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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Resultado da Quina 3718, quinta, 19/02/2015

Resultado da Quina 3718, quinta, 19/02/2015

O resultado da Quina 3718 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 19/02/2015, quinta-feira, a partir das 20:25 horas.

A Quina 3718 ocorrerá no dia 19 de fevereiro de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 3.000.000,00 para quem acertar o resultado da Quina 3718. Quem acertar a QUADRA com 4 números ou o TERNO com 3 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 5 números no resultado da Quina concurso 3718 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Quina 3719.
Os valores de cada prêmio da Quina 3718 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 3718 DATA 19/02/2015
07
30
36
50
66
 
QUINAQUADRATERNO
prêmio
3.074.887,649.215,94166,94
ganhadores
x 1x 72x 5.678
Próximo Sorteio: 20/02/2015Prêmio Estimado: R$ 500.000,00
 
 
  

Sorteio da Quina 3718

O sorteio da Quina 3718 será realizado em Osasco, São Paulo, nos estúdios da Rede TV ao vivo, e o resultado da Quina 3718 será divulgado a partir das 20:25 horas no painel de resultado do GIGA-SENA.
Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Quina é divulgado de segunda à sábado, todas as semanas. Quando feriado o sorteio é transferido para o dia seguinte. Se o dia seguinte ao feriado for um domingo o dia de transferência do sorteio da Quina passa a ser a segunda-feira.

Apostando no concurso da Quina 3718

Para apostar no concurso da Quina 3718 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 80 números de 01 a 80. Em um único jogo você pode escolher entre 5 e 7 números com os respectivos custos de aposta por jogo:
  • 5 números: R$ 1,00
  • 6 números: R$ 4,00
  • 7 números: R$ 10,00
As probabilidades de acerto na Quina das apostas acima são:
ApostaQuinaQuadraTerno
5 números1 chance em 24.040.016 jogos1 em 64.1061 em 866
6 números1 chance em 4.006.669 jogos1 em 21.6571 em 445
7 números1 chance em 1.144.762 jogos1 em 9.4091 em 261
Em um único volante de apostas da Quina é possível marcar até 2 jogos. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Quina em branco e marque entre 1 e 8 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Quina. Basta marcar 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos.
Se desejar apostar em grupo na Quina 3718 você ainda pode fazer o Bolão CAIXA para dividir em cotas por apostador. Assim, cada apostador recebe um bilhete de apostas com todos os jogos realizados para conferência e se ganharem cada um pode retirar a sua parte no prêmio individualmente. A Caixa irá garantir que cada apostador receba a parte do prêmio a que tem direito.
O valor mínimo do Bolão da Quina 3718 é de R$ 10,00, ou seja, 10 jogos de 5 números, e cada cota não pode ser inferior a R$ 3,00 com o mínimo de 2 e máximo de 25 cotas. No volante de apostas da Quina há um campo onde se marca o número de cotas.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Casas Lotéricas onde poderá ser cobrada Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor de cada cota.

Aos ganhadores da Quina 3718

Caso você seja um dos ganhadores da Quina 3718 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.787,77. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Quina 3718 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Sobre a realização do sorteio e divulgação do resultado

O GIGA-SENA não é responsável pela realização do sorteio da Quina 3718. Nosso trabalho se restringe apenas a divulgação do resultado da Quina 3718 da melhor forma e no menor tempo possível utilizando a melhor tecnologia disponível. Embora nosso sistema de divulgação do resultado da Quina 3718 esteja sincronizado com o sistema de resultados das Loterias da Caixa Econômica Federal e a maior parte do processo seja automatizada, pode haver falha na transmissão de dados resultando na apresentação de resultado parcial ou incorreto. Portanto, recomendamos que guarde seu bilhete e o confira posteriormente em uma casa Lotérica para se certificar de que o resultado da Quina 3718 não foi retificado.

Resultado da Timemania 690, quinta, 19/02/2015

Resultado da Timemania 690, quinta, 19/02/2015

O resultado da Timemania 690 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 19/02/2015, quinta-feira, a partir das 20:10 horas direto do Caminhão da Sorte.

