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sábado, 7 de maio de 2016

20 dicas para economizar no supermercado

A conta do supermercado não está cabendo no bolso? Os preços subiram, sim, mas será que você não está errando no jeito de fazer as compras ou jogando dinheiro fora?


Confira dicas para economizar na hora de encher o carrinho. As sugestões são de Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais e coordenador do site Educação Financeira para Todos (educacaofinanceiraparatodos.com). 


Defina seu limite
Estipule um valor máximo para gastar na sua compra. Lembre-se de que é você quem prioriza as necessidades na sua vida, não as "promoções" de um estabelecimento comercial. Ao atingir o limite que você fixou, pare de comprar.


Faça uma lista de compras
Elabore uma lista prévia do que você realmente precisa e, mais importante, siga-a com disciplina. Planejamento evita desperdícios, como comprar produtos repetido, por impulso ou em quantidade maior do que o necessário.


Organize a lista por seção do supermercado
Seja organizado já na lista de compras, agrupando produtos que ficam próximos --por exemplo: produtos de limpeza, higiene pessoal, enlatados etc.. O resultado: uma experiência mais rápida, objetiva e fugindo das compras por impulso.


Pesquise os preços, inclusive em atacadões e 'atacarejos'
Faça uma pesquisa de preços antes de decidir onde vai fazer as compras. Considere também comprar em atacadões e atacarejos, que prestam um serviço mais simples e, em contrapartida, tendem a oferecer preços finais menores para o consumidor. Se a família for grande, talvez compense comprar nos atacados.


Prefira comprar na segunda quinzena do mês
A maioria dos consumidores compra no início do mês. Na segunda quinzena há uma queda normal de vendas, e as empresas ficam mais propícias a fazer promoções para melhorar o fluxo de caixa.


Evite ir ao supermercado lotado
O excesso de gente pode gerar um falso "senso de urgência" no consumidor e fazê-lo comprar mais do que o necessário ou sem pensar antes.


Nunca vá às compras com fome
A fome atrapalha na hora de calcular a quantidade de produtos de que você realmente precisa. Resultado: acaba comprando coisas demais. Ou, então, cai na tentação e compra alimentos que não estavam na lista.


Levar a(s) criança(s) ou não?
Se for sem a(s) criança(s), você evita a pressão para comprar produtos supérfluos, já que os pequenos são alvos fáceis para o marketing. Por outro lado, se levá-la(s), tem a chance de ensinar que não se pode comprar tudo o que quer.


Não vá ao supermercado passear
Ficar andando com o carrinho pelos corredores é um prato cheio para cair na armadilha das compras por impulso. Supermercado não é lugar de passear. Só vá se precisa mesmo comprar alguma coisa. Entre, faça suas compras e tchau.


Cuidado com os truques e 'armadilhas' de marketing
Tudo no supermercado é feito para você gastar mais: a música, a claridade, os corredores longos, a posição dos produtos etc.. Chocolates e doces costumam ser colocados ao alcance das crianças. Produtos essenciais costumam ficar no fundo para fazer o consumidor percorrer todos os setores.


Leve uma calculadora
Leve sua calculadora e confira com cuidado se os preços são bons para você. Além do preço, considere a quantidade. Por exemplo, o produto X custa R$ 5 e o Y, R$ 8, mas o X tem 500 gramas e o Y, 1 quilo. Fazendo as contas, o Y é mais vantajoso.


Não caia no conto do 'chamariz'
Às vezes, os supermercados baixam os preços de alguns itens mais vendidos para dar a impressão de que tudo ali está barato e atrair mais clientes. Na verdade, há preços altos "escondidos" no meio de outros produtos.


Preços menores, só que não
Cuidado com os preços "quebrados", geralmente terminados em 9. Eles tentam confundir o consumidor e dar a falsa impressão de que são menores do que realmente são.


Fique de olho nos 'produtos da estação'
Se notar que alguns produtos tiveram queda de preço, aproveite para comprá-los. Por outro lado, evite aqueles que subiram muito. Nesse caso, vale até desrespeitar a lista de compras para aproveitar os preços de ocasião.


Além do preço, avalie a qualidade
Nem sempre o mais caro é o melhor e o mais barato, o pior. Também nem sempre vale a pena optar pelo mais barato para economizar se o produto não for de qualidade. Fique de olho em notícias, redes sociais e fóruns de consumidores. Evite produtos ou empresas com muitas queixas.


Cheque a validade e aproveite ofertas
Em geral, produtos perto de vencer ficam na parte da frente das gôndolas e prateleiras. Se for levar quantidade maior ou demorar para consumir, opte por prazos de validade maiores. Alguns lugares dão desconto em produtos próximos ao vencimento; pode ser uma boa opção se você for consumir logo.


Cuidado com a 'compra casada'
Queijo com goiabada, macarrão com queijo, pães e frios. Supermercados tendem a colocar lado a lado produtos que se complementam para estimular a compra. Você deve refletir se compensa ou não levar os dois, se já tem em casa ou se há outras combinações mais baratas e até mais apetitosas.


Use o carrinho com moderação
Pesquisas apontam uma tendência em comprar "até tampar o carrinho" e eles até ficaram maiores nos últimos anos. Evite carrinhos grandes demais e lembre-se de que não é preciso enchê-lo.


Confira os preços ao passar pelo caixa
É mais comum do que se imagina: o valor que estava marcado na prateleira vira outro quando se chega ao caixa. Além de conferir a etiqueta, confira pesos nas balanças e os preços ao passar a compra no caixa.


Pague no débito ou à vista
Prefira pagar no cartão de débito ou à vista e evite jogar a despesa para frente. Isso evita a "surpresa" quanto a fatura do cartão de crédito chega e o efeito bola-de-neve nas dívidas do consumidor.



O Hino Nacional e seus significados...

O Hino Nacional do Brasil é realmente um dos mais bonitos do mundo. Já prestou atenção na letra? Mas apesar de ser bem bonito e emocionante, ele tem algumas palavras não muito usuais. Como esta semana celebramos o Dia do Hino Nacional (a primeira vez que ele foi executado foi no dia 13 de abril de 1831), resolvemos fazer a “tradução” destas palavras para você.


Plácidas: calmas, tranquilas
Ipiranga: Rio onde às margens D.Pedro I proclamou a independência do Brasil em 7 de setembro de 1822
Brado: Grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: Cultuada, amada
Vívido: intenso
Formoso: lindo, belo
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
Resplandece: que brilha, iluminidada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflete
Gentil: Generoso, acolhedor
Fulguras: Brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: Florida, enfeitada com flores
Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
Lábaro: bandeira
Ostentas: Mostras com orgulho
Flâmula: Bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape



Conheça dez causas para a insônia

Uma em cada dez pessoas tem insônia; conheça dez causas para o distúrbio


A dificuldade para dormir é muitas vezes um mistério para pacientes e médicos. Cientistas tentam desvendar o mais comum distúrbio do sono, associado a uma série de fatores, muitos dos quais podem ser controlados.


