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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Renault divulga mais detalhes do Fluence GT Line


No último domingo, o Auto REALIDADE publicou informações sobre a linha 2016 do Renault Fluence GT Line, que ficaram disponíveis antes no configurador do site da montadora: agora, oficialmente, o sedã de estilo esportivo com câmbio CVT passa a estar disponível nas concessionárias, pelo preço de R$ 79 990.


Os diferenciais estéticos estão nos spoilers integrados aos para-choques, molduras prateadas, saias laterais, rodas de cinco raios aro 17'', aerofólio na tampa do porta-malas, "extrator de ar" traseiro na cor preta e inscrição GT Line na tampa do porta-malas.


Internamente, o Fluence traz molduras em preto brilhante, costuras vermelhas no volante, descansa-braço e apoio das portas, bancos de couro com o nome da versão nos apoios de cabeça, pedais em alumínio e teto solar elétrico.


O Renault traz itens como chave-cartão com travamento/destravamento das portas sem inserção da chave, partida por botão, ar-condicionado digital dual-zone com saída de ar para o banco traseiro, a direção elétrica, banco do motorista com regulagem de altura, sistema multimídia R-Link com tela de 7 polegadas multitoque (com comando de voz para chamadas telefônicas, GPS TomTom, sensor de estacionamento, câmera de ré) e ajustes de altura e profundidade da coluna de direção. 


O motor é o mesmo 2.0 16v Hi-Flex das versões Dynamique e Privilège, com duplo comando de válvulas no cabeçote, 140/143 cavalos a 6000 rpm e torque de 19,9/20,3 kgfm a 3750 rpm, aliado ao câmbio de relações continuamente variáveis CVT X-Tronic. O GT Line acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos (com etanol) ou 10,1 s usando gasolina; a velocidade máxima é de 195 km/h.


http://autorealidade.blogspot.com.br/

Chrysler 300C chega reestilizado ao Brasil

Chrysler 300C chega reestilizado ao Brasil


Passados sessenta anos do lançamento do Chrysler 300 original de 1955, o 300C estreia sua linha 2015 no Brasil com a reestilização pela qual passou nos Estados Unidos. Externamente, receberam modificações: grade frontal (agora, com o símbolo da montadora norte-americana sobre ela), para-choque dianteiro com frisos cromados e faróis de neblina de LEDs, rodas aro 20'', lanternas de LED com iluminação de posição nas bordas, ponteiras de escape e para-choque traseiro com faixa cromada abaixo da tampa do porta-malas (falando nele, sua capacidade é de 500 litros).


Internamente, o Chrysler 300C 2015 ganha tela colorida de 7 polegadas entre o velocímetro e o conta-giros, trazendo iluminação azul e dados como autonomia, consumo médio, temperatura do óleo do motor e do câmbio, pressão dos pneus e coordenadas do sistema de navegação. No centro do painel se localiza a sistema multimídia Uconnect com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas, que mostra o GPS e controla sistema de som, telefone, ar-condicionado, aquecimento dos bancos (dianteiros e traseiro), entre outras funções. A alavanca do câmbio automático TorqueFlite dá lugar a um seletor rotativo, e o ar-condicionado passa a ser comandado por novos botões.


Aliado à transmissão TorqueFlite está o motor 3.6 V6 Pentastar, que rende 296 cavalos (10 cv a mais que a linha 2014) e torque de 36 kgfm (antes, eram 34,7 kgfm). Com esta força, o 300C acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e chega à velocidade máxima de 240 km/h. A tração é traseira, com suspensão independente nas quatro rodas, tendo braços duplos articulados na frente e multilink atrás. A direção, que era eletroidráulica, passa a ter assistência puramente elétrica, enquanto os eixos e suas carcaças passam a ser de alumínio fundido, mais leves e reduzindo as perdas por atrito.

Fabricado em Brampton (Canadá), o 300C é oferecido em pacote único de equipamentos pelo preço de R$ 204 900 (antes, custava R$ 184 900).

http://autorealidade.blogspot.com.br/2015/08/chrysler-300c-chega-reestilizado-ao.html

Pesquisadores descobrem enzima que pode ajudar fumantes a largar o vício

Em estudo, NicA2 se mostrou eficaz para impedir que a nicotina chegue ao cérebro


Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS


O tabagismo está associado a mais de 21 doenças que, juntas, causam cerca de seis milhões de mortes por ano no mundo. Mesmo tendo conhecimento dos efeitos nocivos da substância, a maioria dos fumantes tem dificuldade para largar o cigarro. Para ajudar no combate ao vício, cientistas do The Scripps Research Institute (TSRI), de San Diego, nos Estados Unidos, estão adotando uma abordagem por meio de uma enzima bacteriana que pode impedir que a nicotina — principal ativo do tabaco — chegue ao cérebro.
Publicados no periódico Journal of the American Chemical Society, os resultados do estudo relatam testes bem sucedidos feitos com a NicA2, enzima natural da bactéria Pseudomonas putida, encontrada em campos de cultivo de tabaco e já conhecida por degradar os restos de tabaco. De acordo com os pesquisadores, ela quebrou a nicotina nas amostras de sangue de ratos em meia hora.

