IMPOSTÔMETRO:


Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM
SOMENTE CLICAR NO BANNER --

ANÚNCIO:

ANÚNCIO:

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Alface, rúcula, agrião e acelga são aliados da dieta e ricos em nutrientes...

Alface, rúcula, agrião e acelga são aliados da dieta e ricos em nutrientes

A salada verde deveria fazer parte das refeições de todas as pessoas, pois as folhas, além de fornecerem vitaminas, minerais e outros componentes bioativos que trazem benefícios para o nosso organismo, possuem alto teor de água que hidratam o corpo e são ricas em fibras. Estas ajudam no funcionamento do intestino, aumentam a saciedade, diminuem a absorção da gordura dos alimentos e o índice glicêmico da refeição. Ou seja, alteram a velocidade de absorção dos carboidratos que por serem absorvidos lentamente prolongam a saciedade. Além disso, as folhas apresentam baixa caloria, contribuindo assim para a perda de peso.

No entanto, uma boa porção de salada pode engordar mais do que uma refeição completa se for utilizado um molho cremoso muito gorduroso. Algumas sugestões saborosas e pouco gordurosas são: vinagre balsâmico misturado com um pouco de azeite, ervas e suco de limão, laranja com alecrim, molho de salsinha com vinagre, etc.

A alface é sem sombra de dúvidas o ingrediente mais popular das saladas. Seu consumo vem aumentando a cada dia devido à preocupação das pessoas com a saúde e com o controle do peso.

Benefícios do alface
A folha de alface, além das fibras, contém quantidades razoáveis de betacaroteno, vitamina B1, B2, folato, vitamina C e também dos minerais: cálcio, ferro e potássio. No entanto, as quantidades variam consideravelmente de um tipo para outro. Cada 100 gramas de alface (1 prato raso de folhas) contém cerca de 13 kcal e por isso pode ser consumida à vontade. A alface possui propriedades calmantes, apresenta funções laxantes e diuréticas e contribui para a saúde do coração. Além disso, a alface é uma boa fonte de potássio, que contribui na redução da pressão arterial, outro fator de risco para doenças cardíacas.

No geral, os vegetais de coloração mais escura e intensa apresentam mais betacaroteno e vitamina C que as variedades mais claras. A vitamina C e o betacaroteno são antioxidantes que evitam a oxidação do colesterol. Quando o colesterol é oxidado se acumula nas paredes das artérias formando placas que bloqueiam o fluxo sanguíneo, causando um ataque cardíaco ou derrame. Além disso, as fibras fazem uma ligação com os sais biliares e remove-as do corpo. Isto obriga o organismo a produzir mais bile e consequentemente elimina mais colesterol do corpo. Assim, a alface e outras folhas ajudam a diminuir os níveis elevados de colesterol.

Benefícios da rúcula
A rúcula, membro da mesma família do brócolis, repolho e outros vegetais crucíferos, também possui um perfil nutricional bastante atrativo. Ela é boa fonte de betacaroteno, vitamina C, vitamina K e minerais como o potássio, ferro, manganês, magnésio, zinco e cobre. Por conter pouquíssima caloria (17 kcal em cada 100 g) a rúcula também pode ser consumida à vontade. Além disto, suas folhas apresentam propriedades digestivas, diuréticas e são amplamente reconhecidas como um potente alimento anticâncer, pois apresentam diversos fitoquímicos, que desempenham um papel antioxidante vital no corpo. Eles ajudam a livrar o corpo de toxinas e substâncias cancerígenas.

Benefícios do agrião
O agrião, outro vegetal crucífero, também está entre os mais nutritivos. É riquíssimo em antioxidantes, bioflavonóides e outras substâncias que protegem contra certos tipos de câncer, principalmente os do aparelho digestivo. Este vegetal é também uma boa fonte de betacaroteno (precursor da vitamina A) e vitamina C, antioxidantes que protegem contra danos nas células provocados por radicais livres, moléculas instáveis produzidas durante o uso do oxigênio pelo organismo. Além de vitaminas, contém boas quantidades dos minerais: ferro, magnésio, potássio e é uma excelente fonte natural de cálcio.

Benefícios da acelga
A acelga é um alimento muito nutritivo de baixa caloria, com boa quantidade de vitamina K, magnésio e potássio, como também contém vitamina E, vitamina A, C, e ferro. Seu consumo está associado a um menor risco de doenças cardíacas e certos tipos de câncer. A vitamina K fornecida em alta quantidade na acelga é essencial para a coagulação sanguínea e manutenção da saúde óssea.

O magnésio é um bloqueador natural de cálcio que evita o excesso deste nas células nervosas e, portanto, a ativação do nervo. A ativação dessas células leva à contração excessiva, resultando em condições como cãibras musculares, dor, fadiga, pressão arterial alta, enxaquecas e espasmos musculares.

A vitamina A, vitamina C, cálcio e magnésio contribuem na manutenção de ossos fortes e saudáveis e ajudam a prevenir a osteoporose, doença causada pela inadequada ingestão de cálcio na dieta. A doença está associada a uma perda gradual da densidade óssea, o que aumenta o risco de fraturas. Desta forma, a acelga contribui na manutenção de ossos saudáveis, controle da frequência cardíaca e pressão arterial, relaxamento dos nervos e na coagulação sanguínea.

Benefícios das endívias
As endívias, assim como as outras folhas, também são boas fontes de fibras, potássio, magnésio, betacaroteno, vitamina C, folatos e vitamina E. Contém apenas 17 calorias em cada 100 gramas, podendo ser consumidas a vontade. A vitamina E é importante na prevenção de câncer, ajuda a diminuir a gravidade e frequência dos calores em mulheres que atravessam a menopausa e desempenham um papel importante na prevenção de doenças cardiovasculares.

Como consumir
Por todos os benefícios que estas verduras têm para a nossa saúde e também porque contêm poucas calorias e muitas fibras, devemos incluir a alface, rúcula, agrião, acelga e endívia em nossa alimentação. As vantagens do consumo das folhas não são facilmente encontradas nos demais alimentos, por isso, é aconselhável a ingestão destas em sua forma crua, já que o cozimento elimina uma parte dos nutrientes.

Não existe uma quantidade recomendada de cada tipo de folha, mas o consumo diário e rotativo das folhas é necessário. O ideal seria o consumo de metade de um prato de salada na hora do almoço e outro no jantar, totalizando 100 gramas de folhas variadas diariamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo mínimo de 400 gramas de vegetais entre verduras, legumes e frutas por dia. Tal recomendação visa reduzir o risco de desenvolvimento de doenças e também a prevenção e correção de várias deficiências de micronutrientes.

