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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Filho sem autonomia pode ser um aluno protagonista da sua aprendizagem?

É possível o aluno agir com autonomia na escola sendo totalmente dependente em casa?
A chance de você responder não é quase de 100%. Porque não há como ser dependente e agir com autonomia porque uma ação inibe a outra.
Cobramos da escola que ela estimule a autonomia do aluno para que ele seja protagonista da sua aprendizagem.
Excelente!
Agora pergunto: Como conseguir isso sem a colaboração da família?
 Autonomia estimula o protagonismo. E para que a criança e o jovem sejam protagonistas das suas aprendizagens é preciso que a família estimule a autonomia desde os primeiros anos de vida.
Quando eu dava aula no Fundamental 1, e mesmo quando tinha a minha escola de Educação Infantil este tópico era um dos que eu mais insistia nas reuniões:
Valor de ser professor1– Deixe seu filho(a) colocar o uniforme sozinho, colocar a meia e o tênis.
– Deixe seu filho(a) carregar a mochila. Arrumar o material para vir para a escola;
– Faça com que seu filho(a) guarde os brinquedos depois de brincar;
Mas era sempre o mesmo argumento: Não tenho esse tempo. Se eu deixar ele se arrumar sozinho eu chego atrasada ao trabalho.
Quantas vezes presenciei pais trazendo parte do material que o filho esqueceu em casa!
Aluno carregando a mochila dava para contar nos dedos. Quem carregava a mochila, normalmente, era a mãe ou o pai.
E na escola, quando o professor diz que o aluno tem que ser responsável pelo próprio material, que compete a ele o guardar, o cuidar e tantas outras recomendações, o aluno responde que se ele perder ou estragar o pai compra outro.
Caso estude em escola pública, o qual a mesma fornece o material, o aluno responde que a escola tem obrigação de dar outro caso venha a perder ou estragar. Provavelmente está repetindo o que ouve em casa.
A escola pregar que é preciso desenvolver a autonomia do aluno para que ele seja protagonista da sua aprendizagem é fácil, porém há um abismo entre o falar, o querer e o fazer, principalmente porque tanto a autonomia quanto o protagonismo, para estar presente no aluno, é preciso estar presente também fora da escola, ou seja, junto da família.
Para que mudanças na Educação ocorram é preciso que a escola mude, que a família mude e, consequentemente, que o aluno mude.
Então, se queremos alunos agindo com autonomia e sendo protagonista da sua aprendizagem temos que cobrar da família e da escola.
Essa parceria tem que estar sempre presente!

#ValordeSerProfessor #MomentodaEducacao
http://educaja.com.br/2015/08/filho-sem-autonomia-pode-ser-um-aluno-protagonista-da-sua-aprendizagem.html

Um Dia D – Uma websérie sobre profissões

Um Dia D – Uma websérie sobre profissões



Histórias inspiradoras de jovens e suas carreiras.

Série voltada, principalmente, para os jovens que prestarão o Enem em outubro, a “Um Dia D” conta a história profissional de 26 jovens profissionais brasileiros, ao longo de 26 episódios de curta duração.

Escolher uma profissão é uma decisão difícil e determinante na vida do jovem. Como optar por uma carreira e também abrir mão de tantas outras possibilidades?

Pensando nesses profissionais do futuro, a Deserto Filmes – que tem em seu portfólio filmes como Proibido Proibir (2006) e Romance Policial (2015) – criou a websérie Um Dia D, que estreia nesta terça, 18 de agosto. Composta de 26 episódios com 5 a 7 minutos de duração, cada um deles é dedicado a um profissional com idade entre 30 e 35 anos.

Em Um Dia D, acompanhamos as histórias, vemos a rotina de diferentes profissões e observamos se a escolha da carreira veio de uma vocação antiga ou de uma dica de amigo, tradição familiar ou um sonho. Vemos como esse novo profissional conseguiu se inserir no mercado de trabalho e quais aspirações esses jovens buscam em suas carreiras.

O diferencial de Um Dia D é ir além da entrevista, complementando-a com sugestões de leitura dadas pelo entrevistado e compartilhando links de interesse, assim despertando a curiosidade dos jovens com uma abordagem atraente e em um formato com que eles se identificam. A estreia da série é bem-vinda pela proximidade com a prova do Enem, em outubro.