Rolar de um lado para o outro da cama e, apesar do cansaço, ver o tempo passar sem conseguir pregar o olho. Se você se vê nessa situação com frequência, pode estar entre os 10% da população adulta que sofre de insônia, o distúrbio do sono mais comum.


A condição é definida como a dificuldade de pegar ou manter o sono por ao menos três noites por semana, acompanhada de problemas durante o dia. Quem sofre de insônia tende a ficar cansado e irritadiço durante o dia, além de ter dificuldades de concentração e dor de cabeça.


Um estudo divulgado nesta terça-feira (05) pela revista New Scientist afirma que a causa da insônia pode ser conexões falhas no cérebro. A radiologista Shumei Li, de um hospital em Guangzhou, na China, e sua equipe descobriram que, nos cérebros das pessoas com insônia grave - dificuldade de dormir por mais de um mês -, as regiões do hemisfério direito ligadas à memória, ao aprendizado, ao olfato e à emoção estavam mais mal conectadas do que as de uma pessoa saudável.


A equipe também descobriu que quem sofre de insônia tem conexões mais fracas na chamada substância branca do cérebro, região que regula a consciência, o estado de alerta e o sono.


"Este estudo nos leva um passo adiante no entendimento da insônia e um passo mais próximos de um potencial tratamento", afirma Max Wintermark, radiologista de Stanford, afirmando ainda não ser possível comprovar a relação entre as conexões cerebrais e o distúrbio do sono.


As causas da insônia são identificáveis em apenas 50% dos casos, segundo a Universidade de Maryland. No entanto, alguns fatores são frequentemente associados ao distúrbio:


1. Computador
Trabalhar demais no computador resulta num excesso de estímulo cerebral. Ficar focado na tela, sobretudo perto da hora de dormir, pode tornar mais difícil pegar no sono.


2. Atividade física
É verdade que um estilo de vida sedentário pode levar à insônia. Mas se o exercício físico for praticado de quatro a seis horas antes de ir para a cama, ele pode atrapalhar o sono.


3. Cafeína, álcool e drogas
Ingerir cafeína, álcool, drogas recreativas em excesso ou certos medicamentos, como estimulantes e remédios para pressão, afeta o sono. Cigarro também pode causar inquietação. Ao mesmo tempo, parar de fumar pode causar insônia temporária.


4. Depressão
A depressão costuma afetar o sono. Cerca de 80% das pessoas com depressão têm dificuldade de pegar no sono, segundo o site WebMD. Ao mesmo tempo, muitas vezes quem sofre da doença dorme demais.


5. Doenças neurológicas
Além da depressão, condições psiquiátricas e neurológicas, como ansiedade, síndrome das pernas inquietas, mal de Parkinson e Alzheimer, podem levar à insônia. A causa pode ser tanto alterações nas regiões cerebrais que afetam o sono como medicamentos usados para tratar as doenças.


6. Stress
O stress é uma das causas mais comuns da insônia. Um acontecimento traumático ou preocupações com as finanças, o trabalho ou a família costumam tirar o sono. Trabalhar em turnos noturnos ou mudar de escala constantemente também afeta o relógio biológico.


7. Hormônios
Alterações hormonais durante o ciclo menstrual podem influenciar o sono. Geralmente se tem problemas para dormir durante a menstruação, e o sono melhora na metade do ciclo, com a ovulação. Entre 30% e 40% das mulheres na menopausa também sofrem de insônia. No geral, as mulheres têm mais chance de serem acometidas pelo distúrbio do sono do que os homens.


8. Dor crônica
Males como refluxo, fibromialgia, artrite e outras síndromes de dor crônica podem afetar a qualidade do sono. De acordo com um estudo de 2015 da Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos, 36% das pessoas com dor crônica disseram dormir bem ou muito bem. Entre as pessoas sem dores, a taxa sobe para 65%.


9. Idade avançada
Alterações biológicas associadas ao envelhecimento, assim como condições médicas decorrentes da idade e efeitos colaterais de medicamentos contribuem para a insônia.


10. Ronco
Se você ronca ou tem um parceiro que ronca, isso pode ser um grande problema. Barulhos imprevistos podem impedir que você pegue no sono ou fazer com que você acorde no meio da noite. O melhor é recorrer a um protetor de ouvidos.



12 fatores que podem fazer a camisinha falhar

Vai curtir os momentos a dois? Então, para evitar as temidas DSTs - doenças sexualmente transmissíveis, confira já 12 fatores que podem fazer a camisinha falhar

Listamos quais são os fatores que mais contribuem para a ruptura ou o escape do preservativo masculino. Fique esperto e não passe por apuros:


1. Más condições de armazenamento.
2. Não se atentar ao prazo de validade.
3. Danificação da embalagem.
4. Lubrificação insuficiente.
5. Uso de lubrificantes oleosos.
6. Presença de ar dentro da camisinha.
7. Esquecer-se de deixar um espaço para o recolhimento do esperma na extremidade do preservativo.
8. O tamanho do preservativo ser inadequado em relação ao pênis.
9. Perda de ereção durante o sexo.
10. Contração da musculatura vaginal durante a retirada do pênis.
11. Uso de dois preservativos.
12. Manter a mesma camisinha durante uma relação prolongada.



Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/12-fatores-que-podem-fazer-a-camisinha-falhar/6123/ - Por Letícia Ronche | Foto Shutterstock | Adaptação Kelly Miyazzato.

Pessoas mais jovens e obesas estão suscetíveis a ataques cardíacos.

As vítimas de um infarto do coração, ou ataque cardíaco, estão se tornando mais jovens e mais obesas. Isso é o que revela um novo estudo apresentado no congresso anual do American College of Cardiology em Chicago, Estados Unidos.


A idade média das pessoas que sofrem mais ataques cardíacos fatais caiu de 64 anos para 60 anos de idade ao longo das últimas duas décadas, informam os pesquisadores da Cleveland Clinic em seu relatório. E obesidade está agora implicada em 40% dos ataques cardíacos graves.


Aqueles que sofrem um infarto do coração também são mais propensos a fumar e ter a pressão arterial elevada, diabetes e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) do que os pacientes de 20 anos atrás, descobriram os pesquisadores.


Para o estudo, os investigadores analisaram fatores de risco de doença cardíaca entre os mais de 3.900 pacientes tratados por ataques cardíacos com elevação do segmento ST ao eletrocardiograma (STEMI). Descobriu-se que de 1995 a 2014, a idade média dos doentes com STEMI caiu de 64 para 60, e a prevalência da obesidade aumentou de 31% para 40%.


