Fonte: Ana Professora blog
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
"Carregando o mundo nas costas" - Cuidado com as mochilas escolares.
"Carregando o mundo nas costas" - Cuidado com as mochilas escolares.
De segunda a sexta, milhares de crianças e adolescentes saem de casa levando seu material escolar nas mochilas. Quanto a isso não restam dúvidas. Porém, em algumas situações, elas podem representar um risco a saúde dos estudantes.
Existe uma preocupação crescente por parte dos pediatras, fisioterapeutas e principalmente dos pais com relação ao aumento no número de crianças em idade escolar com queixas de dores na coluna vertebral, no pescoço e nos ombros. Estes sintomas têm sido atribuídos ao fato de se carregar peso demais nas mochilas, além dodesconhecimento das orientações básicas quanto ao uso correto das mochilas.
Todos os fisioterapeutas, mesmo aqueles que não trabalham com pediatria, tem noção de que o excesso de carga nas mochilas pode resultar em dor e desvios posturais, principalmente durante a fase de crescimento.
Algumas Regras Básicas
Pois bem, não é só o peso que pode trazer problemas posturais. Alguns estudantes ajustam a mochila muito baixo, na altura dos glúteos, outros as carregam só de um lado, isso sem contar aqueles que carregam peso demais (considerando o seu tamanho e força). Então vamos analisar um por um os erros mais comuns.
Não carregue a mochila de lado, apoiada em apenas um dos ombros
Carregar a mochila só de um lado faz com que boa parte dopeso do corpo e da mochila sejam transferidos para um só lado do corpo. Quando se carrega uma mochila pesada sobre apenas um dos ombro, a criança tende a inclinar o corpo para o outro lado na tentativa de compensar o peso extra.
Os músculos do lado que carrega o peso podem vir a desenvolver espasmos. Além disso, o ombro também sofre pois precisa suportar sozinho a pressão para baixo aplicada pela alça da mochila. Esta sobrecarga assimétrica também tem efeitos sobre o quadril joelho e tornozelos do lado em que está a mochila.
Na figura abaixo, pode-se ver o desvio na coluna e a sobrecarga sobre o ombro e o quadril que acontece quando se carrega uma mochila sobre apenas um dos lados.
Atenção às alças da mochila.
As mochilas possuem um sistema de ajuste do tamanho das alças. Estas devem obviamente ser simétricas (com o mesmo comprimento) e reguladas de forma que a base da mochila fique na linha da cintura, ou pouco abaixo dela. Alças muito frouxas fazem com que a mochila seja carregada muito baixa, na altura dos glúteos, o que favorece uma postura inclinada para frente, como na figura
Além disso, ao escolher uma mochila, dê preferência aquelas com alças largas e acolchoadas, pois distribuem o peso da mochila por uma área maior dos ombros, o que além de torná-las mais confortáveis também minimiza uma eventual sobrecarga sobre os ombros.
É importante lembrar qu o fato de se inclinar para a frente carregando uma mochila pesada, faz com que a criança "enrole os ombros para a frente". Alças na altura do peito e abdômen são bastante úteis também, mas não são comuns em mochilas infantis.
Mochila pesada
Este é o cuidado mais famoso e que todo mundo lembra (justamente por isso deixei este item por último). Especialistas recomendam que uma criança não deve carregar mais do que 10% do peso corporal em uma mochila. Isso me parece razoável. Para muitas crianças ir pra escola já é um saco. Imagine ainda ter de carregar a casa nas costas, ou você acha que a menina da foto abaixo parece feliz em ir pra escola?
Fonte: fisioterapiahumberto.blogspot.com/
Estudo mostra a importância da narrativa oral no desenvolvimento cognitivo das crianças
Estudo mostra a importância da narrativa oral no desenvolvimento cognitivo das crianças
A leitura e a escrita sempre foram vistas como o ápice do desenvolvimento infantil. Não é à toa que muitos pais se vangloriam quando o filho começa a ler e a escrever cedo. Orgulho justificável, já que essas duas expressões sempre foram ligadas à inteligência e devem ser valorizadas. Algo tão importante quanto a leitura e a escrita, porém, costuma se manifestar ainda mais cedo: a fala. Por trás dessa expressão tão primordial, está a construção de um pensamento baseado em fatos vividos e assimilados pelo indivíduo. Ao analisar como esse processo ocorre no cérebro, uma pesquisa apresentada na Universidade de São Paulo (USP) revela que, com a narração de uma história, é possível perceber aspectos linguísticos e cognitivos que não ficam tão visíveis na escrita e leitura. Devido a isso, o estudo sugere que a narrativa oral seja inserida na grade curricular do ensino infantil.