A Timemania 690 ocorrerá no dia 19 de fevereiro de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 2.300.000,00 para quem acertar o resultado da Timemania 690. Quem acertar 6, 5, 4 ou 3 números, ou o Time do Coração, também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 7 números no resultado da Timemania concurso 690 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Timemania 691.
Os valores de cada prêmio da Timemania 690 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 690 DATA 19/02/2015
03
04
08
35
52
66
78
Time do Coração
SANTO ANDRÉ/SP
 
7 acertos6 acertos5 acertos4 acertos3 acertosTime
prêmio
0,0022.185,06788,386,002,005,00
ganhadores
x 0x 5x 201x 3.888x 37.421x 8.425
ACUMULOU!
Próximo Sorteio: 21/02/2015Prêmio Estimado: R$ 2.700.000,00
 
 
  

Sorteio da Timemania 690

O sorteio da Timemania 690 será realizado no Caminhão da Sorte em Flores da Cunha, Rio Grande do Sul, Rua São José, 2500, Centro, e o resultado da Timemania 690 será divulgado a partir das 20:10 horas no painel de resultado do GIGA-SENA. Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Timemania é divulgado na terça-feira, quinta-feira e sábado, todas as semanas. Quando feriado, o sorteio é transferido para o dia seguinte.

Sobre a premiação na Timemania

Os valores dos prêmios para quem acertar 3 ou 4 números, ou o Time do Coração, são fixos:
  • 3 números: R$ 2,00
  • 4 números: R$ 6,00
  • Time do Coração: R$ 5,00
Somente após definido o valor total dos prêmios fixos é que os prêmios para quem acertar 5, 6 ou 7 números são apurados pela Caixa. Deste valor a Timemania acumula 10% da premiação dos concursos de final 1, 2, 3 e 4 para o prêmio principal do concurso de final 5 e o mesmo percentual da premiação dos concursos de final 6, 7, 8 e 9 para o prêmio principal do concurso de final 0.

Apostando no concurso da Timemania 690

Para apostar no concurso da Timemania 690 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 80 números de 01 a 80 e 80 Times de Futebol. Em um jogo você deve escolher 10 números e um Time de Futebol ao custo de R$ 2,00 a aposta. As probabilidades de acerto são:
7 Acertos6 Acertos5 Acertos4 Acertos3 AcertosTime do Coração
1 chance em 26.472.637 jogos1 em 216.1031 em 5.2201 em 2761 em 291 em 80
Em um volante de apostas da Timemania você marca apenas 1 jogo. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Timemania em branco e marque entre 1 e 9 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Timemania. Basta marcar 2 ou 4 concursos.

Aos ganhadores da Timemania 690

Caso você seja um dos ganhadores da Timemania 690 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.787,77. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Timemania 690 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Sobre a realização do sorteio e divulgação do resultado

O GIGA-SENA não é responsável pela realização do sorteio da Timemania 690. Nosso trabalho se restringe apenas a divulgação do resultado da Timemania 690 da melhor forma e no menor tempo possível utilizando a melhor tecnologia disponível. Embora nosso sistema de divulgação do resultado da Timemania 690 esteja sincronizado com o sistema de resultados das Loterias da Caixa Econômica Federal e a maior parte do processo seja automatizada, pode haver falha na transmissão de dados resultando na apresentação de resultado parcial ou incorreto. Portanto, recomendamos que guarde seu bilhete e o confira posteriormente em uma casa Lotérica para se certificar de que o resultado da Timemania 690 não foi retificado.

História do Comércio

História do Comércio
O desenvolvimento das trocas naturais foi o primeiro passo para que a atividade comercial se firmasse

Precisar o período em que as atividades comerciais foram inventadas é um tipo de tarefa praticamente impossível de ser cumprida. Contudo, podemos realizar uma breve projeção sobre como as primeiras trocas comerciais apareceram no cotidiano de certas civilizações. Inicialmente, devemos imaginar que nas primeiras comunidades cada indivíduo ou chefe familiar detinha um tipo especifico de habilidade de trabalho.

Para que a produtividade desse trabalhador se ampliasse, era necessário que ele gastasse um número maior de tempo na realização de suas atividades. Desse modo, garantiria o sustento de sua família com a coleta ou produção necessária para certo intervalo de tempo. Apesar de ser uma solução eficiente, esses trabalhadores não teriam condições suficientes para dedicar seu tempo à realização de outras atividades que também integravam seu universo de necessidades essenciais.

Dessa forma, um trabalhador poderia recorrer aos produtos de um outro para que então pudesse satisfazer as suas necessidades. Por exemplo, um pescador poderia trocar parte de sua mercadoria com um agricultor que tivesse batatas disponíveis para a troca. Assim, as primeiras atividades comerciais se baseavam em trocas naturais em que as partes estipulavam livremente a quantidade e os produtos que poderiam envolver as suas negociações.