Por: Patricia Bertolucci, nutricionista (Com a participação da nutricionista Paula Crook da PB Consultoria em Nutrição) 

Fonte: Minha Vida

Coca, Ambev e Pepsi fazem acordo e param de vender refrigerante em escolas

Coca, Ambev e Pepsi fazem acordo e param de vender refrigerante em escolas

A Coca-Cola, a PepsiCo e a Ambev (fabricante do Guaraná Antártica, Soda e Sukita) anunciaram nesta quarta-feira (22) que vão deixar de vender refrigerantes para escolas com alunos de até 12 anos de idade.

Segundo as três empresas, os refrigerantes devem parar de ser vendidos nas escolas a partir de agosto.

Em lugar da bebida, serão vendidos nas cantinas escolares apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos.

Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

A iniciativa, de acordo com as empresas, tem o objetivo de combater a obesidade infantil.

As fabricantes justificam que, no momento do recreio, os alunos vão à cantina da escola sem orientação ou a companhia de responsáveis e podem acabar consumindo açúcares em excesso.

A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores.

As empresas também pretendem fazer ações de sensibilização para que supermercados, atacados e outros estabelecimentos não vendam suas marcas de refrigerante para as escolas.

Leia a íntegra do comunicado das empresas:

"A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução. A partir de agosto, a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país. A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos. O novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil entendem que devem auxiliar os pais ou responsáveis a moldar um ambiente em escolas que facilite escolhas mais adequadas para crianças em idade escolar, assim como estimular a hidratação e a nutrição, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada.

A escolha do portfólio no Brasil também foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças. A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.

As três companhias também estão trabalhando com a ABIR (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor."

Fonte: UOL

Facebook vai priorizar postagens de amigos na timeline...

Facebook vai priorizar postagens de amigos na timeline

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (29) que vai mudar a ordem das publicações na timeline da rede social. De acordo com Adam Mosseri, vice-presidente de produto da empresa, a partir de agora os usuários passarão a ver, prioritariamente, postagens de amigos e familiares no feed de notícias – antes, os posts de veículos de imprensa, marcas e demais páginas seguidas pelos internautas eram os primeiros a serem apresentados.

O executivo indica que a grande quantidade de informações e de notícias faz com que o usuário não veja o que é prioridade a ele: os amigos e familiares.  “Quando lançamos o feed de notícias em 2006, era difícil imaginar o desafio que encaramos hoje em dia: muito mais informação do que qualquer pessoa é capaz de acompanhar. É por isso que as histórias no feed de notícias são ranqueadas – para que as pessoas vejam o que mais importa primeiro e não percam conteúdos importantes de seus amigos e familiares”, diz a nota oficial divulgada no blog da empresa.

A companhia afirma que as páginas curtidas aparecerão de forma equilibrada entre os posts prioritários de amigos e familiares. O algoritmo da rede social identificará qual postagem deve aparecer baseado na interação do usuário com determinado conteúdo ou marca. A novidade começará a ser liberada de forma gradual a todas as pessoas cadastradas na rede social.

Fonte: Veja.com

O 5G vem aí: veja as mudanças, novas velocidades e tudo sobre a tecnologia...

O 5G vem aí: veja as mudanças, novas velocidades e tudo sobre a tecnologia

Muita gente aqui do Brasil ainda mal tem cobertura 4G disponível na cidade ou ainda luta para achar um sinal decente, estável e duradouro de 3G. Porém, acredite se quiser, mas o andamento das tecnologias de redes de celular já aponta para o próximo destino: a quinta geração de conectividade móvel, popularmente conhecida como 5G.

Embora as previsões ainda estejam um pouco nebulosas em termos de data, em matéria de tecnologia já temos algumas informações a respeito do que deve ser uma das grandes novidades dos dispositivos móveis para daqui a alguns anos. Os Estados Unidos, que devem ser um dos pioneiros no desenvolvimento da estrutura, já estão preparando o terreno para a evolução. Do outro lado do mundo, Japão e Coreia do Sul também já mostraram estrutura e testes.

Velocidade, diversificação e capacidade são só algumas das palavras-chave dessa novidade. Mas quais são as promessas — e em que elas podem melhorar a sua vida ou a forma com que você usa o seu smartphone? Essas são algumas das perguntas que já podem ser respondidas.

Afinal, o que vai mudar?
Na transição do 3G para o 4G, o foco estava em melhorar a taxa de transferência de dados e diminuir a latência. Desta vez, é claro que esses ganhos também estão no meio, mas o foco principal tem sido em transformar o 5G em um ecossistema completamente novo. Para cumprir os requisitos determinados, pode ser necessário aprimorar ou mudar a interface atual. Porém, tecnologias LTE-A e até WiFi podem ser aproveitadas para a garantia de bom funcionamento da nova conectividade.

Velocidade: para o alto e avante
O aumento de velocidade do 4G para o 5G promete ser bastante significativo. De acordo com a FCC, o órgão norte-americano que funciona mais ou menos de acordo com a Anatel aqui no Brasil, a próxima geração de internet sem fio deve ser tão boa quanto a tecnologia atual de fibra.

Atualmente, a velocidade de transferência do 4G LTE chega a 1 gigabit por segundo (Gbps), sendo que o consumidor normalmente não chega a ter nada perto disso. No 5G, não está claro ainda qual será a velocidade par ao consumidor, mas não seria surpresa algo acima de 10 Gbps. O padrão ideal a ser alcançado pelo 5G é o de 20 Gbps, o suficiente para baixar um filme em alta definição em 10 segundos. É claro que essa velocidade toda é mais um "teto" para a indústria se basear e desenvolver soluções. Além disso, obstáculos (como prédios ou paredes) e outros sinais e ondas interferem bastante nesse valor.

O que podemos esperar? Em testes, a operadora japonesa DoCoMo conseguiu atingir 2 Gbps dentro de um prédio em Tóquio, e 2,5 Gbps dentro de um carro. Já o consórcio Next Generation Mobile Networks Alliance, que define padrões da indústria para a aplicação de redes, estabeleceu que o 5G deve oferecer 1 Gbps simultâneo "para diversos funcionários ao mesmo tempo em um andar de um prédio comercial", ou seja, uso individual será com certeza mais rápido.

