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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Algumas Lendas Indígenas

Algumas Lendas Indigenas




A LENDA DO GUARANÁ

Conta a lenda que um casal de índios Maués, viviam juntos a muitos anos e ainda não tinham filhos. Um dia, pediram a Tupã para dar-lhes uma criança. Tupã atendeu o desejo do casal e deu-lhes um lindo menino, que cresceu cheio de graça e beleza e se tornou querido de toda a tribo. No entanto, Jurupari, o Deus da escuridão e do mal, sentia muita inveja do menino e decidiu matá-lo. Certo dia, quando o menino foi coletar frutos na floresta, Jurupari aproveitou para se transformar numa serpente venenosa e matar o menino. Neste momento, fortes trovões ecoaram por toda a aldeia, e relâmpagos luziam no céu em protesto. A mãe, chorando em desespero ao achar seu filho morto, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã. Em sua crença, Tupã dizia-lhe que deveria plantar os olhos da criança e que deles nasceria uma nova planta, dando saborosos frutos, que fortaleceria os jovens e revigoraria os velhos. E os índios, plantaram os olhos da criança e regavam todos os dias. Logo mais, nesse lugarzinho onde foi enterrado os olhos do indiozinho, nasceu o Guaraná, cujos frutos, negros como azeviche, envoltos por uma orla branca em sementes rubras, são muito semelhantes aos olhos dos seres humanos. 



Lenda da Mandioca

Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se:
- Como é branquinha esta criança!
Chamaram-na de Mani. Comia pouco e pouco bebia.
Mani parecia esconder um mistério. Uma bela manhã, Mani não se levantou da rede.
O Pajé deu ervas e bebidas à menina. Mani sorria, muito doente, mas sem dores.
E sorrindo Mani morreu.
Os pais  enterraram-na dentro da própria oca e regaram a sua cova com água, como era costume dos índios tupis, mas também com muitas lágrimas de saudade.
Um dia, perceberam que do túmulo de Mani rompia uma plantinha verde e viçosa. A plantinha desconhecida crescia depressa.
Poucas luas se passaram e ela estava alta, com um caule forte que até fazia a terra rachar ao redor.
- Vamos cavar? - comentou a mãe de Mani.
Cavaram um pouco e, à flor da terra, viram umas raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que dão aos indiozinhos. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, quase da cor de Mani.
- Vamos chamá-la de Mani-oca. - resolveram os índios.
Transformaram a planta em alimento.
E até hoje, entre os índios do norte e do centro do Brasil, este é um alimento muito importante.




                                 lenda do sol e da lua


Eu sei que há muitos anos, há milênios, a Lua e o Sol se amaram…
Mas, para o bem da Terra,
esse nascente amor sacrificaram
…porque, se a Lua e o Sol
algum dia se unissem,
o mundo acabaria inundado
pelas apaixonadas lágrimas da Lua,
ou queimado pelo constante e ardente amor do Sol…
Era, pois, impossível, dolorosa, essa imensa paixão!
À Lua, fraca, sensível,
o carinho arrancaria lágrimas ternas e doces.
O Sol, forte, abrasador,
seus raios aumentaria com o amor.
 lendas retiradas da NET


LETRAS DE MÚSICAS SOBRE ÍNDIO

CURUMIM IÊ IÊ - MARA MARAVILHA
Composição: Robertinho De Recife

Eu sou uma índia, sou filha da lua
Sou filha do sol, nasci num dia
Que a chuva caía, e nas nuvens do céu
Pintou o meu nome, com todas as cores
Oh! maravilha
Da mata o verde, azul do mar
Rosa das flores
Amarelo ouro, vermelho maçâ
Íris no céu, lilás dos sonhos
Haverá sempre um arco íris maravilha

refrão:
Tuiuiu iu iu
Sou curumim iê iê
Tuiuiu iu iu
Sou curumã arauê

Eu sou uma índia, sou filha da lua
Sou filha do sol, meus cabelos negros
A noite tingiu, serviu como espelho
As águas do rio, eu falo com o vento
E com os animais, eu nado com os peixes
Nós somos iguais
Oh! maravilha

refrão...

VAMOS BRINCAR DE ÍNDIO - XUXA

Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Mas sem mocinho pra me pegar
Venha pra minha tribo
Eu sou o cacique, você é meu par
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Vem pintar a pele para a dança começar
Pego meu arco e flecha
Minha canoa e vou pescar
Vamos fazer fogueira
Comer do fruto que a terra dá
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Índio quer apito mas também sabe gritar
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Índio não faz mais luta
Índio não faz guerra
Índio já foi um dia o dono dessa terra
Índio ficou sozinho
Índio querer carinho
Índio querer de volta a sua paz, sua paz
Vamos brincar de índio
Mas sem mocinho pra me pegar
Venha pra minha tribo
Eu sou o cacique, você é meu par
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Vem pintar a pele para a dança começar
Pego meu arco e flecha
Minha canoa e vou pescar
Vamos fazer fogueira
Comer do fruto que a terra dá
Índio fazer barulho
Índio ter seu orgulho
Índio quer apito mas também sabe gritar
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Índio não faz mais luta
Índio não faz guerra
Índio já foi um dia o dono dessa terra
Índio ficou sozinho
Índio querer carinho
Índio querer de volta a sua paz, sua paz
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Ô ô ô, ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô
Vamos brincar de índio
Ô ô ô, ô ô ô ô


TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO - BABY DO BRASIL

COMPOSIÇÃO: JORGE BEN


Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril
Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
Da alegria de viver!
Da alegria de viver!
E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!



NA TRIBO ELES VIVEM

Na tribo eles vivem comendo raiz
Caçando e pescando, guerreando feliz
A oca é a morada, cacique é o guerreiro
A taba é a aldeia, pajé o feiticeiro
Deus é Tupã, a lua é Jaci
A língua que eles falam é Tupi-Guarani!



Jurema

"O Homem branco em sua ganância fez com que os verdadeiros e únicos donos dessa terra sofressem pelo descobrimento de uma terra já descoberta ,tratada e protegida com carinho e respeito. Sem se importarem com o grande mal futuro que poderiam causar, assim  hoje estamos na era da "extinção": da fauna, da flora , dos nossos índios e sem contar com a  extinção de nós mesmos." Marisa Nunes 
 



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