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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Torne o hábito de beber água mais divertido

Torne o hábito de beber água mais divertido

Aumente sua hidratação sem reclamar da falta de gosto ou de cor da bebida saudável
Beber dois litros de água por dia pode ser uma tarefa difícil, até mesmo quando o clima esquenta, no caso de quem não cultiva o hábito. Sucos e refrigerantes acabam ganhando destaque como opções mais atrativa, o que prejudica o metabolismo. "A água elimina as toxinas do organismo, protege o corpo contra doenças e até aumenta a resistência física", diz a nutricionista Myrla Merlo, da clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte. Pensando em aumentar sua vontade de beber água, seguem algumas dicas para tornar esse hábito mais divertido e saboroso: 
Adicione frutas à água
Que tal acrescentar textura ao seu copo d'água? A nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo, afirma que você pode acrescentar frutas fatiadas, amassadas ou mesmo cascas à bebida, que ganha o sabor da fruta de maneira bem leve e até parte das vitaminas. "Pode ser adicionado abacaxi picado, cascas de laranja ou limão, maçã picada, uvas, carambola ou mesmo ervas como capim cidreira, hortelã, canela em pau e cravo", afirma. 
Dê um sabor com suco concentrado
Para quem reclama que a água não tem gosto, a dica é acrescentar suco concentrado de frutas. "Opte sempre pelas opções sem açúcar e não exagere nas quantidades, pois é só para dar um leve sabor e facilitar a digestão", afirma a nutricionista Roseli. A proporção ideal é um litro de água para 200ml do suco. 
Faça cubos de gelo divertidos
Se você gosta de água bem gelada, experimente fazer cubos de gelo com pedaços de frutas dentro. O efeito fica muito bonito e você ainda pode impressionar os convidados com uma bebida simples, mas cheia de estilo. Experimente usar framboesa, amora, morango, uva, kiwi ou outra fruta de sua preferência. E não se preocupe: quando o gelo derreter, é só comer a fruta.  
Transforme em uma bebida gaseificada
Se você é fã dos refrigerantes, experimente acrescentar um pouco de água com gás à água tradicional e completar com suco concentrado de fruta, só para deixar com um sabor diferente. "Para um litro de água mineral acrescente dois copos de água com gás e dois copos de suco de fruta", diz a nutricionista Roseli. 
Invista em águas de cheiro
Essas bebidas são isentas de calorias e uma ótima opção para aumentar a ingestão de líquidos durante o dia. "É importante lembrar que a água natural não é insubstituível, mas para quem não tem o hábito de tomar a bebida pura essa é uma boa opção, pois tem menos sódio e substâncias químicas", diz a nutricionista Myrla Merlo. A água de rosas e a água de flor de laranjeira são alternativas bem conhecidas. 
Prepare um chá refrescante
Nada como tomar um chá bem gelado para aliviar o calor. "Os chás são excelentes, porque além de hidratarem tem funções que beneficiam a saúde", afirma a nutricionista Roseli. As ervas em infusões podem ser usadas dependendo da necessidade individual, como hortelã e alecrim para digestão, ou chá verde e de hibisco para efeito termogênico
Melhore o visual
Em alguns casos, apenas colocar a água em uma jarra bonita ou decorar o copo com guarda-chuvinhas e outros adereços já dão mais ânimo para incluir a bebida no dia a dia. "Tudo é valido pra adquirir o hábito de aumentar o consumo de água, imprescindível para uma vida saudável", afirma Roseli Rossi. Faça preparações especiais para servir a água nas refeições, ela vai ficar mais atraente à mesa.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15866-torne-o-habito-de-beber-agua-mais-divertido - POR CAROLINA SERPEJANTE

domingo, 3 de dezembro de 2017

NATAL --- Avaliando a ortografia...

NATAL --- Avaliando a ortografia:

 
https://www.educacaoetransformacao.com.br/atividades-de-natal/

Encontre no caça palavras abaixo todas as palavras referentes ao natal.

Natal é tempo de amor e paz.

No natal vivemos a alegria de viver em cristo.

Encontre no caça palavras abaixo todas as palavras referentes ao natal.

 
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Ajudar a levar o Papai Noel sem esbarrar nos limites dos caminhos usando lápis de cor vermelho.

Ajudar a levar o Papai Noel sem esbarrar nos limites dos caminhos usando lápis de cor vermelho.

 
https://www.educacaoetransformacao.com.br/atividades-de-natal/

NATAL -- Peça para a mamãe, retalhos de tecido e vá colando um ao lado do outro até cobrir toda a bota:.

Peça para a mamãe, retalhos de tecido e vá colando um ao lado do outro até cobrir toda a bota:

 
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Prestar atenção e colorir com lápis azul o elemento que é diferente nas sequencias abaixo:

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Alfabeto Natalino:

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Escreva, utilizando as letras do alfabeto, palavras que lembram o natal para você. Não esqueça de ser bem criativo:

 
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Cole bolas de papel laminado na árvore de natal.