De acordo com a coordenadora do estudo, a linguista Priscila Fiorindo, ao se analisar a capacidade de produção narrativa de uma criança é possível avaliar a sua produção linguística, favorecendo o desenvolvimento cognitivo. “Percebemos que, durante a narração, todas as memórias são acionadas ao mesmo tempo, mas não podem ser todas verbalizadas. A partir daí, se inicia a estruturação do pensamento, com a definição daquilo que se quer expressar e de como se quer expressar.
As pesquisas da equipe de Priscila começaram em 2006, a partir de um projeto de cooperação internacional que envolveu psicolinguistas brasileiros e franceses num estudo comparativo de produções narrativas de crianças no Brasil e na França. A experiência possibilitou que a linguista utilizasse a mesma metodologia, mas analisando os resultados das narrativas elaboradas em relação à atuação do cérebro. “Foi quando pensei na possibilidade de verificar como as crianças absorvem as informações das imagens, para que elas possam elaborar uma história”, conta.
No estudo, intitulado O papel da memória construtiva na produção de narrativa oral infantil a partir da leitura da imagem em sequência, Priscila analisou crianças com 5, 8 e 10 anos e identificou como elas utilizam os mecanismos de funcionamento do cérebro que envolvem as lembranças de curto e longo prazo. A memória de curto prazo é, evidentemente, a que se refere às informações recentes. A de longo prazo é dividida entre a semântica – que reflete o conhecimento de mundo acumulado – e a episódica – que envolve as situações ou fatos já ocorridos. “É na memória episódica que se encontram os ‘scripts’. Quando, por exemplo, encontramos uma pessoa que não vemos há muito tempo e que de alguma forma nos marcou, acionamos, paralelamente, as memórias de curto e longo prazo. Assim, todas as lembranças são recuperadas e reelaboradas, por meio do ‘script’, na memória construtiva, para que as crianças narrem uma história”, descreve a pesquisadora da USP.
Isso reforça a importância de se estimular o indivíduo desde pequeno a reconhecer objetos. Dessa forma, ao mostrar e nomear as coisas, a criança assimila a informação na memória e mais tarde pode utilizá-la para construir um pensamento. “A gente acha que não, mas a pessoa começa a enriquecer o vocabulário ainda antes de falar”, afirma Márcia Fernandes, diretora pedagógica do colégio Arvense. “Por isso é tão importante articular corretamente as palavras e sua entonação, pois aquilo ficará na memória”, completa.
Percebemos que, durante a narração, todas as memórias são acionadas ao mesmo tempo, mas não podem ser todas verbalizadas. A partir daí, se inicia a estruturação do pensamento, com a definição daquilo que se quer expressar e de como se quer expressar'' - Priscila Fiorindo, linguista e autora da pesquisa"
Para isso, não faltam recursos. Livros coloridos e ilustrados e o simples ato de contar uma história já prendem a atenção dos pequenos e ajudam a evocar lembranças que estimulam a estrutura do pensamento. “É preciso utilizar todos os sentidos no desenvolvimento infantil. É importante que a criança manuseie o livro, escute a história que ele traz; que seja criado um clima para o conto de forma lúdica, para que os pequenos assimilem tudo aquilo com prazer. A partir daí, a leitura e a escrita também se tornam um prazer, pois foi assim que ela foi vivida”, coloca a pedagoga.
Ao propor a narrativa oral como disciplina no ensino infantil, Priscila Fiorindo afirma que a escola estará valorizando a linguagem oral. “Ao narrar uma história, a criança demonstra seu vocabulário e sua capacidade de estruturar o próprio pensamento, inclusive no tempo — início, meio e fim —, muito mais que na escrita”, argumenta. Outro aspecto levantado pela pesquisadora é a interação que a oralidade permite. “Ao escrever, não há uma interação das expressões, é apenas uma (a escrita). Na narrativa oral, a criança utiliza expressões físicas, a entonação da voz e das palavras, de acordo com o que ela quer passar. Ela é a dona da história”, aponta a linguista.
Ainda segundo Priscila, além dos aspectos linguísticos, a oralidade também permite que sejam observadas questões psicológicas, como o emocional da criança. Muitas vezes, o indivíduo se identifica com a história e, ao contá-la oralmente, é possível notar se há retração, tristeza ou ansiedade. “Isso é possível porque ela vivencia o jogo simbólico, no qual a ficção se mistura à realidade”, explica Gicelene Rodrigues, diretora pedagógica do colégio Inei. “Criança que tem, ou esteja, passando por algum problema emocional, normalmente não faz contato com os olhos e tem dificuldade de colocar a voz”, completa.
