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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Nissan Frontier Attack 2015 ganha primeiras projeções


Embora a linha 2015 da Nissan Frontier 2015 já tenha sido apresentada aos consumidores, uma versão em especial chamou a atenção por um motivo. A configuração não foi divulgada pela montadora japonesa e especulou-se de que a mesma tinha sido novamente descontinuada.

No entanto, a versão estará presente sim na linha 2015 da Frontier, tanto que algumas projeções já surgiram na internet e mostram uma picape com visual ainda mais esportivo e robusto.

As projeções foram feitas pelo designer João Kleber Amaral, editor do site Garagem do João. Nelas, podemos ver uma Nissan Frontier Attack 2015 com um novo design. Logo de cara, eu percebi que a picape será uma boa pedida para uso militar e indústrias pesadas.

Fonte: CarBlog

Entre as novidades no visual da Frontier Attack 2015, podemos destacar o para-choque traseiro preto, pneus All Terrain (50% off road e 50% asfalto), faróis com máscara negra e rodas de liga leve aro 16.

Fonte: CarBlog

Vale lembrar que a versão Attack teve sua produção iniciada em 2005, onde foi descontinuada em 2008. Devido a novas estratégias da Nissan, a configuração acabou voltando em 2011 e novamente saiu de linha.

Fonte: CarBlog

Agora para 2015, a expectativa é de que a Frontier Attack volte aos seus tempos áureos e consiga fazer frente com os seus principais concorrentes. Em breve , traremos novidades relacionadas a essa máquina.

http://www.motorerodas.com.br/nissan-frontier-attack-2015-ganha-primeiras-projecoes/

Novo Prisma Advantage 1.0 2015 preço e novidades

Novo Prisma Advantage 1.0 2015 preço e novidades

Visando a ampliação da sua gama de opções do Prisma, a Chevrolet lançou a série especial, Advantage. A configuração conta com itens adicionais e decoração externa exclusiva da versão. Lembrando que a novidade já está disponível nas concessionárias da marca no Brasil.

Em relação ao visual, o Novo Chevrolet Prisma Adventure 1.0 conta com molduras de proteção na lateral, aerofólio na tampa traseira, faróis com máscara negra, rodas de liga leve aro 15 na cor cinza escuro e adesivo da coluna central em preto brilhante.

A parte interna também é dotada de novidades exclusivas, onde se destacam o console central e os porta-objeto revestido de material emborrachado na cor cinza escuro, além dos tapetes em carpete.


Falando mais sobre as novidades, o interior dispõe de volante multifuncional revestido em couro com controle das funções de telefone e rádio e o sistema MyLink, que é composto por uma tela LCD de sete polegadas touchscreen, conexão Bluetooth e entrada USB.


O sistema MyLink permite ao usuário acessar aplicativos do smartphone (o BringGO é um deles, sendo usado especificamente para nevageção), vídeos, fotos, músicas, entre outros recursos que estão disponíveis.


A lista de itens de série apresenta equipamentos como chave tipo canivete, travas e vidros elétricos, além de faróis de neblina. A gama de cores é composta pelos tons Cinza Mod, Prata Switchbalde e Branco Summit (há a presença do emblema Advantage nas portas dianteiras).


O motor é o quatro cilindros SPE/4 1.0 capaz de gerar 80 cv de potência, acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem.


O Novo Prisma Advantage faz parte de uma nova era da montadora norte americana, principalmente no quesito equipamentos de fábrica, onde estão presentes o módulo de TV compatível com o sistema MyLink, câmera de ré e bancos de couro.

O preço do Prisma Advantage 2015 é de 44.776 reais.

http://www.motorerodas.com.br/novo-prisma-advantage-1-0-2015-preco-e-novidades/

Novo Peugeot 308 SW chega ao mercado europeu em 2015

Novo Peugeot 308 SW chega ao mercado europeu em 2015

Quem acompanha o Motor e Rodas, sabe que eu já venho a algum tempo batendo nessa tecla, a Peugeot não é mais aquela empresa mediana que aparecia às vezes com bons lançamentos, isso porque atualmente, a montadora francesa mudou radicalmente sua forma de trabalhar e por isso agora figura entre as principais marcas do segmento automotivo.

Para provar mais uma vez essa renovação em suas frentes de trabalho, a Peugeot prepara o lançamento da nova geração do 308 SW, a perua francesa, que chegará ao mercado entre 2015 e 2015 para substituir a linha 2014. Além de funcional, a marca promete um carro de design sofisticado e agradável.

Grande atração da Peugeot durante o Salão do Automóvel de Genebra, evento esse que foi realizado na Suíça. O Novo 308 SW traz uma traseira com lanternas de LED em formato de C invertido, além de detalhes côncavos que garantem um aspecto inovador ao modelo.

Fonte: Blog Auto

Contando com 4,58 m de comprimento, o Peugeot 308 SW é bastante espaçoso, o que garante conforto e comodidade aos ocupantes da perua. O porta-malas é o maior da categoria, com 610 litros. Lembrando que essa capacidade pode ser aumentada por meio do uso de um comando instalado no próprio compartimento, onde o banco traseiro é rebatido e forma um assoalho plano, elevando assim a capacidade para 1.606 litros.

Fonte: Blog Auto

Como itens tecnológicos, o novo Peugeot 308 SW conta com sistema de rádio e uma tela TFT de 9,7 polegadas integrada ao painel, onde o usuário pode acessar informações e executar comandos, como é o caso da regulagem do ar condicionado.

Fonte: Blog Auto

Como aconteceu com o 308 tradicional, o SW também “emagreceu”, uma vez que a perua perdeu 140 kg em relação à primeira geração. Um dos motivos dessa redução de peso está no uso da plataforma EMP2.

Fonte: Blog Auto

A parte mecânica é formada pelos motores 1.2 capaz de gerar 82 cv de potência e 1.6 turbo que fornece entre 125 e 155 cavalos de potência, esses movidos a gasolina, e os blocos 1.6 que entrega entre 92 e 115 cv de potência e 2.0 que gera 150 cavalos de potência, nesse caso, ambos são movidos a diesel.

A vendas devem ser iniciadas no segundo trimestre de 2015 no mercado europeu, em compensação, sua vinda para o Brasil está praticamente descartada, visto que a Peugeot não deseja arriscar no segmento.

Mas como se trata de Brasil, vamos aguardar até que a Peugeot decida oficialmente se não vai trazer o 308 SW para o nosso mercado.

http://www.motorerodas.com.br/novo-peugeot-308-sw-chega-ao-mercado-europeu-em-2015/

Nova Tucson 2015 contará com novidades

Nova Tucson 2015 contará com novidades

O ano de 2015 será especial para a Tucson, uma vez que a Hyundai prepara uma nova geração do SUV. Essa mudança faz parte de um projeto de renovação dos modelos da montadora sul-coreana, visto que alguns carros foram bastante criticados nos últimos anos e por isso devem ser totalmente redesenhados.

A Nova Tucson 2015 é prioridade no momento, no entanto é importante entender a situação do SUV no mercado brasileiro. Montado no Brasil pelo Grupo Caoa, o utilitário não deve receber novidades, visto que a Hyundai dará atenção especial ao ix35, modelo esse que em alguns anos será o principal ou então o único modelo da montadora sul-coreana na categoria.

Com isso, o ix35 chegaria totalmente renovado e brigaria diretamente com os demais concorrentes, onde temos o Kia Sportage, Ford Ecosport, Chevrolet Captiva, Chery Tiggo, entre outros.


A Hyundai sabe que a sua participação no segmento de SUV’s não é dos mais animadores, por isso, a montadora investirá pesado para colocar seus modelos entre os primeiros ou então no topo da categoria.

Visando o aumento das vendas e também a ampliação da sua gama de opções, a Hyundai já programa o lançamento de novos modelos, como é o caso de um pequeno crossover que estará posicionado abaixo da Tucson e também de uma versão conversível do Genesis.


O Hyundai Santa Fe é sucesso no mercado americano, basta saber agora como será a receptividade aqui no Brasil.

http://www.motorerodas.com.br/nova-tucson-2015-contara-com-novidades/

Novo Uno 2015 ganha novidades no visual


Disposta a retomar a liderança do ranking de vendas da categoria, a Fiat apresenta o Novo Uno 2015, modelo esse que ganhou novidades estéticas e mecânicas. Entre elas, podemos destacar o sistema Start-Stop, função essa que desliga o motor de forma automática em paradas de trânsito, resultando assim em uma maior economia de combustível.

A própria Fiat garante que a utilização do sistema acarretará em uma redução de até 20% no consumo. Lembrando, que o Start-Stop estará presente apenas na versão Evolution, configuração essa que é equipada com o motor 1.4 capaz de gerar 85 cv de potência com gasolina e 88 cavalos de potência com etanol.

Em relação ao visual, os retrovisores externos receberam repetidores de seta nas extremidades, as lanternas traseiras ganharam padronagem em alto-relevo, as entradas de ar e a faixa que acompanha o logotipo da montadora foram redesenhadas, o capô ganhou novos vincos e os faróis estão mais angulosos.


O interior do Novo Uno 2015 também foi melhorado e modificado, destaque para o comando dos vidros que saíram do console e agora estão nas portas, o painel foi redesenhado e conta também com um velocímetro digital em seu centro e o acabamento ganhou nova padronagem de tecidos.