Com o passar do tempo, vemos que essas trocas comerciais se tornaram cada vez mais complexas e envolviam uma gama cada vez maior de produtores. Em algumas situações, o produto de troca oferecido por um trabalhador não era aquele que atendia às demandas de outro. Além disso, a comercialização de determinadas mercadorias de grande porte e de difícil transporte poderia tornar as trocas diretas muito complicadas para as partes envolvidas.

Foi daí então que as primeiras moedas apareceram como um meio de dinamizar as atividades comerciais entre os povos. Além de serem aceitas como meio de troca, as moedas deveriam ser de fácil transporte, possuir valores fracionados, ter grande durabilidade e não deveriam ser feitas de um material mais importante para outro tipo de atividade. Naturalmente, todas essas qualidades para uma moeda foram definidas por um longo processo, até que as ligas de metal fossem empregadas como forma de pagamento.

Desde os primórdios das atividades comerciais, a quantidade de trabalho empregada para a fabricação de uma riqueza ou mercadoria era um pressuposto fundamental para que o preço dela fosse determinado. Assim sendo, a dificuldade de produção de uma riqueza ou a raridade da mesma seriam fatores essenciais que indicariam o seu preço elevado. Em contrapartida, outra mercadoria de fácil obtenção ou de fabricação simples teria uma valoração bem menor.

Progressivamente, vemos que o desenvolvimento do comércio estipulou uma valoração não limitada ao custo natural da mercadoria. Transporte, impostos, salários e outros gastos foram incorporados paulatinamente ao processo de fabricação de tais riquezas. Foi dessa forma que a atividade comercial passou a ganhar ainda mais complexidade entre seus envolvidos. No mundo atual, vemos que a compreensão das atividades comerciais abarca um universo cada vez maior de fatores e variantes.

Por Rainer Sousa
Mestre em História
Equipe Brasil Escola

História do Perfume

História do Perfume
Na Idade Moderna, os perfumes eram sinônimos de nobreza


Idade Antig

Dá-se o surgimento da primeira fórmula conhecida de perfume, e isso ocorreu devido a Deus da à missão a Moséis de produzir um incenso perfumado, isso pode ser constatado numa passagem bíblica.

Idade Média

Os árabes começaram a produzir perfumes para uso pessoal e medicinal. O perfume Chega à Europa, no século XII com as cruzadas. No ano de 1370, origina-se o primeiro perfume alcoólico, produzido especialmente para a rainha Elizabeth, da Hungria.

Idade Moderna

Em 1600 se dá o surgimento dos primeiros perfumes europeus, eram sinônimos de nobreza, pois somente os reis, as rainhas e os membros da corte poderiam usar.

Idade Contemporânea

A perfumaria se desenvolve, e o perfume deixa de ser exclusividade de poucos, ou seja, a classe média passa a ter acesso a esse produto.

Veja mais! Perfume

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola.com

História do Shopping Center

História do Shopping Center

Os primeiros shoppings centers foram criados em 1828

Os primeiros grandes centros comerciais surgiram por volta do século X a.C. e tem seu início com o Grande Bazaar. Localizado no atual Irã, o Grande Bazaar é uma estrutura comercial de dez quilômetros de estrutura coberta. Outro importante centro de compras foi o Oxford Covered Market (Mercado Coberto de Oxford), aberto oficialmente na Inglaterra em 1 de novembro de 1774, e existe até os dias atuais. Em 1828, os primeiros shoppings centers foram criados nos Estados Unidos da América, no estado de Rhode Island. O Galleria Vittorio Emanuele II em Milão, cujo nome homenageou o então rei da Itália, foi criado na década de 1860.

Atualmente, a disputa é de quem faz o shopping maior. O South China Mall em Dongguan (a norte de Hong Kong), China, é o maior do mundo atualmente, porém deverá ser superado por outros atualmente em construção na própria China, e nos Emirados Árabes Unidos.

História dos Combustíveis

História dos Combustíveis
A busca por fontes de energia aparece desde os tempos da Pré-História.


Ao longo da História, a relação do homem com a natureza foi responsável por uma série de transformações significativas. A busca por condições de vida mais confortáveis acabou trilhando o desenvolvimento dos vários combustíveis que marcam a história humana. Nesse percurso, podemos destacar que a mais recente preocupação de cientistas e estudiosos é desenvolver fontes de energia com impacto ambiental reduzido ou nulo.

A madeira é a mais antiga fonte de energia que se tem conhecimento. Nos tempos pré-históricos, a lenha era instrumento fundamental afastar as temperaturas extremas do inverno, afugentar animais ferozes e incrementar o preparo dos alimentos. Apesar de muito poluente, a madeira ainda é largamente utilizada em países que apresentam um tímido desenvolvimento industrial.