A pedagoga define a narrativa oral como um modelo para a aprendizagem da leitura e da escrita, além de uma ajuda no desenvolvimento da formação pessoal. “Ao contar uma história, a criança assimila valores, deveres e direitos que estão contidos nelas.O educador e idealizador do projeto Mala de Leitura, Maurício Leite, vai mais longe que a proposta da pesquisadora da USP. Ele concorda que a oralidade deve fazer parte da educação infantil, mas acha que, assim como a leitura, ela deve ser inserida na disciplina de arte. “A literatura é arte, seja ela lida ou falada”, afirma. Para o educador, quando essas expressões são colocadas como forma de conteúdo didático e cobradas em forma de notas, deixam de ser um prazer para o indivíduo e tornam-se obrigações. “Por isso temos tão poucos leitores no país”, constata. “Se quisermos mudar essa realidade, é interessante que comece pela escola”, avalia.
Fonte:
Prevenindo o desaparecimento de crianças
Recebo por e-mail e vejo constantemente em redes sociais fotos de crianças desaparecidas o tempo todo, o número é assustador, segundo do Blog Diga não a erotização infantildesaparecem 40 mil crianças por ano somente no Brasil, mas o que está acontecendo para que haja tantos desaparecimentos assim?
Será a falta de atenção dos pais?
Ontem assisti uma reportagem na rede globo, contando o caso de uma mãe, que foi vacinar seu bebê no posto de saúde, na fila, ela começou a conversar com uma moça que lhe presenteou com um chocolate, ela vacinou o bebê e no caminho de casa desmaiou, quando acordou seu bebê havia sido sequestrado, a criança só foi recuperada porque a sequestradora o abandonou em uma praça com uma carta, na qual ela havia escrito que havia se arrependido e que tinha "recheado" o chocolate com sonífero.
Parece história de filme, mas não é, e fica ai uma grande lição, não basta instruir as crianças a não aceitarem nada de estranhos, nós adultos também não devemos aceitar.
Lembrei de um caso que aconteceu com meu marido, era época de natal e ele foi ao centro da cidade com nosso filho de 4 anos, meu marido segura firme na mão do meu filho porque ele costuma se soltar, quando eles andavam na calçada, uma mulher veio em sentido oposto ao que eles andavam e agarrou o braço do meu filho que estava livre, meu marido conta que ele puxava de um lado e a mulher de outro, percebendo que iria perder, e vendo a raiva que estava provocando no meu marido, não sei se ela teve medo, recuou dizendo que estava "protegendo" meu filho, porque ela achou que ele ia correr pra rua, meu marido indignado, respondeu que ele não precisava de ajuda pra cuidar do próprio filho.
Enfim, se meu marido não estivesse atento, ela poderia pegar meu filho, sair correndo entrar em um veículo e nunca mais veríamos o Arthur.
As vezes acreditamos que nunca vai acontecer com a gente, mas se pararmos pra refletir, sempre conhecemos alguém próximo que passou por ato semelhante ou que chora o desaparecimento de seu filho.
Achei as recomendações abaixo importantíssimas para alertar todos nós de como podemos tentar prevenir que algo semelhante aconteça conosco.
Espero que gostem
Prevenindo o desaparecimento de crianças
ORIENTAÇÕES AOS PAIS
Orientar os filhos a não aceitarem doces, presentes, ou qualquer outro objeto de estranhos, podendo aceitá-los de conhecidos e parentes, somente com prévio consentimento dos responsáveis.
Manter bom relacionamento com a vizinhança.
Procurar conhecer as pessoas que convivem com seu filho.
Participar ativamente dos eventos envolvendo o seu filho, como aqueles ocorridos em escolas e aniversários.
Ensinar ao seu filho o seu nome completo, endereço e telefone e os nomes dos pais e irmãos.
Não autorizar o seu filho a brincar na rua sem a supervisão de um adulto conhecido.
Evite deixar o seu filho em casa sozinho.
Providenciar a carteira de identidade do seu filho, através do Instituto de Identificação.
Faça com que as pessoas, que necessitam de atenção especial, que vivem sob sua responsabilidade tenham sempre consigo (no bolso ou gravado em uma medalha) seus dados de identificação.