Os motores continuam sendo o 1.0 capaz de gerar 75 cv de potência e o 1.4 Flex que fornece 88 cavalos de potência. Em relação à transmissão, essa será a Dualogic Plus de cinco velocidades na versão Sporting do Novo Uno. O câmbio automatizado estará disponível com aletas atrás do volante (paddle shift).


Ainda sobre a mecânica do Novo Uno 2015, o consumo do modelo é de 10,5 km por litro na estrada e 8,9 km por litro na cidade. Lembrando que esses testes foram feitos com o uso de etanol, sendo assim, com gasolina o modelo é mais econômico.


As versões disponíveis do Novo Uno 2015 são sete: Attractive 1.0 e Evolution 1.4 Start-Stop, Way 1.0 e 1.4 e Sporting 1.4. Além delas, há ainda a configuração Vivace 1.0 com carroceria de duas e de quatro portas (essa versão será vendida com uma variante de entrada do Novo Uno).

A previsão é de que o Novo Uno 2015 chegue na segunda quinzena de setembro, os preços sugeridos são de 26 mil reais para a versão Vivace e 35 mil reais para a configuração Evolution, o que coloca o carro da Fiat no mesmo nível de preço do Novo Ford Ka, Chevrolet Onix e Hyundai XH20.

http://www.motorerodas.com.br/novo-uno-2015-ganha-novidades-visual/

Chevrolet Montana 2015 LS e Sport preço e novidades

Chevrolet Montana 2015 LS e Sport preço e novidades

Tendo como principal novidade, a direção hidráulica como item de série também na versão de entrada, LS, a Montana 2015 já está sendo comercializada nas concessionárias da Chevrolet de todo o Brasil.

Sobre os itens de série, a Chevrolet Montana 2015 é equipada com: freios ABS com EBD (assistente de frenagem de emergência), alerta para o esquecimento dos faróis ligados, para-choque na cor da carroceria, cinto de segurança e banco do motorista com regulagem de altura.

A parte de itens opcionais é composta por comando elétrico dos retrovisores externos, travas e vidros, além de ar condicionado. É importante dizer que a lista de equipamentos “extras” da Montana 2015 é curta.

Em relação ao transporte e capacidade de carga, a Chevrolet Montana 2015 conta com uma caçamba alta e comprida, o que permite o transporte com segurança de diversos tipos de objetos, com, por exemplo, uma motocicleta.
As cores também sofreram mudanças, isso por que a GM passa a oferecer agora, a opção de carroceria na cor preto Carbon Flash, tonalidade essa que será do tipo metálica e que já está disponível na hora da escolha do carro. As demais cores são a Prata Switchblade e Cinza Astec (metal.icas), Vermelho Pepper e Branco Summit (sólidas).

O motor é o 1.4 EconoFlex capaz de gerar até 102 cavalos de potência, acoplado a uma transmissão manual de cinco velocidades. Ainda sobre as novidades da Montana 2015, é importante citar que a pick-up contam com a versão Sport, configuração essa que contempla adesivo de coluna, rack de teto, luzes de neblina, faróis com máscara negra e rodas de liga leve aro 16.


Internamente, o modelo conta com sistema de som com entrada USB e Bluetooth, computador de bordo, controle de velocidade de cruzeiro, coluna de direção regulável em altura e acendimento automático dos faróis.


Além das novidades, a versão Sport conta com algumas especificidades, como é o caso dos apliques decorativos na cor cinza “Midnight” na cabine, que comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos, graças ao conceito MaxCab.

Os preços da Chevrolet Montana 2015 são os seguintes:

Chevrolet Montana LS 2015: R$ 36.296
Chevrolet Montana Sport 2015: R$ 44.796

http://www.motorerodas.com.br/chevrolet-montana-2015-ls-e-sport-preco-e-novidades/

Ford F 350 e F 4000 2015 preços e lançamentos

Ford F 350 e F 4000 2015 preços e lançamentos

De uma só vez, a Ford anunciou a volta da F 350 e o lançamento da linha 2015 da F 4000. Lembrando que ambos estão retornando ao mercado após três anos. Os preços partem de 101.290 reais e vão até os 133.290 reais, valor esse que é o cobrado pela versão Ford F 4000 4×4 2015.

Na parte mecânica, todas as versões da família F contam com o novo motor 2.8 da Cummins, propulsor esse que é capaz de gerar 150 cavalos de potência e que está associado a uma transmissão manual de cinco marchas.


A nova motorização diminuiu em 6% o consumo de combustível, além de também ter reduzido a emissão de CO2. Portanto, a F 350 e a F 4000 estão mais econômicas e poluindo muito menos.


Equipamentos com freios ABS com EBD e ar condicionado passam a ser de série, visto que a exigência por itens de segurança e conforto está cada vez maior por parte dos consumidores e órgãos que fiscalizam a fabricação dos carros.


Custando a partir de 101.290 reais, o Novo Ford F 350 2015 de rodado simples conta com 2.128 kg de capacidade de carga útil e 4.500 kg de peso bruto total. A F 400 2015 de entrada, que tem seu valor sugerido em 117.290 reais, possui rodado duplo e capacidade de carga útil de 3.949 kg e bruto total de 6.800 kg.


A versão top de linha o Novo Ford F 4000 2015, custa 133.290 reais, seu peso bruto é o mesmo das demais versões, ou seja, 6.800 kg, enquanto a carga de capacidade realmente útil é de 3.810 kg. A data de lançamento do Ford F 350 e F 4000 2015 ainda não foi definida.

http://www.motorerodas.com.br/ford-f-350-e-f-4000-2015-precos-e-lancamentos/

Hilux Flex SRV automática 4×2 preço

Sabe aquele ditado que diz: “O que é bom pode ficar ainda melhor”, pois bem, no caso da Hilux ele se implica totalmente, visto que a Toyota apresentou melhorias e novidades para um dos carros mais respeitados e aclamados do mercado mundial.

Chamada de Hilux Flex Fuel, o modelo será o mesmo da versão SRV, ou seja, contará com tração 4×2, transmissão automática de quatro velocidades e motor 2.7 capaz de gerar 158 cv de potência com gasolina e 163 cavalos de potência com etanol.


A Hilux Flex SRV automática chegará ao mercado em novembro de 2014, no entanto, os consumidores já podem fazer suas reservas. Com esse lançamento, a picape da Toyota será a primeira do mercado brasileiro a contar com tração dianteira, acabamento top de linha, motor flexível de quatro cilindros e transmissão automática.

Sobre o preço, a Toyota anunciou que deseja expandir ainda mais o mercado da Hilux, por isso, a versão Flex da picape custará menos de 100 mil reais, valor esse que é inferior ao praticado nas demais versões do modelo japonês.


Sobre os itens de série, a Hilux Flex SRV conta com câmera de ré, entradas auxiliares e USB, DVD e TV, central multimídia com navegação e ar condicionado digital. Com o lançamento da nova versão da picape, a Toyota coloca o modelo em uma posição de mercado bastante movimentada.

http://www.motorerodas.com.br/

Agricultura Biológica - PRINCÍPIOS DA AGRICULTURA BIOLÓGICA

Agricultura Biológica

 A Agricultura Biológica é um sistema de produção holístico, que promove e melhora a saúde do ecossistema agrícola, ao fomentar a biodiversidade, os ciclos biológicos e a atividade biológica do solo.
Privilegia o uso de boas práticas de gestão da exploração agrícola, em lugar do recurso a fatores de produção externos, tendo em conta que os sistemas de produção devem ser adaptados às condições regionais. Isto é conseguido, sempre que possível, através do uso de métodos culturais, biológicos e mecânicos em detrimento da utilização de materiais sintéticos.
A Agricultura Biológica, também conhecida como 'agricultura orgânica' (Brasil e países de língua inglesa), 'agricultura ecológica' (Espanha, Dinamarca) ou 'agricultura natural' (Japão).
Ecológica
Baseia-se no funcionamento do ecossistema agrário e recorre a práticas como rotações culturais, adubos verdes, consociações, luta biológica contra pragas e doenças - que fomentam o seu equilíbrio e biodiversidade.
Holística
Baseia-se na interação dinâmica entre o solo, as plantas, os animais e os humanos, considerados como uma cadeia indissociável, em que cada elo afeta os restantes.
Sustentável
Visa: manter e melhorar a fertilidade do solo a longo prazo, preservando os recursos naturais solo, água e ar e minimizar todas as formas de poluição que possam resultar de práticas agrícolas.
reciclar restos de origem vegetal ou animal de forma a devolver nutrientes à terra, minimizando deste modo o uso de recursos não-renováveis.
depender de recursos renováveis em sistemas agrícolas organizados a nível local. Assim, exclui a quase totalidade dos produtos químicos de síntese como adubos, pesticidas, reguladores de crescimento e aditivos alimentares para animais.
Socialmente responsável
A Agricultura Biológica une os agricultores e os consumidores na responsabilidade de:
Produzir alimentos e fibras de forma ambiental, social e economicamente sã e sustentável
Preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais
Permitir aos agricultores uma melhor valorização das suas produções e uma dignificação da sua profissão, bem como a possibilidade de permanecerem nas suas comunidades
Garantir aos consumidores a possibilidade de escolherem consumir alimentos de produção biológica, sem resíduos de pesticidas de síntese e, consequentemente, melhores para a saúde humana e para o ambiente.
Agricultura Biológica
Fonte: cjigraciosa.no.sapo.pt
Agricultura Biológica