Cole bolas de papel laminado na árvore de natal.

 
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NATAL -- As cores:

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Contorne os pontilhados -- Faça uma bela colagem com papel laminado no sino



Contorne os pontilhados  --

Faça uma bela colagem com papel laminado no sino
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Chegou dezembro! Você conhece os símbolos do natal?

Chegou dezembro!


Você conhece os símbolos do natal?

 
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NATAL --- Escolha algumas palavras e escreva frases com elas:

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NATAL -- Encontre a parte igual:

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EDUCAÇÃO S/A

Atividades de Natal para imprimir – Series Iniciais.

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Ditado:

 
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CALENDÁRIO DE DEZEMBRO DE 2017



sábado, 2 de dezembro de 2017

Brasil é 3º país que menos dorme (e o impacto da insônia no nosso corpo é alarmante)

Brasil é 3º país que menos dorme (e o impacto da insônia no nosso corpo é alarmante)

Você provavelmente já sentiu os efeitos de uma noite mal dormida. A memória falha, os bocejos surgem nos momentos mais impróprios, o raciocínio demora a pegar no tranco e a irritação, muitas vezes, faz a gente explodir. Isso é o que você nota. Mas tem o que você não percebe. Por exemplo, aquilo que acontece dentro do cérebro insone. Basta uma única noite com dificuldade séria para pregar os olhos e a massa cinzenta de pessoas acima de 35 anos já passa a produzir muito mais de uma proteína que forma placas pelos neurônios, em um sinal típico do Alzheimer. E o que acontece depois de uma semana inteira sem dormir direito? As células nervosas começam a acumular uma segunda proteína capaz de fazer o mesmo estrago. Essas foram as descobertas de cientistas de duas universidades americanas, a de Washington e a Stanford.

Outros danos são emocionais. Nesse sentido, um dos estudos mais recentes acaba de ser divulgado pela Universidade de Michigan, considerada centro de referência mundial em investigações sobre o sono. Os cientistas selecionaram 170 mulheres que, em princípio, não tinham o menor sinal de melancolia. O objetivo era observar como elas dormiam e como passavam o dia ao longo de duas semanas. E eles notaram que, se algo lhes atrapalhava o descanso noturno, isso era capaz de disparar sintomas depressivos na manhã seguinte. O dado se junta aos de outras pesquisas apontando que os insones têm um risco quase dez vezes maior de desenvolver depressão. 

Segundo os especialistas, há um caminho de mão dupla: a insônia favorece o aparecimento de uma tristeza sem fim e quem está deprimido acaba levando toda sorte de pensamentos ruins para a cama, sem conseguir relaxar, o que a neurologista Dalva Poyares, da Universidade Federal de São Paulo, descreve como "um terrível círculo vicioso".

O mesmo time de Michigan, aliás, revela: o Brasil está entre os três países que menos dormem no planeta, sendo o campeão absoluto entre os ocidentais. Nós dormimos em média 7h36. No Japão e em Cingapura, o tempo médio ficou empatado em 7h24. Talvez você ache que isso é dormir de montão. Mas os especialistas garantem que essa quantidade de horas não é restauradora para todos.

E tem outra: os 6 mil participantes pelo mundo eram pessoas que tinham certa disciplina em relação ao sono. Independentemente de dormirem mais ou dormirem menos, sempre costumavam ir para a cama e se levantar no mesmo horário. Os cientistas acreditam que a situação deva ser bem pior se forem considerados aqueles indivíduos sem a menor rotina à noite, que de vez em quando avançam nas madrugadas animados com uma maratona de série ou deitam a cabeça no travesseiro, mas só adormecem quando se cansam de ficar de olho nas redes sociais. Daí dormem pouco e, agitados, dormem mal.

Segundo um levantamento realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 76% dos brasileiros têm pelo menos uma queixa relacionada à qualidade do sono. É hora de acender as luzes sobre essa discussão.

O normal seria dormir de 7 a 9 horas por noite
Não existe uma quantidade de horas de sono ideal para todo mundo. Cada indivíduo tem a sua necessidade e não adianta comparar o que acontece em um quarto de dormir e outro. Em geral, a faixa considerada mais saudável vai de sete a nove horas de descanso noturno para um adulto. Mas nada é rígido. Existem o que os cientistas chamam de grandes dormidores, que acordam quebrados se não tiverem descansado umas nove horas ou um pouco mais. E há os pequenos dormidores, uma gente que dorme só umas seis, sete horas por noite e passa o dia inteiro bem, obrigado.

Nada de errado com um grupo, nem com outro. O parâmetro é sempre esse: você precisa despertar muito bem disposto, sem sinais de quebradeira no corpo, cansaço nos olhos, apetite desregulado, dores de cabeça, lapsos de memória, dificuldade para aprender ou entender uma informação, falta de concentração, desânimo e pensamentos depressivos ou vontade de sair berrando à toa, só para listar os principais indícios de que a noite não foi lá tão boa.