Observe o comportamento do seu filho, ficando atento às possíveis mudanças.
Conheça o tipo sangüíneo e o fator RH da criança.
Seja amigo do seu filho, deixando-o à vontade para confidenciar-lhe os seus problemas ou vitórias.
ORIENTAÇÕES ÀS ESCOLAS
Não permita a saída de criança com pessoa não autorizada pelos responsáveis.
Observar o ambiente nas proximidades da escola, comunicando qualquer fato suspeito, imediatamente, à Polícia.
ORIENTAÇÕES AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE
Observar, durante o atendimento, o comportamento dos responsáveis pelas crianças e, caso percebam alguma coisa estranha e dificuldades deles em prestar informações sobre o próprio filho, comunicar a suspeita à Polícia.
ORIENTAÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES (ABRIGOS, HOSPITAIS)
Registrar os dados do menor ou adulto quando eles derem entrada na instituição. Quando tratar-se de pessos sem identificação ou que, por algum motivo, pareça ser uma pessoa desaparecida entre em contato com a Polícia Civil.
DICAS DE SEGURANÇA
Para os Pais
Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;
Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;
Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;
Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero;
Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;
Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;
Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;
Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;
Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do seu Estado;
Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;
Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;
Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;
Evitar lugares com aglomeração de pessoas;
Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.
Meu filho desapareceu, o que devo fazer?
Em primeiro lugar, manter a calma;
Caso esteja sozinho, peça auxilio para que acionem imediatamente a polícia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;
Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ela poderá retornar ao local;
Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;
Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;
Percorrer os locais de preferência da criança;
Ter sempre a mão foto da criança;
Ter sempre em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc…);
Procurar a Delegacia e Conselho Tutelar e pedir auxílio.
Motivos mais comuns de desaparecimentos
Repressão excessiva, excesso de controle;
Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;
Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;
Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;
O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças.
Subtração de incapaz (A criança é raptada para viver em outro lar)
Rapto consensual
Rapto por estranhos
CRIANÇAS E PESSOAS DESAPARECIDAS – COMO AJUDAR!
Observar o comportamento de novos vizinhos em relação ao tratamento dispensado ao menores que com eles convivem, comunicando à Polícia qualquer fato suspeito.
Observar, em via pública, o trânsito de menores desacompanhados, idosos e portadores de necessidades especiais, caso apresentem desorientação, possibilidade de extravio ou mesmo dificuldade de expressão, comunique o fato à Polícia para queprestem a devida assistência antes que ocorra o seu paradeiro. O ideal é que você possa levar a pessoa até o posto policial mais próximo.
Comunicar e registrar o desaparecimento do menor ou do adulto imediatamente após constatada a sua ausência, na Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida. Deve-se apresentar fotografia e documentação do ausente, caso existente, para início da busca. Para o menor, é necessária a apresentação da cópia da certidão de nascimento. No entanto, a ausência do documento não impede o registro e a busca.
Caso ocorra o retorno voluntário do desaparecido ao lar, contatar a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, comunicando o fato.
SITES OFICIAIS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECIDOS
Ministério da Justiça: http://www.desaparecidos.mj.gov.br
Crianças desaparecidas em SP: http://www.policia-civ.sp.gov.br/desap/desap_lista.asp?tipo=1&pagenumber=1
Crianças desaparecidas – RJ: http://www.fia.rj.gov.br/SOS.htm
Minas Gerais: http://www.desaparecidos.mg.gov.br
Rio Grande do Sul: http://www.desaparecidos.rs.gov.br/
O número nacional para informações sobre crianças desaparecidas é o Disque 100.
FONTE: SICRIDE E POLÍCIA DE MG, COM ADAPTAÇÕES DO BLOG DIGA NÃO À EROTIZAÇÃO INFANTIL
Pesadelos, sonambulismo e terror noturno em crianças
O objetivo deste blog é auxiliar pais e professores na educação infantil, embora o tema desta postagem esteja longe da sala de aula, trata de um problema que alguns pais enfrentam com seus filhos.
O meu filho de 4 anos sofre de terror noturno, e eu levei um tempo para entender e aprender como lidar com essa situação, como as crises dele sempre deixaram eu e meu marido em pânico, acredito que os pais que passam por este problema também devem se apavorar, por isso colhi informações importantes para ajudá-los e colocarei nesta postagem, espero que sejam úteis e que vocês gostem.
Beijokas da L@ri
O que é terror noturno?
Os terrores noturnos acontecem com pelo menos 5 % de todas as crianças, e podem começar já aos 9 meses de idade. São um transtorno do sono misterioso, que ocorrem quando a criança está numa fase em que dorme profundamente, mas não sonha.
