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terça-feira, 22 de setembro de 2015
Origem do uso do cinto de castidade
Curiosidades históricas
O Cinto de castidade foi um acessório projetado para ser usado sobre o ventre, envolvendo totalmente os órgãos genitais e trancado ao redor da cintura por cadeado de modo a frustrar, limitar ou restringir a atividade sexual (penetração), orgasmo e a masturbação. Ao mesmo tempo, o cinto de castidade não impede a realização de outras funções fisiológicas, para que a sua utilização por períodos longos ou até indeterminados seja viável.
Os cintos de castidade podem ter sido usados de forma voluntária com a finalidade de proteção contra estupro, para evitar doenças, infidelidade ou ainda para eliminar a "possibilidade de o usuário cair na tentação e pecar (luxúria)" dentro de preceitos cristãos, e se auto-flagelar dentro de um contexto religioso rigoroso.
Podem ter sido usados de forma obrigatória, com o intuito de torturar fisicamente ou psicologicamente inocentes, para intimidar, punir, coagir ou para obter falsas confissões.
Alguns pesquisadores consideram o uso de cinto de castidade na Idade Média como falácia, isto é, sem comprovação.
De qualquer forma, embora seja contrário ao senso comum, os cintos de castidade não são coisas de um passado remoto. Não são só objetos de museu, não caíram em desuso e nem estão extintos, mas continuam sendo produzidos, vendidos e utilizados hoje em dia, principalmente por homens, porém em um contexto totalmente diferente.
Ao longo dos anos foram criados e aperfeiçoados vários dispositivos, tanto para mulheres quanto para homens, buscando melhorias ergonômicas como segurança, higiene, tamanho e conforto para possibilitar o uso contínuo e indeterminado com maior garantia de eficácia e discrição.
Provavelmente foi na Europa da Idade Média onde se tem notícia que surgiram os primeiros modelos de cintos de castidade femininos, possivelmente na Itália, na cidade de Carrara, há aproximadamente seiscentos anos atrás e depois na França, Inglaterra e até na Península Ibérica. Mas alguns estudiosos alegam que esses objetos surgiram apenas no início do século XIX.
Há alguns registros de uso de dispositivos de castidade no Japão e Índia feitos de cordas e complexas amarrações. Não há registros de cintos masculinos naquela época, apenas existiam modelos femininos, sempre usados como forma severa de opressão sexual contra atos de traição a seus cônjuges.
A submissão feminina ao cinto não era sempre consensual e havia um viés religioso intrínseco ao uso do aparato. O seu uso era compulsório, bastante desagradável e degradante à mulher, porém era justificado como forma de dominação, mortificação ou para evitar infidelidades, estupros ou o conceito cristão de "pecado da carne" e a "queda ao inferno".
A mulher escondia o cinto de castidade da sociedade da época por debaixo das volumosas saias e vestimentas para evitar embaraço ou zombaria.
Possivelmente, durante a Inquisição, no tempo das Cruzadas e na época das Grandes Navegações, como os homens costumavam se ausentar por meses, anos ou até mesmo por décadas, cuidando de diversos interesses pessoais, religiosos ou do Estado, muitos deixavam as suas esposas, concubinas, filhas ou prometidas desprotegidas, sozinhas e disponíveis ao chamado "pecado" (um conceito cristão de transgressão às severas leis impostas pela Igreja) ou a outros pretendentes. A invenção do cinto de castidade feminino representava uma possibilidade de controle à distância e garantia de posse, em uma sociedade bastante primitiva nas questões das liberdades individuais e direitos da mulher e do homem. Não é de se espantar que na mesma época a prática da escravidão fosse aceita pela sociedade, religião dominante e era praticada amplamente nas colônias como forma de exploração da mão-de-obra de negros e nativos.
Naquela época a abstinência sexual voluntária ou negação do prazer foi considerada como pureza, um tipo de virtude desejável (hoje em dia em algumas culturas e situações esse conceito permanece). O prazer sexual feminino e masculino, liberdade sexual em muitos lugares, inclusive no interior do Brasil, é visto ainda como um tabu ou violação de preceitos de pureza ou rebeldia contra os fundamentos basilares da cultura judaico-cristã. O conceito do "pecado original" e a mitológica "queda de Adão" estão intimamente correlacionados com a bíblica "descoberta do conhecimento do bem e do mal". O prazer sexual feminino é tabu, ou seja, a mulher foi pretensamente a "causadora de todo o mal", pois, segundo a mitologia judaico-cristã, "detém o poder da sedução, recebendo a culpa por atentar contra a pureza da criação". Dessa forma, o uso do cinto, poderia ser justificado e tornado obrigatório e não poderia ser contestado, caso fosse requerido. Não cabia ao homem se educar, conter os seus instintos e desejos sexuais, mas a mulher deveria ser tolhida e se sacrificar para evitar a consumação de atos considerados "libidinosos".