Um Dia D será veiculada em um canal próprio do YouTube. Com patrocínio da RioFilme e parte das ações do Rio450, a websérie foi produzida por Gabriel Durán, da Deserto Filmes, e conta com a direção de André Lavaquial, diretor do premiado curta “O Som e o Resto”. Os episódios serão transmitidos terças e quintas às 19h.

Veja, acompanhe e compartilhe. Afinal, um dia você vai ter que escolher. Patrocínio: RioFilme/Prefeitura do Rio
Produção: Gabriel Durán – Deserto Filmes: www.desertofilmes.com
Direção: André Lavaquial
Para mais informações, contactar:
Marina Couto (+21 98757 7123)/ Laura Zúñiga (+21 99934 7700)
Página oficial no Youtube: http://bit.ly/1J0dBig
Página oficial no Facebook: http://on.fb.me/1DDKcdC
 
http://educaja.com.br/2015/08/umdiad.html

TAREFA DE CASA E A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA – Valor de Ser Professor

TAREFA DE CASA E A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA – Valor de Ser Professor


Esse é um tema muito presente e muito importante, mas nem sempre é considerado como tal.

A tarefa de casa é um estímulo para que o aluno continue os estudos em casa. É ela que vai dar oportunidade de ele perceber se ocorreu a aprendizagem do tema ou se ficaram lacunas que, ao serem superadas nesse momento, promoverão condições para que a aprendizagem continue a fluir na sequência.

É sabido que o conteúdo das disciplinas é dividido em blocos e ensinado ao longo dos anos escolares. Não promovem ligação com as demais disciplinas dando a impressão de que as coisas acontecem em partes.

É assim que a escola trabalha desde sempre.

Mas, mesmo com este perfil, se ficar alguma lacuna na trajetória, a aprendizagem nos anos seguintes ficará comprometida.

Portanto, é fundamental que a Tarefa de casa seja encarada com muita responsabilidade, principalmente pela família, que tem nessa participação a oportunidade de estabelecer sua parceria com a escola.

Não estou afirmando que a família tem que fazer a tarefa de casa pelo filho(a) e sim com o(a) filho(a).

Sempre tive muitos problemas em relação à Tarefa de casa quando atuava em sala de aula, pois alguns pais realizavam a tarefa e pediam para que a(o) filha(o) observasse para ver como deveria ser feita. Outros, cansados e sem paciência, tornavam o momento da Tarefa um sofrimento, e outros alegavam a falta de participação para não atrapalhar e confundir o processo, uma vez que ela (família) aprendeu de maneira diferente da que o(a) professor(a) explicou.

Era a minoria que perguntava o que a(o) filha(o) tinha aprendido, se tinha entendido tudo ou havia alguma dúvida, se a experiência tinha sido boa, se gostou do que aprendeu e se sabia onde iria aplicar o que tinha aprendido. Somente então partiam para a realização da tarefa, tendo um ambiente preparado para isso, sem televisão ligada, sem celular por perto, sem outras distrações fazendo com que esse momento se tornasse agradável e produtivo.

No caso de haver dúvida, primeiramente havia a instigação com perguntas e se a dúvida persistisse havia a explicação.

Essa explicação pode ocorrer de maneira diferente da realizada pela professora? CLARO QUE SIM! Quanto mais possibilidade para se chegar ao mesmo resultado, melhor.

A diversidade de linguagens é rica e fundamental no processo educacional. Não existe uma maneira única de ensinar. Todos os caminhos são válidos para se chegar à aprendizagem. O fato de a família explicar de forma diversa só abrirá possibilidades para que o(a) aluno(a) venha, inclusive, na sequência, se apropriar da explicação dada pelo(a) professor(a).

Portanto, para que a aprendizagem aconteça é preciso que todos esses segmentos estejam alinhados e em sintonia.

A tarefa de casa é um excelente recurso para que a família aja em parceria com a escola mostrando, através do exemplo, que a educação é fundamental na vida do cidadão e que família e escola em parceria se empenham para o sucesso da aprendizagem da(o) filha(o).

– Valor de Ser Professor 
http://educaja.com.br/2015/08/tarefa-de-casa-e-a-participacao-da-familia-valor-de-ser-professor.html

Atitude – Valor de ser professor...

Atitude – Valor de ser professor

Estimule a atitude dos seus alunos

Professor, você estimula a atitude dos seus alunos?