Se algum desses sintomas é constante, preste atenção na duração do sono. É provável que esteja dormindo menos do que deveria. E é provável mesmo, porque na sociedade moderna tudo parece ser motivo para "roubar" alguns minutos preciosos do tempo em que deveríamos estar deitados e adormecidos.  Aliás, as pessoas passaram a dormir cerca de uma hora e meia a menos por noite em todo mundo, comparado com 20 anos atrás.

O psiquiatra e neurologista americano John Todd Arnedt garante que dormir mal é péssimo para o bem-estar

Qual a razão dessa explosão de noites mal dormidas?
O fenômeno da falta de sono adequado não surgiu da noite para o dia. Vem crescendo nas últimas décadas, porque passamos a ser induzidos a levar o que podemos rotular de um “estilo de vida 24 horas”. Há a percepção de que a privação do sono é algo necessário se alguém quer aumentar a produtividade no trabalho. De 50 a 70 milhões de americanos vivem essa situação, que hoje sabemos estar ligada ao risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade, depressão, ataques cardíacos e derrames.

No trabalho mais recente de sua equipe, os transtornos do sono são relacionados à depressão. Como é esse elo?
As ligações são complexas e ainda não são completamente compreendidas. O sono mexe com o humor. Mesmo em pessoas que não se sentem melancólicas, se as forçamos a ficar em claro, observamos reações similares aos sintomas da depressão: falta de energia e de motivação, irritabilidade, sensação de baixo astral. O que sabemos por meio de exames de neuroimagem e testes neuroquímicos é que, quando dormimos bem, aumenta a ativação no organismo de tudo aquilo que está ligado à resiliência, nossa capacidade de lidar com as situações. Já noites mal dormidas nos deixam emocionalmente mais frágeis e estão associadas a padrões pensamentos negativos recorrentes.

Então, podemos considerar a privação de sono como um fator de risco para a depressão e para os transtornos de ansiedade?
Definitivamente, dormir mal é fator de risco para muitas desordens mentais. Há pelo menos 15 grandes estudos recentes que provam uma forte associação entre insônia e depressão. Dois deles envolveram gente jovem. Um comparou 300 pares de gêmeos na fase da adolescência. Outro analisou 1014 adolescentes. Ambos concluíram que os episódios depressivos são bem mais frequentes entre os que não dormem direito. Pior, quem não dorme direito responde mal ao tratamento. E, se você comparar só jovens que já sofrem de depressão, as tentativas de suicídio são mais frequentes nos que dormem menos.

Cérebro
As lembranças do que aconteceu durante o dia são gravadas de modo mais permanente no momento em que você se entrega ao sono. Portanto, lapsos de memória são frequentes quando não se dorme direito. Consequentemente, o aprendizado fica prejudicado e o raciocínio também. Na falta de sono, substâncias relacionadas ao bem-estar deixam de ser produzidas a contento. Daí, o mau humor. E, por fim, noites de insônia acumuladas vão causando danos perenes nas células nervosas, favorecendo o aparecimento de demências na terceira idade, inclusive o Alzheimer.

Coração
É durante o sono que o metabolismo do colesterol no fígado atinge seu ápice, em uma espécie de reciclagem noturna. Sem dormir, uma quantidade maior dessa gordura continua perambulando pelos vasos sanguíneos e isso pode facilitar o surgimento de placas capazes de entupi-los. Outro fenômeno é que a pressão arterial se eleva se você briga com o travesseiro, quase que para compensar a tendência natural de o ritmo cardíaco diminuir, o que aconteceria se você dormisse. O problema é que ela costuma permanecer nas alturas depois, durante o dia.
    
Barriga
Quem dorme menos está sujeito ao aumento de peso. Ocorre um desequilíbrio nos hormônios que controlam o apetite. Cai a produção da substância que gera a saciedade e aumenta a de outra, que dispara a fome. Há ainda um aumento do cortisol, hormônio do estresse que aumenta a probabilidade de o organismo reservar energia na forma de gordura abdominal para caso necessidade. Aliás, talvez porque entenda a insônia como uma ameaça prestes a eclodir --ou um bom motivo para não deixá-lo adormecer--, o cérebro precavido clama pela energia dos carboidratos, como doces e pães.

Pâncreas
A subida do ponteiro da balança, por si só, aumenta o que se chama de resistência à insulina, situação em que o hormônio, como se estivesse defeituoso, não consegue colocar direito a glicose dos alimentos para dentro das células de todo o corpo. Daí esse açúcar termina sobrando na corrente sanguínea. O pâncreas procura compensar esse quadro, liberando mais e mais insulina até uma hora que entra em falência, quase que por cansaço. É o diabetes tipo 2. Mas atenção: o péssimo hábito de dormir mal provoca a mesma reação, mesmo que você continue magro.