Os animais usados para a experiência não apresentaram efeitos colaterais, mas a equipe pretende realizar mais experimentos sobre o assunto, já que as taxas de sucesso da pesquisa foram baixos.
Kim Janda, um dos autores do estudo, explica que a enzima pode ser uma esperança para novos tratamentos contra o vício, já que a NicA2 pode reduzir o "prazer" associado ao hábito — o que dificulta o abandono do tabaco.




DIÁRIO GAÚCHO

Clima de primavera aflora também as alergias

Neste ano, as pessoas com maior sensibilidade a estes agentes começaram a sentir mais cedo esses sintomas que pedem cautela se evoluírem

Créditos: Divulgação



Com a elevação das temperaturas e o clima de primavera que tomou conta do estado, os alérgicos já começam a sofrer com a floração antecipada. Normalmente, os alérgicos utilizam medicação para amenizar os sintomas como tosse e espirros, porque quase sempre não há grandes consequências.



Neste ano, as pessoas com maior sensibilidade a estes agentes começaram a sentir mais cedo esses sintomas que pedem cautela se evoluírem. “Não é uma doença que deva ser tratada com grandes medicamentos, mas sintomaticamente. É uma fase. Evidente que aquelas pessoas que desenvolvem alguma infecção precisam de uma atenção maior”, orienta o médico.




O médico Alberi Grando diz que é comum o uso de corticoide no tratamento dos sintomas, mas a medicação precisa ser utilizada com cautela. “O corticoide é produzido pelo próprio organismo, se o organismo começa a receber demais, toda hora, recebendo doses altíssimas, o corpo entende que não precisa mais e, com isso, atrofia alguma coisa, mas uma vez bem indicada pelo médico, em doses adequadas, não tem problema”, ressalta. Conforme ele, por isso, é tão importante o acompanhamento médico, até porque, existem outras medicações que podem ser usadas no tratamento das alergias.




Uirapuru

Alimentos ricos em proteínas ajudam a queimar gordura

Fundamentais na alimentação diária, os alimentos ricos em proteínas são essenciais para a saúde. As principais fontes desse macronutriente são as carnes, mas as opções não estão limitadas a elas.


Organismo precisa de alimentos ricos em proteínas

Thaís Verdi, nutricionista especialista em Nutrição Esportiva e Nutrição Clínica Ortomolecular, explica que alimentos ricos em proteínas são fundamentais para vários processos do organismo. A profissional lista as funções das proteínas ingeridas:




O consumo diário de proteínas deve ser moderado para não prejudicar o organismo. 


Foto: iStock, Getty Images




- Reparam proteínas corpóreas gastas (anabolismo), resultantes do contínuo desgaste natural (catabolismo) que ocorre no organismo
- Constroem novos tecidos
- São fonte de calor e energia (fornecem 4 Kcal por grama)
- Contribuem para a produção de diversos fluídos e secreções corpóreas essenciais, como leite materno, esperma e muco
- Transportam substâncias no organismo
- Defendem a saúde contra corpos estranhos (anticorpos contra antígenos)
- Exercem funções específicas sobre órgãos ou estruturas do organismo
- Regulam os hormônios
- Dão resistência e elasticidadade para os tecidos
- Catalisam reações químicas (enzimas)


Por todas as suas responsabilidades no organismo, uma dieta adequada na quantidade de proteínas auxilia a ganhar massa magra e a queimar a gordura. Para isso é preciso manter uma dieta equilibrada aliada à prática de atividades físicas.


Alimentos ricos em proteínas: todos são importantes
A nutricionista conta que as proteínas de origem animal fornecem aminoácidos de alto valor biológico, tornando-as completas por conter toda a necessidade desses nutrientes em proporções adequadas para as funções do organismo.


“Já as proteínas vegetais são de baixo valor biológico por conter uma quantidade menor de aminoácidos essenciais”, adiciona. Ambas são igualmente importantes para o organismo.


A necessidade diária, segundo a especialista, é de 0,8 a um grama do macronutriente por quilo de peso da pessoa. Sendo assim, a quantidade final varia. “Em relação à contribuição total na ingestão calória, alimentos ricos em proteínas devem representar cerca de 10 a 15%”.


Para os vegetarianos, Thaís reforça a importância de alimentos ricos em proteínas de origem vegetal, já que são essenciais para o crescimento de tecidos, cabelos e unhas.




