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terça-feira, 30 de junho de 2015

Pteridófitas

Pteridófitas

Samambaias, avencas, xaxins e cavalinhas são alguns dos exemplos mais conhecidos de plantas do grupo das pteridófitas. A palavra pteridófita vem do grego pteridon, que significa 'feto'; mais phyton, 'planta'. Observe como as folhas em brotamento apresentam uma forma que lembra a posição de um feto humano no útero materno. Antes da invenção das esponjas de aço e de outros produtos, pteridófitas como a "cavalinha", cujo aspecto lembra a cauda de um cavalo e tem folhas muito ásperas, foram muito utilizadas como instrumento de limpeza. No Brasil, os brotos da samambaia-das-roças ou feto-águia, conhecido como alimento na forma de guisados.
Atualmente, a importância das pteridófitas para o interesse humano restringe-se, principalmente, ao seu valor ornamental. É comum casas e jardins serem embelezados com samambaias e avencas, entre outros exemplos.
Ao longo da história evolutiva da Terra, as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos condutores de nutrientes.
 
Cavalinha, pteridófita do gênero Equisetum.
Isso possibilitou um transporte mais rápido de água pelo corpo vegetal e favoreceu o surgimento de plantas de porte elevado. Além disso, os vasos condutores representam uma das aquisições que contribuíram para a adaptação dessas plantas a ambientes terrestres.


Samambaia  
 
Xaxim

O corpo das pteridófitas possui raiz, caule e folha. O caule das atuais pteridófitas é em geral subterrâneo, com desenvolvimento horizontal. Mas, em algumas pteridófitas, como os xaxins, o caule é aéreo. Em geral, cada folha dessas plantas divide-se em muitas partes menores chamadas folíolos.
A maioria das pteridófitas é terrestre e, como as briófitas, vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados.

Reprodução das pteridófitas
Da mesma maneira que as briófitas, as pteridófitas se reproduzem num ciclo que apresenta uma fase sexuada e outra assexuada.
Soros nas folhas de samabaia
 
Para descrever a reprodução nas pteridófitas, vamos tomar como exemplo uma samambaia comumente cultivada (Polypodium vulgare).
A samambaia é uma planta assexuada produtora de esporos. Por isso, ela representa a fase chamada esporófito
Em certas épocas, na superfície inferior das folhas das samambaias formam-se pontinhos escuros chamadossoros. O surgimento dos soros indica que as samambaias estão em época de reprodução - em cada soro são produzidos inúmeros esporos.
Quando os esporos amadurecem, os soros se abrem. Então os esporos caem no solo úmido; cada esporo pode germinar e originar um protalo, aquela plantinha em forma de coração mostrada no esquema abaixo.
protalo é uma planta sexuada, produtora de gametas; por isso, ele representa a fase chamada de gametófito.



Ciclo reprodutivo das samambaias

protalo das samambaias contém estruturas onde se formam anterozoides e oosferas. No interior do protalo existe água em quantidade suficiente para que o anterozoide se desloque em meio líquido e "nade" em direção à oosfera, fecundado-a. Surge então o zigoto, que se desenvolve e forma o embrião.
O embrião, por sua vez, se desenvolve e forma uma nova samambaia, isto é, um novo esporófito. Quando adulta, as samambaias formam soros, iniciando novo ciclo de reprodução.
Como você pode perceber, tanto as briófitas como as pteridófitas dependem da água para a fecundação. Mas nas briófitas, o gametófito é a fase duradoura e os esporófitos, a fase passageira. Nas pteridófitas ocorre o contrário: o gametófito é passageiro - morre após a produção de gametas e a ocorrência da fecundação - e o esporófito é duradouro, pois se mantém vivo após a produção de esporos.
 http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/pteridofitas.php

Gimnospermas

Gimnospermas

As gimnospermas (do grego Gymnos: 'nu'; e sperma: 'semente') são plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas comopinheiros, as sequóias e os ciprestes.
As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos comocones - o que lhes confere a classificação no grupo dasconíferas.
Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos.
 

Araucárias, tipo de conífera.


Reprodução das gimnospermas
Vamos usar o pinheiro-do-paraná (Araucária angustifólia) como modelo para explicar a reprodução das gimnospermas. Nessa planta os sexos são separados: a que possui estróbilos masculinos não possuem estróbilos femininos e vice-versa. Em outras gimnospermas, os dois tipos de estróbilos podem ocorrer numa mesma planta.