Além disso, a proporção de doentes com ataque cardíaco e com diabetes aumentou de 24% para 31%. A pressão arterial elevada foi relatada em quase quatro em cada cinco casos, acima dos 55%. E a DPOC, geralmente o resultado de fumar, aumentou de 5% para 12%. As novas descobertas são consistentes com outros dados recentes sobre pacientes que apresentaram um ataque cardíaco.



Fonte: http://www.boasaude.com.br/noticias/11115/pessoas-mais-jovens-e-obesas-estao-suscetiveis-a-ataques-cardiacos.html - American College of Cardiology 2016 Scientific Sessions, Chicago.

Cinco consequências da falta de sono.

Dormir bem é fundamental à saúde física e mental. Saiba quais são os riscos associados às noites mal dormidas.


Especialistas confirmam: dormimos cada vez menos.


“Os problemas de sono constituem uma epidemia global que ameaça a saúde e a qualidade de vida de mais de 45 porcento da população mundial”, diz a Associação Mundial de Medicina do Sono (WASM, na sigla em inglês).


“Dormir bem é um dos três pilares fundamentais para ter uma boa saúde, ao lado de uma dieta equilibrada e exercício regular”, completa a associação em nota informativa.


Para Shirley Cramer, diretora executiva da Sociedade Real de Saúde Pública da Espanha, muitos dizem dormir de quatro a cinco horas por dia, mas isso não é algo de que se gabar.


Cramer diz que a falta de sono possui impactos altamente nocivos na saúde física e mental. “Sabemos, por várias pesquisas, que quem tem privação de sono possui risco muito mais alto de ter doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e depressão.”


Estas são algumas formas pelas quais dormir pouco pode afetar sua saúde:
1. Dieta ruim
“A falta de sono faz com que nos alimentemos pior”, diz Cramer.
De acordo com um estudo do órgão espanhol, mais de um terço das pessoas come mal quando dorme pouco.
O motivo, segundo a especialista, é que nessa situação costumamos comer alimentos pouco saudáveis, e por isso a falta de sono está vinculada ao aumento de peso.
A comunidade científica também associa a falta de sono à obesidade e ao diabetes.
Segundo estudo realizado em 2015 por pesquisadores no Catar, dormir pouco aumenta o apetite e a resistência à insulina.
Dormir bem, afirma a Sociedade Real de Saúde Pública da Espanha, é “essencial para a regulação do metabolismo, sobretudo em crianças, e há evidências da relação entre horas de sono e incidência de obesidade infantil”.
Em resumo, a orientação é “se dormir bem comerá melhor”.


2. Saúde mental afetada
Dormir pouco tem relação com uma variedade de transtornos físicos, mentais e de comportamento.
“A saúde mental é uma questão particular e, de certo modo, é um círculo vicioso: se tem problemas mentais, dorme pouco, e vice-versa. E se sente cada vez pior.”
A privação do sono eleva o risco de transtornos mentais
Para Cramer, buscar ajuda psicológica é “vital” nesses casos. O conselho dela para casos de insônia é buscar tratamentos com medicamentos específicos ou terapia comportamental, que demonstra, diz, ser “altamente eficaz”.
Segundo a organização espanhola Instituto de Medicina do Sono, a falta de sono está associada a problemas psicológicos, depressão e ansiedade.


3. Risco de acidentes
A possibilidade de sofrer acidentes cresce com a ausência de sono.
“Um em cada cinco acidentes tem a ver com a falta de sono”, afirma Cramer.
Órgão de segurança das estradas nos EUA estima que 40 mil pessoas por ano sofram acidentes relacionados à privação de sono no país
Segundo o órgão de segurança de estradas dos EUA (NHTSA, na sigla em inglês), 40 mil pessoas se ferem por ano no país por problemas relacionados à falta de sono, e 1.550 pessoas morrem nesses tipos de acidentes.
Estudo da Harvard Medical School já apontou que 250 mil condutores dormem ao volante por dia nos EUA.
Mas o perigo não está somente nas ruas, diz Cramer, que cita o risco de acidentes domésticos. “Dormir pouco põe em risco nossa saúde em muitos aspectos.”


4. Menor rendimento físico
Dormir bem é importante para ter energia durante o dia.
Trata-se, de fato, de um aspecto fundamental para o funcionamento de nosso cotidiano, apontam especialistas.
Atletas profissionais podem dormir pouco e ainda assim apresentar bom rendimento, mas é fundamental descansar por tempo suficiente após a prática de exercícios.
O sono tem impacto significativo no bem-estar físico e mental porque tem função regenerativa
O problema da falta de sono é o impacto no rendimento físico, pois o corpo precisa de um mínimo de horas de descanso.
“O processo de regeneração de tecidos cerebrais e físicos ocorre à noite. Se não há descanso não há recuperação correta, e isso afeta o rendimento físico e intelectual”, diz Madrid Mateus, coordenador de educação física.
Além disso, praticar exercícios físicos estimula um sono melhor, daí a combinação perfeita entre as atividades.


5. Limitação cognitiva
“Sabemos que a falta de sono ou má qualidade do sono tem grande impacto negativo na saúde, em curto e longo prazo”, afirmam especialistas da WASM.
Os efeitos impactam a capacidade de atenção, a recuperação da memória e a aprendizagem.
“Deveríamos entender o sono do mesmo modo que entendemos outras coisas que beneficiam nossa saúde, como boa dieta e atividade física”, lembra Cramer.
Para a pesquisadora, o ato de dormir bem muitas vezes é subestimado, mas é algo que deveria preocupar a todos. “É uma questão de saúde pública.”



Benefícios das frutas vermelhas: saiba como elas ajudam a emagrecer

As frutas vermelhas são ricas em duas substâncias que oferecem muitos benefícios à saúde e, de quebra, ajudam a emagrecer. Saiba mais sobre elas


Está cansada de comer sempre as mesmas frutas no lanchinho da tarde? Experimente substituí-las por frutas vermelhas, o quinteto morango, amora, mirtilo, cereja e framboesa – ele não só é uma delícia, como também oferece um montão de benefícios à saúde. “Essas frutas são ricas em antocianinas, substâncias que, além de conferir a cor vermelha aos alimentos, são potentes antioxidantes, eficazes no combate ao envelhecimento precoce e na eliminação de toxinas prejudiciais ao organismo”, afirma a nutricionista Regina Lúcia Moraes Teixeira, de São Paulo.