A Samsung já atingiu 7,5 Gbps em testes, enquanto a Nokia marcou 10 Gbps. Um teste de 1 Tbps (terabits por segundo) chegou a ser registrado, mas sob condições extremamente específicas. Para efeitos de comparação, a rede atual de LTE-A chega a 300 Mbit/s.

Latência: o mínimo possível
Em computação, a latência é o tempo que um pacote de dados ou comando leva para ir de um ponto a outro. Quando você dá a ordem para entrar em um site no seu smartphone, há uma "espera", por mais rápida que seja, para que a ordem se transforme na ação propriamente dita, o navegador entenda o seu objetivo e a página carregue por completo.

No 4G, a média de tempo de latência está em 10 milissegundos (ms). Isso é muito baixo para os nossos padrões em horas ou minutos, mas está bastante defasado em termos de eletrônicos que precisam ser imediatos. Para o 5G, a ideia é ter latência extremamente baixa, na faixa de 1 ms.

Para explicar direito como isso afeta o consumidor, vamos usar o exemplo da Huawei com testes em carros autônomos. Nas redes 4G, a latência era tão alta que um veículo de 100 km/h demoraria 1,4 metro para parar o carro efetivamente ao detectar um obstáculo e enviar um comando de freio. No 5G, o automóvel se mexe por somente 2,8 cm — distância comparada ao de um sistema de freios ABS.

Banda e frequência: ampliar e expandir
Os dados nos celulares percorrem um caminho: o telefone converte a informação (voz, vídeo, áudio ou texto) em um sinal elétrico que vai parar uma torre de celular via rádio. De lá, ela passa por uma rede até chegar ao destino (um servidor ou outro telefone). As bandas responsáveis por “aguentar” a transferência de dados terão um espectro muito mais largo e de maior frequência no 5G.

A banda aumenta e a frequência fica mais alta, mas o volume de dispositivos conectados no 5G e nas outras redes móveis também só tende a disparar.

O LTE usa faixas de frequência de até 20 MHz. Já o 5G ainda não possui um padrão definido, mas deve ficar em torno de 60 GHz. Uma nova geração de rede móvel quase sempre adota uma frequência maior, já que elas normalmente não estão em uso e, até por conta disso, estão mais livres para receber novos dados. Com isso, a ideia é que as bandas de frequência mais alta garantam maior espaço para transição de dados, sem grandes interferências ou obstáculos que reduzem a velocidade.

Tudo (tudo mesmo!) conectado
O 5G deve ser um dos maiores avanços da indústria para a popularização da "Internet das Coisas", o cenário em que objetos cotidianos e dispositivos estão todos conectados entre si, incluindo na sua própria casa — sensores, eletrodomésticos, portas e mais. Eles não precisarão ficar necessariamente ligados via WiFi, ou poderão usar o 5G em caso de queda dessa conexão.

Os carros autônomos ainda parecem sonhos distantes, mas o 5G pode ajudar bastante a tornar realidade os automóveis que se dirigem sozinhos. Com essa conexão móvel, o esquema de controle do veículo (com sensores que enviam ações para um centro de comando, que só então distribui para um setor do carro) deve ser imediato. É aqui que o baixo tempo de latência especialmente se destaca, já que a reação a comandos de veículos deve mesmo ser o mais imediato possível. Além disso, recursos de entretenimento (afinal, você não estará dirigindo mesmo), informação e lazer (via apps de streaming ou notícias) também devem ser cobertos pela tecnologia.

Robôs de telepresença, aqueles que permitem videoconferência com quem está longe, devem ser popularizados, já que a conexão será melhor e mais estável para chamadas em vídeo. Além disso, assistentes pessoais para a casa, como o Amazon Echo e o Google Home, também se beneficiariam dessa conexão constante.

O armazenamento em nuvem ficará mais rápido e, com isso, os serviços do tipo devem ser muito beneficiados em termos de novos usuários. Também usando o espectro de nuvem, streaming de vídeo e áudio via internet móvel também ficará rápido — ou seja, Netflix em ótima qualidade e estabilidade sem precisar de WiFi pode ser uma realidade.O armazenamento em nuvem ficará mais rápido no 5G e os serviços do tipo devem ser muito beneficiados

A realidade virtual também tem muito a ganhar, especialmente na qualidade da imagem. Com o 5G sendo mais rápido, a resolução do conteúdo visível por você nos óculos fica bem melhor, acabando com um dos grandes defeitos da tecnologia atual. A baixa latência também  faz com que os comandos fiquem mais rápidos e a experiência torne-se ainda mais imersiva.

Quando vamos ter tudo isso?
O 5G ainda deve demorar até ser uma tecnologia de conexão comercializável. Há bastante expectativa em relação ao 5G, mas é preciso respeitar os prazos, por mais longos que eles sejam. Se a ideia é de fato causar uma revolução na tecnologia móvel e mudar bastante a estrutura de banda, não adianta correr e entregar uma estrutura de menor qualidade.

A ideia é que a primeira aplicação fora dos laboratórios e em smartphones de consumidores aconteça próximo ou durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, na Coreia do Sul. Já a “estreia” oficial em planos de operadoras deve ser apenas em 2020 — lembrando que o Brasil ainda pode demorar um pouco mais para ter a cobertura completa, mesmo já contando com ótimos números na adoção do 4G.

Fonte: Tecmundo

Como a ganância do mercado colocou um smartphone no seu bolso...

Como a ganância do mercado colocou um smartphone no seu bolso

Li ontem alguém dizendo o seguinte:

– O que acham que é o socialismo: “ninguém pode ter iPhone”.
– O que é o socialismo: “TODOS podem ter iPhone”.

Bonito. E ingênuo. Na Alemanha Oriental, o “iPhone”, o objeto tecnológico que todo mundo queria, era o Trabant, um carrinho simpático (tenho uma miniatura em casa), simplório a ponto de fazer uma Brasília parecer um Bentley, mas cheio de boas sacadas de engenharia (a começar pela carroceria, feita de “duroplast”, um derivado de petróleo que os alemães orientais desenvolveram para substituir o aço automotivo, em falta por lá, já que eles não tinham moeda forte para importar aço).

O Traby, fabricado pelo Estado, tinha o preço fixado em 4 mil Marcos Orientais (DDR-Marks). E de fato: TODOS podiam pagar, já que o salário médio (em 1985) era de 1.140 DDR-Ms. Um aninho de cinto apertado bastava para uma família ter um Traby. Wunderbar!