DOUTÍSSIMA / TERRA

Aneel propõe redução de 18% no valor adicional cobrado nas contas de luz

Valores mais baixos podem vigorar a partir de setembro
Aneel propõe redução de 18% no valor adicional cobrado nas contas de luz 

Foto: André Avila / CP Memória

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apresentou, nesta quinta-feira, proposta para uma redução de 18% no valor adicional pago pela energia elétrica, indicado pela bandeira vermelha – mecanismo adotado nas contas de luz para informar ao consumidor se ele está pagando mais caro. A redução já havia sido sinalizada pela presidente Dilma Rousseff no dia 11, durante o lançamento do Programa de Investimento em Energia Elétrica (Piee).

Apresentada na audiência pública da agência, a proposta reduz o valor pago na cobrança extra, dos atuais R$ 5,50 por cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, para R$ 4,50. Essa redução representa para o consumidor uma redução média de 2% no valor final a ser pago.

A diminuição desses valores vai ser possível devido ao desligamento de 21 usinas termelétricas que produziam cerca de 2 mil megawatts médios de energia a um Custo Unitário Variável maior que R$ 600 por megawatt-hora. Os desligamentos foram decididos no dia 5 de agosto pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, que solicitou então à Aneel um estudo simulando o impacto dos desligamentos dessas térmicas nas receitas das bandeiras tarifárias.

Está prevista nova audiência no dia 28, quando a decisão final vai ser tomada. Os novos valores da bandeira vermelha deverão ser cobrados a partir de 1º de setembro. O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A bandeira verde significa custos baixos para gerar a energia, portanto, a tarifa não corre risco de acréscimo naquele mês. A bandeira amarela denota que a tarifa vai ter acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha adverte que o custo da geração naquele mês está mais alto. Ainda não há previsão sobre a mudança da bandeira vermelha para a amarela.




C do Povo

Saiba o que o consumo de bebida energética faz ao seu corpo -- Gráfico mostra efeitos de 10 minutos até 12 dias após a ingestão do energético

Você costuma apostar em bebidas energéticas para despertar e ficar mais alerta? Já parou para pensar o que podem causar ao organismo? O site de presentes personalizados Personalise.co.uk publicou um gráfico com os efeitos delas no corpo de 10 minutos até 12 dias após a ingestão. Confira os detalhes e também os comentários do pesquisador de alimentos Stuart Farrimond, entrevistado pelo jornal Daily Mail

Foto: Personalise.co.uk / Reprodução

10 minutos: Demora cerca de 10 minutos para que a cafeína entre na corrente sanguínea. A frequência cardíaca e pressão arterial começam a aumentar.

15 a 45 minutos: Momento em que a cafeína chega ao pico na corrente sanguínea. A pessoa vai se sentir mais alerta, melhorando a concentração. 
Comentário do especialista: “Essas afirmações estão corretas. Depois de ingerir uma bebida com cafeína, ela passa do intestino para a corrente sanguínea e, em seguida, para o cérebro e ao redor do corpo. É uma droga estimulante que funciona entupindo os "sinais de cansaço" no cérebro. Um produto químico no cérebro, chamada adenosina, desempenha um papel importante na forma como nos sentimos cansados, que tende a acumular-se ao longo do dia, levando-nos a ficar com sono à noite. A cafeína é uma droga que bloqueia temporariamente a adenosina, dando-lhe um impulso enquanto permite que moléculas do cérebro relacionadas a se "sentir bem" (como a dopamina) sejam liberadas mais facilmente. Você se sente mais alerta e melhor consigo mesma".



30 a 50 minutos: Toda a cafeína foi absorvida e o fígado também responde ao absorver mais açúcar na corrente sanguínea. 
Comentário do especialista: “Sim, normalmente se espera que toda a cafeína seja absorvida em cerca de 45 minutos depois de beber, embora pudesse demorar mais se ingerida como parte de uma refeição. O fígado decompõe a cafeína e a cafeína em si, de fato, aumenta os níveis de açúcar no sangue. Não é tão simples como o infográfico sugere, no entanto. A cafeína pode fazer com que o baixo açúcar no sangue em diabéticos piore, por exemplo. Curiosamente, a cafeína parece ser boa para o fígado e o consumo de café tem sido associado a menores taxas de doença hepática e câncer de fígado. O mesmo não foi demonstrado em bebidas energéticas, no entanto”.

1 hora: O corpo começa a passar pela experiência do “choque de açúcar” assim como os efeitos da cafeína caindo. A pessoa vai começar a se sentir cansada e os níveis de energia começam a ficar baixos. Comentário do especialista: “Muitos cientistas não acham que o ‘choque de açúcar’ realmente exista. Achamos que sabemos quando nossos níveis de açúcar estão altos ou baixos, mas nós geralmente não sabemos. Comer uma refeição nos faz sentir cansados por outras razões e nós temos uma queda da cafeína, que pode começar em torno desse tempo. Nós também podemos sentir uma baixa súbita quando os ‘hormônios da felicidade’ que circulam em nosso cérebro começam a se desgastar”.