Segundo um estudo realizado pela Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, esse grupo também tem em comum em sua composição um polifenol denominado resveratrol, que ajuda a transformar a gordura branca, acumulada pelo excesso de comida e falta de exercícios físicos, em gordura bege, responsável por manter o organismo equilibrado e o peso sob controle, uma vez que queima calorias em vez de acumulá-las.


Em outras palavras, ele ajuda a emagrecer. “Outro fator que contribui para a perda de peso é a presença de fibras, que ajudam no funcionamento do intestino, combatem o inchaço e aumentam a saciedade”, acrescenta a nutricionista Viviane Scheifer, de São Paulo. Como se não bastasse, as frutas vermelhas auxiliam na redução do colesterol, previnem diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer e melhoram a circulação sanguínea, a memória e o sistema imunológico.



Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br//dieta/nutricao/beneficios-das-frutas-vermelhas-saiba-como-elas-ajudam-a-emagrecer/10045 - Texto Fernanda Lima | Edição Helô Oliveira | Adaptação Ana Araujo - Foto: Shutterstock

Quanto aeróbico você precisa para emagrecer ou tonificar os músculos?

Nada de ficar horas na esteira: cada objetivo pede uma quantidade de aeróbicos específica. Saiba quanto tempo dedicar para emagrecer, tonificar os músculos e ser mais saudável.


Aeróbicos são extremamente importantes para manter a silhueta enxuta e jamais devem ficar de fora da sua rotina de treinos. Mas a quantidade de exercícios que você fará depende muito do objetivo que pretende alcançar. Fique de olho nas dicas dos experts José Kawazoe Lazzoli, especialista em medicina do esporte membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, do Rio de Janeiro, e Luiz Riani, médico do esporte, de São Paulo, e aproveite ao máximo o que o cardio pode lhe oferecer.


Fazer aeróbicos para emagrecer
Faça, no mínimo, 45 minutos de cardio, cinco vezes por semana. Aulas mais longas e leves fazem o corpo usar a gordura periférica (distribuída em todas as partes do corpo) como fonte de energia, o que contribui para o emagrecimento. Contudo, o grande segredo para ficar sequinha é variar o tempo e a intensidade dos exercícios. “Aposte no HIIT, treino intervalado de alta intensidade. Além de queimar mais calorias do que uma aula tradicional, ele extermina aquela gordura abdominal”, explica Riani.


Fazer aeróbicos para tonificar os músculos
Sabe aquela história de fugir de aeróbicos para ganhar músculos? Muita calma. De fato, por pedirem bastante energia, a massa magra acaba servindo de fonte para o corpo, levando à sua perda. Mas isso não é desculpa para pular o cardio: basta caprichar na alimentação pré e pós-treino – se estiver bem alimentada, você cobre o gasto calórico demandado numa boa. “O ideal é priorizar treinos de força e encaixar os exercícios aeróbicos na planilha com inteligência. Cento e cinquenta minutos de cardio por semana já são suficientes”, ensina Riani. Segundo ele, o segredo é evitar fazer os dois treinos em horários próximos e, se possível, no mesmo dia. Se não tiver jeito, comece pela musculação e finalize com um aeróbico de intensidade leve.


Fazer aeróbicos para manter a saúde em dia
Você precisa de 150 minutos de cardio com intensidade moderada ou de 75 minutos com alta intensidade, por semana – que podem ser divididos em 30 ou 20 minutos por dia, cinco vezes por semana, respectivamente, de acordo com o American College of Sports Medicine (ACSM), entidade norte-americana cujas recomendações também são adotadas no Brasil. Esse tempo é suficiente para melhorar o funcionamento do sistema cardiovascular, reduzir a pressão arterial, controlar os níveis de colesterol, diminuir o estresse, melhorar o sono e a disposição, dar aquela força ao sistema imunológico e minimizar o risco de ter doenças alérgicas ou inflamatórias (ufa!).



Café: aposte nos benefícios da bebida para ajudar a prevenir doenças

Vamos combinar que não tem nada melhor que sentir o aroma do cafezinho quando está sendo preparado? Hummm... Aposte já nos benefícios da bebida para ajudar a prevenir doenças, além de melhorar a disposição e o bem-estar.


Apreciado, amplamente consumido, saboreado de várias maneiras, o café faz parte da alimentação brasileira. Mesmo quem não toma costuma apreciar seu cheirinho agradável. E quem toma normalmente o faz diariamente. Puro, com leite, de manhã, de tarde, de noite, com sorvete, quente, morno, frio.


O café está no topo dos alimentos mais consumidos. No mundo todo, só as plantas para fazer refrigerantes de cola e o chá ficam no mesmo patamar do café em termos de vegetais campeões de consumo. Assim, nada mais útil do que entender um pouco aquelas xícaras esfumaçadas e saber quais são suas propriedades e efeitos para a saúde. “Café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional — que previne doenças — ou mesmo nutracêutica — nutricional e farmacêutica.


Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também outros componentes”, atesta a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Embora seja o componente mais conhecido do café, a cafeína constitui apenas uma parte de sua composição total. E é menos do que muita gente pensa, pois um grão normal tem de 0,8% a 2,5% de cafeína. Nem por isso deixa de ser parte importante desse alimento, com sua devida participação sobre os efeitos no metabolismo e nas reações orgânicas.


Uma das ações da cafeína se dá sobre os quadros de depressão. E, nesse sentido, o café parece ser um aliado importante no combate à doença. “A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central e, em pequenas doses, pode trazer uma sensação de bem-estar, disposição e ânimo”, pondera Ricardo Borges, nutrólogo e coordenador do Centro de Nutrologia e Nutrição Clínica de Ribeirão Preto.


Saiba mais sobre o café
- A cafeína já foi considerada doping no esporte. Hoje em dia, a Agência Mundial Antidoping permite seu uso. Nos treinos e competições, a capacidade estimulante da cafeína é aproveitada pelos atletas, que a ingerem por meio de cápsulas ou produtos como energéticos.
- A cafeína causa dilatação dos vasos cerebrais, aumentando o fluxo de sangue para a região. É por isso que muitos medicamentos para dor de cabeça são administrados em associação com a cafeína, pois assim o remédio é levado em quantidades maiores apara o cérebro.
- A quantidade letal de cafeína para um adulto de 70 kg é de 10 g. Isso equivale a cerca de 100 xícaras de café, 200 latas de Coca-cola, 125 copos de chá ou 50 kg de chocolate. Como é impensável que um ser humano consuma de uma só vez essas quantidades, deduz-se que as intoxicações por cafeína ocorrem por via de medicamentos e não de alimentação.



Dinheiro é o melhor remédio para prolongar a sua vida

De acordo com uma nova pesquisa (que envolveu a Universidade de Stanford, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a Universidade de Harvard), ter uma renda maior pode aumentar sua expectativa de vida.