PRINCÍPIOS DA AGRICULTURA BIOLÓGICA

Estes Princípios são a raiz a partir da qual a Agricultura Biológica cresce e se desenvolve. Eles expressam a contribuição que a Agricultura Biológica pode dar ao Mundo e oferecem uma perspectiva com vistas ao aperfeiçoamento da agricultura no contexto global.
A agricultura é uma das atividades basilares da Humanidade, uma vez que todas as pessoas necessitam se alimentar diariamente. A história, a cultura e os valores dos povos estão congregados na agricultura. Os Princípios aplicam-se à agricultura no seu sentido mais amplo, incluindo a forma como os povos manejam os solos, a água, as plantas e os animais, de modo a produzir, preparar e distribuir alimentos e outros bens. Estes Princípios dizem respeito ao modo como as pessoas interagem com o meio circundante, como se relacionam entre si e como constroem a herança para as gerações vindouras.
Os Princípios da Agricultura Biológica constituem uma fonte de inspiração para o movimento da Agricultura Biológica em todas as suas vertentes, orientando a IFOAM na tomada de posições e na elaboração de programas e normas de produção. Para além disso, a sua adoção em nível mundial é já uma evidência.
A Agricultura Biológica baseia-se nos seg uintes princípios:
Princípio da saúde
Princípio da ecologia
Princípio da justiça
Princípio da precaução
Cada princípio é composto por uma declaração seguida de uma explicação.
Estes princípios foram criados como princípios éticos com o objetivo de inspirar a ação, devendo ser aplicados em seu conjunto.

Princípio da SAÚDE

A Agricultura Biológica deverá manter e melhorar a qualidade dos solos, assim como a saúde das plantas, dos animais, dos seres humanos e do planeta como organismo uno e indivisível.
Este princípio sugere que a saúde dos indivíduos e das comunidades não pode estar dissociada da saúde dos ecossistemas – solos saudáveis originam produtos saudáveis que, por sua vez, promovem a saúde dos animais e das pessoas. A saúde é a plenitude e a integridade dos sistemas vivos. Não é apenas a ausência de doenças, mas sim a manutenção do bem-estar físico, mental, social e ecológico. Imunidade, resiliência e regeneração são características essenciais para a saúde.
O papel da Agricultura Biológica, tanto na produção quanto na transformação, distribuição ou consumo, é manter e melhorar a saúde dos ecossistemas e dos organismos, do mais ínfimo ser vivo no solo até o ser humano. A Agricultura Biológica deverá, em especial, produzir alimentos nutritivos e de alta qualidade, que contribuem para a prevenção da saúde e do bem-estar. Desta forma, deverá ser evitado o uso de fertilizantes, agrotóxicos, hormônios de crescimento e aditivos alimentares que podem originar problemas à saúde.

Princípio da ECOLOGIA

A Agricultura Biológica deverá se basear nos sistemas ecológicos vivos e seus ciclos, trabalhando com eles, imitando-os e contribuindo para a sua sustentabilidade.
Este princípio baseia a Agricultura Biológica nos sistemas ecológicos vivos ao afirmar que a produção deve se fundamentar em processos ecológicos e na reciclagem. A nutrição e o bem-estar são proporcionados pela ecologia do ambiente produtivo específico. Por exemplo, na produção vegetal, refere-se ao solo vivo; na produção animal, refere-se ao ecossistema da exploração; na aquacultura (peixes e outros organismos marinhos), reporta-se ao ambiente aquático. A agricultura, o pastoreio e a coleta de espécies silvestres, no modo de produção biológico, deverão se enquadrar nos ciclos da Natureza e nos seus equilíbrios ecológicos. O manejo na agricultura biológica deverá ser adaptado às condições do local, à ecologia, à cultura e à escala da atividade. Os fatores de produção devem ser reduzidos através da reutilização, da reciclagem e do manejo eficiente dos materiais e da energia com vista à manutenção e melhoria da qualidade ambiental e à conservação dos recursos. A Agricultura Biológica deve alcançar o equilíbrio ecológico através do desenho dos sistemas agrícolas, da criação de habitats e da manutenção da diversidade genética e agrícola. Produtores, transformadores, comerciantes ou consumidores de produtos de Agricultura Biológica devem proteger e beneficiar o ambiente que é de todos, incluindo paisagens, clima, habitats, biodiversidade, ar e água.

Princípio da JUSTIÇA

A Agricultura Biológica deverá se basear em relações justas no que diz respeito ao ambiente comum e às oportunidades de vida.
A justiça caracteriza-se pela igualdade, o respeito, a equidade e a responsabilidade pelo mundo compartilhado, tanto entre as pessoas como nas suas relações com os outros seres vivos. Este princípio realça o fato de que todos os que estão envolvidos na Agricultura Biológica deverão orientar as relações humanas de modo a assegurar a equidade em todos os níveis e para todos os setores – agricultores, assalariados, transformadores, distribuidores, comerciantes e consumidores. A Agricultura Biológica deverá proporcionar uma boa qualidade de vida a todas as pessoas envolvidas, contribuindo para a soberania alimentar e para a eliminação da pobreza, procurando produzir alimentos e outros produtos de alta qualidade em quantidades suficientes. Este princípio insiste no fato de que os animais deverão dispor das condições e das oportunidades de vida que a sua fisiologia, o seu comportamento natural e o seu bem-estar exigem.
Os recursos naturais e ambientais utilizados na produção ou diretamente consumidos devem ser geridos de uma forma ecológica e socialmente justa e mantidos para as gerações vindouras. Para que haja justiça são necessários sistemas de produção, distribuição e comércio que sejam livres e equitativos e que englobem os custos reais em termos sociais e ambientais.

Princípio da PRECAUÇÃO

A Agricultura Biológica deverá ser gerida de uma forma cautelosa e responsável de modo a proteger o ambiente, a saúde e o bem-estar das gerações atuais e daquelas que hão de vir.
A Agricultura Biológica é um sistema vivo e dinâmico que reage às exigências e às condições internas e externas. Os praticantes da Agricultura Biológica poderão melhorar a eficiência e aumentar a produtividade, mas sem colocar em risco a saúde e o bem-estar. Por conseguinte, as novas tecnologias devem ser cuidadosamente avaliadas e os métodos existentes revistos. Uma vez que existe um conhecimento incompleto dos ecossistemas e da agricultura, devem ser tomadas precauções.
Este princípio estabelece que a precaução e a responsabilidade são as principais preocupações na escolha do manejo, do desenvolvimento e das tecnologias na Agricultura Biológica. A ciência é necessária para assegurar que a Agricultura Biológica seja saudável, segura e ecologicamente apropriada. No entanto, o conhecimento científico por si só não é suficiente. A experiência prática, a sabedoria acumulada e os saberes tradicionais e indígenas oferecem soluções válidas, testadas ao longo dos anos. A Agricultura Biológica deve evitar riscos significativos ao adotar tecnologias apropriadas e ao rejeitar outras com consequências imprevisíveis, como a engenharia genética. As decisões devem refletir, através de processos participativos e transparentes, os valores e as necessidades de todos aqueles que poderão vir a ser afetados.
Fonte: www.ifoam.org

O que é a agricultura? Existem diferentes tipos de agricultura? Quais são os efeitos da agricultura convencional? Quais são os efeitos da agricultura sustentável?