Dormir durante o dia pode ser uma boa, mas não exagere
Durante a tarde, há uma diminuição no nosso ritmo biológico, então é natural que bata um soninho. E existem pessoas que sentem mais essa moleza do que outras.

Mas a soneca não substitui o sono à noite porque todas as reações do seu organismo programadas para se desenrolarem durante o sono só acontecem se você adormece em plena escuridão noturna. Por mais que escureça o quarto durante o dia, não conseguirá enganar seu sistema nervoso, regulado pela luz natural.

Mesmo assim, dizem os especialistas, a soneca diurna tem o seu valor. Se não compensa as horas insones na madrugada, diminui o estresse, representando uma pausa na correria. Só atenção: para ser saudável, a tal soneca precisa durar 30 minutos, no máximo. Se você cochilar por mais tempo, o cérebro entenderá que é para dormir pra valer, ainda mais se estiver cansado depois de uma madrugada em claro. Então, o sistema nervoso desacelera demais e você tem a sensação de acordar do cochilo ainda mais cansado. O fenômeno é chamado de inércia do sono.

Algumas empresas até já oferecem salas de descanso para funcionários e colaboradores adeptos da soneca. “Às vezes, bate uma vontade de relaxar durante o expediente”, opina Francielle Barbosa Siqueira, 27 anos, vendedora executiva da Microsoft Brasil. Há menos de um ano, a empresa resolveu que seu time deveria parar de brigar contra o sono e, nas instalações em São Paulo, criou um espaço, cheio de pufes e sofás, liberado para sonecas. Mas o lugar vive disputado. “Noutro dia quis usá-lo e não tinha nenhum lugar disponível”, conta Francielle.

Nem sempre esse tipo de benefício funciona na prática. O designer gráfico Chico Maciel, de 34 anos, conta que já trabalhou em agências de publicidade que ofereciam espaços de descanso e se diziam flexíveis. Mas, na prática, a correria fazia com que todo mundo se sentisse constrangido para tirar uma soneca em pleno expediente.

Parece impossível, a gente sabe. Mas telas e telinhas são verdadeiras inimigas do descanso
Não importa se é smartphone, tablet ou aparelho de televisão: se há luminosidade, há também a chance de você demorar mais para se desconectar e relaxar. Isso em grande parte por conta da luz azul, faixa de radiação emitida pelas telas desses equipamentos. Ela atrapalha a fabricação da melatonina, o hormônio cerebral que induz ao sono.

A luz, diga-se, é o principal marcador para o nosso relógio biológico. Por isso, quando o céu escurece, o organismo fica naturalmente mais cansado. Só que a claridade da tela, ainda mais por conta da tal luz azul, confunde essa percepção. E não é só esse o problema: o que fazemos no celular ou no computador também pode nos deixar mais alertas. Trabalhar até despencar é um erro clássico, por exemplo. Mas mesmo programas gostosos podem atrapalhar o sono. Em um estudo recém-concluído pela Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, entre as pessoas que gostavam de maratonas de séries, a probabilidade de dormir mal era 98% maior.

Fonte: UOL

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Saiba como combater o envelhecimento com saúde

Saiba como combater o envelhecimento com saúde

É impossível não envelhecer, mas com algumas dicas saudáveis é possível passar pelo processo natural da vida com mais saúde e vitalidade. Confira