É comum, quando dou Palestras para professores e abordo o tema Atitude, estes perguntarem como podem estimular a atitude dos seus alunos uma vez que são totalmente dependentes. Eles argumentam que explicam minuciosamente, dão o passo-a-passo e mesmo assim eles vêm a todo o momento perguntar se está certo, se estão fazendo direitinho ou se é assim que foi ensinado.

Na sequência pergunto: Mas você explicou direitinho? E o professor responde que sim. Pergunto também se ele ensinou o passo-a-passo e novamente me responde que sim.

Nesse momento argumento que com essa atitude ele está sufocando a possibilidade do aluno ter atitude, pois com todas essas orientações o aluno “anda” com o passo do professor e não com o próprio passo.

É fundamental que o professor estimule a atitude do aluno, e para isso não é preciso dizer exatamente como a atividade deve ser feita. Ele deve ter uma margem de liberdade para usar sua criatividade, sua espontaneidade além de ser uma forma de ele perceber se se apropriou do que lhe foi ensinado. Ao reproduzir exatamente como o professor indicou não terá essa oportunidade.

Outra possibilidade de estimular a autonomia é ao ensinar um tema novo. Normalmente o professor pede silêncio absoluto e determina que toda a atenção deve estar voltada para ele.

Atenção é algo que se conquista e não que se impõe. O fato de o aluno estar olhando para o professor não significa que ele está prestando atenção. O auditivo, por exemplo, não precisa olhar para o professor para prestar atenção, e muito menos o cinestésico. Mas quando o professor exige que todos olhem para si está, automaticamente, dispersando o auditivo e o cinestésico pois irão direcionar toda a atenção para a figura do professor e não para o que ele está falando.

Permitir interação, estimular questionamentos, pedir que o aluno expresse seu entendimento são possibilidades de estimular a atitude. Afinal, não é exatamente isso que queremos desenvolver nos nossos alunos? Nosso objetivo não é formar alunos formadores de opinião, que saibam se relacionar, que saibam se fazer entender? Então precisamos permitir que eles ajam com autonomia, somente assim estaremos estimulando a atitude.

Valor de ser professor! 
 
 http://educaja.com.br/2015/08/atitude-valor-de-ser-professor.html

Problemas com seu relógio biológico?

Problemas com seu relógio biológico?




Você dorme sempre que sente sono?

Você acorda sozinho ou com o despertador?

Você dorme durante o dia?

Acorda e dorme cedo ou tarde?

Quantas horas de sono você tem?

Essas são algumas das perguntas mais frequentes quando o assunto é dormir.

Embora esse seja um assunto comum não é dada a devida importância ao sono e ao dormir.

Reflita comigo:

Quando sentimos sede, bebemos; quando sentimos fome, comemos; quando sentimos frio, nos agasalhamos e quando sentimos sono, se não é o horário que estipulamos para dormir, não lhe damos atenção. Muitas vezes lutamos, incessantemente, para driblá-lo e ficarmos acordados nas mais diferentes situações.

Esse comportamento é cada vez mais comum em razão da rotina atribulada e da quantidade de estímulos audiovisuais a que somos expostos dentro e fora de casa. Crianças, adolescentes e adultos não respeitam seu relógio biológico e com isso as horas de sono estão cada vez mais curtas.

A criança pequena muitas vezes sente sono em horários diversos, mas como depende dos pais, e estes, em razão dos inúmeros compromissos, acabam comprometendo as horas de descanso do filho(a).

Não dormir o suficiente pode causar mal-estar fazendo com que a criança se sinta irritada, desatenta, com baixo ritmo interno refletindo diretamente no desenvolvimento das atividades originando um baixo rendimento escolar.

Já o adolescente, em sua maioria, se anima na madrugada tendo dificuldade para acordar cedo no dia seguinte. Em razão da noite mal dormida passa o dia inteiro sonolento, mas quando chega a noite o ânimo o envolve e lá está ele acordado de madrugada novamente.

A ida à escola acaba se tornando uma batalha, pois não escuta o despertador, não consegue acordar e levantar, sente-se mole, sem ânimo perdendo, com habitualidade, a primeira aula vindo a interferir negativamente no seu desempenho. Muitas vezes o sono durante a aula é incontrolável sendo preciso usar artifícios como: lavar o rosto com água fria, tomar água, mascar chicletes, ficar se movimentando na carteira o tempo todo.