O que é a agricultura?
Agricultura, é a simplificação da cadeia alimentar da natureza e do redirecionamento da energia para o plantio humano e consumo animal.
Para simplificar, a agricultura envolve redirecionar o fluxo natural da natureza da cadeia alimentar. O fluxo natural da cadeia alimentar é, o sol fornece luz para as plantas. As plantas convertem a luz solar em açúcares que fornecem alimento para as plantas (este processo é chamado de fotossíntese). As plantas fornecem alimento para os herbívoros (animais herbívoros, ou seja, preguiças) e os herbívoros servem de alimento para carnívoros (comer carne de animais, ou seja, onças). Decompositores ou bactérias, quebrar plantas ou animais que morreram. Nutrientes das plantas e animais voltar para o solo e todo o processo começa novamente.
O que acontece com a agricultura é que essa teia é interrompido. Em vez de ter os herbívoros comem as plantas, as plantas são protegidas para consumo humano. Isso significa que não são apenas planta comer animais excluídos da cadeia alimentar, mas também os animais carnívoros e até decompositores. No entanto, se um agricultor está plantando milho para alimentar o gado, o gado comer o milho para engordar e depois, eventualmente, são abatidos para consumo humano. Mesmo que um herbívoro (vaca) está comendo a planta (milho), a teia é interrompida quando a vaca é morto para consumo humano.
Existem diferentes tipos de agricultura?
Sim. Não é a agricultura convencional e agricultura sustentável (agroecologia).
A agricultura convencional, mais comumente praticado nos Estados Unidos, geralmente implica os seguintes critérios:
alterar ou modificar o ambiente natural (remoção das árvores, cultivar o solo, a instalação de um sistema de irrigação, etc
mono-cultivo, ou plantar uma cultura (ex: milho só é cultivado em uma parcela).
as culturas não são renováveis, após a colheita, o enredo é nua novamente e requer cultivo (cultivo e aração do solo), a adubação, plantio, irrigação (rega), e colher tudo de novo.
diversidade é eliminado de modo a manter a uniformidade
uso de inseticidas e pesticidas para manter os insetos e animais de comer as plantas, estes produtos químicos não são apenas venenoso para insetos, animais e seres humanos, eles também poluem lençóis freáticos, córregos, rios e oceanos.
o uso de fertilizantes inorgânicos para proporcionar nutrientes para o solo
uma grande quantidade de energia e trabalho para o agricultor manter este sistema de agricultura natural, a natureza é mais alinhado com a diversidade (que quer ser selvagem), ao invés de controlado e uniforme.
Aqui estão alguns exemplos de culturas que se submetem a agricultura convencional: milho, trigo, arroz, banana, feijão de soja, etc.
Quais são os efeitos da agricultura convencional?
uma vez que o enredo é despojado de suas características ambientais naturais, as plantas são vulneráveis a doenças, alta predação herbívoro, e erosão do solo.
uma diminuição na bio-diversidade significa que muitos animais perdem seu habitat e quer mudar ou extinguir-se.
após a colheita, o enredo é vazio, deixando o solo exposto e sujeito à erosão do solo.
o uso de inseticidas e pesticidas polui o meio ambiente em vários níveis: o solo, córregos, riachos, rios, fontes de água subterrânea, água de poço, o oceano, e até mesmo o ar. Quando estes produtos químicos são ingeridos (comido) ou inalado, eles podem envenenar animais e pessoas. Esta intoxicação pode causar doenças graves e até a morte.
doenças das culturas, seca (sem chuva), fogo ou chuva forte de queda pode destruir uma colheita, causando graves dificuldades econômicas para o agricultor e até mesmo o consumidor, porque quando a quantidade de uma cultura é baixa (quando a oferta é baixa), o p é aumentada.
A agricultura sustentável (agroecologia) usa os princípios ecológicos para a fazenda, daí o prefixo fazenda agro-to e ecologia-ciência da relação entre os organismos e seus ambientes.
Agro-ecologia envolve:
manutenção do ambiente natural e utilização de princípios ecológicos para práticas agrícolas sustentáveis
poli-corte, ou a plantação de várias culturas juntas (ex: linhas de plantio de milho, feijão e abóbora em conjunto e não em parcelas distintas, como em monocultura)
uma vez que muitas plantas são plantadas em conjunto, e cada um tem um período de colheita diferente, o enredo nunca está vazia. Isso reduz a erosão do solo.
diversidade é mantida e até aumentada ao longo do tempo
um sistema de diversidade de plantas podem atrair várias espécies de herbívoros. Alguns destes herbívoros gostam de comer tipos específicos de plantas. Espécies de predadores geralmente não têm uma preferência para que os herbívoros para comer. Esta predação mantém a população herbívoro em cheque, reduzindo, assim, a predação de qualquer cultura.
Plantas, tais como citrosa, são repelentes naturais. Isto elimina a necessidade de utilizar inseticidas.
nutrientes de cada planta de entressafra fornecem diferentes nutrientes para o solo, aumentando assim a sua fertilidade (capacidade de sustentar a vida).
menos energia é necessária por parte do agricultor, porque o sistema de agricultura se sustenta
Aqui estão alguns exemplos de culturas de agricultura sustentável: café sombra; culturas múltiplas, na Alemanha, por exemplo, eles cenouras vegetais, beterraba e cebola juntos em um enredo; no México, eles fazem o mesmo com o milho, feijão e abóbora. Na Itália, eles plantam ambas as culturas anuais e perenes para criar uma horta diversificada, em outras áreas, eles usam cortes de cobertura em pomares para inibir o crescimento de ervas daninhas, etc.
Quais são os efeitos da agricultura sustentável?
utilizando princípios ecológicos aumenta a bio-diversidade. Não são apenas as casas dos animais resgatados (salvo), mas o sistema ecológico natural protege a si mesmo (se sustenta) de erosão do solo, predação herbívoro grave e doenças das culturas.
desde inseticidas e pesticidas não são usados, a poluição e os efeitos nocivos da ingestão desses venenos não são um problema
uma vez que cada planta consórcio fornece um nutriente diferente para o solo, fertilizantes, ou menos (ainda não) são adicionados ao solo
este tipo de agricultura está alinhado com a natureza e utiliza os princípios da natureza para sustentar-se (não há nada melhor do que isso!)
agricultores experimentam perda econômica menos ou nenhuma com este tipo de sistema de agricultura, porque o ambiente natural se protege de doenças das culturas (devido à diversidade de espécies), a erosão do solo (benefícios da consorciação de plantas com diferentes períodos de colheita), inundações (as plantas absorvem consórcio pesado chuva-quedas), secas (os consórcios fornecer umidade e sombra para o outro) e fogo (umidade extra e sombra mantém plantas de secar e tornar-se mais suscetíveis ao fogo).
Fonte: kids.mongabay.com
Agricultura
Apresentação
“Em se plantando tudo dá!” Pero Vaz de Caminha já dizia sobre a fertilidade natural que nas terras brasileiras havia no ano de 1500.
Os nativos viviam em dinâmica harmonia com a natureza que lhes era benfazeja, proporcionando-lhes corpos sadios alimentados pela caça, pesca, coleta de frutos, raízes e uma incipiente agricultura itinerante.
A colonização promoveu, além da dizimação de aldeias indígenas, grande desmatamento. Primeiro para a extração do Pau-Brasil, depois para a implantação das extensas lavouras açucareira, algodoeira e cafeeira destinadas à exportação e, ainda, pastagens.
Daí, então, muita degradação tem sofrido o solo brasileiro em conseqüência dum manejo inadequado e de políticas agrárias favoráveis às grandes culturas de exportação, com uso intensivo de insumos agrícolas, agrotóxicos e mecanização.
Atualmente, atravessamos um período de mudanças de paradigmas em vários setores e crescente tem sido a preocupação com a minimização dos impactos ambientais nas atividades agropecuárias e muito se fala em agricultura sustentável e familiar para a preservação dos recursos da geração vindoura e aumento da população rural.
Os “produtos orgânicos certificados” têm conquistado espaço no mercado e, por eles, o consumidor paga mais caro, aumentando, assim, a demanda por conhecimentos agroecológicos.
A fertilidade do solo deve ser garantida e a adubação é prática indispensável para a obtenção de boas colheitas, através das quais os nutrientes são exportados do sistema solo/planta. Contudo, essa prática requer ciência para “não jogar dinheiro fora”, agredindo o meio-ambiente.
Com este poema paradidático, adequado para a extensão rural, o poeta Ulisses Prudente semeia conhecimentos técnico-científicos sobre a fertilidade do solo que, certamente, pelo adubo dialético produzirá farta colheita.
Em agricultura geral,para boa produtividade, seja numa grande propriedadeou no fundo do quintal;do solo, a fertilidade, é pré-requisito essencial.
Contudo, mesmo havendo fertilidade adequada, se houver ataque de pragas,seca, doença ou inundação,a produção será limitada,dura será a empreitadaou, quiçá, todo trabalho vão.
Não basta, apenas, adubar; um conjunto de práticas é necessário adotar, a começar pelo estudosobre a fertilidade do soloao qual vamos iniciar.
Para ser extraordinário, vou te dar certo trabalho,consulte um dicionárioprá entender a razão: melhorando teu vocabulário aumentarás teu erário, ganharás com a instrução.
A fertilidade do solo vai dar muito o que falar, não quero ser pedante, nem tampouco inconsistentes obre o que tenho a relatar, mas, sobre os fundamentos do solo vamos ter que enveredar...
A origem do solo, bem como a sua idade, é importante saber, pois, a fertilidade, pelo grau de intemperismoe minerais constituintes é possível prever.
Assim como na poesia se organizam as rimas; areia, silte, argila: para formar o solo se combinam, conferindo uma textura que ao tato se analisa.
Portanto, ao primeiro toque, nos trópicos... na Bahia! Se a granulometria, muito fina, apresentar-se, poderá ser a caulinitao mineral argila daquele solo constituinte, cuja característica é uma menor superfície específica para troca de elemento sem comparação à montmorilonita, nas regiões temperadas, argila típica.
A fração argilo-minerale a matéria orgânica determinam a capacidadede troca catiônica, adsorvendo significativamente muitos nutrientes, disponibilizando-os às plantas.
Ânions, também, em situações especiais, quando não fixado sou, senão, precipitado sem óxidos de metais, podem ser adsorvidos por colóides minerais
Compostos solúveis na forma aniônica, podem ser, também volatizados, mas, tendem a ser lixiviados ou pela erosão carregados. Dispersão é sua tônica
Solos férteis, profundos, bem drenados, estes são mais desejáveis; com textura e estrutura favoráveis se desenvolve a plantação,garantindo na colheita uma grande produção.
Entender um pouco de química não faz mal a ninguém, assim como um tanto de física sempre faz bem a alguém, se há deficiência hídricaa irrigação bem convém.
As relações existente sentre solo e planta, do balanço hídrico são dependentes, pois, na solução do solo estão disponíveisos essenciais nutrientes.
Em outras palavras, procurando simplificar, todo solo é poroso, repleto de água e ar: a água é o solvente que disponibiliza nutrientes para a planta alimentar.
As plantas absorvemo que está em solução pelo fluxo de massaou, senão, difusãoou, então, ainda, pela radicular interceptação.
Em consonância à cultura que se pretende implantarou, se já plantada, pretende-se adubar, a análise química do solo é imprescindível efetuar.
Retirar amostras de solo, requer certo entendimento, um erro nessa etapa compromete o investimento, é preciso tomar cuidado prá não haver mascaramento.
Para a área determinada ser bem representada, conforme o relevo será a área estratificada, pois, terço-médio ou inferior, outeiro ou baixada merecem uma amostra de solo composta para cada, levando-se em conta, ainda, se já houve adubação,o tipo de vegetaçãoe sua idade estimada.