Os cientistas analisaram quanta diferença a renda fazia na expectativa de vida, bem como a forma como isso muda por localização geográfica, através dos Estados Unidos.


Para isso, usaram os dados de impostos declarados entre 1999 e 2014 de 1,4 bilhões de indivíduos, com idades entre 40 a 76 anos. Destes, cerca de 4 milhões de homens e 2,7 milhões de mulheres morreram.


Mais dinheiro, mais vida
Os resultados foram bastante impressionantes. Os pesquisadores descobriram que os 1% mais ricos viviam uma média de 14,6 anos a mais (no caso dos homens) e 10,1 anos a mais (no caso das mulheres), em comparação com os 1% mais pobres.
Para colocar isso em contexto, enquanto um homem no topo 1% pode esperar viver até a idade de 87,3 anos, e uma mulher até 88,9 anos, seus compatriotas na ponta de baixo da tabela só esperam viver até aos 72,7 e 78,8 anos de idade, respectivamente.
Além disso, a diferença entre renda e expectativa de vida piorou ao longo do tempo. Entre 2001 e 2014, os 5% mais ricos tiveram um aumento de expectativa de vida de cerca de 2,5 anos (2,34 para homens e 2,91 para mulheres), enquanto a expectativa de vida para aqueles 5% mais pobres aumentou 0,32 anos para os homens e 0,04 anos para as mulheres.


Em cidades mais ricas, os pobres vivem mais
A expectativa de vida também variou entre as áreas geográficas. A diferença entre a maior e a menor expectativa de vida foi de aproximadamente 4,5 anos em diferentes cidades, em uma população de mesma renda (no caso, os 20% mais pobres).
Os pesquisadores queriam analisar por que isso acontecia, e descobriram que as diferenças diminuíam entre as cidades se você tinha uma população maior de imigrantes, mais pessoas graduadas e mais gastos do governo.
Por exemplo, os indivíduos de baixa renda tendiam a viver mais tempo em cidades com populações altamente qualificadas, rendimentos elevados e altos níveis de gastos do governo, como Nova York e San Francisco.
Nessas cidades, a expectativa de vida para os indivíduos 5% mais pobres foi de aproximadamente 80 anos. Em contraste, em cidades como Gary, no estado de Indiana, e Detroit, em Michigan, a expectativa foi de aproximadamente 75 anos. Indivíduos de baixa renda que viviam em cidades com populações altamente qualificadas também apresentaram os maiores ganhos na expectativa de vida durante os anos 2000.


Ações para aumentar a expectativa de vida
Das 10 áreas metropolitanas dos Estados Unidos com a maior expectativa de vida para os pobres, seis estavam na Califórnia. As outras quatro eram Miami, Nova Iorque, Newark e Boston.
Embora essas cidades apresentem grande desigualdade de renda, também são cidades com boas políticas de saúde pública, como a proibição de fumar. Pode ser que elas tenham políticas específicas que ajudem a população de baixa renda.
São necessários mais estudos para ver o que essas áreas fazem de diferente que poderia contribuir para uma maior expectativa de vida, a fim de saber se é possível aplicar os mesmos conceitos em outros locais. [MedicalXpress]



H1N1: conheça os verdadeiros riscos e saiba como se prevenir.

H1N1 apresenta sintomas mais intensos que a gripe comum e pode ser prevenida


A lavagem das mãos e o cuidado de cobrir a boca e o nariz quando tossir ou espirrar são medidas fundamentais de prevenção


As epidemias de zika e dengue têm tirado o sono de boa parte da população, mas elas não são as únicas. Outra doença vem ganhando destaque nos noticiários: a gripe influenza H1N1.


O surto da doença tem, inclusive, intrigado os médicos. Isto porque, a gripe influenza é sazonal (própria de uma estação) e acontece normalmente nos meses mais frios, de outono e inverno. Porém, as pessoas começaram a ser infectadas mais cedo, em dias quentes do verão, e não existe ainda explicação para esse fenômeno.


O H1N1 é uma variação da gripe comum. Vale destacar que o vírus da gripe é muito suscetível a sofrer mutações e, assim, ao longo dos anos, o ser humano pode adquirir essas “variações” da gripe. Como no caso do H1N1 que, estima-se, surgiu em 2009, com sua transmissão primeiramente em suínos, o que popularizou a doença como “gripe suína”.


Raquel Muarrek, infectologista do Hospital São Luiz Morumbi, destaca que a gripe H1N1 é transmitida de pessoa para pessoa através de tosse ou espirro. E algumas pessoas podem se infectar entrando em contato com objetos contaminados, acrescenta a infectologista.


“O vírus da influenza pode afetar qualquer pessoa. Mas os grupos que possuem maiores riscos são os idosos, gestantes e crianças novas”, destaca Raquel.


Sintomas da gripe H1N1
Os sintomas são basicamente os mesmos de uma gripe comum, porém, costumam ser mais intensos. Desta forma, na gripe H1N1 podem/costumam ser observados:
Tosse;
Febre alta;
Dor de garganta;
Dor de cabeça intensa;
Dor no corpo;
Calafrios;
Cansaço/Fraqueza;
Diarreia;
Vômito;
Secreção nasal;
Falta de ar;
Dores no peito;
Tontura;
Confusão mental;
Desidratação.
“Em crianças, o batimento de asa do nariz, que mostra uma dificuldade respiratória, e a recusa em ingerir líquido podem aparecer”, acrescenta a infectologista Raquel.
“Ao iniciar a febre e o desconforto respiratório, o médico deve ser procurado, lembrando que, quanto mais breve, melhor a elucidação do diagnóstico”, destaca Raquel.


H1N1 X gripe comum X dengue X zika
Raquel explica que a gripe comum inicia-se repentinamente, caracterizada por calafrios, febre, dor de garganta, dores musculares e de cabeça, tosse, espirro, irritação nos olhos, congestão nasal e fadiga. Porém, nem sempre se desenvolvem todos os sintomas.
No caso de H1N1, os sintomas são praticamente os mesmos da gripe comum, porém, costumam ser mais intensos.
Para entender por que o H1N1 é mais agressivo do que a gripe comum, basta saber que, quando o vírus da gripe sofre mutações, ele mantém algumas proteínas que formam a sua estrutura. Se a pessoa já tem imunidade para o vírus anterior, está mais preparada para combater a nova variação. Porém, alguns tipos epidêmicos se rearranjam em proteínas que as pessoas não têm resistência, tornando algumas mutações mais desconhecidas ao sistema imunológico, como é o caso do H1N1.
Em relação à dengue, a infectologista destaca que os sintomas da doença e da gripe H1N1 são parecidos. Mas, no caso da dengue, não há coriza, tosse, nem dor de garganta.
“No caso da zika, pode haver a presença de coceira de pele, conjuntivite, aumento dos gânglios. Já a gripe H1N1 apresenta dor de cabeça intensa, calafrios, tosse e secreção nasal”, diz a médica.