Com a Revolução Industrial, a exploração das fontes de energia sofreu uma de suas mais importantes guinadas. O desenvolvimento de novas tecnologias e a produção em larga escala motivou a busca por novos combustíveis. Nesse contexto, entre os séculos XVIII e XIX, o carvão mineral se tornou indispensável para o funcionamento dos primeiros motores movidos a vapor. Nos dias de hoje, após sofrer uma acentuada queda em seu uso, o carvão mineral dá sinais de recuperação com as crises do setor petrolífero.

Nos primeiros anos do século XX, a popularização dos automóveis ampliou ainda mais a demanda internacional por combustíveis de alto desempenho. Dessa forma, os combustíveis fósseis (então somente empregados na obtenção do querosene) passaram a ser fonte de obtenção da gasolina. Algumas décadas mais tarde, essa mesma tendência transformou o diesel em um combustível de grande uso a partir da Segunda Guerra Mundial.

Na década de 1940, o desenvolvimento da física possibilitou que a energia nuclear fosse explorada por conta do potencial de produção energética. Mesmo com este argumento atrativo, a construção de usinas nucleares gerou grande preocupação entre as autoridades políticas e ambientais. A manutenção desse tipo de unidade energética envolve um rigoroso controle e qualquer acidente pode promover um impacto de sérias proporções.

Ao longo da década de 1970, as duas crises do petróleo instigaram a busca por novas fontes de energia, incluindo o Brasil. Por meio da fermentação da sacarose, o álcool anidro passou a ser empregado em veículos e oferecia índices menores na emissão de gases poluentes. Obtido pela cana-de-açúcar, esse tipo de combustível teve grande demanda até a década de 1980. Atualmente, a sua presença no mercado internacional ganhou novo impulso com o desenvolvimento dos veículos bicombustíveis.

Nas últimas décadas, a preocupação com os impactos ambientais causados pela emissão de gases poluentes demarcou uma fase inédita na história dos combustíveis. A construção das usinas hidrelétricas, as placas de captação da energia solar e a energia eólica ganharam destaque enquanto fontes limpas de energia. Apesar de seu alto custo de produção, esses recursos alternativos respondem à emergência de problemas muito mais urgentes.


Por Rainer Sousa
Graduado em História

Índia Antiga

Índia Antiga
Mahavira e Siddhartha Gautama: os grandes líderes espirituais da Índia Antiga

A trajetória da civilização indiana tem início em 3300 a.C., período em que se encontram vestígios de um dos mais antigos centros urbanos formados nas proximidades do Rio Indu. No século XVI a.C., o território indiano foi alvo da ocupação de uma série de tribos nômades provenientes da região do atual Irã, comumente conhecidas como árias. Entre outras regiões, os árias controlaram porções do território onde a civilização hindu fixou marcantes traços da cultura indiana.

Esse período de ocupação marcou o início do Período Védico, que vai de 1500 a.C. até 500 a.C.. As grandes fontes documentais que narraram a história indiana nessa época são um conjunto de hinos religiosos conhecidos como Vedas. Esses hinos, todos eles escritos em sânscrito, se dividem em quatro partes: “Atharva-Veda”, “Sama-Veda”, “Yajur-Veda”, e “Rig-Veda”.

Outra fonte de conhecimento histórica também é encontrada nos “Brahmanas Upanichades”, que relatam o momento em que a civilização indiana conquista a Planície Indo-Gangética. Além de fazer menção à formação e expansão indiana, esses documentos também são de grande proveito na compreensão das influências culturais que dá origem à sociedade hinduísta. É justamente quando observamos a organização da sociedade indiana em castas.

As castas organizaram a sociedade indiana durante vários séculos. Dentro desse modelo, a condição de um indivíduo é determinada pelo seu nascimento. Em cada uma das castas observamos o direito nato de exercer determinadas profissões definidoras do prestígio e da posição social. A casta superior é ocupada pelos brâmanes, líderes religiosos do povo indiano. Em contrapartida, a casta inferior é formada pelos párias, pessoas incumbidas de serviços considerados degradantes.

No século VI a.C., o Período Védico é marcado por intensas transformações nos campos religioso e intelectual. É nessa época que notamos a profunda transformação empreendida por dois grandes líderes religiosos: Siddhartha Gautama e Mahavira. Ambos pregavam uma prática religiosa marcada pelo ascetismo e a constante reflexão espiritual. Siddharta Gautama foi responsável pela criação do budismo e Mahavira o precursor do jainismo.