Durante uma crise de terror noturno, a criança pode chorar, gritar, gemer, sentar na cama e se debater. Mesmo que ela esteja de olhos abertos, não sabe que você está ali e não se acalma. A crise pode durar alguns minutos ou até mais de meia hora, e, depois que passa, a criança volta a dormir. No dia seguinte, não vai lembrar de nada.
Mas isso não é um pesadelo?
Os pesadelos ocorrem durante a fase do sono conhecida como REM (movimento rápido dos olhos), que é quando as pessoas sonham. Depois de um pesadelo, a criança tem idéia do motivo de estar assustada, e depois dos 2 anos começa a explicar o sonho.
Outra coisa que acontece com os pesadelos é que a criança pode ficar com medo de voltar a dormir, e no dia seguinte consegue se lembrar de que teve um sonho ruim.
O que eu posso fazer na hora do terror noturno?
É claro que seu primeiro instinto vai ser tentar acalmar seu filho, mas é bem possível que nada que você faça adiante (afinal, ele está dormindo). O que dá para fazer é ficar por perto para garantir que ele não se machuque. Os especialistas recomendam nem mesmo falar com a criança ou pegá-la no colo, porque isso pode prolongar o episódio.
Em 15 ou 20 minutos, seu filho deve se acalmar sozinho e voltar a dormir. É uma situação que costuma ser desesperadora para os pais: ver a criança ali tão assustada e não poder fazer nada. Mas é melhor, dizem os especialistas, não tentar acordá-la. Console-se ao saber que pelo menos ele não vai lembrar de nada depois.
Há algo que eu possa fazer para evitar que o terror noturno aconteça?
Sim, há várias medidas que você pode tomar para diminuir a chance de seu filho sofrer dos terrores noturnos. Em primeiro lugar, veja se ele está dormindo o suficiente. Crianças que ficam cansadas demais têm mais tendência a passar por terrores noturnos.
Para fazer com que ele durma mais, prolongue a soneca da tarde, deixe-o dormir um pouco mais de manhã ou então coloque-o na cama mais cedo à noite. E capriche no ritual da hora de dormir, para ajudá-lo a se acalmar.
Os terrores noturnos costumam acontecer na primeira metade da noite. Por isso, uma estratégia, se nada mais estiver funcionando, é dar uma leve acordada na criança de uma a duas horas depois de ela ter adormecido -- cerca de 15 minutos antes do horário em que as crises costumam acontecer. Com isso, o padrão de sono é alterado e há a possibilidade de o episódio de terror noturno ser evitado.
Durante o sono da criança, podem ocorrer manifestações denominadas "parassônias", que são movimentos e/ou comportamentos que representam fenômenos físicos decorrentes da ativação do sistema nervoso central, e como repercussão observa-se um sono interrompido. As principais parassônias na criança são: despertar confusional, terror noturno, sonambulismo e pesadelos.
Tais comportamentos durante o sono são principalmente ligados ao desenvolvimento e de acordo com a expressão e frequência, necessitam de recomendações médicas específicas. Se forem repetitivos ou pertubadores da dinâmica familiar, torna-se importante a avaliação do paciente por especialista na área de sono. Em última instância, será necessária a utilização de medicamentos. É fundamental a orientação dos familiares sobre tais comportamentos e como melhor abordá-los. Os despertares confusionais ocorrem principalmente na criança pequena, e manifestam-se por movimentos de debater-se associados ao choro inconsolável, e geralmente acompanhados de intensa sudorese.
Sonambulismo
O sonambulismo consiste em episódios recorrentes de comportamento do tipo levantar-se da cama e perambular pelo quarto, podendo ocorrer o despertar. Como ocorre no terror noturno, a criança não se lembra do episódio sonâmbulo na manhã seguinte. São necessários cuidados para evitar acidentes. Predisposição familiar também tem sido apontada para o sonambulismo, sendo descrito percentual de 80% dos sonâmbulos com história familiar de terror noturno ou sonambulismo. É comum nas crianças, com porcentagens de 15 a 30% de crianças saudáveis com história de pelo menos um episódio de sonambulismo, e 3 a 4% das crianças com história de episódios repetitivos. A idade de início é em torno de 5 anos, com pico de ocorrência na adolescência. Nos adultos é descrita prevalência de 1%, sendo incomum após a sexta década de vida. As três formas de parassônias acima descritas ocorrem durante o sono delta (sono de ondas lentas) e não se deve acordar o indivíduo, uma vez que, tal ação pode prolongar o episódio de parassônia.