Cones ou estróbilos
 
O estróbilo masculino produz pequenos esporos chamados grãos de pólen. O estróbilo feminino produz estruturas denominadas óvulos. No interior de um óvulo maduro surge um grande esporo.
Quando um estróbilo masculino se abre e libera grande quantidade de grãos de pólen, esses grãos se espalham no ambiente e podem ser levados pelo vento até o estróbilo feminino. Então, um grão de pólen pode formar uma espécie de tubo, o tubo polínico, onde se origina o núcleo espermático, que é o gameta masculino. O tubo polínico cresce até alcançar o óvulo, no qual introduz o núcleo espermático.
No interior do óvulo, o grande esporo que ele abriga se desenvolve e forma uma estrutura que guarda a oosfera, o gameta feminino. Uma vez no interior do óvulo, o núcleo espermático fecunda a oosfera, formando o zigoto.
Este, por sua vez, se desenvolve, originando um embrião. À medida que o embrião se forma, o óvulo se transforma em semente, estrutura que contém e protege o embrião


Nos pinheiros, as sementes são chamadas pinhões. Uma vez formados os pinhões, o cone feminino passa a ser chamado pinha. Se espalhadas na natureza por algum agente disseminador, as sementes podem germinar. Ao germinar, cada semente origina uma nova planta.
A semente pode ser entendida como uma espécie de "fortaleza biológica", que abriga e protege o embrião contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas. Além disso, as sementes armazenam reservas nutritivas, que alimentam o embrião e garantem o seu desenvolvimento até que as primeiras folhas sejam formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio alimento pela fotossíntese.

A pinha e a semente (pinhão) da Araucária
 http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/gimnospermas.php

Angiospermas

Angiospermas

Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas - desse total, mais de 250 mil são angiospermas.
A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.

Flores e frutos: aquisições evolutivas
As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e osfrutos.

 
A flor e o fruto do maracujá

As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.
Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos.

As partes da flor
Os órgãos de suporte – órgãos que sustentam a flor, tais como:
  • pedúnculo – liga a flor ao resto do ramo.
  • receptáculo – dilatação na zona terminal do pedúnculo, onde se inserem as restantes peças florais.
Órgãos de proteção
Órgãos que envolvem as peças reprodutoras propriamente ditas, protegendo-as e ajudando a atrair animais polinizadores. O conjunto dos órgãos de proteção designa-se perianto. Uma flor sem perianto diz-se nua.
  • cálice – conjunto de sépalas, as peças florais mais parecidas com folhas, pois geralmente são verdes. A sua função é proteger a flor quando em botão. A flor sem sépalas diz-se assépala. Se todo o perianto apresentar o mesmo aspecto (tépalas), e for semelhante a sépalas diz-se sepalóide. Neste caso diz-se que o perianto é indiferenciado.
  • corola – conjunto de pétalas, peças florais geralmente coloridas e perfumadas, com glândulas produtoras de néctar na sua base, para atrair animais. A flor sem pétalas diz-se apétala. Se todo o perianto for igual (tépalas), e for semelhante a pétalas diz-se petalóide. Também neste caso, o perianto se designa indiferenciado.
 
Órgãos de reprodução
folhas férteis modificadas, localizadas mais ao centro da flor e designadas esporófilos. As folhas férteis masculinas formam o anel mais externo e as folhas férteis femininas o interno.
  • androceu – parte masculina da flor, é o conjunto dos estames. Os estames são folhas modificadas, ou esporófilos, pois sustentam esporângios. São constituídas por um filete (corresponde ao pecíolo da folha) e pela antera (corresponde ao limbo da folha);
  • gineceu – parte feminina da flor, é o conjunto de carpelos. Cada carpelo, ou esporófilo feminino, é constituído por uma zona alargada oca inferior designada ovário, local que contém óvulos. Após a fecundação, as paredes do ovário formam o fruto. O carpelo prolonga-se por uma zona estreita, o estilete, e termina numa zona alargada que recebe os grãos de pólen, designada estigma. Geralmente o estigma é mais alto que as anteras, de modo a dificultar a autopolinização.

Os frutos contêm e protegem as sementes e auxiliam na dispersão na natureza. Muitas vezes eles são coloridos, suculentos e atraem animais diversos, que os utiliza como alimento. As sementes engolidas pelos animais costumam atravessar o tubo digestivo intactas e são eliminadas no ambiente com as fezes, em geral em locais distantes da planta-mãe, pelo vento, por exemplo. Isso favorece a espécie na conquista de novos territórios.
  
 

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/angiospermas.php 

Os dois grandes grupos de angiospermas

Os dois grandes grupos de angiospermas

As angiospermas foram subdivididas em duas classes: as monocotiledôneas e as dicotiledôneas.
São exemplos de angiospermas monocotiledôneas: capim, cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo, aveias, cevada, bambu, centeio, lírio, alho, cebola, banana, bromélias e orquídeas.
São exemplos de angiospermas dicotiledôneas: feijão, amendoim, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico, pau-brasil, ipê, peroba, mogno, cerejeira, abacateiro, acerola, roseira, morango, pereira, macieira, algodoeiro, café, jenipapo, girassol e margarida.