5 a 6 horas: Essa é a metade da vida da cafeína, o que significa que leva de cinco a seis horas para o corpo reduzir o conteúdo dela na corrente sanguínea em 50%. As mulheres que usam pílula anticoncepcional requerem o dobro de tempo para apresentar essa redução. 
Comentário do especialista: “Esse é o tempo preciso para adultos com peso normal. A pílula contraceptiva oral irá tornar a meia-vida mais longa, embora não necessariamente duplique esse tempo, uma vez que depende do comprimido usado. Gravidez, danos no fígado e outros fármacos podem também reduzir a taxa na qual a cafeína é eliminada do corpo. Importante, as crianças e adolescentes têm uma meia-vida significativamente mais longa, ou seja, a cafeína permanecerá no seu fluxo de sangue por mais tempo e em níveis mais altos do que em adultos. É por isso que bebidas com cafeína podem causar problemas de comportamento e problemas de ansiedade em crianças”.

12 horas: É o tempo que leva para a maioria das pessoas removerem completamente a cafeína da corrente sanguínea. Essa velocidade depende de muitos fatores, como idade e atividade. Comentário do especialista:“Sim, essa é uma aproximação justa, excluindo crianças e adolescentes.”

12 a 24 horas: Como a cafeína é uma droga, aqueles que regularmente a ingerem podem sentir sintomas de abstinência em 12 a 24 horas depois da última dose, incluindo dor de cabeça, irritabilidade e constipação. Comentário do especialista: “Sintomas de abstinência da cafeína não são tão ruins quanto pensam que são. Em testes cegos em que bebedores de café tiveram suas bebidas alteradas para descafeinadas, os efeitos de abstinência foram muito leves na maioria dos casos, isso se eles existissem. Os sintomas de abstinência podem durar até nove dias e vão depender da quantidade de cafeína que bebemos. Todo mundo é diferente, é claro, mas muitos dos sintomas parecem estar em nossa mente.”

7 a 12 dias: Estudos têm mostrado que esse é o período de tempo que o corpo vai se tornar tolerante com a dose diária de cafeína, o que significa que vai se acostumar a ela e não vai sentir muito os seus sintomas. Comentário do especialista: “Nós nos tornamos tolerante à cafeína ao longo do tempo, precisando de mais para obter o mesmo efeito.”

Considerações

Em relação aos efeitos gerais das bebidas energéticas no corpo, o pesquisador Farrimond disse que “são um mau caminho para conseguir cafeína”. “São ricas em açúcar, algumas assustadoramente. Todas as bebidas gasosas são ácidas porque são carbonatadas e os fabricantes de bebidas geralmente adicionam ácido extra. Red Bull tem um pH de 3,3, o mesmo que o vinagre. Combinado com açúcar, são ideais para corroer o esmalte dos dentes e causar problemas dentários por toda a vida”, opinou. “Café e chá são uma maneira muito melhor (de obter cafeína). Apesar de que tudo tem que ser com moderação.” 





Ponto a Ponto Ideias / TERRA

Pesquisa: mulheres têm mais “dor de cotovelo" do que homens

Segundo estudo, mulheres sofrem maior impacto emocional e físico, mas se recuperam mais rápido

Mulheres sofrem mais com o término de relacionamentos amorosos, embora se recuperem deles mais rapidamente do que homens. Essa é a conclusão de uma pesquisa conduzida por cientistas britânicos e americanos em que foram analisadas as diferenças nas reações entre os gêneros a rompimentos emocionais.



Foto: iStock



Os resultados, publicados na revista científica, revelam que mulheres sofrem maior impacto emocional e físico. No entanto, elas tendem a se recuperar mais rapidamente do que homens, e se tornam emocionalmente mais fortes.

Por outro lado, segundo os pesquisadores, homens tendem a não se recuperar totalmente, e simplesmente seguem adiante.

O estudo foi resultado de uma parceria entre a Universidade de Binghamton, em Nova York (EUA), e a britânica University College London. Segundo Craig Morris, pesquisador em antropologia da Universidade de Binghamton e coordenador da pesquisa, as diferenças têm razões biológicas. "Basicamente, mulheres evoluíram para investir muito mais em um relacionamento do que homens", disse.

Razões evolutivas

"Um breve encontro romântico poderia resultar em uma gravidez, seguida de anos de amamentação para mulheres ancestrais, enquanto homens podiam ir embora poucos minutos após esse contato, sem qualquer 'investimento biológico'", explicou.

"É esse 'risco' de maior investimento biológico que, em termos evolutivos, fez as mulheres ficarem mais exigentes na escolha de um parceiro de qualidade. Portanto, a perda de um relacionamento com um parceiro de qualidade é mais dolorosa para as mulheres".

Por outro lado, homens têm evoluído para competir pela atenção das mulheres e, portanto, a perda não "machuca" tanto no início, explicou o pesquisador. De acordo com Morris, "homens provavelmente sofrem mais profundamente a dor da perda, e por um longo tempo, pois entendem que precisam recomeçar a competir para substituir aquilo que perderam".