Pesadelos
Os pesadelos são parassônias do sono REM ( a fase do sono que "sonhamos"). Consistem em sonhos com conteúdo emocional ocorrendo aumento da freqüência cardíaca e respiratória, sudorese, sendo finalizado geralmente com um despertar e lembrança do contexto sonhado. Não é rara a queixa de dificuldade para retornar a dormir devido ao conteúdo emocional do sonho. São mais prevalentes e frequentes nas crianças. Há dados indicando que 20 a 30 % das crianças entre 5 a 12 anos de idade têm um pesadelo a cada 6 meses. Há estudos que sugerem relação entre a alta frequência de pesadelos em adolescentes e adultos com possíveis psiquiátricas e outros que não confirmaram tal correlação. Os pesadelos podem ocorrer na mesma noite em que a criança apresenta terror noturno ou episódio de sonambulismo.
Sociedade Brasileira de Sono
O que fazer quando a criança só quer dormir com os pais?
PORQUE AS CRIANÇAS QUEREM DORMIR COM OS PAIS?
– A hora do sono é o momento mais desejado pela maioria das pessoas. Mas nas famílias que possuem crianças, esta pode ser a hora em que começam os problemas. É estimado que 35% das crianças dos 2 aos 5 anos de idade querem dormir com os pais. Chantagem emocional, choro, birra, gritos e muitos outros artifícios são utilizados com destreza pelos pequenos para conseguir um espaço na cama de casal.
Psicólogos e especialistas em educação infantil indicam que este comportamento pode ser insegurança, estímulo em horário errado, problemas e uma série de outros itens que precisam ser analisados caso a caso. Para solucionar esta situação, o ideal é que os pais, com esforço duplo, possam aos poucos reeducar a criança para que ela volte a dormir sozinha.
Antes de dormir
A hora que precede o sono infantil deve ser de total tranquilidade. Nada de televisão em programas pesados como jornais, novelas e afins. A criança absorve muita coisa que vê, portanto, se os programas forem violentos, com cenas fortes, isso ficará no subconsciente dos pequeninos.
Os horários deverão ser regrados. Dormir em uma determinada hora em um dia, no outro dormir mais tarde e assim por diante, não é benéfico para a saúde e desenvolvimento da criança. Desde os 2 anos de idade, quando começam a formar as primeiras palavras e terem noção do que elas significam, as crianças sabem receber regras, portanto, fica mais fácil inserir limites desde essa idade.
Levar a criança para o quarto e contar uma história infantil, estimula a imaginação e a tranquiliza, passando sensação de segurança. Além disso, os pais devem mostrar que estão apenas no quarto ao lado e que o ambiente é seguro.
Cada um com o seu
É válido saber que pode não ser saudável proibir logo de uma vez as crianças que querem dormir com os pais. Esse “cordão de dependência” deve ser cortado aos poucos, dia após dia. No decorrer das semanas, os pais devem utilizar exemplos práticos e pertencentes à rotina para explicar a situação. Assim, devem mostrar que cada pessoa possui seus espaços e objetos particulares, como a escova de dente, a roupa, os brinquedos e, sobretudo, seu quarto e sua cama.
Segurança tem haver com rotina
As crianças só pedem para dormir com os pais porque sentem insegurança, passam por situações conflituosas na escola, em casa, vivenciam problemas de outros coleguinhas e criam monstros, têm pesadelos e acordam no meio da noite. Para amenizar a situação, a rotina deve ser leve e equilibrada. E, sobretudo, nunca inicie brigas em família diante da criança.
Os pais precisam mostrar para os filhos que dormir sozinho é uma forma de autonomia e que isso é bom. O quarto também deverá ser ambientado de acordo com os personagens infantis que a criança goste. Tornar o clima agradável faz com que os pequenos queiram ficar mais tempo por lá.
NANA NENÉM
Para a Cuca não perturbar a noite do seu filho, use métodos relaxantes
Por: Carolina Ildefonso
Silêncio, o bebê está dormindo! O sono alimenta, faz crescer, relaxa, ajuda no desenvolvimento e é indispensável à manutenção da saúde física e mental da criança.
A pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dra. Cylmara Gargalak Aziz, explica que o tempo de sono das crianças varia com a idade e se altera de acordo com o amadurecimento do sistema nervoso, mas tem grande importância para todas as faixas etárias.