Monocotiledôneas e dicotiledôneas: algumas diferenças
Entre as angiospermas, verificam-se dois tipos básicos de raízes: fasciculadas e pivotantes.
Raízes fasciculadas - Também chamadas raízes em cabeleira, elas formam numa planta um conjunto de raízes finas que têm origem num único ponto. Não se percebe nesse conjunto de raízes uma raiz nitidamente mais desenvolvida que as demais: todas elas têm mais ou menos o mesmo grau de desenvolvimento. As raízes fasciculadas ocorrem nas monocotiledôneas.

Raízes pivotantes - Também chamadas raízes axiais, elas formam na planta uma raiz principal, geralmente maior que as demais e que penetra verticalmente no solo; da raiz principal partem raízes laterais, que também se ramificam. As raízes pivotantes ocorrem nas dicotiledôneas.
 
Raiz fasciculada e pivotante, respectivamente.


Em geral, nas angiospermas verificam-se dois tipos básicos de folhas: paralelinérvea e reticulada.
 
Folhas paralelinérveas - São comuns nas angiospermas monocotiledôneas. As nervuras se apresentam mais ou menos paralelas entre si.
 
Folhas reticuladas - Costumam ocorrer nas angiospermas dicotiledôneas. As nervuras se ramificam, formando uma espécie de rede.

Existem outras diferenças entre monocotiledôneas e dicotiledôneas, mas vamos destacar apenas a responsável pela denominação dos dois grupos.
O embrião da semente de angiosperma contém uma estrutura chamada cotilédone. O cotilédone é uma folha modificada, associada a nutrição das células embrionárias que poderão gerar uma nova planta.
  • Sementes de monocotiledôneas. Nesse tipo de semente, como a do milho, existe um único cotilédone; daí o nome desse grupo de plantas ser monocotiledôneas (do grego mónos: 'um', 'único'). As substâncias que nutrem o embrião ficam armazenadas numa região denominada endosperma. O cotilédone transfere nutrientes para as células embrionárias em desenvolvimento.
  • Sementes de dicotiledôneas. Nesse tipo de semente, como o feijão, existem dois cotilédones - o que justifica o nome do grupo, dicotiledôneas (do grego dís: 'dois'). O endosperma geralmente não se desenvolve nas sementes de dicotiledôneas; os dois cotilédones, então armazenam as substâncias necessárias para o desenvolvimento do embrião.

Resumo: Monocotiledôneas vs Dicotiledôneas
 
MONOCOTILEDÔNEAS
DICOTILEDÔNEAS
raiz
fasciculada  (“cabeleira”)
pivotante ou axial (principal)
caule
em geral, sem crescimento em espessura (colmo, rizoma, bulbo)
em geral, com crescimento em espessura (tronco)
distribuição de vasos no caule
feixes líbero-lenhosos “espalhados”(distribuição atactostélica = irregular)
feixes líbero-lenhosos dispostos em círculo  (distribuição eustélica = regular)
folha
invaginante: bainha desenvolvida; uninérvia ou paralelinérvia.
peciolada: bainha reduzida; pecíolo;   nervuras reticuladas ou peninérvias.
Flor
trímera (3 elementos ou múltiplos)
dímera, tetrâmera ou pentâmera
embrião
um cotilédone
2 cotilédones
exemplos
bambu; cana-de-açúcar; grama; milho; arroz; cebola; gengibre; coco; palmeiras.
eucalipto; abacate; morango; maçã; pera; feijão; ervilha; mamona; jacarandá; batata.

 http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/angiospermas2.php

REMÉDIO CASEIRO PARA CURAR, ALIVIAR CÓLICAS NO BEBÊ - DICAS

 dos maiores medos e dificuldades que os pais enfrentam é quando o bebê tem cólicas. Não é difícil de identificar quando o bebê está com cólicas: é um choro inconsolável com duração de três a quatro horas, e geralmente ocorrem no final da tarde ou então à noite. Apesar de não ser fácil, a coisa mais importante é manter a calma e lembre-se que as cólicas desaparecem em até quatro meses . Se você sofre com esta situação, nós lhe indicaremos alguns remédios caseiros para aliviar cólicas em seu bebê.