Não é só o mau hábito que interfere no dormir e na qualidade do sono, o relógio biológico de cada um marca seu próprio horário. Há os que precisam dormir 8 horas enquanto outros têm que dormir 12 horas caso contrário ficará mal-humorado, sem ânimo e sonolento. Outros dormem 5 horas e já estão prontos e animados para o novo dia.

Há aqueles que mesmo tendo deixado a adolescência faz tempo, ainda durante o dia se sentem desanimados, sonolentos, e tão logo anoitece, se sentem dispostos e animados. São os chamados notívagos que só conseguem desenvolver seu trabalho, se inspirar para compor, escrever, criar, durante a madrugada.

Não faz muito tempo as cidades dormiam após as 22 horas. Não se via ninguém andando pela rua, seja a pé ou de carro. Estavam todos em casa e dormindo, pois eram poucas as janelas encontradas acesas.

Hoje já temos vida diurna e noturna. Há aqueles que por se sentirem mais dispostos durante a noite, os notívagos, trabalham nesse horário, e as opções são muitas: os supermercados ficam abertos 24 horas, farmácias, cafés, lojas de conveniência, lanchonetes, pizzarias, e mais uma infinidade de opões e atividades.

Para os estudantes que não conseguem ajustar seu relógio biológico com as atividades a serem desempenhadas aqui vão algumas dicas:
Estipule um horário para dormir e cumpra o horário todos os dias;
Deixe o quarto completamente escuro. Deixar a TV ligada ou mesmo um feixe de luz pode dificultar a chegada do sono;
Evite ficar no celular ou nas Redes Sociais quando já estiver deitado para dormir;
Ler um bom livro quando estiver na cama é relaxante e ajuda a dormir;
Tomar chá morno também ajuda a relaxar.
 
http://educaja.com.br/2016/04/problemas-com-seu-relogio-biologico.html

Aprender = interpretar o que está ao redor

Aprender = interpretar o que está ao redor


Ter todas as crianças e adolescentes na escola é um grande passo (que está longe de se tornar realidade), e a família tem papel fundamental nesse processo, pois ao incorporar a Educação na sua rotina demonstra ao filho o quão importante é o papel da escola no seu desenvolvimento e o quanto a educação contribuirá para a sua evolução profissional.

Ocorre que somente estar nas dependências da escola não é o suficiente para que a aprendizagem aconteça. Para isso é necessário, acima de tudo, que o sistema educacional se modifique tornando-se mais atraente e motivador para o aluno e para o professor.

Sabemos também que o aprender não se limita ao espaço escolar estando ativo em todo lugar, em toda ação do indivíduo durante todo o tempo ao longo de toda a vida. Todos educam e são educados concomitantemente através do convívio familiar, social e profissional. Vontade e necessidade de aprender, no seu sentido amplo, são inerentes ao ser humano, e é uma questão até de sobrevivência propiciando a adaptação ao meio em que se vive. É por esta razão que a aprendizagem ocorre de forma contínua e permanente. Já afirmava Darwin, em seu estudo sobre “A Origem das Espécies”, de que não foram os mais fortes que sobreviveram e sim os que demonstraram maior perspicácia em se adaptar às mudanças.

Esta perspicácia destacada por Darwin significa, na minha interpretação, aprendizagem constante. É esta necessidade de se manter em constante estado de aprendizagem que trazemos ativa no nosso cotidiano.

Darwin também se interessou pela Emoção e foi pioneiro no estudo da sua importância no comportamento humano e animal relatando suas observações em relação às reações fisionômicas de seus filhos, de pessoas de diferentes culturas e dos animais no livro “A expressão das emoções no homem e nos animais”. Concluiu que a Emoção expressada, principalmente através das fisionomias, são inatas e fundamentais corroborando com a sobrevivência da espécie. Elas são responsáveis pela alteração do nosso comportamento com o objetivo de aumentar as chances de sucesso de sobrevivência.

Portanto, o desempenho que cada um obtém em suas ações, sejam elas simples ou complexas, está atrelado à capacidade de aprender e de inovar.

Uma pena que o verbo “inovar” não seja conjugado por uma grande parcela das escolas. Acredito que elas sentem dificuldades em se desvencilhar dos modelos arcaicos onde a oralidade é o único recurso usado em sala de aula, e o decorar, a única forma do aluno estudar. É por esta razão que muitos analistas definem a Educação contemporânea no nosso país como sendo a escola do século XIX, com professores do século XX dando aula para alunos do século XXI.