Além de garantir a "virgindade" de forma cruel, o uso do cinto pretensamente "evitava" a disseminação de doenças venéreas, gravidez, estupro e a masturbação. Provavelmente o uso do cinto de castidade também se tornou uma forma de castigo, uma punição para mulheres adúlteras, excessivamente libidinosas ou por pura crueldade ou até por sadismo pervertido. De qualquer forma o uso de cintos foi aceito socialmente como uma forma de controle feminino, com aval religioso e aceitação em conventos, mosteiros e outras instituições religiosas e sociais.
Fonte: Wikipédia
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Novo Hyundai ix35 2016 informações
O novo Hyundai ix35 2016 irá ter um novo visual no final deste mês. É o que prova este flagra, feito pelo leitor Daniel Pilavjian, que fotografou o novo carro sem camuflagem dentro de um shopping em São Paulo.O objetivo da marca é manter a liderança entre os SUVs médios. De janeiro a julho deste ano, foram 9.823 unidades emplacadas (média de 1.400 carros/mês), contra 6.257 unidades do Mitsubishi ASX, segundo colocado (890 carros/mês), e 4.474 do Kia Sportage, terceiro
(640 carros/mês). Ao todo, foram 15.315 unidades vendidas em 2014 (média de 1.280/mês).Desde setembro de 2013 o carro é montado na fábrica do Grupo Hyundai Caoa em Anápolis, Goiás, cidade identificada nas placas do carro das fotos.Atenção: é importante deixar claro que o ix35 é um SUV médio que disputa mercado com os dois modelos citados acima e outros carros como Volkswagen Tiguan, Honda
CR-V e Toyota RAV4 e que, portanto, Jeep Renegade, Honda HR-V. Ford EcoSport e Renault Duster, compactos, competem em outra categoria.O novo visual, parecido com o do novo i30 apresentado na última semana, traz nova grade dianteira (hexagonal) e novo conjunto de faróis, com LED diurno, canhões mais robustos para o farol baixo e novo desenho dos farois auxiliares.Na traseira, as mudanças se resumem ao formato da lanterna, que recebe novo conjunto óptico, onde as luzes indicadoras de seta e marcha à ré sobem para o centro da peça.Não há fotos do interior e não espere por grandes mudanças. O conjunto mecânico será o mesmo: motor 2.0 flex (178 cv) e câmbio automático de seis marchas.
fonte: folha.uol.com.br/veiculos
Nova Montana 2016 é lançada pela Chevrolet.
A Chevrolet acaba de lançar a Nova Montana 2016 , entre as novidades estão o novo revestimento dos bancos na versão LS e a opção de carroceria na cor metálica Cinza Graphite. A picape também ganhou novos acessórios como o suporte de bicicleta, tapete de E.V.A. para caçamba e capa automotiva. Os preços serão divulgados
na próxima semana.Além disso, módulo para ativação da função Tilt Down, sensor de estacionamento, santo antônio e capota marítima são alguns dos outros itens disponíveis para o modelo.A Montana possui direção hidráulica desde a versão de entrada LS. Também são itens de série banco do motorista e cinto de segurança com regulagem de altura,
alerta para o esquecimento dos faróis ligados, para-choques na cor da carroceria, lanternas escurecidas e os freios ABS com assistente de frenagem de emergência EBD. Ar-condicionado, grade de proteção do vidro traseiro e comando elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos são opcionais.
A versão Sport, que aposta na versatilidade de dois lugares para o dia a dia e para o lazer, vem completa de série e traz acabamento mais refinado. Rodas de liga leve aro 16, faróis com máscara negra, luzes de neblina, rack de teto e adesivo de coluna estão entre os diferenciais. Por dentro, há sistema de
acendimento automático dos faróis, coluna de direção regulável em altura, controle de velocidade de cruzeiro, computador de bordo e sistema de som com Bluetooth e entrada USB.Sob o capô a opção continua sendo o motor 1.4 de até 99 cavalos e 13 kgfm de torque associado a transmissão manual de cinco velocidades. Além da opção Cinza Graphite, a picape está disponível nas cores Branco Summit, Vermelho Pepper, Cinza Astec, Prata Switchblade e Preto Carbon Flash.
Novidades da Nova Montana 2016
Suporte de bike: Transforma a caçamba da picape em um carregador versátil de bicicleta de aro 20 até 29; sistema de fixação dispensa furações e parafusos, mantendo a originalidade do veículo.
Tapete de E.V.A. para caçamba: Removível e de fácil instalação, o item ajuda a reduzir substancialmente a movimentação e o ruído de objetos transportados no compartimento de carga do veículo.
Capa automotiva: Confeccionada sob medida para o modelo, ajuda a proteger a carroceria contra a ação do tempo, poeira e sujeiras indesejadas; material macio não risca ou danifica a pintura.
fonte:carplace.uol.com.b
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