No século seguinte, os hindus (nome pelo qual a civilização indiana era designada) sofreram com a expansão do Império Persa. Sob a liderança dos reis Ciro I e Dario I, diversas regiões da atual Índia foram controladas pelos persas. No século IV a.C., os macedônicos – liderados por Alexandre, O Grande – venceram os persas na Batalha de Gaugamela e, dessa forma, passaram a controlar algumas regiões da Índia como o Porus e Taxila.

Com a divisão dos territórios alexandrinos, um novo império viria a se consolidar na Índia: o Império Mauria. Inicialmente liderados por Candragupta Mauria, os maurias expulsaram os gregos do território indiano exercendo controle sobre o território de Mágada. Nos governos de Bindusara (298 a 272 a.C) e Açoka (272 - 232 a.C), novas regiões vieram a ser anexadas pela política expansionista patrocinada por esses dois monarcas.

No breve período em que se consolidou na história indiana, o Império Mauria foi responsável por um considerável número de obras públicas que incentivaram a agricultura e o comércio. Diversas obras de irrigação possibilitaram o desenvolvimento de uma próspera economia agrícola rigidamente controlada pelo Estado. Prisioneiros de guerra e camponeses eram obrigados a explorar terras pertencentes ao Estado, e as atividades comerciais eram mantidas com os gregos, persas, malaios e mesopotâmicos.

A crise do Império Mauria possibilitou a invasão de outros povos. No século II a.C., o Reino de Bactria controlou a porção oriental do antigo Império Macedônico, sob a liderança de Demétrio II. Em 80 a.C., os sakas, povo oriundo da Ásia Central, realizaram a expulsão dos gregos do território indiano e controlaram a região do Punjab. Nesse período diversos reinos dividiram a Índia, os andhras, sungas, tâmiles, bharasivas e kushans.

Depois de um período de grande instabilidade política, a Índia viveu um novo processo de centralização política com a ascensão do Império Gupta, no século IV.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Inflação no Brasil

Inflação no Brasil

As dívidas do país geraram diversos fenômenos inflacionários e criou diferentes moedas no Brasil


Para muitos estudantes que hoje ingressam nos ensinos fundamental e médio, a discussão sobre a questão inflacionária no Brasil parece um tema distante ou, até mesmo, estranho. Entretanto, a economia do nosso país, ao adentrar os ditames do capitalismo industrial e financeiro, passou a conviver com as contradições de um país economicamente dependente que deveria encontrar soluções para valorizar sua moeda e desenvolver sua economia.

No entanto, promover esse desenvolvimento exigia dos nossos governos a contração de empréstimos a serem empregados na contratação de funcionários e no financiamento de obras que, muitas vezes, acabavam deixando nosso país completamente endividado. Uma solução usual adotada pelo Estado para sanar este problema era fabricar o dinheiro necessário para que tivesse condições de honrar uma considerável parte de seus compromissos financeiros.

A solução parecia ser prática e viável, mas, infelizmente, a circulação de papel-moeda em uma economia que não tem riquezas correspondentes àquele total de dinheiro disponível acaba desvalorizando a moeda. Conseqüentemente, o preço das mercadorias sobe e os trabalhadores – que tem sua renda fixada em uma determinada faixa salarial – têm o seu poder de compra reduzido, o que acaba aumentando o já tão penoso custo de vida.

Até aqui, podemos perceber que um dos fatores responsáveis pela crise inflacionária está intimamente ligado à contração de dívidas. No Brasil essa contração de dívidas tem longa data e veio se desenhando desde o período colonial, quando diversos exploradores requeriam da Coroa Portuguesa empréstimos para financiar suas atividades. Passando para a monarquia, temos o governo de Dom Pedro I inaugurado por uma dívida de dois milhões de libras esterlinas, usadas na “compra” efetiva de nossa independência.

No período republicano a questão inflacionária ganhou uma importância ainda maior, tendo em vista as novas condições da economia mundial. O Brasil, em pleno auge de desenvolvimento do capitalismo industrial, se via diante o dilema de preservar o traço agro-exportador da economia nacional ou promover a modernização da economia. No primeiro governo republicano surgiu a figura de um proeminente intelectual chamado Rui Barbosa, que ocupou o cargo de Ministro da Fazenda.

Em sua gestão, Rui Barbosa procurou modernizar a economia nacional permitindo que os bancos fabricassem papel-moeda e facilitando a contração de empréstimos para a criação de empresas. A medida, apesar de bem intencionada, gerou uma enorme crise especulativa que promoveu uma onda de empréstimos seguida pela injeção massiva de papel-moeda na economia. Com isso, o país não conseguiu remodelar sua política de desenvolvimento econômico e, ainda por cima, causou uma grande crise inflacionária.