Tratamento para H1N1
Raquel explica que o tratamento é focado em aliviar os sintomas e evitar a desidratação. “Inclui também o uso de medicamentos específicos para combater o vírus desta doença, como o Tamiflu. Tais medicamentos devem ser tomados de 24 a 72 horas após o início dos sintomas”, diz.
A infectologista explica que atualmente existem duas vacinas disponíveis: a trivalente e a tetravalente. “Na trivalente, há prevenção para A (H1N1), A (H3N2), Influenza B do subtipo Brisbane. Na quadrivalente, a prevenção é para A (H1N1); A (H3N2); e para 2 vírus Influenza B (os subtipos Brisbane e Phuket)”, diz.
Raquel reforça que a proteção contra o H1N1 está contida nas duas. “As vacinas estão indicadas para todas as pessoas, menos para bebês com menos de 6 meses. Mas, dependendo do fabricante da vacina, a indicação para crianças é modificada”, explica.
A infectologista destaca que, caso a gripe H1N1 não seja tratada, a evolução pode incluir formas graves da doença, com pneumonia e falência respiratória, podendo levar à morte. “O H1N1 pode causar também uma piora de doenças crônicas já existentes”, alerta.
Abaixo você confere um quadro comparativo entre a gripe H1N1, a gripe comum e a dengue, em relação aos sintomas que mais costumam causar dúvidas.




Como prevenir a gripe H1N1
Fernando Gatti de Menezes, infectologista do Hospital Albert Einstein, explica que para evitar a transmissão de vírus respiratórios, principalmente o vírus Influenza, as pessoas devem se atentar às seguintes medidas:
Fazer a adequada higiene das mãos. Podendo ser feita com água e sabão (durante 40 a 60 segundos) ou com uso de produto alcoólico (gel alcoólico ou álcool gel), por 20 a 30 segundos. Isso deve ser feito sempre após contato com superfícies ou após o cumprimento entre pessoas. É prática fundamental para evitar a disseminação de vírus.
Evitar aglomerações em épocas de surto de influenza.
Evitar contato com pessoas que apresentem sintomas respiratórios.
Evitar ao máximo o compartilhamento de utensílios domésticos, como copos, pratos e talheres com pessoas com sintomas respiratórios.
Ao tossir ou espirrar, lembrar-se de cobrir a região da boca e nariz com lenço de papel descartável, tendo como prática, em seguida, a higienização das mãos.
Lembrar-se da importância da hidratação, para reduzir os efeitos da baixa umidade relativa do ar nos meses de outono e inverno (período de maior circulação do vírus influenza).
Ter uma boa alimentação, não pulando refeições e seguindo uma nutrição balanceada com verduras, legumes, carnes e carboidratos.
Dormir bem.
Praticar atividades físicas.
Controlar o estresse.
Tentar não tocar superfícies que podem estar contaminadas com o vírus da gripe (como lugares em que várias pessoas tocam ao longo do dia). Ou, lavar as mãos logo em seguida.
Orientações específicas para pessoas que apresentam sintomas da gripe, de acordo com o Ministério da Saúde, são:
Se tiver o quadro gripal, evitar visitar pacientes nos hospitais pelo risco de transmissão.
Seguir sempre as orientações passadas por seu médico caso já esteja com o quadro gripal.
Evitar sair de casa no período de transmissão da doença (até 7 dias após o início dos sintomas).
Evitar aglomerações e ambientes fechados, procurando manter os ambientes ventilados.
Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
Procurar o serviço de saúde imediatamente caso apresente: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vômito persistente, convulsão.
Lembre-se sempre que a prevenção é a melhor arma contra qualquer doença, e não é diferente no caso da gripe H1N1, que tem preocupado tanta gente. Adote o hábito de higienizar as mãos e também a “etiqueta da tosse”: usar o antebraço, tecido ou papel quando ocorrer tosse ou espirro, evitando assim a contaminação de outras pessoas. Além disso, mantenha-se saudável, adotando a prática de exercícios, alimentação balanceada e ingestão de bastantes líquidos.



5 causas da queda de cabelo.

Você sabia que a falta de nutrientes, assim como as alterações hormonais podem algumas das causas da queda de cabelo? Fique por dentro!


1. Deficiência nutricional: a falta de determinados nutrientes gera consequências no organismo, o que afeta a estrutura capilar. Metais específicos como zinco, ferro e cobre, por exemplo, se relacionam às quedas.


2. Alterações hormonais: disfunções ligadas ao funcionamento da glândula tireoide ou aos hormônios sexuais alteram o crescimento natural do cabelo. Aqui, a recomendação é tratar a doença-base.


3. Genética: fios finos e de crescimento demorado podem ser reflexo de uma predisposição genética específica.


4. Oleosidade excessiva: é natural que o couro cabeludo produza óleo, e ele é necessário para a saúde dos cabelos, mas o excesso pode causar inflamação no couro cabeludo e, com isso, quedas.


5. Procedimentos químicos: seja tintura, seja alisamento, qualquer intervenção pode danificar a estrutura capilar e provocar queda e quebra dos fios.



Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/5-causas-da-queda-de-cabelo/6115/ - *Letícia Roche | Fontes Instituto Nacional de Câncer (INCA); Gil Prando, Hairtyle do ICabelos | Foto: Shutterstock | Adaptação Kelly Miyazzato.

Mitos e verdades sobre a musculação.

Confira a resposta para algumas dúvidas pertinentes sobre a prática


Fortalecer os músculos é um grande desafio para os praticantes de musculação, desde os mais novos até os mais assíduos. Por isso, a musculação é repleta de mitos e verdades sobre a sua prática. Para esclarecer dúvidas sobre esse tipo de treino, o professor Leonardo Lima, especialista da Smart Fit, listou 6 dúvidas comuns e explicou se são mitos ou verdades. Confira!


Para perder peso devo realizar a musculação antes do trabalho aeróbico – Verdade
O primeiro substrato energético utilizado durante a prática de atividades físicas é o glicogênio. Como o treino de musculação esgota os estoques de glicogênio dos músculos, ao fazer os aeróbicos logo após o treino de musculação, o organismo será obrigado a utilizar como substrato energético as reservas de gordura corporal.