É um processo contínuo que se inicia ao nascermos. Cada dia vivido é um micrograma de areia na ampulheta do tempo. O modo como cada pessoa age, os hábitos de vida que adquire e os cuidados que tem consigo serão decisivos para uma velhice penosa ou, ao contrário, para uma etapa de maturidade que não extingue o tempo das descobertas e da alegria de desfrutar a existência. O que torna esse processo um fardo para muitos é o medo das limitações impostas pelas perdas do organismo. De fato, quanto mais vivemos, maiores desgastes físicos impomos às nossas estruturas orgânicas. A pele perde gradualmente o frescor, a massa muscular e os ossos diminuem, enquanto a gordura corporal aumenta. Os sentidos antes aguçados agora precisam de artefatos (óculos, aparelhos para perda auditiva etc.). “As áreas mais afetadas vão depender de como a pessoa viveu ao longo do tempo”, diz o geriatra Venceslau Antonio Coelho, do serviço de Gerontologia no Hospital Sírio-Libânes. Exemplo: pele mais envelhecida e com manchas nos idosos que não usaram filtro solar, doença pulmonar e cardíaca nos tabagistas, colesterol alto, hipertensão e diabetes, naqueles que não adotaram hábitos alimentares saudáveis, dificuldades para andar, problemas vasculares e cardíacos nos obesos e sedentários.
Ativar o cérebro 
Por outro lado, na ausência de uma pílula mágica que nos mantenha como Dorian Gray, o personagem do livro homônimo do inglês Oscar Wilde, jovens no corpo físico, a receita consagrada hoje nos meios médicos consiste em comer menos, movimentar-se mais, ativar o cérebro, buscar a vida em grupo e perseguir alguma forma de espiritualidade. Coelho acrescenta a lista repetida como um mantra em consultas com geriatras: Não fumar, praticar atividade física, ingerir bebida alcoólica com moderação, controlar o estresse, buscar uma alimentação saudável e ter vida social. Solidão, portanto, é um fator que depõe a favor de um envelhecimento mais rápido. “É importante seguir estudando algo que sempre quis e não teve tempo ao longo da fase adulta, reinvestir em sonhos e desejos que ficaram esquecidos. É não deixar a mente envelhecer”, afirma a psicanalista Dorli Kamkhagi, autora do livro Psicanálise e velhice: sobre a clínica do envelhecer (Editora Via Lettera). Pesquisas já consagraram, em experimentos com roedores, que o cérebro ativado funciona melhor na maturidade. Leituras, conversas, jogos e palavras cruzadas são potentes estímulos para os neurônios. Venceslau Coelho lembra, ainda, que “indivíduos com maior nível educacional são menos suscetíveis a quadros demenciais do que pessoas com baixa escolaridade”. Há cerca de dois anos, uma pesquisa divulgada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) descobriu um crescimento relativamente grande nos dendritos sempre que estas células que compõem o sistema nervoso central eram utilizadas. Ou seja, quanto mais o cérebro trabalha, ativa mais neurônios, em um processo dinâmico.
Comer menos e malhar mais 
Estudo realizado desde 2002 pelo National Institute on Aging, nos EUA, confirma os efeitos dessa prática. Os pesquisadores concluíram que “comer menos” limita os danos provocados pelos temidos radicais livres. Esses elementos nocivos são produzidos pela conversão dos alimentos em energia que alimenta nossas células. Outro grupo de pesquisadores, da McMaster University, no Canadá, demonstrou na década passada que o envelhecimento muscular pode até ser revertido se a prática de atividade física for frequente. “Após os 30 anos, o corpo humano tende a perder 10% da massa muscular a cada década, e a única forma de evitar isso é fazer uso constante dos músculos. Com relação ao físico, o lema é ‘usar ou perder’”, comenta a psicoterapeuta Ana Carolina de Oliveira Costa, mestre em Envelhecimento e Sexualidade pela PUC-SP. A atividade física melhora não só a capacidade aeróbica, mas também a massa muscular, que vai diminuindo gradualmente, com o avanço da idade.
Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/saiba-como-combater-o-envelhecimento-com-saude/2128/ - Texto: Stella Galvão/ Foto: Shutterstock/ Adaptação: Letícia Maciel