Segundo ele, homens tendem a reagir a uma ruptura de maneira mais autodestrutiva. "Pode levar meses ou anos. Eles tendem a 'seguir adiante' com frequência para outro relacionamento", afirmou.

Sofrimento curto

A pesquisa colheu depoimentos de 5.705 pessoas de diferentes países que responderam a uma pesquisa acadêmica na internet. Os participantes tiveram de descrever como reagiram emocionalmente pelo término de um relacionamento e que tipo de respostas físicas experimentaram.

Eles também eram convidados a dar notas de 1 (nenhuma) a 10 (insuportável) às próprias reações físicas e emocionais.

Em geral, tanto homens quanto mulheres sentem uma intensidade semelhante de emoções. Por exemplo, entre as reações físicas, a insônia foi descrita como a reação mais intensa para ambos os sexos. E entre as respostas emocionais, a raiva ficou em primeiro lugar.

As mulheres relataram uma intensidade maior que a dos homens em quase todos os fatores após o rompimento: no que se refere às emoções, as principais reações foram raiva, ansiedade, depressão, medo e piora no desempenho no trabalho e nos estudos. 

Em relação às reações físicas, figuraram no topo, reações como náuseas ou incapacidade de comer, ataques de pânico, alterações indesejadas de peso e piora do sistema imunológico. Enquanto isso, homens apresentaram maior intensidade apenas em dois fatores de reação emocional: perda geral de concentração e insensibilidade emocional.
Luto após ruptura
Segundo Morris, a maioria das pessoas experimenta uma média de três rupturas amorosas antes de atingir 30 anos de idade. Pelo menos uma delas dói o suficiente para afetar substancialmente nossa qualidade de vida durante semanas ou meses.
"As pessoas perdem empregos, estudantes deixam de frequentar aulas e alguns indivíduos podem desenvolver padrões extremamente destrutivos de comportamento depois de uma separação", disse Morris.
De acordo com o pesquisador, entender melhor essas reações podem ajudar a suportar a dor após o fim de um relacionamento, bem como tentar mitigar seus efeitos em indivíduos de alto risco.

BBC BRASIL / TERRA

Para perder peso, é melhor cortar gordura do que carboidrato

Pesquisa mostrou que dieta sem gordura ajuda a queimar os quilos indesejáveis

Para perder peso, é melhor cortar gorduras do que carboidratos de sua dieta. Pelo menos é o que afirma uma pesquisa recém-publicada.





Estudo foi conduzido com obesos nos Estados Unidos; conclusão contradiz teoria popular entre adeptos de dietas 

Foto: (Thinkstock)




O estudo acompanhou um grupo de pessoas com dietas controladas ao monitorar refeições, atividade física e respiração de cada uma delas.

Ambas as dietas, analisadas pelo National Institutes of Health, no Estado americano de Maryland, nos Estados Unidos, levaram à perda de peso quando as calorias foram reduzidas, mas as pessoas emagreceram mais quando diminuíram a ingestão de gordura.



Os especialistas constataram, assim, que uma dieta pobre em gordura é a melhor alternativa para quem quer se livrar dos quilinhos extras.

A conclusão contradiz o argumento de que a restrição de carboidratos seria a melhor maneira de emagrecer, já que alteraria o metabolismo do corpo. 


Processo Químico 




"Quando você corta a ingestão de carboidrato, você realmente perde gordura, mas não tanto quando você para de comer gordura", diz o responsável pela pesquisa, Kevin Hall, do National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases, nos Estados Unidos.

No estudo, 19 pessoas obesas seguiram uma dieta de 2,7 mil calorias por dia.

Em seguida, durante um período de duas semanas eles tentaram dietas que cortaram a ingestão calórica em um terço, ora reduzindo carboidrato ora gordura.

A equipe analisou a quantidade de oxigênio e dióxido de carbono sendo expelido pelos participantes bem como a quantidade de nitrogênio na urina deles. O objetivo era calcular precisamente os processos químicos dentro do corpo.

Os resultados publicados na revista científica mostraram que seis dias depois do início da dieta, aqueles que reduziram a ingestão de gordura perderam em média 463 gramas de gordura ─ 80% a mais do que aqueles que só cortaram carboidratos, cuja perda média foi de 245 gramas.

Hall disse que não havia motivo "metabólico" para optar por uma dieta com baixo nível de carboidratos.

A perda de peso pode ser facilitada por uma alimentação sem gordura, indicou o estudoFoto: (Thinkstock)




Dietas à risca 




No entanto, estudos sugerem que no mundo real, onde as dietas são menos rigidamente controladas, as pessoas podem vir a perder mais peso ao reduzir carboidratos.