É preciso romper com o formato atual e nada produtivo (de acordo com os resultados obtidos pelos PISA, Prova Brasil, ENADE e outros) de promover a aprendizagem que resulta, dentre outros fatores, no grande índice de evasão escolar. A escola que se conserva engessada poderia ser definida como um local construído para, cotidianamente, agrupar alunos selecionados por idade, em salas pré-determinadas para ouvirem o professor de cada disciplina (uma pena usar a palavra disciplina que significa: submissão, obediência, para se referir às áreas da educação) transmitirem informações estabelecidas pelo currículo escolar, e que ao final de cada bimestre terão seu desempenho em reproduzir as informações que foram recebidas, avaliado com notas de 0 a 10 pelos “donos do saber”.

Essa descrição irônica tem um fundo de verdade, e isso é muito triste!

A escola precisa ser um local interessante aos olhos do aluno. Ela tem que despertar no aluno o interesse por assuntos atuais e presentes na sua realidade, estimular sua criatividade, seu interesse por Projetos, abrir possibilidades para debater ideias, estimular o prazer pelo questionar tornando o aprender uma ação cotidiana integrada a diferentes áreas significativas do conhecimento propiciando saberes e fazeres estimulando a autonomia e a liberdade para que o aluno procure suas próprias respostas construindo seu próprio conhecimento.

Portanto, amparada por tudo que foi exposto acima me sinto a vontade para afirmar que a Emoção é o combustível que abastece a aprendizagem. 
 
http://educaja.com.br/2016/04/aprender-interpretar-o-que-esta-ao-redor.html

Trabalhando Emoções e Boas Maneiras

Trabalhando Emoções e Boas Maneiras


EMOÇÕES
Carinhas representando as diferentes emoções.
Com elas você pode fazer fantoche de palito, fantoche de tecido, calendário de humor e tudo mais que sua criatividade proporcionar.
Sugestão da Oficina de Criatividade











MOLDE



VOCÊ TAMBÉM PODE TRABALHAR COM ESTE TIPO DE CARINHA
Sugestão da Brincar e Criar


PODE MONTAR O “MURAL DOS SENTIMENTOS”
Sugestão do Cantinho Lúdico

PASSO A PASSO


BOAS MANEIRAS
As boas maneiras constituem a base do relacionamento em todos os aspectos de nossa vida.
Seguir regras básicas da boa convivência significa respeitar os outros e exigir respeito por si mesmo.As boas maneiras no ambiente escolar são baseadas na demonstração do interesse e da consideração pelas pessoas.
O sucesso das pessoas se deve em parte ao fato de saberem se
comportar em quase todas as situações.
Estas Plaquinhas podem ser utilizadas para trabalhar as boas maneiras em prol de uma boa convivência bem como devem ser utilizadas diante de um comportamento parecido ao ilustrado.
Sugestão da Luana por ela mesma