10 hábitos comuns que fazem muito mal a você

10 hábitos comuns que fazem muito mal a você

Algumas coisas são tão comuns em nosso dia a dia que nunca paramos para pensar se elas realmente deveriam estar ali. Aposto que pelo menos 9 dos 10 hábitos da lista se encaixam nesse quadro. Veja:
10. Acordar com despertador
Tudo bem. Esse todo mundo sempre desconfiou. Afinal, uma coisa que faz você perder o final de um sonho épico não pode fazer bem a ninguém mesmo. Mas o fato é que existem evidências científicas de que tanto colocar o despertador para acordar durante a semana quanto compensar o sono perdido durante o fim de semana podem ser hábitos terríveis para você. Essa discrepância entre a quantidade de sono faz com que o metabolismo trabalhe mais devagar do que deveria e, consequentemente, aumenta o risco de obesidade.
E não para por aí!
Um estudo feito no Japão mostrou que o simples fato de acordar abruptamente, no susto, com o barulho do despertador, faz mal para o coração. A equipe que trabalhou nesse estudo reportou que esse susto matinal aumenta a pressão sanguínea e coloca o seu corpo em situação de alerta, o que não faz bem.
Mas e se eu preciso acordar cedo e não consigo ir dormir mais cedo?
Acontece com todo mundo. Seja por ansiedade, falta de sono, ou muitas coisas para fazer, às vezes apenas não é possível fazer com que o corpo pratique oito horas de sono por noite. Nesse caso, os pesquisadores japoneses aconselham: a melhor forma de acordar é usando métodos que façam você despertar gradualmente.
9. Cortar a grama
Quem diria que cortar a grama, uma atividade ao ar puro e livre, poderia dar as caras por aqui. Mas o problema não está exatamente em cortar a grama. Está no cortador de grama. Se você tem um lindo gramado em casa e corta sua grama regularmente com uma tesoura de jardim, bom… Isso provavelmente não fará muito bem a você por conta das bolhas que vão ficar em suas mãos. E se o dia estiver muito ensolarado, não fará bem também porque você provavelmente vai ficar horas e horas embaixo do sol. E se você cortar a grama com um cortador de grama, aí sim ficará em mais lençóis.
Isso porque os cortadores de grama são grandes poluidores de ar. Quão grandes? Mais que um carro.
Um estudo feito na Suécia mostrou que um carro teria que percorrer uma distância de aproximadamente 160 km para produzir a poluição que um cortador de grama produz em 1 hora. E como eles não contém catalisadores de ar, você fica ali inalando toda aquela poluição pelo tempo que estiver usando o equipamento.
8. Usar chinelos
Bonitinhos para os olhos, mas ordinários para os pés. Pesquisadores descobriram que o uso intensivo de chinelos muda a nossa maneira de andar e isso pode levar a severos problemas nas solas dos pés, tornozelos e calcanhares.
7. Ficar a maior parte do tempo sentado
Um estudo recente descobriu que homens que ficam mais de 23 horas por semana sentados têm muito mais chance de desenvolver algum tipo de doença cardíaca. Outras pesquisas também mostraram que não é só o fato de ficar sentado que aumenta esse risco, mas sim todo tipo de comportamento sedentário. É fundamental ter isso em mente: todas as partes do corpo precisam ser usadas constantemente para manterem uma boa forma. Quanto mais você se manter inativo, pior para o seu coração.
Se você obrigatoriamente trabalha sentado o dia todo, a dica é levantar, sacudir a poeira e fazer alguns alongamentos de tempos em tempos. Esticar as pernas e os braços é sempre bom.
6. Tomar muitos banhos
Sim, tomar banho é importante. Mas tomar MUITOS banhos pode não ser uma boa ideia. Pesquisas recentes mostraram que se lavar constantemente com água e sabão elimina as bactérias ruins, claro, mas também leva embora uma série de bactérias boas e óleos naturais que o corpo precisa. Inclusive, a desidratação causada por banhos constantes pode levar a doenças de pelo como eczema.
5. Usar mochila nas costas
Esse é um hábito típico de crianças em idade escolar, que precisam carregar livros e outros materiais que acabam pesando, e muito. E o problema que sai daí são dores nas costas, quando não problemas crônicos mais sérios. Anualmente, milhares de lesões são relatadas e a solução mais simples seria apenas não carregar tanto peso. Mas, como em muitos casos essa opção é impossível, a dica para amenizar dores é usar a mochila na posição correta. Seja em você, ou em crianças da família, fique atento: a posição ideal da mochila é a dois centímetros acima da cintura e todas as tiras devem ser devidamente apertadas.
4. Segurar espirro
Segundo o professor de otorrinolaringologia da Universidade Saint Louis, nos Estados Unidos, segurar o espirro não faz nada bem a saúde. De acordo com o Dr. Drauzio Varella, o ar expelido pelo espirro por chiar a até 160 km/h, e segurar esse impulso pode:
Machucar o diafragma;
Romper um vaso de sangue na córnea, machucando seus olhos;
Romper seu tímpano, perdendo a audição ou, em casos menos graves, ficar com tontura;
Enfraquecer um vaso sanguíneo do cérebro, fazendo com que ele se rompa posteriormente, quando a pressão sanguínea sofrer alguma elevação.
Viu só? Da próxima vez que você tiver vontade de espirrar, já sabe: o melhor a fazer é deixar acontecer naturalmente.
3. Deixar velas acesas
Durante muito tempo, as velas eram populares porque eram praticamente a única maneira de iluminar as coisas quando o sol não estava por perto. No entanto, desde a invenção da lâmpada, elas continuaram fazendo sucesso por conta de seus aromas agradáveis e efeito romântico. Infelizmente, elas não são só maravilhas. Velas podem facilmente causar um incêndio em casa e são responsáveis ​​por centenas de milhões em danos materiais a cada ano. E como se isso não bastasse, uma pesquisa recente descobriu que muitas velas à base de parafina estão realmente emitindo gases tóxicos, como benzeno.
Claro que uma vela perfumada de vez em quando não vai matar ninguém, mas os pesquisadores sugerem uso de ventilação adequada quando acendê-las.
2. Comer arroz
O arroz é um dos alimentos mais consumidos no mundo. No Brasil então, nem se fala. Por isso a ideia de que uma das bases da nossa alimentação faz mal para a gente pode soar um tanto absurda. Mas a verdade é que não é o arroz em si que nos faz mal, e sim os pesticidas e fertilizantes que são usados durante seu cultivo.
Alguns anos atrás, a Consumer Reports fez um estudo para verificar se havia arsênico nesse grão e descobriram que os produtos de arroz continham altos níveis de arsênico inorgânico, que é a variedade mais tóxica, assim como o arsênico orgânico. E para você que preza por uma alimentação mais saudável, os resultados são ainda mais preocupantes. Acontece que o arroz integral armazena mais arsênico do que o arroz branco.
Para piorar a situação, um estudo feito pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), do Rio Grande do Sul, detectou o uso de agrotóxicos não autorizados em lavouras de arroz no estado.
Para ficar longe desse mal, os pesquisadores que realizaram o estudo sugerem ​​limitar a ingestão de arroz para apenas cerca de uma xícara de arroz cozido por semana.
1. Ficar em gravidade zero
Isso pode não fazer parte do nosso dia a dia, mas fica a dica para se um dia você for convocado para uma missão espacial ou queira comprar um passeio pelo espaço, já que voos espaciais são uma tendência para o futuro. Além dos riscos óbvios, é importante saber que ficar em gravidade zero pode trazer algumas complicações para saúde que a ciência está apenas começando a entender.
Alguns astronautas voltam para casa com queixas de serem incapazes de se concentrar corretamente, e para alguns deles o problema nunca vai embora. Os médicos acreditam que a gravidade zero faz com que o sangue flua de forma inadequada, o que eleva a pressão na cabeça e pode acabar danificando permanentemente a visão.
E isso é só o começo dos potenciais problemas. Por isso, a melhor opção nesse caso é manter os pés no chão. [List VerseDrauzio VarellaG1]
Fonte: http://hypescience.com/10-habitos-comuns-que-fazem-muito-mal-a-voce/ - por Gabriela Mateos