Como diriam as vovós, dormir ‘sustenta’. “O sono calmo e tranquilo leva a liberação do hormônio Leptina, que é responsável pela saciedade e queima de gordura”, diz a especialista.
Mas, além de alimentar, é ótimo aliado do crescimento. Dra. Cylmara esclarece que os bebês crescem pela liberação do hormônio do crescimento (GH) que atua na síntese de ossos e músculos e é liberado, 75%, no organismo durante o sono REM, ou seja, sono profundo. “O ciclo do sono vai desde a semiconsciência ao sono leve, segue-se o sono com sonhos e finalmente o sono profundo.”
Segundo pesquisa quantitativa do perfil do sono infantil, realizada com 35 mil pais de crianças de até três anos de idade em todo o mundo, 35% dos pais brasileiros acham que seu filho tem algum problema relacionado ao sono.
A pediatra afirma que não há idade certa para os pesadelos, pois os recém-nascidos têm mais sonhos do que os adultos, os quais passam, aproximadamente, 25% do tempo sonhando. “Portanto, se o bebê se assustar dormindo é necessária a presença de um dos pais perto para acalmá-lo. Procure cantar baixinho e acariciá-lo, sem retira-lo do berço”, aconselha.
Estudo realizado pela Johnson & Johnson com a participação de Jodi Mindell, especialista em problemas do sono pediátrico, diretora associada do Centro do Sono, no Hospital das Crianças da Filadélfia, e professora de psicologia na Universidade Saint Joseph, dá três dicas mágicas para que a noite não só do casal, como acne cure does hcl minocycline
do filho seja tranquila.
1º Banho morno- A sensação com o toque da água traz à lembrança do aconchego do útero materno e também relaxa as fibras musculares e aumenta a circulação sanguínea, ajudando a eliminar toxina, aliviar cólicas e tranquilizar o bebê. Aproveite para usar produtos que ajudem na hora do sono, como sabonetes líquidos na água, conforme orientação do pediatra.
2º Massagem relaxante – Desde o momento do nascimento o bebê reconhece seus pais, suas vozes, seus rostos, seus cheiros. Mas, talvez, a melhor maneira de ser profundamente reconhecidos por ele seja o toque. Massagear regularmente seu filho melhora os padrões de sono, ajudando alguns bebês a dormirem melhor e por mais tempo. Peça dicas ao pediatra sobre hidrantes e óleos específicos.
3º Atividade tranquilizante – Indicada já no quarto do bebê, que deve ser um ambiente silencioso, tranquilo e com pouca iluminação utilize uma bela canção de ninar. “A música pode influenciar no estado de espírito, isto é, há músicas que nos fazem relaxar e acalmar, outras que nos ajudam a adormecer e outras que parecem dar-nos energia. O bebê não é diferente e está provado que as canções de ninar o acalmam. Mas, não coloque o som muito alto”, reforça Dra. Cylmara.
Tabela da soneca
Idade Número aproximado de horas de sono:
Recém-nascido 16 a 20 horas por dia
Três semanas 16 a 18 horas por dia
Seis semanas 15 a 16 horas por dia
4 meses 9 a 12 horas mais duas sonecas (2 a 3 horas cada)
6 meses 11 horas mais duas sonecas (2 a 3 horas cada)
9 meses 11 a 12 horas mais duas sonecas (1 a 2 horas cada)
1 ano 10 a 11 horas mais duas sonecas (1 a 2 horas cada)
18 meses 13 horas mais uma ou duas sonecas (1 a 2 horas cada)
2 anos 11 a 12 horas mais uma soneca (2 horas)
3 anos 10 a 11 horas mais uma soneca (2 horas)
Masturbação infantil, o que fazer?
Oie Pessoal
Esse é um tema que deixa alguns pais e educadores de cabelo em pé e geralmente sem saber como agir.
Alguns pais de primeira viagem se desesperam frente a questão e se preocupam se é comum ou não a criança "explorar" partes íntimas.
Esse assunto já foi muito debatido em sala de aula e mesmo assim alguns educadores ainda tem dúvidas com relação a quais atitudes tomar, como falar com a criança e a dúvida se deve levar o caso para os pais.
Encontrei uma reportagem que saiu na revista nova escola e resolvi compartilhar com vocês.
Masturbação Infantil
Como lidar com a libido de crianças de pré-escola que se masturbam na sala?
Silvia Maria de Freitas Adrião, de São Paulo,
A masturbação faz parte da vida das pessoas desde a infância, mas é tabu em qualquer fase. Desde a Idade Média, incutia-se na cabeça de crianças e jovens "males" causados pela prática, como loucura, isolamento, espinhas no rosto e até pêlos nas mãos. Tudo bobagem!