Só tinha um problema: se você não fosse membro do Partido Comunista nem desse um jeito de pagar ágio, a fila de espera por um Traby era de 15 anos.

Claro: a quantidade de Trabants que o Estado podia produzir era limitada. Duroplast, pistão, câmbio, estofamento de banco… Nada disso caía do céu. Equivalia a toneladas de matéria prima e de trabalho, tanto braçal quanto intelectual. Como matéria-prima e trabalho são recursos limitados, a produção não acompanhava a demanda. E o ato de comprar um carro equivalia a fazer um plano de previdência privada. Vc pagava o sinal aos 35 anos e recebia o carro aos 50 – e estamos falando de um veículo com motor de cortador de grama (26 cv), e que soltava tanta fumaça quanto um forno de pizzaria.

Houvesse liberdade para que a própria população produzisse Trabants (ou qualquer outra coisa com quatro rodas), via iniciativa privada, a oferta logo supriria a demanda. Mas não: a iniciativa privada era ilegal. Então o jeito era passar a vida na fila esperando seu carro sair das fábricas estatais.

Corta para hoje. Um iPhone típico no Brasil custa QUATRO salários mínimos – mesma proporção que um Traby custava em relação ao salário médio da Alemanha Oriental (que era meio que o equivalente ao salário mínimo deles, já que não havia grandes disparidades salariais). Logo, um iPhone aqui é um objeto tão inacessível quanto era um carro na velha DDR, a Deutsche Demokratische Republik. Estamos na pior, então, certo?

Não, porque tem uma diferença aí. O iPhone é um objeto de luxo, um Rolex da classe média: a Apple prefere vender caro para menos gente do que barato para mais gente. Paciência. Mas nem por isso o grosso da população fica sem WhatsApp, Waze, FB, Youtube. Gmail e câmera digital no bolso. Qualquer smartphone mais barato roda tudo isso. Como iniciativa privada não é crime, a gama de smartphones tende ao infinito, e cobre virtualmente todas as faixas de preço. Graças a Google, Samsung e outros tantos eles são produtos tão de massa quanto o salsichão era na DDR.

De massa mesmo: o Brasil tem hoje 168 milhões de smartphones em uso, segundo a FGV.

Isso dá 84% da população – contando os bebês. Mesmo no Brasil, um país-rascunho, que segue na fronteira entre o feudalismo e o capitalismo de fato, o grosso da população tem Smart Phone (se colocarmos celulares não-smart na conta, temos uma proporção tão grande quanto a de cidadãos com acesso a papel higiênico).

E nada disso acontece por ideologia do Google, da Samsung, da Huawei. Claro. Como Adam Smith escreveu em 1776: não é a bondade do padeiro que nos proporciona pão quente todas as manhãs. É a ganância do sujeito. Ótimo, então. Que o padeiro, a Samsung e o escambau continuem gananciosos.

Dito isso, eu gostaria de reescrever a frase lá de cima:

– O que acham que é o capitalismo: “Só os ricos podem ter iPhone”.
– O que é o capitalismo: “TODOS podem ter smartphone”.

E calma. Não estou dizendo que o capitalismo puro é a panacéia da humanidade – todo país precisa de algum meio de redistribuição de renda, a começar pelo nosso. Mais: a própria palavra “capitalismo”, como me lembrou hoje uma amiga, é uma distorção. Confunde liberdade de vender e comprar o que você bem entender, com coisas que ou são crime ou deveriam ser – oligopólios, cartéis, exploração, trabalho escravo, castas sociais.

O que eu defendo aqui é outra coisa: a liberdade de iniciativa. E faço isso por convicção de que essa é a arma mais eficiente contra a pobreza. Se a proibição da iniciativa privada reduzisse a probreza, eu iria para a rua exigir a estatização de tudo. Mas não é o que a realidade mostra. No mundo real, Estados agigantados simplesmente não conseguem prover suas populações. Não falta só smartphone nesses lugares. Falta papel higiênico.

Por: Alexandre Versignassi

Fonte: Superinteressante

Temer vai cortar benefícios da aposentadoria rural...

Temer vai cortar benefícios da aposentadoria rural

Maior componente do déficit do sistema geral de Previdência, responsável por um "rombo" de R$ 91 bilhões no ano passado, a aposentadoria dos pequenos produtores rurais deverá mudar. O governo estuda alterar a contribuição previdenciária dessas pessoas para, de um lado, reduzir o déficit e, de outro, aumentar a segurança jurídica do contribuinte. Hoje, por causa da dificuldade de comprovar o trabalho no campo, 30,2% das aposentadorias rurais são concedidas por força de decisão judicial.

Ainda não há uma proposta fechada para atacar o problema. Mas é bem provável que mude a forma como esses agricultores recolhem para a Previdência.

Atualmente, os pequenos produtores rurais recolhem, a título de contribuição previdenciária, o equivalente a 2,1% sobre a receita bruta da venda de sua produção. Quando não vendem, não precisam pagar nada.

Uma das alternativas em exame é criar uma contribuição mais permanente, que pode ser um valor fixo. Ela terá de respeitar o fato de o homem do campo ter renda sazonal e, em geral, mais baixa que a do trabalhador urbano.

Da forma que está hoje, o sistema de contribuição do trabalhador rural tem vários problemas. Do ponto de vista do trabalhador, o principal é que essa contribuição é recolhida pela empresa que compra a produção. E ela não precisa identificar quem foi o vendedor. Ou seja, o produtor rural não tem um comprovante de que a contribuição foi recolhida em seu nome. Menos ainda se ele vende seus produtos para pessoas físicas, sem emissão de nota fiscal.

Quando esse agricultor vai pedir aposentadoria, praticamente não tem como demonstrar que passou a vida toda trabalhando no campo. Como "prova", eles apresentam fotos, notas fiscais de compras de sementes ou equipamentos agrícolas. Na dúvida, o funcionário do INSS tem orientação para negar o benefício. Isso ocorre com frequência e, nesses casos, o produtor recorre à Justiça. No ano passado, 30,2% dos 307.654 benefícios rurais foram concedidos dessa forma.

Nos estudos da reforma, um dos objetivos é facilitar a comprovação da atividade rural por esses trabalhadores. E atacar o alto nível de informalidade e sonegação. Como o produtor rural só precisa recolher quando comercializa, ele sempre pode alegar que não vendeu nada.