Porque chocolate é bom para sua saúde

Porque chocolate é bom para sua saúde

Pode parecer bom demais para ser verdade, mas chocolate amargo faz realmente bem para a saúde.

Segundo cientistas do novo estudo holandês, do Top Institute Food and Nutrition e da Universidade de Wageningen, chocolate amargo ajuda a restaurar a flexibilidade das artérias e previne as células brancas do sangue de grudarem nas paredes dos vasos sanguíneos. Tanto a rigidez arterial quanto a adesão de células brancas do sangue nas paredes do vaso são fatores conhecidos que desempenham um papel significativo na aterosclerose.

Além disso, os cientistas também descobriram que o aumento do teor de flavonoides do chocolate amargo não alterou este efeito.

“Nós fornecemos um quadro mais completo do impacto do consumo de chocolate na saúde vascular e mostramos que o aumento do teor de flavonoides não tem efeito benéfico sobre a saúde vascular. No entanto, este aumento do teor de flavonoides claramente afetou o gosto e, assim, a motivação para comer esses chocolates. Então, o lado amargo do chocolate é saudável”, explica Diederik Esser, um dos pesquisadores do estudo.

Para fazer esta descoberta, Esser e seus colegas analisaram 44 homens de meia-idade com excesso de peso ao longo de dois períodos de quatro semanas, conforme eles consumiam 70 gramas de chocolate por dia.
Os participantes receberam chocolate amargo, chocolate especialmente produzido com alto teor de flavonoides ou chocolate produzido regularmente. Os doces tinham um teor de massa de cacau similar.

Antes e depois dos dois períodos de estudo, os pesquisadores realizaram uma variedade de medições que são indicadores importantes da saúde vascular. Durante esse tempo, os participantes foram aconselhados a abster-se de certos produtos alimentares altamente energéticos para evitar ganho de peso. Os cientistas também avaliaram as propriedades sensoriais do chocolate com mais flavonoides e do chocolate regular, e pontuaram a motivação dos participantes em comer esses chocolates.

“O efeito que o chocolate amargo tem em nossos corpos poderia liderar o caminho para terapias que fazem a mesma coisa, mas com resultados melhores e mais consistentes”, afirmou Gerald Weissmann, editor-chefe do The FASEB Journal, onde a pesquisa foi publicada. “Até a ‘droga do chocolate amargo’ ser desenvolvida, no entanto, vamos ter que se contentar com o que a natureza nos deu”, brincou.

E, além de boa saúde vascular, há mais motivos para consumir (moderadamente) chocolate amargo: ele pode melhorar a visão, ajudar a reduzir a gordura corporalemagrecer ou manter o peso, deixar o coração mais saudável, proteger contra diabetes e derrame e te fazer relaxar. [MedicalXpress]
Fonte: http://hypescience.com/porque-chocolate-e-bom-para-sua-saude/ - Natasha Romanzoti

