantes dos tecidos do corpo, além das propriedades
anti-inflamatórias. É também excelente fonte de magnésio e cálcio, que
ajudam na regulação da pressão arterial.
Couve
Ingrediente importante nos diversos pratos dos brasileiros, ela também
ajuda a fixar o cálcio nos ossos e possui ação anti-inflamatória e
cicatrizante. Possui uma variedade grande de vitaminas e minerais que,
combinados aos fotoquímicos presentes na folha, ajudam na absorção dos
nutrientes dos outros alimentos da refeição.
Couve-flor
Excelente fonte de vitaminas, como as vitaminas B1, B2, B3 e B6, e
vitaminas C, K e E. Além disso, ela fornece os minerais essenciais como
magnésio, cálcio, fósforo, potássio e manganês.
Couve de Bruxelas
Rica em fitonutrientes, que ajudam o sistema imunológico, e alto teor de
fibras, que reduz o colesterol. Estudos recentes também apontam que
alguns compostos desse vegetal bloqueiam a atividade de enzimas
sulphotransferase, que podem ser prejudiciais para saúde e a
estabilidade do DNA.
Repolho
Rico em fibras, o vegetal é ótimo para digestão e possui nutrientes que
ajudam na saúde do revestimento intestinal e do estômago. O repolho
ainda auxilia os níveis de bactérias no intestino, reduzindo as ruins e
aumentando as boas.
Dr. Durval Ribas Nutrólogo - CRM 40093/SP
Fonte: Minha Vida
Antiácido, antitérmico: Conheça perigos de remédios que não exigem receita
Antiácido, antitérmico: Conheça perigos de remédios que não exigem receita
Quatro em cada cinco adultos norte-americanos tomam remédios expostos
nos balcões das farmácias e vendidos sem receita médica, mais
frequentemente para tratar doenças como dores, tosse e resfriados,
febres, alergias, problemas de pele, azia e outros males digestivos. É
fácil entender as razões. Esses medicamentos são convenientes, estão
disponíveis nas farmácias e mercados e são mais baratos do que ir ao
médico e pagar, às vezes, apenas para conseguir uma receita.
De acordo com a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA)
americana, existem mais de 300 mil remédios e produtos que não precisam
de receita no mercado dos EUA, um número que continua a crescer. De
acordo com a Associação de Produtos de Consumo de Saúde, um grupo
comercial da indústria, desde 1975, mais de 100 ingredientes, indicações
ou dosagens deixaram de precisar de receita nos Estados Unidos.
No ano passado, os americanos gastaram cerca de US$ 44 bilhões em
medicamentos sem receita, o que, segundo a indústria, gerou uma economia
de cerca de US$ 102 bilhões para o sistema de saúde em visitas médicas,
exames de diagnóstico e medicamentos prescritos.
Além de economizar o tempo e o dinheiro dos consumidores, esses dão a
muitas pessoas a sensação de ter controle sobre sua saúde e seu
bem-estar. No entanto, um em cada cinco adultos que se automedicam
admitem tomar mais do que a dose recomendada ou usar o produto com mais
frequência do que a bula indica.
Poucos consultam um médico – ou mesmo o farmacêutico – sobre a segurança
e a sensatez de usar um certo remédio. Uma pesquisa com consumidores
feita em 2001 para o Conselho Nacional de Informação e Educação do
Paciente descobriu que a maioria das pessoas lê apenas partes das bulas e
rótulos e, por isso, pode perder informações essenciais para o uso
correto da medicação.
Mesmo quando os remédios que não precisam de receita são usados
corretamente, pode haver problemas. Algumas substâncias não devem ser
tomadas por pessoas com certas condições de saúde ou combinadas com
outras – prescritas ou não – por causa da possibilidade de interações
adversas.
Paracetamol pode afetar o fígado
Por exemplo, o paracetamol (acetaminofeno), ingrediente ativo do Tylenol
e seus vários concorrentes, é o remédio mais usado sem receita, tomado
normalmente para diminuir a dor ou a febre. Mas o acetaminofeno também é
utilizado frequentemente em outros medicamentos que não precisam ser
indicados por um médico, como produtos para tosse, resfriados e alergias
e analgésicos que exigem prescrição como o Percocet e o Vicodin. Em
grandes quantidades, o acetaminofeno pode causar danos graves ao fígado.