  1. Realizar massagem circular na barriga do bebê no sentido horário, isso pode ajudar a expelir gases e aliviar algum desconforto, sendo esse um remédio caseiro para aliviar cólicas muito popular. Você deve fazer uma pressão suave para ser eficaz. Outro exercício muito eficaz é levar os joelhinhos do bebê até o peito, e depois esticá-los e mover como se andasse de bicicleta. Repita este exercício várias vezes ao dia.
  2. Coloque um saco de água morna suavemente na barriga do bebê e deixe por alguns minutos, ou na sua falta, uma toalha embebida em água morna. Tenha cuidado antes de aplicar qualquer destas medidas e certifique-se que a toalha ou o saco não esquente demais e não cause dor à pele delicada do seu bebê.
  3. Outro bom remédio caseiro para aliviar cólicas em seu bebê é a imersão em um banho de água morna a temperaturas entre 36 e 37 graus, por cerca de 15 ou 20 minutos. Certamente este banho vai relaxar e vai aliviar o desconforto das cólicas. Não se esqueçam de estar sempre conscientes de seu bebê e não deixá-lo sozinho em nenhum momento.
  4. Outra medida que muitos pais podem fazer é para o uso da camomila . Este chá é conhecido por seus efeitos calmantes contra dores de estômago. Se você decidir dar chá de camomila para seu bebê, você deve primeiro consultar o seu médico pediatra para que você saiba a dose adequada.
  5. Sem dúvida, os braços da mãe não falham. Então, pegue a criança em seus braços e dê um passeio na casa por alguns minutos, esse é geralmente um dos melhores remédios caseiros para aliviar a cólica do bebê. Seu pequeno vai sentir o seu batimento cardíaco e isso vai ajudá-lo a aliviar a dor na barriga causada pela cólica.
  6. Se nenhuma das soluções acima funcionar e você está amamentando seu bebê, verifique o alimento que você está ingerindo e tente evitar alguns alimentos que são muitas vezes a causa da cólica. Por exemplo, as proteínas do leite de vaca, e, por conseguinte, produtos lácteos, favorecem o aparecimento da cólica. Se você estiver comendo alimentos como repolho, cebola ou couve-flor, tente excluir a sua dieta e você vai ver a diminuição das cólicas do seu bebê.
EDUCAÇÃO S/A

RECEITA DE MACARRÃO AO MOLHO DE BERINJELA

Deliciosa receita de macarrão ao molho de berinjela

Ingredientes do macarrão com molho de berinjela:
- 500 g de linguado
- 1 berinjela em tiras
- 1 xícara de (chá) de azeite
- Sal a gosto
- Pimenta do reino preta a gosto
- 2 dentes de alho picado
- 100 g de mussarela
- 1 limão 

Modo de preparo do Macarrão com molho de berinjela:
Corte a berinjela em cubinhos (não precisa tirar a casca) e deixe de molho por uns 30 minutos em água com sal e o suco de 1 limão. Esquente o azeite em uma panela e coloque a cebola e o alho para refogar. Em seguida, adicione a berinjela e abaixe o fogo. Quando a berinjela estiver toda murcha, é sinal que está 
terminando de refogar. Nesse momento adicione o tomate picado e o restante dos ingredientes. Corrija o sal e acrescente o Aji-no-moto. Deixe apurar por uns 20 minutos com a panela semi-tampada. Coloque o molho sobre o macarrão e sirva com parmesão ralado.
http://www.coisaspraver.com/2015/02/receita-de-macarrao-ao-molho-de.html

RECEITA DE LASANHA DE BERINJELA

Deliciosa receita de lasanha de berinjela passo a passo

Ingredientes:
- 700 g de carne moída
- 2 berinjelas médias 
- 1 pimentão médio
- 1 cebola
- 1  lata de milho verde
- 1 caixa de creme de leite
- 1 lata de extrato de tomate pequena
- 350 g de mussarela
- 350 g de presunto ou apresuntado
- 3 colheres de óleo
- tempero a gosto

Modo de Preparar a Lasanha de berinjela:
Refogue o tempero no óleo e coloque a carne para refogar e deixe por uns 10 a 15 minutos, pingando um pouco de água, se necessário. Adicione a cebola, o pimentão e o milho verde e tampe por uns 3 minutos. Adicione o extrato de tomate e o creme de leite e deixe ferver até ficar no ponto. Se necessário pode ser 
adicionado um pouco de leite para ficar com a consistência mais cremosa. Corte as berinjelas com casca em fatias finas. Forre o fundo da assadeira com uma fina camada do molho, colocando em seguida uma camada de fatias de berinjela, depois outra de presunto e outra de mussarela. Repita as camadas na mesma ordem até encher a assadeira. Após a última camada de presunto coloque uma camada de molho e leve ao forno por aproximadamente 50 minutos. Sirva com arroz branco.

http://www.coisaspraver.com/2015/02/receita-de-lasanha-de-berinjela.html