"É preciso ter cuidado para que não se exclua de vez os produtores do sistema", diz o assessor de Previdência Social da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Evandro Morello. Ele avalia que a adoção de uma contribuição fixa de fato ajudaria o agricultor a comprovar seu trabalho no campo. Mas, ao mesmo tempo, seria uma dificuldade para produtores que nem sempre têm o que comercializar.

Fonte: A Tarde (Com informações do jornal O Estado de S. Paulo)

Como esquecer um amor que não deu certo?

Como esquecer um amor que não deu certo?

Estar apaixonado é uma maravilha, certo? Principalmente se o sentimento é correspondido, pois assim tudo fica bem e termina com uma música bonitinha, como naqueles filmes a que você assistia na adolescência. Tudo vai bem até o momento em que o filme passa a ser “Ele não está tão a fim de você”. Depois de um fim de namoro ou de uma desilusão amorosa antes mesmo de qualquer coisa começar, todo mundo parece ter uma receita infalível: é preciso esquecer.

Você sabe o que fazer nesses casos? Sabe esquecer? Será que tem como sofrer um pouco menos? A boa notícia é: tem. Então, se você está numa pior, sofrendo com seu coraçãozinho aos pedaços, antes de qualquer coisa, sorria. Sua avó estava certa: para tudo na vida há um jeito. O portal io9 ouviu a opinião de algumas pessoas com moral suficiente para falar de alguns casos de amores não correspondidos. Confira a seguir quais são as dicas dadas por quem entende do assunto.

A mágica do esquecimento
Você geralmente resolve tirar alguém do seu coração – ou da sua cabeça? – quando seus sentimentos não são correspondidos ou quando a pessoa, ainda que esteja ao seu lado, trata você não muito bem. É lógico que existem outros motivos, mas esses dois são os mais comuns. Nesses casos, você pode se questionar se é possível ter algum tipo de controle a respeito do sentimento que você quer esquecer.

É como o filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, no qual os personagens passam por um processo maluco de simplesmente deletar tudo relacionado à outra pessoa, como se nosso cérebro tivesse uma tecla mágica que, uma vez acionada, apagasse tudo e acabasse com o sofrimento. Se você já assistiu ao filme, é bem provável que já tenha sentido vontade de fazer o mesmo, não é?

Vício
Uma pesquisa em neurologia descobriu, recentemente, que qualquer um tem autonomia para escolher esquecer um amor. Uma das responsáveis pelo estudo, a antropóloga Helen Fisher, explicou que sua equipe analisou o comportamento cerebral de uma pessoa superapaixonada.

Eles descobriram que o amor intenso ativa uma área do cérebro chamada de núcleo accumbens, associada com recompensas e, consequentemente, com o prazer e até mesmo com o vício. Para se fazer uma comparação, é essa região do cérebro que é ativada quando alguém viciado em bebida sabe que irá beber em breve, por exemplo.

Levando em consideração esse fator viciante, Fisher recomenda que, se você quiser esquecer uma pessoa, deve tratá-la como o paciente que quer deixar um vício de lado e livrar-se de tudo o que possa fazer com que você se lembre do(a) ex, além, é claro, evitar ligar e vasculhar cada passo dele(a) no Facebook. É a mesma lógica do alcoolista que, se quer parar de beber, deve tirar a garrafa de vinho de perto.

Controlando pensamentos
Essa é uma das coisas mais difíceis de fazer, mas não impossível. Quem falou a respeito disso foi o psicólogo da Universidade de Oklahoma, nos EUA, Robert Sternberg. De acordo com ele, se você não conseguir deixar de pensar na pessoa, deve se lembrar sempre dos maiores defeitos dela.

Você também precisa levar em consideração que um relacionamento só dá certo se as duas partes estiverem devidamente conectadas e quiserem isso. Se a pessoa com a qual você estava não quer mais ficar ao seu lado, esse é um direito dela, e provavelmente é o melhor a ser feito, já que não seria justo se apenas você estivesse de cabeça na relação, certo?

Você pode encontrar outra pessoa, já pensou nisso? Há muita gente por aí e talvez aquela que estava ao seu lado antes não seja a melhor. Porém, é preciso ficar sempre atento para não acabar apenas usando alguém para preencher o posto de quem não está mais com você. Pode ser também que essa pessoa nova seja passageira e você vai precisar reconhecer isso.

E lembre-se, sempre, de se manter ocupado, seja estudando, trabalhando, indo à academia ou fazendo qualquer coisa que não permita que seu cérebro fique ruminando os últimos acontecimentos. Isso ajuda bastante. Sempre tente alguma coisa nova, aleatória e criativa. Nada de ficar dando indiretazinhas em redes sociais – isso é feio.

Prevenção
O psiquiatra da Universidade de São Francisco, Thomas Lewis, afirma que o amor, assim como o álcool, faz parte de um processo que envolve intoxicação, fator que se confirmou em pesquisas de neuroimagem. Esses estudos observaram que, quando a pessoa está apaixonada, algumas áreas cerebrais ficam suprimidas: as responsáveis por julgamentos críticos e por emoções negativas. Aquela história de que “o amor é cego” talvez faça sentido, então.

Lewis acredita que futuramente teremos neurobloqueadores disponíveis, em forma de comprimidos, com a finalidade de impedir que nos apaixonemos e também de interromper a paixão. Segundo ele, é possível pensar nisso, já que já existem substâncias em fase de teste para inibir o desejo por álcool. Será que funcionaria?

A boa notícia para quem quer esquecer um amor é que todos os especialistas procurados afirmaram ao io9 que dificilmente são questionados a respeito de como fazer isso. Pelo contrário: parece que muita gente quer saber como manter a paixão por mais tempo. E aí está a boa novidade para você, que acabou de voltar para a ala dos solteiros: a paixão dura pouco. Portanto, em breve, é possível que você ache um absurdo ter sofrido tanto por causa daquela pessoa. O jeito é esperar um pouquinho e logo você estará livre desse sofrimento todo.

Fonte: Mega Curioso

Gordura saturada faz mal à saúde, confirma estudo

Gordura saturada faz mal à saúde, confirma estudo

Comer alimentos ricos em gordura saturada, como manteiga, queijo, banha de porco, carne vermelha, biscoitos, bolos e tortas, aumenta o risco de morte prematura. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico científicoJAMA Internal Medicine.