"Se for mais fácil seguir uma dieta do que a outra, e idealmente de forma permanente, então é melhor que você escolha a dieta com a qual melhor se adapte", afirmou Hall. "Mas se a dieta com baixa ingestão de gordura for melhor para você, isso não será uma desvantagem metabólica", acrescentou.

Susan Roberts e Sai Das, médicas da Universidade de Tufts, em Boston, no Estado americano de Massachusets, afirmaram que o debate sobre as dietas era fonte de "intensa controvérsia".

Elas afirmaram que o estudo "desmascarou" a teoria de que dietas com baixo nível de carboidrato são melhores, mas o impacto disso a longo prazo ainda "não era sabido".

"A mensagem mais importante agora é provavelmente de que alguns carboidratos são bons, especialmente os de baixo índice glicêmico e integrais".

Segundo Susan Jebb, professora de Saúde Nutricional da Universidade de Oxford, "os pesquisadores concluíram acertadamente que a melhor dieta para a perda de peso é a dieta com a qual o paciente melhor se adapta".

"Todas as dietas funcionam se você consegue se ater a uma dieta que corte calorias, independentemente de gordura ou carboidrato", afirmou ela.

"Seguir à risca uma dieta não é tarefa fácil, especialmente dado o tempo que demora para perder peso", acrescentou. 




BBC BRASIL / TERRA

Novas diretrizes americanas liberam consumo de alimentos ricos em colesterol -- O documento reforça que não existe relação direta entre a dieta rica em colesterol e os níveis da substância no sangue

O documento reforça que não existe relação direta entre a dieta rica em colesterol e os níveis da substância no sangue


Durante muito tempo considerado um vilão da saúde, o ovo é cada vez mais recomendado na dieta 

Foto: Carlos Romero Oreja / Deposit Photos

Jaqueline Sordi




Quando o escritor irlandês George Bernard Shaw (1856-1950) afirmou que "a ciência nunca resolve um problema sem criar pelo menos outros 10", ele poderia perfeitamente estar se referindo ao colesterol.

A polêmica que envolve a gordura ao longo das últimas décadas poderia ser a comprovação de sua tese. Desde o início do século passado — quando os primeiros estudos começaram a apontar que os alimentos ricos em colesterol são os responsáveis pelo aumento de uma série de doenças cardiovasculares —, ovos, carnes e outros representantes da classe têm entrado em uma verdadeira montanha-russa maniqueísta: ora são apontados por pesquisas como vilões e proibidos no cardápio, ora são considerados bonzinhos e liberados para consumo. 

Com dados apontando para todos os lados, nem os especialistas parecem chegar a um consenso. No mais recente capítulo dessa novela (mas não necessariamente o último), estes alimentos acabaram de ser absolvidos de toda e qualquer acusação. No início deste ano, o Dietary Guidelines Advisory Committee (Comitê de Recomendação de Guias Dietéticos, em tradução livre) do governo dos Estados Unidos se posicionou contra a limitação do consumo de colesterol para adultos. 

O documento chegou para reforçar o que outras pesquisas vêm apontando há alguns anos: não existe relação direta entre a dieta rica em colesterol e os níveis da substância no sangue. E isso é explicado pelo fato de que uma proporção muito pequena do colesterol presente no sangue vem do prato de comida. É o nosso próprio corpo, a partir do fígado, quem produz sozinho mais de 70% da substância. Aqui, o que conta são fatores como predisposição genética e sedentarismo. 

Para amantes de ovos fritos, frango assado e coração de galinha, a notícia é boa. Mas antes de sair comemorando (e enchendo o prato), é preciso lembrar: esses mesmos alimentos são ricos em outras gorduras. E elas, pelo menos até agora, ainda são as grandes inimigas de uma vida saudável. 



Vilão ou mocinho?

Foi no início do século passado que a guerra contra o consumo de colesterol começou a ganhar munição. As primeiras pesquisas associando alimentos à elevação dos níveis do colesterol "ruim" no corpo levaram órgãos de referência em todo o mundo a determinar o seu combate. 



Quem liderou essa frente foi a Associação Americana do Coração, que apontou o ovo como um dos principais inimigos do coração. Na época, a entidade estabeleceu um limite diário para consumo de 300 miligramas de colesterol — o que corresponde a um ovo e meio — determinação adotada ao redor do mundo e que se mantinha intocada até pouco tempo atrás.

— Isso ocorreu porque estudos foram muito claros em demonstrar uma relação direta dos níveis de colesterol no sangue com doença cardiovascular. Por isso pensamos que o colesterol de nossa dieta faz mal para a saúde. No entanto, estas são duas coisas distintas. Uma série de pesquisas mais recentes já demonstrou não haver relação direta entre a quantidade de colesterol ingerido pela alimentação e os níveis presentes no sangue — afirma Fernando Gerchman, professor do Serviço de Endocrinologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.