Em zigue-zague deve ser retirada uma amostra simples do soloa cada dez largas passadas, numa área delimitada com no máximo dois hectares, dois homens na jornada com sonda ou trado ou enxada, evitando-se formigueiro, locais de entulho ou casqueiros; o serviço requer dinheiro, às vezes, muitas jornadas...e, pelo menos, 24 amostras devem ser coletadas.
A profundidade do solo, a ser amostrada, depende da cultura ali instalada ou, ainda, daquela que venha ser implantada.
Em áreas de pastagens,10 cm de profundidade é o suficiente, para outras culturas 20 cm é o recomendado, geralmente. Sendo conveniente consultar um técnico ou agrônomo experientes, principalmente, em se tratando de cultura diferente.
As amostras simples devem ser misturadas numa vasilha plástica prá não serem alteradas. Nas mãos, luvas de borracha, cuidado com a empreitada! Pois, o suor humano, rico em potássio, pode ser o enganonuma amostra mascarada.
Da mistura composta deve ser retirada apenas uma amostra, de pesagem estimadaem cerca de 300 gramas, devidamente identificada, assim ninguém se engana, e, num laboratóriode análise química do solo, essa amostra enviada, será, então, analisada.
A análise química do solo para ser compreendida, é preciso estar por dentro do sistema internacional de pesos e medidase das correlações etc e tal que podem ser estabelecidas.
Um solo, por exemplo,que, de argila, contenha trinta e cinco por cento (35%), prá quem tem entendimento, em decagrama por quilo (35 dag/kg) será expresso esse conhecimento.
A nutrição da planta pode, também, ser avaliada pela análise foliar, técnica já adotada por aqueles produtores que caminham na vanguarda.
A fitosanidade, em verdade,digo com experiência, expressa a fertilidade, ou senão, sua carência,s endo a análise de toda planta,outro recurso da ciência.
O que digo e escrevo com certa competência, serve para todos como uma advertência: é necessário conhecersintomas de deficiência.
A química do solo é algo surpreendente, nas menores partículas são retidos os nutrientes que, em rápidas reações reversíveis e estequiométricas,c onforme a carga elétrica, trocam de lugar constantemente.
A carga elétrica do solo, do pH pode ser dependente, sendo positiva ou negativa e, conforme o gradientede cátions na solução, o ponto de carga zero,do pH neutro será coincidente.
O pH do solo tem correlação com íons de hidrogênio liberados na solução, se o solo é ácido ou alcalino, essa é uma boa questão.
Quanto mais ácido o solo, mais baixo o pH, isso é importante a gente correlacionar. O pH é variável, a gente pode alterar.
Potencial de hidrogênio, pH quer dizer ,numa escala de 0 a 14, pode-se estabelecer e o ótimo para as culturas é importante saber.
O produtor desavisado vai na conversa do vendedor :“ o adubo tá barato! Você tem saldo credor! ”Acaba ludibriado,muitas vezes, comprando errado na quantidade e no valor.
Outro aspecto de relevante atenção além da quantidade, é a qualidade: verifique a concentração, se firme na verdadedessa minha instrução.
Daí a importância de se procurar entenderda química do solo e não se deixar convencer por qualquer vendedor que em sua porta bater.
Convém chamar a atenção para o tal do poder tampão, que é a relação do fator quantidade de íon-lábil no solopela atividadedo íon na solução, sendo, o fator intensidade, essa concentração.
A disponibilidade de nutrientes é, assim, proporcionadaem função dessas grandezas, entre si, relacionadas, que levam a soluçã oa uma concentração naturalmente equilibrada.
Quando um íon-nutriente é pela planta absorvido, um íon-lábil do solo é para a solução atraído, tendendo a soluçãoa manter a concentraçãoem devido equilíbrio.
Nitrogênio, fósforo, potássiosão nutrientes primários; cálcio, magnésio e enxofre, considerados secundários, mas, sem um dos micronutrientes: manganês, molibdênio, cloro,cobre, ferro, zinco, boro,o solo é deficiente, pouco fértil, ordinário. Todos são essenciais sem maiores comentários...
Hidrogênio e alumínio são elementos significantes, a presença no solo tem efeito acidificante, são tóxicos às plantas, muito inconvenientes, deixando-as carentes de todos os nutrientes.
Porém, o calcário garante cálcio e magnésio, além de percentuais de outros minerais, observando-se os critérios que determinam a quantidade, trazendo ganhos reais.
O cálcio e o magnésio em química reação com o hidrogênio e o alumínio encontrados em solução, neutralizam a toxidez, corrigindo, então, a indesejável acidez.
A quantidade de calcário a ser aplicada, com a textura do solo está correlacionada, em solos arenoso se em solos muito ácidos ela convém ser parcelada.
Se, por hectare, necessitarmais que 5 toneladas, mesmo em solos argilosos a calagem é parcelada e, 3 meses antes do plantio e/ou da adubação, toda a incorporação deve estar efetuada.
A dose de calcário a ser uniformemente aplicada, com o poder relativo de neutralização total, expressado em percentual, e com a profundidade de incorporação desejada.está, também, correlacionada.
Seja calcário dolomítico, magnesiano, ou ainda, calcário calcíticoou, até mesmo, o calcário calcinado que se encontre no mercado, o frete, geralmente, é o principal componente no custo final da calagem.
A acidez do solo pode ser corrigida com a prática da calagem, principal medida, e com a gessagem a correção do solo em camadas profundas será, também, garantida.
Num programa de adubação, é algo muito importante a época de aplicação e dosagem de fertilizantes, principalmente onde ocorrem chuvas intensas e abundantes.
Para o investimento não “escorrer pelo ladrão”é recomendável o parcelamento da fertilização e, com esse procedimento,diminui-se a lixiviação, o endividamento e perdas por erosão.
A adubação química tem esse impacto: a contaminação do lençol freático por metais pesados, nitritos e nitratos que são carregado sem lixiviação.
Atenção! O ciclo vicioso da química dependência é muito oneroso, apesar da imediata excelência tem efeito pernicioso, exigindo muito venenoc ontra pragas e doenças, deixa o solo estéril, seja cauteloso, tenha critério sao fazer uso da ciência.
Todo excesso é prejudicial, muitos nutrientes prontamente disponíveis podem ser um grande mal, inibindo a microvida no solo existente,deixando a rizosfera um tanto carente da microfauna e microfloraque, dinamicamente, interagindo com as plantas, disponibilizam nutrientes.
Em se tratando de fertilização, é importante entender as leis gerais de adubação: além da lei do mínimo, tem a lei da interação entre cada nutriente, otimizando a absorção; sendo conveniente, para a lei dos incrementos decrescentes, especial atenção.
Máxima eficiência econômica é a nossa pretensão: o rendimento da cultura à primeira adubação, quase sempre é superior às que seguirão, as doses e o tempo variam em função.
Culturas melhoradas que recebem adubação, muitas vezes, têm triplicadoa sua produção:o recurso é válido com a devida orientação.
Agrônomos e técnicos estão à disposição no livre mercado ou em pública instituição e, muitas vezes, em mera ocasião, sem financeira retribuição, até em confraternização eles te dão atenção.
Mas tudo custa caro! Até a assistência técnica tem seus honorários, mesmo que, porventura, através dos impostos,s eja o povo quem pagueestes salários.
Contabilizar tudo isso, torna-se imprescindível na relação custo/benefício, o problema é difícil! “Prá não jogar dinheiro fora”, ter retorno sem demora, através da produção, com melhoria da qualidade, boa produtividade, reflita nisso agora, adube com precisão.
Diversas fontes de nutrientes existem no mercado, do mais agressivo adubo químicoà melhor compostagem. O preço também é vário, assim como o frete e diária de operário.
O impacto ambiental merece consideração, o excesso de nutrientes, torna-se poluição, o solo fica doente, com a microvida ausente, causando intoxicação.
A fertilidade natural pode ser conseguida pela ciclagem dos nutrientes e adição, ainda, de pó de rochas minerais e micronutrientes, ativando a microvida.
A microfauna e microflorano solo existente,em plena atividade, disponibilizam nutriente sem solução aquosa de onde as raízes das plantas retiram o sustento.
Dentre os seres vivos no solo presentes, as minhocas são dos mais competentes, digerindo matéria orgânica, trabalham prá gente, enriquecendo a terrac om seus excrementos, promovem, ainda, um bom arejamento.
Muitos, são os biofertilizantes de origem animal ou vegetal, alguns são sólidos, outros líquidos e industriais ou até mesmo artesanais comprados em camelô ou em casas comerciais.
Urina de gado, quem diria...tem muita serventia em agricultura geral, fermentada dez dias, fornece nitrogênio e micronutriente sem pulverização eventual.
Fertilizantes naturais de origem animal, de fácil obtenção ao produtor rural, são os estercos bovinos, de aves ou suínos e, até mesmo, os de eqüinos, têm seu potencial.
O bom manejo do solo é tarefa fundamental: o seu revolvimento pode ser prejudicial, requer muito cuidado, principalmente em solo pesado, que tende a ser compactado e pela erosão degradado em agricultura convencional.
Técnicas conservacionistas devem ser utilizadas, visando a manutenção na área manejada, das qualidades físicas, biológicas e químicas devidamente equilibradas.
Os resíduos orgânicosde toda propriedades ão recursos naturaisda própria atividade agropecuária ou agroindustrial e têm possibilidade de melhorar a produtividade se forem utilizadosde maneira racional.
A adubação orgânica e fosfatos naturais propiciam o desenvolvimentode fungos micorrízicos e outros microorganismos, favorecendo o melhoramento do solo em caráter estrutural, produzindo alimentos saudáveis de maior valor nutricional.
A adubação verde é, também, recomendada, a médio e longo prazo, sendo bem empregada, a fertilidade do solo será, então, melhorada.
A ciclagem dos nutrientes deve ser compreendida. Em consórcio, as leguminosas são uma boa alternativa, facilitando a absorção de fósforo e nitrogêniopelas plantas amigas.
A rotação cultural é prática antiga, em cultura anual é boa medida e a exigência nutricional faz o diferencialn a escolha da culturaa ser estabelecida.
A proteção do solo contra vento e insolação é algo essencial prá evitar a degradação; em solo tropical a queimada é grande mal, um prejuízo sem igual, o solo vira um torrão.
Deixando o mato crescer, entregue ao “Deus dará”, ninguém tem nada a perder, ao contrário, só ganhar Se quiser “pagar prá ver”, até eu posso apostar.
A natureza é sábia, promove a restauração, sendo possível, ao homem, alguma intervenção; se está, a terra, cansada, é então recomendado esse descanso sagradopara a recomposição.
O solo protegido retém mais umidade .Buscando o equilíbrio, tem melhor fertilidade e a ciclagem dos nutrientes é algo conseqüente da biodiversidade.
Os solos tropicais, a bem da verdade, são considerados quentes, com boa permeabilidade, pobres em nutrientes, ácidos geralmente, e, de matéria orgânica, muito dependentes: essa é a realidade.
Matéria orgânica no solo em decomposição, também consome nitrogênio. Preste bem atenção! É preciso certa ciência ao se fazer a incorporação.
Microorganismos decompositore sem constante ação requerem nitrogênio para a nutrição e podem deixar sua cultura em má situação.
A adubação orgânica, pode ser equilibradaa escala do tempo deve ser bem calculada, pois, a mineralização ou humificação, certamente, é demorada.
A matéria orgânica tem função especialpara a melhoria do solo em caráter estrutural, formando agregados com a fração argilo-mineral.
O solo fica grumoso, com boa umidade, bastante poroso e, com essas qualidades, havendo chuva à vontade, trará ganho fabuloso.
Jamais por mera retórica faço essa observação: o que liga o homem à terra não é o mísero milhão, o lucro conseqüente da sua plantação depende do manejo do solo, é uma constatação.
A mãe-natureza em louvável ação, sempre aponta o caminho, exigindo observação: os fenômenos estão patentes, mas, aquilo tão aparente pode ser mera ilusão.
O manejo dos solos requer sabedoria, respeito à natureza, dinâmica harmonia, boa dose de ciência, um tanto de paciência e um pouco de poesia.
Um semeador saiu a semear em grande seara, numa terra seca, dura semente, palavra prá gente feita de pedra que vira pó.