Felizmente, substituí-las por gorduras insaturadas ou poli-insaturadas, presentes em óleos de origem vegetal, alguns peixes, nozes e sementes, reduz a probabilidade de morte por doenças cardíacas, respiratórias, câncer, Parkinson e Alzheimer. Para chegar a estas conclusões, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, acompanharam a dieta, a saúde e o estilo de vida de mais de 120.000 pessoas, ao longo de três décadas, por meio de questionários respondidos a cada dois ou quatro anos.

Os resultados mostraram que as pessoas que comeram mais gorduras saturadas e trans tiveram taxas de mortalidade mais elevadas do que aquelas que consumiram o mesmo número de calorias em carboidratos. A pesquisa apontou também que a substituição das gorduras saturadas pelas insaturadas presentes em alimentos vegetais – como azeite extra virgem, óleo de canola ou de soja – pode trazer “benefícios substanciais para a saúde e deve continuar sendo uma mensagem essencial nas recomendações nutricionais”.

“Houve confusão generalizada na comunidade biomédica e no público em geral nos últimos anos sobre os efeitos de tipos específicos de gorduras na saúde. Esse estudo documenta benefícios importantes das gorduras insaturadas, especialmente quando elas substituem gorduras saturadas e trans.”, disse Dong Wang, principal autor do estudo.

As gorduras trans, incluindo as parcialmente hidrogenadas como a da margarina, tiveram os piores impactos na saúde: cada aumento de 2% na ingestão dessas gorduras estava associado com um aumento de 16% no risco de morrer mais cedo. No caso da gordura saturada, cada aumento de 5% no consumo esteve ligado a uma probabilidade 8% maior do risco de morrer.

Estudos anteriores mostraram que a ingestão destas gorduras está associada ao aumento do colesterol no sangue, o que leva ao depósito de placas nas artérias que, por sua vez, pode causar infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

Por outro lado, a ingestão de grandes quantidades de gorduras insaturadas ou poli-insaturadas, como ômega-3 e ômega-6, encontrados em óleos de peixe, de soja e de canola, foi associada à redução de 11% a 19% no risco de morte, em comparação com o consumo do mesmo número de calorias provenientes de carboidratos.

Mesmo o consumo de pequenas quantidades de gordura poli-insaturada no lugar da saturada já traz grandes benefícios para a saúde. Segundo o estudo, substituir 5% das calorias ingeridas provenientes de gorduras saturadas (cerca de 15 g) por poli-insaturadas, reduz a chance de morte prematura em 27%.

Enquanto alguns especialistas ressaltaram que o estudo foi observacional baseado em questionários, o que, portanto, não confirma uma relação de causa e consequência, o resultado geral está em consonância com muitos outros grandes estudos sobre alimentação e saúde.

Fonte: Veja.com

Brasileiros acham justo que mais ricos paguem mais imposto, indica pesquisa

Brasileiros acham justo que mais ricos paguem mais imposto, indica pesquisa

Uma pesquisa do instituto Ipsos para a ACSP (Associação Comercial de São Paulo) mostra que três em cada quatro brasileiros (77%) consideram justo cobrança maior de impostos para quem tem salários maiores e menos tributos para quem tem salários menores.

Quanto menor a renda do entrevistado, mais difundida é essa percepção. Nas classes AB, 68% consideram essa lógica justa. Esse número cresce para 80% quando o entrevistado pertence à classe C e para 82% entre as pessoas da classe DE.

O Brasil tem de certa forma imposto maior para os mais ricos, via tabela progressiva do Imposto de Renda. Mas o país também cobra imposto no consumo, que pesa proporcionalmente mais na renda dos mais pobres.

Apesar de defenderem mais impostos aos mais ricos, 88% acham que se cobra muitos impostos no Brasil e que o dinheiro acaba não sendo investido em melhoria de escolas, hospitais e estradas. Essa insatisfação é maior na região Norte (95%) e Sul (93%).

Os dados fazem parte da pesquisa Pulso Brasil, do instituto Ipsos, que entrevistou 1.200 pessoas em 72 cidades nas cinco regiões brasileiras. Em maio, esse monitoramento investigou a opinião dos brasileiros sobre os impostos.

"Abordamos o tema nesta pesquisa por causa do atual debate sobre aumento de impostos. E o que constatamos é que os brasileiros não percebem retorno nos impostos que pagam", diz Danilo Cersosimo, responsável pela pesquisa no Ipsos.

Carga tributária
Nesta terça-feira (5), quando questionado sobre um possível aumento de impostos, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o governo "está considerando" a questão. Ele disse que o governo divulgaria as "conclusões" sobre isso ainda nesta semana.

Um das principais queixas de 85% dos entrevistados é que, mesmo já pagando os impostos, é preciso ainda pagar plano de saúde privado, escola particular, segurança do condomínio, entre outros gastos. Isso porque a qualidade do serviço público é ruim.

Segundo Marcel Solimeo, diretor do Instituto de Economia da ACSP, essa sensação de que o dinheiro arrecadado não é bem aplicado pelos governo é um dos fatores que dificulta o aumentos dos impostos no país.

"Isso mostra que os brasileiros estão mais conscientes de que o contribuinte. Essa má utilização dos recursos faz pressupor que mais impostos não resolveria. Isso dificulta a ideia de se criar mais impostos", afirma.

Entre as perguntas feitas em todas as regiões do país estava a possibilidade de volta da CPMF para aumentar a arrecadação do governo. Dos pesquisados, 74% já ouviram falar do tributo, 25% desconhecem e apenas 1% não sabe ou não respondeu.

Do total dos entrevistados, 79% foram contra a volta da cobrança do imposto. Somente 9% se mostraram favoráveis. Os demais não souberam responder.

Fonte: Folha.com

4 mitos sobre o cérebro humano

4 mitos sobre o cérebro humano

O cérebro, além de comandar tudo o que acontece no nosso organismo, é, sem sombra de dúvidas, um dos órgãos mais fascinantes do corpo humano. Contando com aproximadamente 100 bilhões de neurônios, ele é tão incrivelmente complexo que existem várias áreas da ciência — como a neurologia, a psicologia e a psiquiatria, por exemplo — dedicadas em estudá-lo.

E graças aos avanços da ciência, vários mitos relacionados ao cérebro humano acabaram sendo derrubados — ou compreendidos — nas últimas décadas, e o pessoal do site how stuff works criou uma interessante lista sobre vários fatos relacionados ao nosso órgão-mestre que foram desmistificados. Confira:

1 – O cérebro é descolorido
Talvez você já tenha visto cérebros preservados em algum laboratório ou nas aulas de ciência, e apesar de terem um aspecto esbranquiçado e até amarelado dentro dos vidros, a verdade é que é possível identificar várias cores nesses órgãos. Para começar, grande parte dele é cinza, portanto, não é a toa que muitas vezes as pessoas se referem a ele como “massa cinzenta”.