Musculação vai me deixar muito grande – Mito
A musculação vai fazer com que o tecido muscular aumente o volume, contudo, o tecido de gordura é mais volumoso do que o muscular. Por exemplo, um praticante de musculação com 90 quilos pode ter um volume corporal menor do que um sedentário de mesma altura e peso. “Isso significa que um praticante de musculação pode ver suas medidas diminuírem conforme a evolução do seu treino”, explica Leonardo Lima.


Idoso deve priorizar musculação ao aeróbico – Verdade
O mais importante é que a pessoa, independentemente da idade, faça o exercício que lhe traga mais satisfação e que essa prática seja contínua. Estudos comprovam os benefícios da musculação para pessoas da terceira idade devido ao fato de que, naturalmente, o idoso tem uma perda de massa muscular. Além disso, a musculação traz inúmeros benefícios, como a diminuição de dores articulares e aumento da disposição.


Musculação não emagrece – Mito
No momento em que a musculação aumenta o volume muscular, proporciona um aumento do metabolismo, principalmente no repouso, e esse fator faz com que haja uma potencialização do gasto calórico e, por consequência, uma redução de peso.


Qualquer pessoa pode fazer musculação – Verdade
O que muda é a diferença de um treino para o outro, a periodicidade e intensidade das atividades que serão realizadas. Os exercícios levam em consideração a individualidade de cada pessoa.


Se você não sente dores no dia seguinte, o treino foi perdido – Mito
A famosa dor após o treino é uma resposta do corpo gerada pela inflamação dos músculos que pode simplesmente parar de acontecer quando o corpo se acostuma. Portanto, nem de longe, a dor é um marco confiável de progresso.



Fonte: http://www.sportlife.com.br/fitness/mitos-e-verdades-sobre-musculacao - por André Magalhães - Foto: Shutterstock Images

Estudo revela 11 hábitos de mulheres magras para você adotar já

Magra de ruim? Nem tanto. Um estudo revelou 11 hábitos das mulheres que sempre mantiveram o peso em dia, saiba quais são e adote-os já!


A predisposição genética pode ser uma grande aliada – ou sua pior inimiga – quando o assunto é a luta contra a balança. No entanto, a análise da rotina de 147 pessoas (118 mulheres) cujo peso nunca oscilou muito aponta que, sim, alguns hábitos alimentares fazem toda a diferença para emagrecer e manter o peso. Dá só uma olhada nos achados de um levantamento feito peloGlobal Healthy Weight Registry, site criado por Brian Wansink, diretor do Food and Brand Lab, centro de pesquisa da Universidade Cornell, nos Estados Unidos:


96% não abrem mão do café da manhã
92% estão sempre de olho no que comem
81% não exageram no consumo de bebidas alcoólicas
63% comem vegetais no jantar
61% dizem que frango é sua carne favorita
52% treinam pelo menos quatro vezes por semana
47% não seguem um regime específico
35% nem chegam perto de refrigerantes
35% afirmam reservar espaço para a salada no almoço diariamente
24% checam os ponteiros da balança todos os dias
20% elegeram frutas e oleaginosas como seus snacks preferidos



Fonte: http://corpoacorpo.uol.com.br/dieta/dieta-de-emergencia/estudo-revela-11-habitos-de-mulheres-magras-para-voce-adotar-ja/10176 - Texto Vand Vieira e Giuliana Cury | Adaptação Ana Araujo - Foto: Shutterstock

A ingestão de álcool pode interferir no desempenho sexual?

Consultamos um especialista para esclarecer se a ingestão de álcool pode interferir no desempenho sexual. Fique por dentro!

O álcool pode ser o responsável pela disfunção erétil. “A armadilha em que muitos caem é a de achar que o estado alterado da mente é um fator de desinibição na hora do sexo, além de acreditar que só conseguirão sentir prazer sob esse efeito”, conta Wagner Raiter José, membro da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).


O que acontece é que o álcool causa euforia inicial, levando a um estado de desinibição, mas chega um momento em que a pessoa não responde mais de maneira adequada aos estímulos. Na sequência, ocorre um quadro de depressão pós-euforia, em que há diminuição da libido e da ereção. Além disso, “quando a ingestão alcoólica é exagerada, o indivíduo pode desenvolver distúrbios que, posteriormente, serão a causa de uma disfunção erétil, como patologias hepáticas e cardiovasculares”, explica José. 


Evite o consumo de álcool em excesso não só pelo prazer sexual, mas para toda a sua saúde. E se a dificuldade já se instalou, hoje existem tratamentos, como uso de fitoterápicos, reposição hormonal, injeções e cirurgias. Converse com um médico.



Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/a-ingestao-de-alcool-pode-interferir-no-desempenho-sexual/6165/ - Por Letícia Ronche | Foto Shutterstock | Adaptação Kelly Miyazzato.

8 tecnologias que você subestima

Quando aparece uma tecnologia nova, como um hábil leitor de livro eletrônico ou um dispositivo de jogo novo, ficamos tão empolgados como uma criança. Mas e as tecnologias que usamos todos os dias sem agradecer tanto a sua existência? Quantas vezes você já ligou a luz e disse: "Uau! A eletricidade é demais!" Provavelmente nunca, porque costumamos subestimar esse tipo de conforto.


Eletricidade
Pense um momento sobre o que está a sua volta. Certamente você está sentado em um escritório com controle de temperatura e luz. Talvez você tenha música tocando ao fundo. Claro, você está sentado em frente a um computador. Pense em tudo o que você usa todo dia, conscientemente ou não, exigindo o uso de eletricidade. E é só quando ela desaparece que percebemos o importante que ela realmente é em nossas vidas.


Relógios e cronômetros
Graças aos cronômetros e relógios analógicos e digitais, os relógios de sol são, agora, apenas um ornamento de jardim. O mundo funciona pelo horário. Basta dar uma olhada no canto do seu computador, no seu pulso ou olhar para um relógio pendurado na parede. Isso é tudo que você precisa fazer para manter-se no passo. Certamente você faz isso pelo menos uma dúzia de vezes por dia. O que você faria sem eles?


Câmeras de vídeo
Nós amamos os vídeos porque podemos gravar nossos momentos pessoais e sentimentais, as crianças, casais e animais de estimação. O vídeo também fornece um grande valor de entretenimento e é essencial para capturar as principais e, às vezes monumentais, notícias do mundo. O vídeo é vital no mundo dos negócios que até permitiu o desenvolvimento de vídeo-conferência com colegas em cidades distantes.


Cartão de crédito com chip
Embora raramente pensem sobre isso, um monte de dinheiro no mundo é na realidade intangível, a não ser que esteja armazenado eletronicamente. Isso não só economiza papel, mas também ajuda a pagar bens e serviços de forma muito mais fácil. Quantas vezes você já olhou para o cartão sem pensar na tecnologia por trás dele e sobre a comodidade que proporciona em sua vida?