Overdoses de acetaminofeno causam 30 mil hospitalizações todos os anos,
geralmente por causa de falência aguda do fígado. Um estudo com 500
pessoas publicado em 2012 no The Journal of General Internal Medicine
revelou que 24 por cento excederiam sem saber o limite seguro de quatro
mil miligramas da droga em um período de 24 horas usando apenas um
produto que contém a substância. Cerca de 46 por cento entrariam em
overdose ao tomar ao mesmo tempo dois produtos com esse analgésico.
De acordo com o Conselho Nacional, um terço dos americanos diz que
combina remédios para tratar sintomas múltiplos, mas apenas uma em dez
pessoas afirma que lê a bula inteira de cada medicamento que toma. Por
isso, a maioria não sabe das duplicações potencialmente tóxicas e das
interações danosas.
Uso de mais de um medicamento aumenta chances de intoxicação
Atrás de vantagens de vendas, muitas empresas que produzem remédios que
não precisam de receita oferecem produtos com múltiplos ingredientes
para tratar vários sintomas simultaneamente. No entanto, a maioria dos
consumidores não precisa de todas as substâncias ativas em um
medicamento e, dessa maneira, aumentam desnecessariamente o risco de
intoxicação.
Cerca de 40 por cento dos medicamentos vendidos sem receita são usados
por pessoas de mais de 65 anos, com maiores chances de ter uma condição
de saúde que pode contraindicar o uso de alguns desses remédios. Por
causa de doenças crônicas, de mudanças relacionadas com a idade na
maneira em que o corpo processa algumas substâncias e do número de
remédios prescritos que os idosos normalmente tomam, eles correm mais
riscos de sofrer efeitos adversos e problemas com interações.
Entre os perigos ligados aos medicamentos que os pacientes mais velhos
enfrentam de maneira desproporcional estão quedas, depressão, confusão,
alucinações e má nutrição.
Laxantes podem causar dependência
Só porque um produto é vendido no balcão da farmácia, não significa que
seja inofensivo. Os laxantes, por exemplo, estão entre os remédios sem
receita mais mal usados, e não só pelas pessoas que abusam deles na
esperança de perder peso. Quando tomados com muita frequência para
prevenir a constipação, os laxantes têm o poder de causar dependência. O
intestino pode perder sua habilidade para funcionar bem sem eles.
Pílulas para dormir que não necessitam de prescrição e que contêm
anti-histamínicos podem apresentar o problema oposto: perder sua
eficiência com o tempo, o que faz com que as pessoas comecem a tomar
mais do que a dose recomendada. Elas não devem ser usadas por mais de
duas semanas. Mesmo quando tomadas da maneira correta, podem causar sono
diurno, confusão mental e espessamento das secreções do pulmão.
Antiácido pode causar diarreia
Algumas pessoas com azia crônica tomam antiácidos para diminuir os
efeitos dos ácidos do estômago. Mas eles também podem causar diarreia e
constipação, e bloquear a absorção de alguns medicamentos prescritos. As
melhores escolhas disponíveis são os bloqueadores de H2 (como Pepcid e
Zantac) e inibidores da bomba de prótons (como Nexium, Prilosec e
Prevacid) que impedem a produção de ácidos no estômago. Mas esses
medicamentos também são perigosos quando tomados por muito tempo,
incluindo quebras de ossos e deficiência de magnésio, que podem levar a
convulsões.
Quando as substâncias anti-inflamatórias não esteroides, como a
aspirina, o ibuprofeno e o naproxeno, são tomados por muito tempo,
também podem causar danos, incluindo úlceras, problemas nos rins ou no
fígado e um aumento do risco de ataque cardíaco ou derrame. E assim por
diante.
Apesar de os remédios vendidos livremente serem normalmente seguros
quando usados de vez em quando e corretamente por adultos saudáveis,
esses problemas de saúde crônicos podem causar reações adversas
potencialmente sérias. O site FamilyDoctor.org possui uma lista de
condições médicas que talvez precisem de precauções extras: asma,
sangramentos ou coágulos, dificuldades respiratórias, diabetes, próstata
aumentada, epilepsia, glaucoma, gota, doenças no coração, e problemas
psiquiátricos e de tiroide.