À beira do caminho, pássaros fizeram ninhos, a poesia se esparramou, comeram-lhe os passarinhos, o semeador chorou baixinho, nenhuma semente brotou.
Há sempre uma cruz, marcando na estrada um fim de jornada e a semente plantada em terra adubada, profunda e fecunda, com a chuva renascerá..
Trazendo alegria na alma refeita após a colheita e aquele banquete regado a bom vinho, no Sul da Bahia, em cama macia um poeta se deita, descansa a caneta e dorme sozinho.
Ação consumada, semente lançada. Atenção no aviso, não corra perigo! Aprendi com os antigos, desde menino, quem planta mostarda não colhe pepino, não faça o que faço mas faça o que digo..
No ciclo da vida, em toda a existência, revela-se a essência que assim se traduz. Da planta do pé apoiada no chão, aos calos e linhas na palma da mão, como é possível conter tamanha amplidão?
Se cresce o joio em campo de trigo, deixe que cresça, é este o desígnio, porém não se esqueça de tudo que digo, após a colheita, separe-o do trigo.
É dado este recado com toda emoção, quem quiser me conhecer, será uma satisfação receber o seu abraço e seu aperto de mão.
Ulisses Prudente da Silva
Glossário
Adsorvidos: retidos na superfície.
Adubação verde: plantas cultivadas para serem incorporadas ao solo e aumentar a sua fertilidade.
Análise química do solo: análise da composição do solo, usualmente com a finalidade de estimar a disponibilidade de nutrientes para as plantas mas, também, incluindo a determinação da acidez ou alcalinidade e da condutividade elétrica.
Ânions: íons ou moléculas com carga eletronegativa.
Areia: partículas inorgânicas com tamanho variando de 2,0mm a 0,05mm de diâmetro.
Argila: partículas cristalinas inorgânicas naturais com menos de 0,002 mm de diâmetro.
Boro (B): elemento essencial para o crescimento dos tubos polínicos e germinação dos grãos de pólen. Provavelmente é o micronutriente com deficiência mais generalizada. Pode estar envolvido no transporte de carboidratos.
Calcário: pó de rocha que contém carbonato de cálcio e carbonato de magnésio, cal hidratada (hidróxido de cálcio) ou cal virgem (óxido de cálcio). O calcário é usado para diminuir a acidez do solo e fornecer cálcio e magnésio com nutriente essencial às plantas.
Calcário calcinado: são fabricados pela calcinação das rochas em fornos e posterior moagem. O grau de calcinação pode ser total ou parcial, o que dá ao produto final diferentes graus de poder relativo de neutralização total. Podem ser calcíticos, magnesianos ou dolomíticos.
Calcário calcítico: proveniente da calcita, mineral formado por carbonato de cálcio.
Calcário dolomítico: proveniente da dolomita, mineral formado de carbonatos de cálcio e magnésio.
Calcário magnesiano: proveniente da magnesita, mineral formado por carbonato de magnésio.
Capacidade de troca catiônica: conhecida por CTC, é a capacidade do solo para reter e trocar cátions. A energia da carga positiva dos cátions varia, fazendo com que um cátion substitua outro na partícula do solo, que apresenta carga negativa.
Cátions: íons ou moléculas com carga eletropositiva.
Caulinita: mineral de argila, dos principais constituintes de solos tropicais e que apresenta uma superfície específica de 10 a 30 m2/g.
Cloro (Cl):essencial às plantas para as reações fotossintéticas envolvidas na evolução do oxigênio.Pode atuar na regulação osmótica.
Cobalto (Co): essencial, também para os animais, atua na fixação do nitrogênio e ativação de enzimas em plantas.
Cobre (Cu): componente de várias enzimas nas plantas, é necessário na formação da clorofila.
Colóides: partículas orgânicas e inorgânicas menores que 0,001 mm em diâmetro dispersas em solução aparentemente sólida. Os colóides apresentam uma grande área de superfície específica, geralmente muito reativa.
Consonância: conformidade.
Consórcio cultural: cultivo de duas ou mais espécies em uma mesma área.
Decagrama: equivalente a dez gramas.
Difusão: Ação fluídica.
Enxofre (S): é essencial na formação de proteínas e, portanto,  na atividade enzimática, pois, é parte de certos aminoácidos. Está envolvido na formação dos nódulos radiculares e na fixação de nitrogênio em leguminosas.
Erosão: arrastamento da superfície do solo por escorrimento d’água, vento, gelo e outros agentes geológicos
Estratificada: classificada.
Estrutura do solo: refere-se ao arranjo das partículas primárias em unidades secundárias com forma e tamanho particulares.
Fator intensidade: é a concentração ou, mais precisamente, a atividade dos íons em solução.
Fator quantidade: é a reserva de íons disponíveis na fase sólida do solo (íon lábil).
Ferro (Fe): Micronutriente metálico essencial, absorvido pelas plantas como íon ferroso (Fe++). O ferro é um catalisador na formação da clorofila e atua como carregador de oxigênio, além de ajudar na formação de certas enzimas que atuam no sistema respiratório das plantas.
Fitosanidade: saúde da planta
Fixado: quando o nutriente assume forma não disponível para as plantas ao reagir com componentes do solo.
Fluxo de massa: movimento de fluido em resposta à pressão. Movimento de calor, gases ou solutos juntamente com o fluido no qual estão contidos.
Fosfatos naturais: rochas naturais contendo um ou mais minerais de fosfato de cálcio com pureza e quantidade suficientes para permitir o seu uso.
Gessagem: incorporação, ao solo, de gesso agrícola, ou seja, sulfato de cálcio dihidratado (CaSO4.2H2O) como fonte de cálcio e enxofre para a correção de camadas subsuperficiais do solo que contenha alto teor de alumínio. Evita, ainda, a formação de camadas adensadas em solos muito intemperizados, melhorando, assim, o ambiente radicular das plantas. É usado, também, para a correção de solos sódicos.
Granulometria: mensuração de grãos.
Grumoso: granuloso; que contém grânulos ou grumos.
Hidrogênio (H): elemento químico gasoso, insípido, incolor e que em combinação com o oxigênio forma a água.
Honorários: remunerações.
Humificação: transformação em húmus, como é assim chamada a fração da matéria orgânica do solo que permanece estável e escura após a maior parte dos resíduos animais e vegetais serem decompostos.
Imprescindível: que não pode deixar de fazer.
Intemperismo: ação do tempo, envelhecimento.
Íon lábil: íon disponível na fase sólida do solo
Lei da interação: cada fator de produção é tanto mais eficaz quando os outros estão mais perto do seu ótimo. Cada fator deve ser considerado como parte de um conjunto, dentro do qual ele está relacionado com os outros por efeitos recíprocos.
Lei do mínimo: o rendimento de uma colheita é limitado pela ausência de qualquer um dos nutrientes essenciais, mesmo que todos os demais estejam disponíveis em quantidades adequadas.
Lei dos incrementos decrescentes: o rendimento da cultura à primeira adubação quase sempre é superior às que seguirão.
Lençol freático: o limite superior da água subterrânea ou aquele nível abaixo do qual o solo é saturado com água.
Lixiviação: perda de nutrientes em solução pela passagem da água através do solo.
Macronutrientes: nutrientes essenciais às plantas que são necessários em maiores proporções.
Magnésio (Mg): nutriente essencial secundário, constituinte da clorofila; ajuda no metabolismo do fósforo, utilização de açucares pelas plantas e também na ativação de vários processos enzimáticos.
Manganês (Mn): micronutriente metálico que funciona, primeiramente, como parte do sistema enzimático das plantas. Ele ativa várias funções metabólicas e tem função direta na fotossíntese.
Metais pesados: são elementos cuja densidade atômica é superior a 6g.cm-3; em agricultura são considerados pesados todos os metais fitotóxicos; estão associados à poluição e toxidade, ainda que alguns elementos sejam essenciais aos seres vivos em baixas concentrações como: Co, Cu, Mn, Se, Zn; os não essenciais são: Pb, Cd, Hg, As, Tl, U.
Micorrízicos: fungos de interação simbiótica com as raízes das plantas. As hifas dos fungos aumentam a área das raízes e a absorção de nutrientes.
Microfauna: microorganismos do reino animal encontrados no solo.
Microflora: microorganismos do reino vegetal encontrados no solo.
Mineralização: liberação de um elemento da forma orgânica para a inorgânica.
Molibdênio (Mo): micronutriente metálico requerido em menores quantidades em comparação aos outros nutrientes. È necessário para a síntese e a atividade da enzima redutase de nitrato, sendo, também, vital para o processo de fixação simbiótica de nitrogênio por bactérias do gênero Rhizobium nos nódulos das raízes de leguminosas.
Montmorilonita: mineral argila constituinte de solos temperados e que apresenta uma superfície específica de 700 a 800 m2/g.
Nitritos e nitratos: nitrogênio em forma aniônica (NO3- e NO2-  respectivamente)
Nitrogênio (N): macronutriente essencial, constituinte de toda célula viva, planta ou animal. Nas plantas ele é parte da molécula da clorofila, de aminoácidos, de proteínas e de vários outros compostos.
Nutriente essencial: elemento indispensável para que a planta complete seu ciclo de vida.
Pedante: vaidoso no falar ou na maneira de se apresentar; presunçoso; afetado; que ostenta conhecimentos superiores aos que possui.
Permeabilidade: facilidade pela qual um meio poroso transmite os fluidos.
pH: designação numérica de acidez e alcalinidade.Tecnicamente, pH é o logaritmo comum da recíproca da concentração do íon de hidrogênio de uma solução. Um pH 7 indica neutralidade; valores entre 7 e 14 indicam aumento de alcalinidade; valores entre 7 e 0 indicam aumento de acidez.
Poder relativo de neutralização total: refere-se à capacidade do calcário neutralizar a acidez do solo. É determinado pelo teor de cálcio e magnésio e granulometria das partículas; quanto menor, mais eficiente.
Poder tampão: capacidade de resistência à mudança de pH quando se adicionam ácidos ou bases. De maneira geral , processos que limitam mudanças na concentração em dissolução de qualquer íon quando ele é adicionado ou removido do sistema.
Potássio (K): macronutriente essencial com funções importantes na ativação de sistemas enzimáticos, é vital para a fotossíntese e para a formação e utilização de açúcares, tendo função essencial na síntese protéica e manutenção da estrutura da proteína e ajuda as plantas no uso mais eficiente da água.
Radicular interceptação: quando a raiz se move em direção ao nutriente.
Rápidas reações reversíveis e estequiométricas: reações químicas bem balanceadas que ocorrem, também, em sentido inverso, ou seja, determinado composto pode ser decomposto sem prejuízo energético.
Rizosfera:área ocupada pelas raízes.
Silte: qualquer partícula inorgânica com o tamanho variando entre 0,05 a 0,002 mm de diâmetro.
Solo ácido: solo contendo predominância de íons de hidrogênio na solução do solo (acidez ativa) e na superfície dos colóides do solo (acidez potencial ou de reserva). De modo específico, refere-se a um solo cujo pH é menor que 7,0.
Solo alcalino: solo com pH maior que 7,0.
Solução do solo: fase líquida do solo e seus solutos.
Sonda: ferramenta mais sofisticada, de aço inoxidável, para retirada de amostras de solo.
Textura: A textura do solo é determinada pela quantidade de areia, silte e argila que ele possui. Quanto menor o tamanho das partículas, mais próximas da muito argilosa e quanto maior, mais próximas da arenosa estará a textura.
Troca de cátions: troca entre um cátion na solução e outro cátion na superfície de um material como um colóide argiloso ou orgânico.
Trado: ferramenta espiralada na ponta, graduada de 20 em 20 cm, utilizada para a retirada de amostras de solo.
Volatizados: transformados em gases.
Zinco (Zn): micronutriente metálico, ajuda na síntese de substâncias de crescimento das plantas, atua no sistema enzimático e é essencial para a promoção de certas reações metabólicas. É necessário para a produção de clorofila e carboidrato.
Bibliografia
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LOPES, ALFREDO SCHEID. Manual internacional de fertilidade do solo / tradução e adaptação de Alfredo Scheid Lopes – 2ª ed., ver. e ampl. – Piracicaba, SP : POTAFOS, 1998.
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Fonte: www.ceplac.gov.br
Agricultura