PROJETO AMIZADE – Ensino Fundamental
Colaboração de Deborah Melissa
1. OBJETIVOS
· Desenvolver competências sociais em crianças de quatro a seis anos
· Mostrar como serem amigas
· Exercitar a identificação, sensibilidade e fala pública sobre diferentes sentimentos
· Destacar como lidarem com as quatro emoções básicas: medo, alegria, tristeza e ira
· Ajudar a expressarem sentimentos que lhes desagradam
2. PÚBLICO-ALVO
· 15 a 20 crianças
3. RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS
· Recursos materiais: cartolinas, canetas hidro-cor, revistas velhas
· Outros recursos materiais, caso se faça opção por um treinamento e expressão das múltiplas inteligências (Ver fonte de referência 5º)
· Recursos Humanos: um a dois Mediadores previamente treinados
4. QUESTÕES RELEVANTES
· O que é a amizade?
· Amizade é o mesmo que amor?
· O que é um amigo de verdade?
· Qual a importância de um amigo?
· O que é o medo?
· Que coisas nos fazem felizes?
· Por quê ficamos tristes?
· O que nos deixa com raiva?
· Como não falar a um amigo?
· Como falar a um amigo?
E inúmeras outras do mesmo tipo, levantadas pelas próprias crianças
5. FONTES DE REFERÊNCIA
· ANTUNES, Celso – Alfabetização Emocional. Petrópolis. Editora Vozes. 7ª edição. 1999
ANTUNES, Celso – Fascículo 6 da Coleção Na Sala de Aula / A Alfabetização Moral em Sala de Aula e em Casa, do Nascimento aos Doze anos. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002
· ANTUNES, Celso – Fascículo 7 da Coleção Na Sala de Aula / Um Método para o Ensino Fundamental: o Projeto. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002
· ANTUNES, Celso – A Construção do Afeto. São Paulo. Augustus Editora. 4ª edição. 2001
· ANTUNES, Celso – Fascículo 3 da Coleção Na Sala de Aula / Como Desenvolver Conteúdos Explorando as Inteligências Múltiplas. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª Edição. 2002
· LeDOUX, Joseph – O Cérebro Emocional. São Paulo. Editora Objetiva. 1998
· RESTREPO, Luis Carlos – O Direito à Ternura. Petrópolis. Editora Vozes. 2ª edição. 1998
6. COMPETÊNCIAS DESENVOLVIDAS
· Afetividade
· Auto-estima
· Otimismo
· Controle dos impulsos
· Empatia – Compreensão do outro
· Prestatividade e solidariedade
· Sinceridade
· Empatia no ouvir
· Comunicação Interpessoal
· Pensamento dirigido
· Autoconhecimento
· Administração das Emoções
7. FASES DO PROJETO
· ABERTURA
Mediadores, pais, professores, pessoas da comunidade especialmente convidadas discutem e elegem as competências desejadas e a seleção de questões que a culminância do projeto deverá responder.
· O TRABALHO PRÁTICO – ESTRATÉGIAS
PREPARAÇÃO DO ROTEIRO
Os professores e os Mediadores escreverão roteiros de apresentações teatrais simples, cuja duração não deve exceder 15 minutos e que devem vivenciar cenas do cotidiano dos alunos envolvendo temas de relações interpessoais para ajudarem as crianças aprenderem como serem amigas, reconhecerem e falarem sobre diferentes sentimentos, lidarem com verdade e com a mentira, com a ira e com a dor, com o medo e a tristeza, com a alegria e com a felicidade e como expressarem o que lhes agrada e desagrada. Essas pequenas peças podem simular situações do pátio da escola, disputa por lugares, formas de abordagem, etc.
ENSAIO
Para cada encenação haverá um grupo de “atores” e outro de “espectadores”, mas todos os alunos nas diferentes peças desenvolverão ambos papeis. Durante o ensaio não deve ocorrer a prioridade de “lições de conduta” ou julgamento sobre “atitudes certas ou erradas” ainda que o aparecimento destas, possa gerar uma resposta serena e coerente por parte do(s) intermedializador(es). Os Mediadores poderão ou não introduzir o “ponto” com um ator que não aparece, ajudando os atores nas falas a serem praticadas.
APRESENTAÇÃO
A apresentação de cada peça se dará de forma similar a qualquer apresentação teatral.
DEBATES
Após a encenação deverão ocorrer os debates, envolvendo inicialmente apenas os alunos e os Mediadores. Nesse debate deve prevalecer a solicitação de opiniões sobre atitudes, gestos, posturas, ações ainda que as mesmas não devam suscitar julgamentos morais por parte dos professores. Não existe um tempo prescrito previamente para a duração dos debates, embora os Mediadores devam mostrar sensibilidade para não o prolongarem além dos limites do interesse por parte dos alunos envolvidos.
SÍNTESE CONCLUSIVA
Concluído os debates os Mediadores sintetizarão as conclusões gerais, enfatizando o que se levou os alunos a aprenderem com a atividade.
FECHAMENTO
É extremamente importante destacar que os valores e os ensinamentos conquistados necessitem ser retomados em momentos e circunstâncias diferentes, internalizando-se nas atitudes dos professores, contextualizando-se aos temas curriculares desenvolvidos. Em verdade, a encenação, debate e síntese conclusiva jamais deve “encerrar” a atividade, antes abrir espaço para práticas sobre novas formas de relacionamento e emprego constante das habilidades sociais no cotidiano dos alunos.
8. LINGUAGENS APLICADAS
Importante atividade de reforço é, em outra oportunidade, reunir-se os participantes do Projeto solicitando que expressem através de diferentes linguagens – pinturas, paródias, colagens, desenhos, corais, etc. – os valores desenvolvidos e supostamente apreendidos durante a atividade.
Atividade extremamente enriquecedoras é utilizar diferentes estratégias de comunicação, conforme as inteligências humanas suscitadas – lingüistica, lógico-matemática, visuo-espacial, sonora, cinestésico-corporal, naturalista, intra e interpessoal – e organizar painéis ou murais expressando os valores assumidos.
9. AVALIAÇÃO
A forma de avaliação será desenvolvida através da comparação de relatórios organizados por todos os elementos da equipe docente avaliando as atitudes dos alunos em sala de aula e no pátio da escola, antes e depois da realização de cada encenação, enfatizando a eventual permanência, após seis meses ou mais, de valores eventualmente assumidos.
BOAS ATITUDES