Precauções antes de tomar qualquer remédio
Pessoas que têm condições de saúde subjacentes ou que usam um ou mais
medicamentos deveriam consultar seus médicos antes de tomar remédios
vendidos no balcão da farmácia. No mínimo, checar com o farmacêutico. Se
você compra todos os remédios prescritos na mesma farmácia, é mais
fácil descobrir potenciais interações adversas das substâncias. Se isso
não ocorrer, leve com você uma lista de todas as prescrições e
medicamentos sem receita que toma e pergunte ao farmacêutico.
Entre outras precauções sensatas a tomar quando for comprar um remédio
no balcão da farmácia estão: ler a bula inteira, incluindo ingredientes,
dosagens, intervalo e tempo indicados e advertências; prestar atenção
se o medicamento deve ser tomado com comida ou com o estômago vazio; não
misturar remédios e álcool; evitar tomar suplementos minerais e
vitamínicos ao mesmo tempo; e, se tiver qualquer reação alérgica ou
problemas, anote a causa para evitar aquela substância no futuro.
Fonte: UOL (Com NYT)
Após morte de jovem no interior do Ceará, fica o alerta: não use o celular carregando
Após morte de jovem no interior do Ceará, fica o alerta: não use o celular carregando
A morte de um jovem de 16 anos no interior do Ceará após um choque
elétrico trouxe novamente à tona o perigo de usar o celular enquanto a
bateria do dispositivo está sendo recarregada.
O caso aconteceu dentro de uma escola em Tianguá, 310 km de Fortaleza.
Dentro do laboratório de informática do colégio, o estudante Iago Aguiar
desconectou o aparelho da tomada e inseriu o carregador na entrada USB
do computador, aparentemente para continuar a recarga. Ao tentar atender
uma ligação recebida minutos depois, o jovem recebeu o choque elétrico.
A causa da morte ainda está sendo investigada pela Perícia Forense do
Ceará (Pefoce) em Sobral. De qualquer forma, vale o alerta: evite ao
máximo usar aparelhos que estejam conectados em uma rede que fornece
energia, seja tomada ou computador.
A morte do jovem, infelizmente, não foi a única do tipo. Recentemente,
uma bombeira voluntária teve boa parte do corpo queimado em um incêndio e
faleceu dias depois. Especula-se que ele tenha começado após um
curto-circuito provocado por um celular que estava recarregando na
tomada.
Segundo especialistas, um curto-circuito (e possíveis incêndios ou
explosões provocados por carregadores de celular) não é algo tão comum,
mas o perigo existe sempre que estamos falando de redes elétricas.
A porta USB ou o carregador não são os maiores vilões em casos de
incêndio, segundos os especialistas. Mas o perigo pode estar no uso de
carregadores piratas ou na rede elétrica com problemas.
Carregadores originais, homologados pela Anatel (Agência Nacional de
Telecomunicações), só fornecem energia para o celular se eles estiverem
ligados ao aparelho. Os especialistas afirmam que eles funcionam como um
interruptor sem a lâmpada quando não estão ligados ao aparelho. Por
isso, o risco de eles causarem algum curto-circuito é bem pequeno.
No caso dos piratas, isso não tem como ser garantido. Ele pode fornecer
energia além da necessária para que o celular seja recarregado e puxar
energia mesmo quando o celular não está conectado, explica o professor
João Carlos Lopes Fernandes, do Instituto Mauá de Tecnologia.
A recomendação é sempre tirar o carregador da tomada assim que o ciclo
de recarga for concluído, seja ele original ou pirata. Isso por que
existe também o risco de um raio atingir a rede elétrica em dias de
chuva. Aí, nenhum sobrevive, dependendo do impacto.
Além disso, problemas na rede elétrica do local potencializam
curto-circuitos, segundo Antonio Carlos Gianoto, professor do
departamento de engenharia elétrica da FEI. Se a rede for muito velha e
não passar por manutenção preventiva com frequência, há chances reais de
choque ou incêndios.
O mesmo vale para computadores e notebooks que também ajudam durante na
recarga de bateria. É fundamental que eles passem por manutenções,
porque conduzem essa eletricidade.
E você já ouviu falar ou leu alguma notícia relacionada a mortes no
chuveiro ou banheiras? Nestes casos, o risco de um curto-circuito é bem
grande, já que a água pode funcionar como um bom condutor de
eletricidade.
Ou seja, evite lugares úmidos, sempre tire tudo da tomada após o uso, e não use o celular enquanto ele está recarregando.
Fonte: UOL
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