Quais são os diferentes tipos de trabalho na agricultura?

Quando você pensa em agricultura, a agricultura pode vir à mente. No entanto, existem muitos outros tipos de trabalhos na agricultura. Trabalhos de agricultura são geralmente divididos em diferentes categorias, como o agronegócio, agriscience, agrícola inspeção e reprodução animal. Determinadas posições, como a fazenda e trabalhadores da fazenda, são frequentemente treinados para o trabalho. No entanto, existem vários outros trabalhos agrícolas que requerem treinamento especializado e um diploma universitário.
O Agronegócio é um dos principais tipos de trabalhos agrícolas. Essa ocupação envolve o trabalho em várias capacidades com as empresas que cultivam, processam e vendem produtos agrícolas. Pode envolver gestão agrícola, análise de preços e marketing. Embora possa ser possível trabalhar na área do agronegócio, sem um diploma universitário, a maioria das posições exigem um grau de faculdade de quatro anos ou mais.
Se a ciência da agricultura é mais interessante para você do que o aspecto do negócio, a ciência agrícola pode uma boa opção de carreira. Cientistas agrícolas trabalham para melhorar a segurança ea qualidade de ambas as culturas e animais de fazenda. Os cientistas muitas vezes trabalham em centros de pesquisa e universidades. Cargos de nível de entrada, como os desenvolvedores de produtos, exigem um grau de bacharel em ciências agrárias. Aqueles que querem realizar pesquisas ou ensinar no nível universitário precisa de um mestrado ou doutorado.
A fim de garantir o alimento que comemos é seguro, ele passa por um processo de inspeção. Inspetores Agricultura certifique-se de fazendas e instalações de processamento de atender a todas as normas de segurança e de saúde. Eles testam gado para se certificar de que eles estão livres de doenças perigosas. Os alimentos são inspecionados para bactérias e outros contaminantes. Inspetores da agricultura são geralmente contratados por escritórios do governo do Estado que tutelam a agricultura.
Desenvolver métodos melhorados para crescer culturas e criar gado saudável é parte do que engenheiros agrícolas fazer. Engenheiros desenvolver ferramentas mais eficientes para a agricultura, projeto de irrigação para as culturas e sistemas de trabalho com as empresas de processamento de encontrar as formas mais eficientes para empacotar e distribuir alimentos. Engenheiros Agricultura precisa de um diploma de bacharel ou superior e geralmente são utilizados por departamentos governamentais agrícolas ou de processamento de alimentos empresas.
Outro tipo de agricultura trabalho é um criador de animais. Os criadores precisam estar bem informados sobre temas, tais como a saúde animal e genética.
Criadores também deve saber que alimentos para alimentar os animais a fim de obter uma prole saudável. Eles estudar cuidadosamente as características diferentes de animais diferentes, para determinar que os animais de raça. Muitos animais são grandes raça através de inseminação artificial e os criadores precisam entender como esse processo funciona.
Fonte: www.wisegeek.com
Agricultura