Foi principalmente a partir da década de 1990 que começaram a surgir os primeiros indícios de que a redução do colesterol na dieta não tinha um papel importante na prevenção de doenças arteriais. Em 2004, Sylvan Lee Weinberg, presidente do Colegiado de Cardiologistas dos Estados Unidos, publicou um editorial na revista da entidade assegurando este posicionamento. 

Em um estudo divulgado no British Medical Journal em 2013, com mais de 474 mil participantes, não foi demonstrada relação entre o consumo de ovo e os riscos de infarto, angina e derrame em pessoas sem diabetes.



A questão genética



Como a ciência não entrega respostas sem suscitar outras perguntas, a absolvição dos alimentos ricos em colesterol fez com que pesquisadores passassem a estudar mais a fundo os mecanismos de funcionamento desta gordura para apontar quem é, então, o verdadeiro culpado quando altos índices se apresentam no sangue. 

O endocrinologista Airton Golbert, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e professor de Endocrinologia na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UCSPA), afirma que, como mais de 70% do colesterol circundante em nosso corpo é derivado de produção endógena, ou seja, pelo próprio organismo, quem determina seus níveis são principalmente fatores genéticos:

— Quem tem, por exemplo, um nível de colesterol "bom" alto, o que é genético, tem muito menos risco de desenvolver doenças relacionadas ao colesterol e, portanto, não tem necessidade de tantos cuidados alimentares na sua dieta.

Entretanto, não é toda a população que pode respirar aliviada e se atirar em um prato de ovos fritos. Assim como a genética favorece alguns, ela impõe limites mais severos para outros, que devem redobrar os cuidados à mesa.

— Hoje se sabe que algumas pessoas teriam mais propensão a ter influência dos alimentos no seu nível de colesterol e, consequentemente, no risco de doenças cardiovasculares — resume Golbert.



É o que Gerchman também defende. Para ele, quem tem propensão genética ao colesterol "ruim" alto não deve consumir alimentos ricos em gordura. 



Verdadeiros inimigos



Se, por um lado, os limites de consumo diário de alimentos ricos em colesterol estão sendo mais contestados do que nunca, o mesmo não se pode dizer dos limites referentes àqueles ricos em gordura saturada e trans. De acordo com especialistas, a ingestão dessas gorduras produz muito mais colesterol no sangue do que os próprios alimentos que são ricos nesse tipo de gordura. E é principalmente aí que as pessoas devem ficar atentas.

O consumo de carne vermelha, por exemplo, tem sido associado a um aumento na incidência de diabetes, principalmente quando a carne é do tipo processada.

— O balanço adequado do consumo de gorduras é uma das questões mais relevantes para evitar alterações nos níveis de colesterol. As gorduras saturadas são os componentes da dieta que mais elevam os níveis de colesterol, por reduzirem a capacidade de remoção do colesterol da circulação. As gorduras trans fazem o mesmo papel, além de diminuírem o "bom" colesterol, sendo um componente alimentar ainda mais prejudicial à saúde — destaca a cardiologista Maria Cristina de Oliveira Izar, professora do Setor de Lipídios, Aterosclerose e Biologia Vascular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

É importante ressaltar que 60% dos alimentos ricos em colesterol também apresentam gordura saturada e trans, como salsichas, bacon e queijos. Airton Golbert, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), afirma que a recomendação para se manter saudável ainda é o consumo de muitas fibras, saladas e frutas, mantendo restrição a gorduras saturadas. 



Sem benefícios



Enquanto alguns alimentos ricos em colesterol deixam de ser vilões segundo as pesquisas mais recentes, outros — os "mocinhos" que ajudam a regularizar os níveis de colesterol "bom" no sangue — tiveram também seu papel relativizado. A profissional de Educação Física Patrícia Vieira, presidente da Associação de Hipercolesterolemia Familiar (AHF), explica que, para a formação do colesterol bom, são necessárias as boas gorduras vindas da dieta e, também, as fibras. 

Entretanto, grande parte dos alimentos que contêm essas propriedades também apresentam outros compostos que não são tão bons assim para a saúde, diz o endocrinologista Fernando Gerchman.

Óleo de oliva, chocolate amargo, nozes e castanhas podem fazer bem, mas quem determina o quanto de benefícios eles trarão para cada pessoa é a genética Até o momento, para aumentar os níveis do colesterol bom, a recomendação mais prevalente é manter uma rotina de exercícios físicos. 



O que é

O colesterol é um tipo de lipídio, uma gordura que faz parte da membrana de nossas células e que participa de diversas funções no organismo.



O "bom" e o "ruim"

Quando se fala em níveis de colesterol bom e ruim, na verdade se faz referência à quantidade de dois tipos de lipoproteínas que transportam o colesterol no sangue.

O LDL — ou colesterol "ruim" — transporta o lipídio do fígado até as células dos tecidos e favorece o seu acúmulo nas paredes internas das artérias, diminuindo o fluxo do sangue, o que está diretamente relacionado a doenças cardíacas.