Internet


A internet não é um invento tão antigo, mas se tornou uma parte tão importante da vida moderna que muitas pessoas esqueceram como era os dias antes dela. A internet faz com que o compartilhamento de informação e a comunicação estejam na nossa vida pessoal e profissional. Sem mencionar que é uma ótima forma de entretenimento.


Voar
A arte de voar continua sendo um luxo relativamente recente, mas muitos ainda não podem apreciar o conforto que nos foi fornecido pelos irmãos Wright em 1900. Com os aviões, viajamos o mundo em poucas horas e encontramos pessoalmente os colegas e clientes para fazer negócio.


Telefones
Se você usa uma linha residencial ou a tecnologia mais avançada, provavelmente subestima a existência dele. Antes que pudesse se comunicar instantaneamente com as pessoas que você ama e até mesmo com os clientes, você tinha que esperar semanas, às vezes meses, para que uma carta chegasse pelo correio.


Controle remoto
Seja mudando os slides da sua apresentação, aumentando o volume do rádio ou mudando o canal da sua TV, você não pode negar que os controles remotos são uma tecnologia cômoda. Alguns podem se perguntar como podemos ter vivido sem controle remoto antes de serem inventados, em 1955.





Fonte: http://www.ehow.com.br/8-tecnologias-subestima-slide-show - escrito por Wendy Rose Gould | Traduzido por Silvia Musselli

Os 9 tipos de inteligência que todos temos

Você já deve suspeitar que ir bem na escola não é a única medida de inteligência do mundo. Isso porque a educação acadêmica ignora certos tipos de habilidade em detrimento de outros.


Se você não é bom em matemática ou línguas, você pode ainda ser talentoso em outras áreas, mesmo que não saiba que é um tipo de inteligência também.


São nove
Em 1983, o psicólogo do desenvolvimento americano Howard Gardner descreveu nove tipos de inteligência:


Naturalista (inteligência de natureza);
Musical (inteligência de som);
Lógico-matemática (inteligência de números e raciocínio);
Existencial (inteligência de vida);
Interpessoal (inteligência de pessoas);
Corporal-cinestésica (inteligência corporal);
Linguística (inteligência de palavras);
Intrapessoal (autointeligência);
Espacial (inteligência de imagens).


O que outros cientistas pensaram que eram apenas habilidades menores, Gardener percebeu eram na realidade formas de inteligência.
Assim como ser um gênio da matemática lhe dá a capacidade de compreender o mundo, saber ler pessoas lhe dá a mesma capacidade, só que a partir de uma perspectiva diferente.


Naturalista
A inteligência naturalista designa a capacidade humana de discriminar entre seres vivos (plantas, animais), bem como a sensibilidade para outras características do mundo natural (nuvens, formações rochosas). Esta capacidade foi claramente de valor no nosso passado evolutivo como caçadores, coletores e agricultores, e continua a ser central em profissões como botânica ou chef de cozinha. Também é especulado que grande parte da nossa sociedade de consumo explora as inteligências naturalistas, que podem ser mobilizadas na discriminação entre carros, tênis, tipos de maquiagem e afins.


Musical
A inteligência musical é a capacidade de discernir entre ritmo, timbre e tom. Permite que as pessoas reconheçam, criem, reproduzam e reflitam sobre música, como demonstrado por compositores, maestros, músicos, vocalistas e ouvintes sensíveis. Curiosamente, muitas vezes há uma ligação afetiva entre música e emoções. Além disso, inteligências matemáticas e musicais podem compartilhar processos de pensamento comuns. Adultos jovens com esse tipo de inteligência são geralmente muito conscientes de sons que outros podem não notar.


Lógico-matemática
A inteligência lógico-matemática é a capacidade de calcular, quantificar, considerar proposições e hipóteses e realizar operações matemáticas completas. Ela nos permite perceber relações e conexões e usar pensamento abstrato, simbólico; ter habilidades de raciocínio sequencial; e ter padrões de pensamento indutivos e dedutivos. A inteligência lógico-matemática é bem desenvolvida em matemáticos, cientistas e investigadores. Adultos jovens com muita inteligência lógica são interessados geralmente em padrões, categorias e relacionamentos. São atraídos por problemas de aritmética, jogos de estratégia e experimentos.


Existencial
A inteligência existencial é a sensibilidade e capacidade de abordar questões profundas sobre a existência humana, tais como o sentido da vida, por que morremos, e como chegamos aqui.


Interpessoal
A inteligência interpessoal é a capacidade de compreender e interagir eficazmente com os outros. Trata-se de uma comunicação eficaz verbal e não verbal, a capacidade de notar as distinções entre outros, a sensibilidade aos humores e temperamentos dos outros, e a capacidade de ter múltiplas perspectivas. Geralmente, professores, assistentes sociais, atores e políticos exibem inteligência interpessoal. Adultos jovens com esse tipo de inteligência são normalmente líderes, bons em se comunicar e parecem compreender sentimentos e motivações dos outros.


Corporal-cinestésica
A inteligência corporal-cinestésica é a capacidade de manipular objetos e usar uma variedade de habilidades físicas. Essa inteligência também envolve um senso de tempo certo e perfeição de habilidades através da união mente-corpo. Atletas, dançarinos, cirurgiões e artesãos exibem essa inteligência bem desenvolvida.


Linguística
A inteligência linguística é a capacidade de pensar em palavras e usar a linguagem para expressar e apreciar significados complexos. Nos permite compreender a ordem e significado das palavras e aplicar habilidades metalinguísticas para refletir sobre nosso uso da linguagem. Essa inteligência é a competência humana mais amplamente compartilhada e é evidente em poetas, romancistas, jornalistas e oradores públicos. Adultos jovens com esse tipo de inteligência gostam de escrever, ler, contar histórias ou fazer palavras cruzadas.


Intrapessoal
A inteligência intrapessoal é a capacidade de compreender a si mesmo e seus pensamentos e sentimentos, e usar esse conhecimento no planejamento e direcionamento da vida. Essa inteligência envolve não só a valorização do eu, mas também da condição humana. É evidente em psicólogos, líderes espirituais e filósofos. Estes jovens adultos podem ser tímidos. São muito conscientes de seus próprios sentimentos e são automotivados.


Espacial
A inteligência espacial é a capacidade de pensar em três dimensões. Habilidades básicas incluem raciocínio espacial, manipulação de imagem, habilidades gráficas e artísticas e imaginação ativa. Marinheiros, pilotos, escultores, pintores e arquitetos exibem inteligência espacial. Adultos jovens com esse tipo de inteligência podem ser fascinados com labirintos ou quebra-cabeças, ou gostar de desenhar e sonhar acordado. [FundersAndFounders]