www.aquivocedesabafa.blogspot.com

Carinhas para trabalhar as emoções


 http://educadoracristinasouza.blogspot.com.br/2014/06/carinhas-para-trabalhar-as-emocoes.html

Muda num vasinho de pet

Muda num vasinho de pet

Vamos montar uma hortinha com os pequenos. 

http://educadoracristinasouza.blogspot.com.br/2014/07/muda-num-vasinho-de-pet.html

Como despertar o interesse por outro idioma na infância?

Como despertar o interesse por outro idioma na infância?



Em um mundo cada vez mais conectado, é importante aprender novos idiomas e quanto mais cedo isso ocorrer, melhor. Diversas escolas contam com aulas de inglês ou espanhol, mas cabe aos pais decidir se é suficiente ou se cursos fora da escola são mais indicados, além de conseguir despertar o interesse das crianças para as aulas.
Aos educadores também compete observar o desenvolvimento dos alunos, para orientar os pais e também garantir o máximo de aprendizado, uma vez que estudos apontam que na infância a criança tem mais facilidade de absorver determinados conteúdos, especialmente os ligados à linguagem.
Métodos para crianças
Cada criança possui um jeito diferenciado de aprender e isso costuma ser um grande desafio para professores e também para os alunos. Quando são crianças que assistem a aula, os métodos empregados no aprendizado mudam ainda mais.
Uma boa alternativa utilizada em um curso de idiomas é explorar o uso de formas alternativas de aprendizado, onde prendem a atenção da criança, que fica concentrada e assimila melhor o conteúdo que está aprendendo. Veja algumas formas de abordagem educacional:

  • Desenhos
  • Fotografias
  • Vídeos
  • Músicas
  • Teatrinhos
  • Fantoches
  • Brincadeiras

Quantos anos?
Outra dúvida comum é sobre a idade ideal para começar os estudos em uma nova língua. Segundo especialistas, a aprendizagem de um novo idioma não interfere na língua materna da criança e é recomendada desde a tenra infância.
Alguns estudos apontam que além da facilidade em assimilar o conteúdo e raciocinar, a estimulação do aprendizado em crianças pode até prevenir algumas doenças degenerativas, como o Alzheimer.
No livro “Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva”, Aloísio Pessoa de Araújo afirma que os estímulos cognitivos feitos até os quatro anos de idade, possibilitam melhores condições de aprendizagem na fase escolar (por volta dos 7 anos).
Sendo assim, quanto antes a criança tiver contato com outro idioma, maior facilidade ela terá para aprender, não só aquela linguagem, mas também diversos outros assuntos. No entanto, vale lembrar que caso a criança encontre dificuldades ou relute em ir às aulas, cabe aos pais perceber o problema e avaliar qual é a melhor solução.
Por Maristela Duarte Silva, estudante de Jornalismo.
E-mail: mariduarte_silva@hotmail.com
 
http://educadoracristinasouza.blogspot.com.br/2014/07/como-despertar-o-interesse-por-outro.html

COMO MELHORAR A AUTOESTIMA DAS CRIANÇAS

COMO MELHORAR A AUTOESTIMA DAS CRIANÇAS


Você sabia que os primeiros anos de vida de uma criança são alicerce para sua autoestima? Saiba como melhorar a autoestima das crianças.

Autoestima é um ingrediente fundamental na vida de todos, pois é ela proporciona uma vida feliz e bem sucedida. Uma pessoa pode até ter sabedoria e talento, mas se não estiver com uma autoestima positiva, poderá encontrar obstáculo para o sucesso no emprego, no relacionamento e em quase todas as áreas da vida.