Essa massa é composta por diferentes tipos de células — entre elas os neurônios — e pode ser observada em diversas porções do cérebro e da medula. Existe também a substância branca, composta por fibras nervosas que conectam a massa cinzenta. Outra estrutura “colorida” é a substância nigra, que apresenta essa coloração devido à neurommelanina, sem contar os vasos sanguíneos que completam a paleta de cores presentes no cérebro com o vermelho.

2 – O cérebro ganha ruguinhas quando aprendemos algo novo
Você já percebeu todas aquelas voltinhas e rugas que existem no cérebro? Elas são o resultado de milênios de evolução, já que os humanos foram desenvolvendo cérebros maiores para desempenhar todas as funções que nos diferenciam de outras espécies. Contudo, esses órgãos ficam acomodados em um espaço bem limitado e, por isso, eles foram se dobrando sobre si mesmos para caber na caixa craniana.

Tanto que, se fosse possível esticar todas as dobrinhas, o cérebro de um adulto ficaria do tamanho de um travesseiro! Contudo, ao aprender algo novo, não ganhamos mais rugas. Logo no início do nosso desenvolvimento, o cérebro apresenta um aspecto liso e uniforme, contudo, já com 40 semanas de gestação, os fetos contam com todas as voltas e dobras que terão por toda a vida.

3 – Decapitados pensantes
Você já ouviu falar que os cérebros continuam ativos durante algum tempo mesmo depois de alguém sofrer uma decapitação? Esse mito surgiu na época em que guilhotina era utilizada como ferramenta das execuções, e os boatos sobre cabeças piscando sozinhas circulavam entre a multidão. Inclusive existem testemunhos de médicos da época sobre respostas bem específicas dos executados, que apresentariam movimentos de pálpebras, lábios e pupilas.

Contudo, hoje em dia a maioria dos especialistas afirma que esses movimentos são meramente reflexos, em vez de respostas conscientes dos recém-decapitados. Ao cortar o fluxo sanguíneo — e consequentemente de oxigênio —, o cérebro entra imediatamente em coma e começa a morrer, e a perda de consciência ocorre em 2 ou 3 segundos. Assim, embora seja possível que o cérebro fique ativo, na verdade, é muito pouco provável que isso ocorra.

4 – Os humanos contam com o maior cérebro do reino animal
Embora os humanos sejam as criaturas mais inteligentes da Terra, isso não significa que os seus cérebros também sejam os maiores. Aliás, muitos animais são capazes de usar seus “tutanos” para desempenhar algumas das funções que nós também desempenhamos, como desenvolver ferramentas, mostrar empatia com relação a outros bichinhos e solucionar problemas, por exemplo.

Para que você tenha uma ideia, o cérebro humano pesa mais ou menos o mesmo que o cérebro de um golfinho, ou seja, 1,4 quilo, enquanto que o de uma baleia cachalote — que, por sinal, é menos inteligente que um golfinho — pesa cerca de 7,8 quilos. Já o cérebro de um Beagle pesa aproximadamente 72 gramas, enquanto que o de um orangotango pesa 360, e os dois animais são inteligentes.

Entretanto, embora mais inteligência não signifique necessariamente mais volume, existe sim uma relação entre a massa do cérebro e a massa corporal de determinada espécie. A proporção de peso do cérebro com relação ao peso corporal nos humanos é maior do que em outros animais, ou seja, os nossos cérebros proporcionalmente pesam mais.

Além disso, também contamos com algumas estruturas mais desenvolvidas, como o córtex cerebral, por exemplo, que é — proporcionalmente — o maior de todos os mamíferos e o responsável por funções como a memória, a comunicação e o raciocínio.

Mais mitos sobre o cérebro:
  • Ouvir música clássica — mais precisamente às obras de Mozart — não deixam as pessoas mais inteligentes;
  • Quando tomamos porres homéricos, não dizimamos milhares de neurônios;
  • Os seres humanos não utilizam apenas 10% de sua capacidade mental;
  • O uso de drogas não cria buracos no cérebro, mas é capaz de fazê-lo envelhecer extremamente depressa.
Fonte: Mega Curioso

Aumento de golpes deixa WhatsApp em alerta; veja como se proteger

Aumento de golpes deixa WhatsApp em alerta; veja como se proteger

Com o aumento no número de golpes e mensagens falsas que circulam pelo aplicativo de mensagens, o WhatsApp disse em um comunicado enviado à imprensa que não usa o próprio app para se comunicar com os usuários. A empresa garante ainda "trabalhar cuidadosamente para reduzir as mensagens indesejadas que chegam pelo sistema."

Nos últimos meses, empresas de segurança digital descobriram uma série de golpes aplicados pelo WhatsApp como o de falsos descontos ou ainda promessas ilusórias relacionadas ao próprio aplicativo --como campanhas que prometem liberar novos emojis, recurso de videochamada ou dedurar todos os usuários que visitaram o seu perfil.

"Mensagens indesejadas podem chegar ao usuário de várias formas como spam, fraudes e vírus", alerta o WhatsApp. A equipe do app diz que todas essas mensagens tentam enganar os usuários.

Estranhe recompensas ou punições
A empresa, portanto, pede atenção dos usuários principalmente em mensagens cujo remetente afirma ser filiado do WhatsApp, com instruções para encaminhar o conteúdo, com ameaças de possíveis punições ou com promessas de recompensa ou presente.

Tenha um antivírus no celular
Para se precaver de páginas maliciosas, a sugestão é já conhecida: evite clicar em links desconhecidos. Baixar um antivírus também pode ajudar (conheça algumas boas opções aqui).  É importante mantê-los atualizados para que possam desempenhar melhor suas funções.

Nunca repasse a mensagem
O recomendado, segundo o WhatsApp, é bloquear o remetente, desconsiderar a mensagem e apagá-la. "Para evitar expor os seus contatos a potenciais danos, nunca encaminhe essas mensagens a eles", acrescenta a empresa.

Fonte: UOL

Adolescentes se alimentam mal e risco à saúde cresce

Adolescentes se alimentam mal e risco à saúde cresce

Adolescentes brasileiros seguem uma dieta de alto risco para problemas cardiovasculares, doenças renais e obesidade. De acordo com dados do Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica) divulgados na última quinta-feira pelo Ministério da Saúde, o consumo de refrigerante e balas por jovens entre 12 e 17 anos supera o de frutas, verduras, hortaliças e suco natural.