Apesar desse episódio de dimensões trágicas, nas primeiras décadas do século XX, o Brasil teve uma considerável reação econômica causada pela crise do mercado europeu. A partir de 1914, o Velho Continente tornou-se palco de uma série de conflitos civis e grandes guerras que desestabilizaram sua própria economia. Nesse momento, o Brasil, tão dependente dos produtos industrializados europeus, iniciou a arrancada de sua indústria e a diversificação de sua economia.

Esse primeiro fôlego dado à economia gerou uma contenção do problema inflacionário no Brasil. Contudo, o país inaugurava sua industrialização em um momento que diversas potências industriais já estavam plenamente consolidadas no mercado internacional. Por isso, o país necessitava de contrair empréstimos para que fosse possível tornar nossa economia consideravelmente competitiva em relação aos seus concorrentes comerciais.

Nos governos de Vargas e JK, o dilema do desenvolvimento foi sensivelmente marcado entre a opção de proteger a economia e promover um desenvolvimento autônomo e gradual, ou permitir que investidores estrangeiros pudessem injetar seus recursos para que o país pudesse recuperar os anos de atraso da economia. Ambas as opções requeriam projetos econômicos muito bem elaborados que, apesar de demandarem de empréstimos, deveriam ter o cuidado de não desvalorizar a moeda nacional.

Todavia, as oscilações do mercado internacional, a corrupção política e nosso atraso econômico acabavam possibilitando a deflagração de diversos processos inflacionários. No governo militar, principalmente entre os anos de 1969 e 1973, a economia experimentou uma onda de crescimento propiciado pelo chamado “milagre econômico”. Esse teve curto período de vida, principalmente em razão da crise que se abateu sobre a economia mundial e o modelo de desenvolvimento artificial gerado do tal “milagre”.

Na década de 1980, o problema da recessão econômica acabou transformando a inflação em um companheiro presente na mesa de todos os brasileiros. A desvalorização da moeda chegou a tal ponto que os produtos do supermercado, por exemplo, eram reajustados mais de uma vez ao dia. Nessa mesma época, a criação de diferentes moedas era tentada para se conter o caos da inflação e diversos planos econômicos tentavam dar uma solução definitiva para a questão.

No ano de 1994, o “Plano Real” propôs um projeto de reestruturação da economia nacional baseado em uma nova moeda que levava o mesmo nome do plano. A partir de então, os níveis inflacionários de nossa economia, excetuado alguns momentos de crise momentânea, passaram a alcançar níveis suportáveis ao desenvolvimento e o custo de vida de uma considerável parcela dos trabalhadores. Desde então, a economia nacional deu sinas de amadurecimento, a inflação se transformou em uma fera domável e o Brasil hoje busca a condição de “nação emergente”.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

História da Moeda

História da Moeda
As moedas representaram os valores da economia e da cultura de diferentes sociedades ao longo do tempo

O dinheiro é comumente reconhecido como um meio de troca aceito no pagamento de bens, serviços e dívidas. Além disso, a moeda serve para mensurar o valor relativo que algum tipo de riqueza ou serviço possui. O preço de cada mercadoria é atribuído por meio de um número específico de moedas ou cédulas que demarcam a quantidade a ser paga por esse bem. No entanto, nem sempre uma única moeda serve de referência para uma mesma localidade.

Mesmo trazendo maior mobilidade para o empreendimento de transações comerciais, a moeda não é usada em todas as economias do mundo. Diversas sociedades e regiões preservam o uso da troca em sua economia. De forma geral, os produtores inseridos neste tipo de economia utilizam dos excedentes de sua produção para estabelecerem alguma forma de escambo. Ao longo do tempo, a diversificação dos produtos dificultou a realização desse tipo de troca natural.

Foi nesse contexto que os primeiros tipos de moeda começaram a ser estipulados. Geralmente, para estabelecer algum padrão monetário, os comerciantes costumavam utilizar algum tipo de mercadoria de grande procura. Na Grécia Antiga, o boi (que era chamado pekus) foi utilizado como referência nas trocas comerciais. Uma outra mercadoria comumente utilizada foi o sal, que foi usado como moeda entre os romanos e etíopes.