O HDL — ou colesterol "bom" é responsável por retirar o lipídio dos tecidos, removendo-o das artérias e transportando-o de volta ao fígado para ser eliminado.



As funções do colesterol

- Compõe 20% das membranas celulares. Por isso a importância dele na manutenção da integridade destas estruturas.
- Ajuda na formação dos ácidos biliares, que atuam na absorção de gorduras pelo intestino.
- Age na produção de hormônios sexuais. Nos testículos, está envolvido na produção de testosterona. Nos ovários, participa da síntese de progesterona e estrogênio.




DIÁRIO GAÚCHO

Nem todo homem só pensa em sexo, muitos também gostam de carinho

Culturalmente, homens assim eram raros, mas, hoje em dia, já existem muitos que conseguem saber a hora de acarinhar e a hora de transar

Dormir de conchinha, como Ana e Lúcio na novela A Vida da Gente (2012), é a vontade de muitos homens que se preocupam em ser carinhosos com suas parceiras 

Foto: A Vida da Gente / TV Globo/Divulgação
É muito difícil entender a mulherada. 
Essa é a queixa de muitos homens! 
Elas querem homens gentis, carinhosos, com virilidade, bom humor, com iniciativa, e vai longe essa lista... 
Realmente, o que prejudica o relacionamento é o fato de os casais não poderem se abraçar ou fazer carinho sem intenção de ir para a relação sexual. 

Culturalmente, homens como você eram raros, mas, hoje em dia, já existem muitos que conseguem saber a hora de acarinhar e a hora de transar. Mulheres, lembrem-se: nunca digam que um homem não é romântico! Preste atenção e acredite no que ele diz. Dois erros enormes é dizer que as mulheres não são sexuais e que os homens não são tão românticos. 
Porém, algumas mulheres ainda não mudaram e continuam achando que, se o homem chega mais querido e afetivo perto delas, é porque quer algo mais. Portanto, mulheres, aprendam a curtir o momento e não fiquem com o pé atrás. Se, de fato, não for só um carinho o que eles querem, aí, sim, vocês podem colocar o limite, mas não antes da coisa começar. 
Muitas vezes, este tipo de atitude é que vai fazendo com que alguns homens deixem de ser carinhosos. Meninos, aguentem o tranco e não desanimem. lembrem-se de que, para conquistar uma mulher, tem que ter muita sedução, elogio e carinho para, só depois, vir o sexo.



DIÁRIO GAÚCHO

Desmatamento na Amazônia Legal diminuiu 82% na última década





O desmatamento na Amazônia Legal diminuiu 15% entre agosto de 2013 e julho de 2014 em relação aos 12 meses anteriores. Os dados são do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e foram divulgados na tarde dessa sexta-feira, (14), em Brasília, em entrevista à imprensa dos ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.




De acordo com a taxa consolidada pelo Inpe, a área desmatada no período 2013/2014, foi de 5.012 quilômetros quadrados (km²), comparados aos 5.891 km² desmatados em 2012/2013. O ministro Aldo Rebelo disse que entre 2004 e 2014, a taxa anual de desmatamento da Amazônia Legal caiu de 27.772 km² para 5.015 km², uma redução de 82%. “É uma demonstração, uma ostentação de êxito da política ambiental do país que deve ser, mais que registrada, celebrada.”




Os estados que mais frearam a destruição da floresta em relação ao período anterior foram o Maranhão (36%), Tocantins (32%) e Rondônia (27%). Os estados que mais desmataram no último período foram o Acre (40%), o Amapá (35%) e Roraima (29%). Amazônia Legal é formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins.




Para chegar à taxa consolidada, o instituto mapeou 214 imagens do satélite de observação terrestre Landsat 8. O Prodes computa como desmatamento áreas maiores que 6,25 hectares com corte raso de floresta primária, ou seja, quando há remoção completa da cobertura florestal.




A ministra Izabella Teixeira explicou que o monitoramento do Prodes ainda não diferencia o desmatamento ilegal e legal, autorizado em propriedades rurais de acordo com regras do Cadastro Ambiental Rural, previsto no Código Florestal. Por falta de informações dos estados responsáveis pelo Cadastro, o governo federal não consegue sobrepor as áreas desmatadas com as áreas que têm autorização dos estados para o corte de vegetação nativa.




Segundo a ministra, o ministério acaba de firmar um acordo com o governo do Acre para que o estado seja o primeiro a disponibilizar para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) os dados do estado.




“Vai ser o primeiro estado que vai integrar a informação do que estão autorizando retirar. Em dez dias, até duas semanas, o Ibama deve receber as informações. Vamos cruzar esses dados e entender na dinâmica do território o que é legal e o que é ilegal ou sem autorização”, disse, destacando que uma das justificativas para o aumento da área desmatada no estado são as políticas públicas para assentamentos rurais.




Agência Brasil

Matemática 3º e 4º anos

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