Endocrinologista do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Tarissa Petry diz que, por praticidade, brasileiros estão deixando de consumir alimentos naturais, mas que isso pode trazer sérias consequências para a saúde. “Estamos diagnosticando a obesidade cada vez mais cedo. Esses jovens vão ter diabete, hipertensão, enfarte e AVC mais cedo também.”

Felizmente, o arroz e o feijão, alimentos considerados saudáveis, estão no topo da lista dos 20 alimentos mais consumidos pelos adolescentes. Depois aparecem pães, sucos e carnes. Mas, logo em seguida, a qualidade cai e o ranking é dominado pelos produtos industrializados. Na sexta posição estão os refrigerantes, seguidos por doces e sobremesas, café, frango, hortaliças, massas, biscoitos doces, óleos e gorduras, tubérculos, salgados frios e assados, carnes processadas, bebidas lácteas, queijos e outros derivados do leite, biscoitos salgados, bolos e tortas.

Segundo especialistas, esse conjunto de hábitos é preocupante e reflete diretamente os índice de obesidade e sobrepeso, que atingem, respectivamente, 17,1% e 8,4% dos adolescentes. Também preocupam o consumo excessivo de sódio e o déficit de vitamina E e cálcio. De acordo com o levantamento, 80% dos adolescentes consomem sódio acima do recomendado e pouco mais da metade (51,8%) bebe menos de cinco copos d’água por dia – quando o recomendado é de oito copos.

“Vivemos em uma transição do padrão africano, onde a fome era prevalente, para o padrão americano, onde a obesidade predomina. Nossa tarefa é tentar reverter esse padrão, sobretudo com população mais jovem”, afirmou a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção à Saúde, Fátima Marinho. A epidemiologista considera que o fenômeno identificado agora entre adolescentes já ocorre há alguns anos na população adulta.

Mais da metade tem o hábito de comer em frente à TV, seja uma refeição completa ou um lanche. Dos entrevistados, 40% disseram que petiscam enquanto estão com o aparelho ligado e 73,5% passam duas horas ou mais vendo TV ou no computador. Além disso, menos da metade (48,5%) toma sempre ou quase sempre café da manhã, e 21,9% nunca tomam.

A pesquisa, feita em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),  ouviu cerca de 75 .000 estudantes com idade entre 12 e 17 anos, de 1.247 escolas em 124 municípios.

Vigitel
O padrão entre adultos é ainda mais desanimador. Dados do Vigitel 2015 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), mostram que 19% do brasileiros têm o hábito de consumir refrigerantes e sucos artificiais e 20% consomem doces 5 vezes por semana ou mais. O hábito reflete diretamente na obesidade: 18,6% são obesos – em 2010, eram 15%.

O estudo, feito por telefone com moradores com mais de 18 anos das capitais do país, revelou também que menos da metade dos brasileiros tem o hábito de comer frutas e hortaliças regularmente. O consumo de doces e refrigerantes também é considerado excessivo.

Propaganda
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que a propaganda de alimentos ricos em sal, açúcar e gordura e com excesso de álcool poderia ser “aprimorada”, sem dizer, no entanto, o que poderia ser feito. Ele também assinou uma portaria que proíbe a venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados, processados, com excesso de açúcar, gordura e sódio dentro das unidades do ministério. O mesmo vale para eventos patrocinados.

Fonte: Veja.com

Número de doutores cresce quase 500% em 18 anos no Brasil

Número de doutores cresce quase 500% em 18 anos no Brasil

O número de títulos de mestrado e doutorado cresceu 379% e 486%, respectivamente, entre 1996 e 2014, no Brasil, revela estudo divulgado pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) na 68ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), em Porto Seguro, na Bahia.

Apresentado nesta terça-feira (5), o estudo revela ainda que os  títulos de pós-graduação triplicaram no mesmo período com a criação de novos cursos.

Segundo o diretor do CGEE, Antônio Galvão, a pulverização dos programas de mestrado e doutorado criou as condições necessárias para o desenvolvimento de outras regiões do país. Quanto maior o conhecimento, maior o potencial de geração de riquezas para o país, afirmou Galvão, ao detalhar o estudo.

"Quando se muda isso, muda-se a qualidade dos empregos das pessoas, porque eles [pós-graduados, mestres e doutores] vão fazer tarefas mais complexas, ter atividades e empreendimentos de maior densidade técnico-científica, que remuneram melhor, que pagam melhores salários. Todo o processo de desenvolvimento real é baseado em conhecimento. Este é o grande segredo, e é o que a pesquisa está mostrando", afirmou.

O estudo mostra o mercado de trabalho de mestres e doutores em um período de seis anos. De acordo com os dados da pesquisa, de 2009 a 2014, o total de mestres empregados foi 66% e o de doutores, 75%, bem acima da taxa de ocupação da população, que está em 53%, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Mesmo com o avanço, o Brasil aparece como antepenúltimo em um ranking de 37 países. De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, no Brasil são apenas 7,6 doutores para cada grupo de 100 mil habitantes. Apenas o México (4,2) e o Chile (3,4) tiveram desempenho inferior ao do Brasil nesta lista.

Fonte: UOL (Com Agência Brasil)

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, concluiu que, para manter o bom humor, as mulheres precisam dormir mais do que os homens.

A pesquisa mostrou que mulheres que não dormem o suficiente amanhecem mais irritadas do que os homens que tiveram a mesma quatidade de sono.

Edward Suarez, um dos autores da pesquisa, estudou 210 homens e mulheres de meia-idade que não possuíam distúrbios do sonos. O trabalho, que foi feito em conjunto com outros pesquisadores, revelou que 40% dos participantes dormiam menos do que o necessário, adquirindo problemas como dificuldade para adormecer ou acordar durante a noite.

"O estudo sugere que o sono de má qualidade – medido pela quantidade total de sono, o grau de despertar durante a noite e quanto tempo leva para pegar no sono – pode ter consequências mais graves de saúde para as mulheres que para os homens", disse Edward.

Os pesquisadores explicam que as mulheres que dormem pouco sofrem mais com aflições físicas e psicológicas, além de ter dificuldade para balancear os hormônios, ficando mais propensas a desenvolver problemas no coração, diabetes tipo 2 e depressão.

Fonte: Rede TV!

domingo, 10 de julho de 2016