O metal passou a ser utilizado por algumas culturas na medida em que o mesmo começou a ganhar espaço na cultura material desses povos. O fácil acesso, o apelo estético e as facilidades de mensuração e transporte fizeram dele um novo tipo de moeda. Em um primeiro momento, os metais utilizados no comércio eram usados “in natura” ou sobre a forma de objetos de adorno como os anéis e braceletes. Foi só mais tarde que o metal passou a ser padronizado para fins comerciais.

A cunhagem padronizada de moedas fez com que as peças de metal tivessem um grau de pureza e uma pesagem específica. Além disso, as medas sofreram um processo de cunhagem onde a origem da moeda e a representação de algum reino ou governante ficariam registrados. Uma das mais antigas moedas com o rosto de um monarca foi feita em homenagem ao rei macedônico Alexandre, O Grande. As reuniões dessas informações fizeram com que estes artefatos servissem de fonte de investigação histórica.

As primeiras ligas metálicas utilizadas na fabricação de moedas foram o ouro e a prata. O uso desses metais se justifica por seu difícil acesso, a beleza de seu brilho, a durabilidade de seu material e sua vinculação com padrões estéticos e religiosos de uma cultura. Entre os babilônios, por exemplo, prata e ouro eram relacionados com a adoração da lua e do sol, respectivamente.

Ao longo dos séculos, a requisição de jazidas de ouro e de prata para a fabricação de moedas acabou se tornando cada vez mais difícil. Por isso, o papel moeda acabou ganhando maior espaço no desenvolvimento das transações comerciais. Na Baixa Idade Média, a falta de moedas motivava os comerciantes das feiras a utilizarem letras de câmbio para o estabelecimento de alguma negociação.

Hoje em dia, as moedas são mais utilizadas para o pagamento de quantidades de baixo valor. A perda de espaço para o papel-moeda fez com que as moedas metálicas agora fossem mais valorizadas por sua durabilidade do que por sua beleza. O rápido processo de circulação de valores e a complexificação de economias cada vez mais integradas, fizeram com que as moedas fossem substituídas por outras formas de pagamento, como o cheque e o cartão de crédito.

Mesmo notando todas essas transformações no uso das moedas, não podemos considerá-la uma vítima de um processo de “evolução natural” da história econômica. Cada tipo de lastro econômico foi criado conforme as necessidades geradas por certa cultura ou sociedade. Não podemos dizer que as moedas desaparecerão da economia com o passar dos tempos. Por isso, trate de valorizar aqueles “níqueis” perdidos no fundo da sua carteira!

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Resultado da Mega Sena 1679, quarta, 18/02/2015

Resultado da Mega Sena 1679, quarta, 18/02/2015

O resultado da Mega Sena 1679 será divulgado em tempo real no GIGA-SENA dia 18/02/2015, quarta-feira, a partir das 20:25 horas.

A Mega Sena 1679 ocorrerá no dia 18 de fevereiro de 2015 e o prêmio principal está estimado em R$ 6.000.000,00 para quem acertar o resultado da Mega Sena 1679. Quem acertar a QUINA com 5 números ou a QUADRA com 4 números também ganha prêmio de menor valor. Se não houver nenhum ganhador com 6 números no resultado da Mega Sena concurso 1679 o prêmio principal acumula para o próximo concurso da Mega Sena 1680.
Os valores de cada prêmio da Mega Sena 1679 serão informados no painel de resultado do GIGA-SENA após o rateio.
CONCURSO 1679 DATA 18/02/2015
01
02
27
28
46
47
 
SENAQUINAQUADRA
prêmio
5.548.048,1433.297,02506,18
ganhadores
x 1x 35x 3.289
Mapa : atualizando em 23 segundos
Próximo Sorteio: 21/02/2015Prêmio Estimado: R$ 3.000.000,00
 
 
  

Sorteio da Mega Sena 1679

O sorteio da Mega Sena 1679 será realizado em Osasco, São Paulo, nos estúdios da Rede TV ao vivo, e o resultado da Mega Sena 1679 será divulgado a partir das 20:25 horas no painel de resultado do GIGA-SENA.
Este horário é estimado e pode ocorrer atraso por motivo de força maior. O local usual do sorteio também poderá ser alterado pela Caixa sem aviso prévio.
O resultado da Mega Sena é divulgado na quarta-feira e no sábado, todas as semanas. Quando feriado, o sorteio é transferido para o dia seguinte. Em caso de feriado no sábado, o sorteio da Mega Sena é antecipado para sexta-feira.
A Mega Sena acumula 22% do valor bruto da premiação dos concursos de final 1, 2, 3 e 4 para o prêmio principal do concurso de final 5 e o mesmo percentual da premiação dos concursos de final 6, 7, 8 e 9 para o prêmio principal do concurso de final 0.