Os pais não podem controlar tudo o que um filho pensa, ouve e vê, mas há muito o que podem fazer, como:

1. Demonstrar amor

Tudo o que formos fazer com nossos filhos tem que ser feito com amor e afeição. Desde bebê precisamos tratá-los com muito carinho, pois assim eles terão um sentimento subconsciente de que é muito valioso e importante.

2. Elogios

Sempre que possível, elogie seu filho com frases como “Estou muito orgulhoso de você”, “Você é muito especial”, “Gostei muito do jeito que fez isso”, entre outras. Mas é bom saber que eles acreditem nos elogios, então evite frases como “Você é o melhor do mundo”, pois podem ser contraprodutivas. A criança poderá até desenvolver um ego inflado, podendo afetar o seu relacionamento com amigos e isso resulta em um efeito negativo sobre a sua autoestima.

3. Metas

Ao estabelecer metas ao seu filho lembre-se de que elas precisam ser passíveis de atingir e que são apropriadas para a faixa etária da criança, como se vestir sozinho, ter uma boa nota na prova. Nunca estabeleça uma meta que seja impossível, porque isso poderá resultar em um efeito negativo.

Ao se aproximar da meta, estimule o seu filho com elogios a cada sucesso e quando atingir a meta, reforce a sua autoimagem como realizadora. Aproveite a chance e oportunidades e invista em conhecimento, mas sempre de acordo com o interesse da criança. Uma gostará mais de dança, outra de línguas, respeite essas diferenças.

Se possível escolha uma atividade em que você veja que a criança sente prazer e incentive mais. No caso de línguas estrangeiras você pode planejar um intercâmbio quando o filho atingir uma idade apropriada.

Viajar para Europa ou América é uma excelente oportunidade para adquirir autonomia e aprender a lidar com diferentes situações, além de aprimorar a fluência em outro idioma. O planejamento é essencial e pode até ser compartilhado com a criança para ela entender o quanto é preciso organizar com responsabilidade, desde a escolha da cidade, pelo pagamento do seguro viagem, as passagens e, acima de tudo, o compromisso com o estudo.

4. Valide os sentimentos da criança

Se o seu filho recebeu algo que baixou a sua autoestima, valide seus sentimentos, por exemplo, caso a criança tenha se ofendido com um comentário negativo de um professor ou amigo, diga à criança que você sabe que ela se ofendeu pelo o que alguém lhe disse ou que você sabe que ela se ofendeu por outra pessoa não gostar dela.

Com isso a criança se sentirá com seus sentimentos validados e se abrirá, assim você poderá aumentar a autoestima dela mostrando o quanto de pessoas gosta dela e coisas positivas que falam sobre ela.

5. Ação negativa

Quando a criança fizer algo negativo, critique apenas a ação e nunca a criança. Diga algo do tipo: “Você é uma criança muito boa, não pode fazer esse tipo de coisa”, ao invés de “Você é muito mau”.

6. Orgulho da criança

Regularmente, diga a seu filho o quanto você se orgulha de tê-lo como filho. Fale coisas positivas do seu filho para pessoas que são importantes para ele, como amigos, professores, avós, tios, na presença dele.

7. Comparação

Jamais faça uma comparação entre o seu filho e outra criança, mas se outra pessoa o fizer, diga a ele que é especial e único em sua maneira. Se a criança falhar, diga que a ama e que sempre a amará, não importa o que aconteça.

8. Autoestima dos pais

Pais com baixa autoestima têm muita dificuldade em ajudar um filho a ter autoestima. Um pai positivo se valoriza, mesmo sabendo que não é perfeito e busca sempre crescer e melhorar.

Dafna Obadia - escritora e assistente virtual paraense, dedica-se à Licenciatura em Letras na Universidade Anhanguera e Bacharelado em Direito na Universidade da Amazônia.










Por Maristela Duarte Silva, estudante de Jornalismo.
E-mail: mariduarte_silva@hotmail.com 
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Cartazes sobre a primavera, feito com carimbos das mãos e as pontinas dos dedos.

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Jarrinho de garrafa pet


Jarrinho de garrafa pet


Reciclando e cuidando da natureza, é isso aí. Vamos fazer um jardim na escola com a gurizada .,
 
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Aedes de garrafa pet

Aedes de garrafa pet

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Armadilha para prender o Aedes

Armadilha para prender o Aedes



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Atividades para o mês de setembro.

Atividades para o mês de setembro.





 
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