10 fatos surpreendentes sobre seu coração

10 fatos surpreendentes sobre seu coração

Assuntos do coração são discutidos na sociedade há muito tempo, não só por médicos e profissionais da saúde, mas também por escritores literários. Existem livros inteiros dedicados a ele e a, principalmente, o amor. Cada vez mais temos a certeza de que o coração é complexo; sem ele não podemos viver nem amar. Aproveite então para conhecer um pouco dos mistérios dessa máquina incrível da qual você depende totalmente:
10) Sex Appeal
Um estudo descobriu que ter um orgasmo pelo menos três vezes por semana corta pela metade a probabilidade de morte por doença cardíaca coronária. Além disso, o sexo pode ser uma ginástica e tanto. Estima-se que uma sessão de sexo vigoroso pode dobrar a ritmo do coração e queimar cerca de 200 calorias, ou o equivalente a uma corrida de 15 minutos. Assim, permanecer na cama pode ser exatamente o que o médico pediu.
9) Coração feminino
Durante décadas, doenças cardíacas e ataques do coração foram vistos como uma doença do homem, mas isso está longe da verdade. Doenças do coração matam 500 mil mulheres norte-americanas a cada ano, contra 50 mil homens. Outra diferença entre os sexos: mulheres não tendem a ter um ataque cardíaco padrão hollywoodiano em que a dor no peito lhe faz cair ao chão. Em vez disso, as mulheres relataram aperto, dor ou pressão no coração, além de outros sintomas como náuseas, dores nas costas e na mandíbula.
8 ) Remendo no coração
Um coração partido pode ser doloroso o suficiente para lhe fazer desejar um kit de reparação. Essa opção pode se tornar realidade um dia. Cientistas estão estudando a salamandra vermelha manchada para desenvolver terapias celulares para seres humanos com corações fisicamente danificados. Este anfíbio pode “renascer” suas células, como se elas fossem células-tronco, a fim de construir um novo músculo para o coração. Em outro estudo, cientistas projetaram um coração que bate a partir de células-tronco embrionárias em laboratório.
7) De coração para coração
Um olhar aparentemente tímido de um cachorro ou uma carícia de seu gato pode fazer você imaginar se seu animal de estimação pode se comunicar com você. Um estudo recente adiciona os cavalos na lista de animais sensíveis emocionalmente. Uma cientista verificou que o ritmo do coração de um cavalo reflete os seres humanos que os tocam. O detector de emoção do cavalo poderá um dia substituir os métodos utilizados para mensurar hormônios do stress em pacientes.
6) Coração grande
Algumas pessoas realmente têm corações maiores do que outros – e não tem nada a ver com o ditado “em coração de mãe sempre cabe mais um”. Ao invés de ser um sinal de afeto, o coração dilatado pode indicar doença cardíaca. O tipo mais comum, chamada cardiomiopatia dilatada, ocorre quando as câmaras do coração estendem e ampliam. A doença pode privar os órgãos do corpo de sangue suficiente. Se não for tratado, um coração grande pode levar à insuficiência cardíaca.
5) Rir faz bem pro coração
Uma gargalhada do tipo que lhe faz escorrer lágrimas pode fazer com que o revestimento das paredes dos seus vasos sanguíneos, chamado endotélio, relaxe, aumentando o fluxo de sangue por até 45 minutos após o ataque de riso. Porém, danos ao endotélio podem levar ao estreitamento dos vasos sanguíneos e, eventualmente, doenças cardiovasculares. Isso não é motivo para rir.
4) Bebida para o coração
Um copo de Merlot pode ir direto ao coração, segundo pesquisas. E isso também vale para a variedade branca. Os cientistas atribuem benefícios ao coração à pele da uva, repleta de certos antioxidantes. Desde que é a pele arroxeada que é removida para fazer Chardonnays, muitos cientistas assumiram que o vinho branco provavelmente não faria qualquer bom ao coração, mas um experimento com ratos de laboratório mostrou que a polpa de uva esconde compostos cardio protetores que rivalizam com os encontrados em vinhos tintos. Tinto ou branco? Basta seguir seu coração.
3) Poderosa bomba
Em menos de um minuto, seu coração pode bombear sangue para todas as células do seu corpo. E ao longo de um dia, cerca de 100.000 batimentos cardíacos bombeiam 2.000 litros de sangue rico em oxigênio, muitas vezes através de cerca de 96 mil quilômetros de ramificação de vasos sanguíneos que ligam as células dos nossos órgãos e partes do corpo. Trabalho pesado para um músculo do tamanho de um punho, não?
2) Coração partido
Segundo uma pesquisa, um rompimento com alguém querido ou a notícia de uma morte na família pode, literalmente, levar a corações partidos, sob a forma de maior risco de ataque cardíaco. Esse trauma também pode desencadear a liberação de hormônios do estresse na corrente sanguínea que temporariamente atordoam o coração. Os sintomas resultantes imitam aqueles de um ataque cardíaco – dores no peito e falta de ar – mas deste tipo de dores no coração você pode se recuperar em alguns dias.
1) Sinal de amor
Pesando cerca de 283 gramas, o músculo cheio de sangue chamado de coração se tornou o símbolo universal do amor. Os gregos acreditavam que o coração era a sede do espírito; os chineses o associaram ao centro de felicidade e os egípcios acreditavam que as emoções e o intelecto surgiram a partir do coração. Ninguém sabe ao certo a origem exata da associação do coração ao amor, no entanto. Uma ideia é que o coração tenha adquirido sua marca de “amor” na antiga cidade grega de Cirene, na Líbia. A colônia era conhecida por uma planta chamada Silphium, com casca de semente em forma de coração. A Silphium tinha propriedades medicinais, e possivelmente também foi utilizada como um contraceptivo de ervas. [LiveScience]
Fonte: http://hypescience.com/10-fatos-surpreendentes-sobre-seu-coracao/ - por Natasha Romanzoti