Apostando no concurso da Mega Sena 1679

Para apostar no concurso da Mega Sena 1679 basta comparecer a uma Casa Lotérica e preencher seu jogo no volante de apostas que contém 60 números de 01 a 60. Em um único jogo você pode escolher entre 6 e 15 números com os respectivos custos de aposta por jogo:
  • 06 números: R$ 2,50
  • 07 números: R$ 17,50
  • 08 números: R$ 70,00
  • 09 números: R$ 210,00
  • 10 números: R$ 525,00
  • 11 números: R$ 1.155,00
  • 12 números: R$ 2.310,00
  • 13 números: R$ 4.290,00
  • 14 números: R$ 7.507,50
  • 15 números: R$ 12.512,50
As probabilidades de acerto das apostas acima são:
ApostaSENAQUINAQUADRA
06 números1 chance em 50.063.860 de jogos1 em 154.5181 em 2.332
07 números1 chance em 7.151.980 jogos1 em 44.9811 em 1.038
08 números1 chance em 1.787.995 jogos1 em 17.1921 em 539
09 números1 chance em 595.998 jogos1 em 7.7911 em 312
10 números1 chance em 238.399 jogos1 em 3.9731 em 195
11 números1 chance em 108.363 jogos1 em 2.2111 em 129
12 números1 chance em 54.182 jogos1 em 1.3171 em 90
13 números1 chance em 29.175 jogos1 em 8281 em 65
14 números1 chance em 16.671 jogos1 em 5441 em 48
15 números1 chance em 10.003 jogos1 em 3701 em 37
Em um único volante de apostas da Mega Sena é possível marcar até 2 jogos. Há a opção de deixar que o sistema de apostas da Caixa escolha os números por você. Deixe o volante da Mega Sena em branco e marque entre 1 e 8 jogos no campo SURPRESINHA.
Há também a opção TEIMOSINHA, onde você pode repetir o mesmo jogo nos próximos concursos da Mega Sena. Basta marcar 2, 4 ou 8 concursos.
Se desejar apostar em grupo na Mega Sena 1679 você ainda pode fazer o Bolão CAIXA para dividir em cotas por apostador. Assim, cada apostador recebe um bilhete de apostas com todos os jogos realizados para conferência e se ganharem cada um pode retirar a sua parte no prêmio individualmente. A Caixa irá garantir que cada apostador receba a parte do prêmio a que tem direito.
O valor mínimo do Bolão da Mega Sena 1679 é de R$ 10,00, ou seja, 4 jogos de 6 números, e cada cota não pode ser inferior a R$ 4,00 com o mínimo de 2 e máximo de 100 cotas. No volante de apostas da Mega Sena há um campo onde se marca o número de cotas.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Casas Lotéricas onde poderá ser cobrada Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor de cada cota.

Aos ganhadores da Mega Sena 1679

Caso você seja um dos ganhadores da Mega Sena 1679 saiba que pode receber seu prêmio em qualquer casa Lotérica ou agência da Caixa se o valor do prêmio for igual ou inferior a R$ 1.787,77. Para prêmios acima deste valor somente nas agências da Caixa Econômica Federal. Após apresentar o bilhete premiado na rede bancária da Caixa, se o valor do prêmio for superior a R$ 10.000.000 (dez mil reais), é necessário aguardar 2(dois) dias para que o prêmio seja pago.
O bilhete da Mega Sena 1679 é a única forma de comprovar sua aposta e receber o prêmio caso seus números sejam sorteados neste concurso, portanto, guarde-o em um local seguro e não se esqueça de colocar seu nome e o número de seu CPF no verso do bilhete para evitar o saque do prêmio por outra pessoa. Somente você poderá retirar o prêmio apresentando seu CPF.

Sobre a realização do sorteio e divulgação do resultado

O GIGA-SENA não é responsável pela realização do sorteio da Mega Sena 1679. Nosso trabalho se restringe apenas a divulgação do resultado da Mega Sena 1679 da melhor forma e no menor tempo possível utilizando a melhor tecnologia disponível. Embora nosso sistema de divulgação do resultado da Mega Sena 1679 esteja sincronizado com o sistema de resultados das Loterias da Caixa Econômica Federal e a maior parte do processo seja automatizada, pode haver falha na transmissão de dados resultando na apresentação de resultado parcial ou incorreto. Portanto, recomendamos que guarde seu bilhete e o confira posteriormente em uma casa Lotérica para se certificar de que o resultado da Mega Sena 1679 não foi retificado.