O QUE É AGRICULTURA?

agricultura é a ciência, arte e ocupação docultivar o solo, produzindo culturas e criação de gado.A agricultura é a base da civilização. É o alimentoque comemos, a roupa que vestimos, o material de nossas casas,os jardins em torno de nós, e muitas das nossas tradições evalores.
O termo inclui também o financiamento, processamento,comercialização e distribuição de produtos agrícolas, fazendaabastecimento da produção e indústrias de serviços, saúde, nutriçãoe consumo de alimentos, o uso ea conservação do soloe recursos hídricos, desenvolvimento e manutenção derecursos lúdicos, e relacionado econômicos,sociológico, político, ambiental e culturalcaracterísticas do sistema de alimentação e de fibras.
O termo inclui também o financiamento, processamento,comercialização e distribuição de produtos agrícolas, fazendaabastecimento da produção e indústrias de serviços, saúde, nutriçãoe consumo de alimentos, o uso ea conservação do soloe recursos hídricos, desenvolvimento e manutenção derecursos lúdicos, e relacionado econômicos,sociológico, político, ambiental e cultural características do sistema de alimentação e de fibras.
Além de alimentos e de fibras, alguns dos produtos que vêm de uso diário de plantas e animais ubprodutos produzidos por agricultores e pecuaristas, por exemplo:
Saúde: Pharmaceuticals, pomadas, suturas cirúrgicas, luvas de látex, filmes de raios-x.
Produção industrial: Adesivos, lubrificantes, solventes, detergentes, polímeros
Educação: Lápis de cor, livros, giz, mesas, lápis, papel
Cuidado Pessoal: Xampu, loções, cosméticos, pasta de dente, unha polonês
Construção: Madeira, tintas, papel de alcatrão, escovas, dry wall, placa de partícula, cabos de ferramentas
A parceria continua como os agricultores dependem de indústrias, tais como a fabricação de ferramentas e equipamento, cuidados de saúde para suas famílias e pecuária, construção de suas casas e edifícios, e computadores para monitoramento de mercado e informações meteorológicas.
Todos os benefícios da pesquisa e operações agrícolas. Terreno agrícola fornece alimentos e habitat de 75% da vida selvagem do país.
Biotecnologia ou engenharia genética levou a caminho no desenvolvimento de novas técnicas para aumentar a produtividade das culturas e da produtividade agrícola.Além disso, cientistas ganharam mais conhecimento sobre cromossomos e marcadores de DNA por meio de planta pesquisa.
A investigação é menos dispendioso e mais rápido, utilizando plantas, em vez de animais ou pessoas.
TERRA PLANTADA UMA INTRODUÇÃO
As plantas transgênicas foram desenvolvidas para garantir a proteção das culturas contra as ervas daninhas, doenças e insetos utilizam menos produtos químicos.
Pesquisa similares resultou em novos anticorpos para vacinação contra a doença para aumentar a nossa alimentação de animais. Biotecnologia promete benefícios ambientais, incluindo a proteção da qualidade da água, conservação do solo, e aperfeiçoamento das técnicas de gestão de resíduos e redução do uso de pesticidas químicos.
Outras pesquisas têm desenvolvido técnicas cirúrgicas e medicamentos provenientes da agricultura que ajudam salvar vidas.
Etanol e nova bio-diesel combustíveis feitos de milho e outros cereais são benéficos para o meio ambiente e promover a segurança energética.
Investigação sobre os produtos vegetais biodegradáveis que quebrar facilmente em aterros beneficia o meio ambiente.
Manejo integrado de pragas explora novas maneiras de reduzir a doenças de plantas, de insetos e de ferimento aplicação de produtos químicos.
Demanda do país por alimentos cresceu com a sua população e da agricultura tornou-se um jogador-chave na desenvolvimento de armazenamento e fornecimento de água para proporcionar um fluxo contínuo de água para a irrigação, inundação controle, recreação, consumo humano e industrial.
Cooperação é a chave. Nem a exploração nem a cidade podem existir isoladamente. Em vez disso, o interdependência dos dois cria postos de trabalho, produtos, mercados e relações que tornam o nosso economia e nação forte.
Por que é importante para as crianças aprenderem sobre a agricultura?
Agora considere o que a vida seria como se todas as fazendas desapareceu um dia. O que aconteceria para o fornecimento de alimentos?
Como você comer sua próxima refeição? Muitos simplesmente ir para as lojas, comprar comida produtos e nunca pensar duas vezes sobre como nosso alimento foi produzido e quem o produz. Como gerações de americanos se tornam mais distantes de suas origens agrárias, cada vez menos as pessoas entendem de agricultura importantes para a sociedade. Eles não entendem o impacto que tem sobre a economia, o saldo do comércio ou empregos perto de casa ou como comida e uma infinidade de outros os produtos são produzidos e processados.
Agricultura
O termo "alfabetização agrícola" significa compreender a interdependência entre todos os consumidores e agricultura. Um pessoa alfabetizada agrícola compreende o sistema de alimentos e fibras incluindo a história ea atual crise econômica, social e importância ambiental e, particularmente, sua ligação com a humana saúde e qualidade ambiental para todos os americanos. Em um estudo de conhecimento agrícola de 2000 elementar, júnior, e seniores alta estudantes em Kansas, que é um grande agrícola estado, menos de 30 por cento dos alunos deram respostas corretas relativamente a questões básicas (Horn e Vining, 1986).
Apenas 27,3 por cento dos alunos do ensino fundamental sabia que vitela é a carne de bovinos jovens, 25 por cento dos médio e júnior estudantes do ensino sabia que a germinação de sementes é chamado de germinação e 10 por cento dos alunos do ensino médio sabia que a produção de carne bovina foi o principal indústria em Kansas, em termos de receita bruta de vendas.
Em muitos casos, a maioria dos estudantes escolheu responder: "Eu não sei".
Dada a população agrícola a diminuir e generalizada falta de entendimento entre os consumidores sobre as suas fontes de alimentos e fibras, a educação agrícola é de vital importância para o futuro de agricultura e pecuária. Cada vez mais, pessoas com conhecimento agrícola limitada e fundo está determinando a política agrícola. O que o futuro reserva para a agricultura determinar a qualidade de vida de todos os agricultores e pecuaristas, fornecedores, processadores de alimentos, atacadistas, varejistas e consumidores. Todos os jovens, como futuros eleitores, vai tomar decisões sobre agricultura futuro.
Agricultura
Além disso, todos os estudantes precisam de uma compreensão básica de conceitos científicos.Há muitas oportunidades para ensinar ciência através da agricultura. Uma maneira comum de capturar interesse dos alunos pela ciência é muitas vezes por "hands on" atividades.
Os esforços recentes na Califórnia para alcançar a meta de "um jardim em cada escola "é projetado para dar escola primária crianças uma consciência e compreensão da ciência e da nutrição durante o processo de cultivo e que tende um jardim.
Em resumo, embora menos do que dois por cento da população do país está diretamente envolvido na produção agrícola, um sistema agrícola saudável é vital para a vida diária de todos. Agricultura fornece as necessidades básicas de alimentação, vestuário e abrigo, mas muitos de nós tomamos para concedido a facilidade com a qual obtemos estes itens. Além disso, o impacto econômico importante agricultura na Califórnia, nos Estados Unidos e no mundo muitas vezes não é realizado. "It Came From Earth Plantadas" oferece atividades que utilizam o processo científico e discussões para obter uma melhor compreensão da agricultura. Tem sido amplamente piloto testado como uma ferramenta útil na ajudar alunos do ensino fundamental para começar a adquirir conhecimento sobre agricultura e sua aplicação na no mundo real. Cada sessão fornece mãos em atividades para os jovens a explorar a agricultura, desde o início sementes para os alimentos que comemos para a importância da água e do solo para a produção. Uma maior exploração é dada sobre temas atuais na agricultura da biotecnologia para a agricultura biológica para integrada manejo de pragas para a interface urbano-rural. O esboço sessão fornece um objetivo geral e material de fundo.
Em seguida, cada atividade afirma um objetivo, os materiais que serão necessários, preparando-se, sugeriu agrupamento, as etapas da ação e sciencing perguntas.
Jovens são encorajados a explorar o seu mundo com as mãos sobre experiências e ação comunitária.
Fonte: www.uri.edu