Por volta dos 3 anos, a criança passa por mudanças significativas: deixa de usar fraldas, torna-se mais independente dos pais e descobre seu corpo. Nessa "exploração", ela se toca e acaba descobrindo o prazer que isso causa. "Essa fase faz parte do desenvolvimento, assim como engatinhar, andar e falar", diz Anne Lise Silveira Scapaticci, psicanalista e terapeuta familiar.
Nem por isso deve-se considerar tudo natural e permitido. É possível que a masturbação seja um problema quando é freqüente. "Pode ser sintoma de que a criança não consegue encontrar prazer nas brincadeiras e no relacionamento com colegas e adultos", explica o educador e psicanalista Carlos Alberto de Mattos Ferreira.
Como agir
Em primeiro lugar, explique que há coisas que não devem ser feitas na frente das pessoas, como cocô e xixi ou brincar com os órgãos sexuais. Mostre a diferença entre público e privado e não entre certo e errado. Recriminar pode ser desastroso, pois é possível que o garoto ou a garota acabe por misturar sentimento de prazer e satisfação com complexo de culpa. Segundo, desvie a atenção dessas crianças para os prazeres da escola, como pintar, tocar um instrumento, brincar, correr, dançar e jogar. Valorize a imagem e melhore a auto-estima delas, elogiando suas tarefas e dando-lhe atenção.
Dicas
Para você identificar se a criança está tendo um comportamento compulsivo, observe se além de masturbar-se ela apresenta outros sinais, como isolamento, dificuldade para participar de atividades em grupo e baixa auto-estima.
Não chame a atenção da criança na frente da turma nem recrimine a masturbação. Converse com ele em particular, dê atenção e afeto.
Se o problema persistir e você sentir necessidade de conversar com os pais, esclareça que a masturbação é um ato comum e normal, mas respeite a crença religiosa da família. Para muitas pessoas, a masturbação é considerada pecado. Nesse caso, você poderá fazer bem pouco, mas insista que recriminar pode causar danos maiores.
Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS), R. Bruxelas, 169, 01259-020, São Paulo, SP, tel. (11) 3801-3691
A Educação Sexual da Criança, César Nunes e Edna Silva, 148 págs., Ed. Autores Associados, tel. (19) 3289-5930, 12 reais
Professores que querem impor suas crenças aos alunos.
Mais um tema delicado porém muito importante e precisa ser discutido aqui no blog, professores que querem impor suas crenças aos alunos.
Isso é correto?
Vamos analisar alguns aspectos que respondem a esta pergunta.
Qual a função do professor?
O professor é o mediador do conhecimento, por meio das informações que ele propõem aos alunos, e das intervenções que ele faz ele auxilia o educando no processo de ensino aprendizagem, não é papel do educador dar ensino religioso, ele pode auxiliar na noção de moralidade, dentro das leis do país no qual leciona para que o aluno possa conviver socialmente.
O professor pode obrigar um aluno a viver de acordo com as crenças dele?
De modo algum, cada aluno tem uma história, pertence a uma família que tem suas próprias crenças, imagine se você tem um filho e o incentiva a participar de uma determinada religião, e o professor diz que está tudo errado que a correta a seguir é a doutrina dele, isso com certeza confundirá a cabeça da criança e causará mal estar entre família e docente, o professor ao entrar em sala de aula, deve ver os alunos como igual, sem ter preferências e nem preconceitos, não pode julgar e nem impor crenças a quaisquer alunos, valores devem também ser ensinados na escola, mas não pode ter influência religiosa, a menos que a escola adote um sistema de ensino religioso que seja de comum acordo com os pais.
E quando o projeto da escola vai contra as crenças do professor?
É comum alguns professores terem que desenvolver trabalhos escolares com os alunos que vão contra sua religião, alguns se negam fazer e isso também gera transtornos, como por exemplo projetos de carnaval, halloween etc.
Se o professor não se sente à vontade para desenvolver o tema, ele deve levar o caso a coordenação e explicar seus motivos, pedir orientação ou mesmo que outro professor desenvolva o projeto, por exemplo o de artes, mas caso decida desenvolvê-lo faça-o sem criticar, apenas execute as atividades e faça a avaliação, sem tentar influenciar os alunos.
E o preconceito?
Alguns professores julgam os pais ou os tratam com indiferença antes mesmo de dialogar com os mesmos, já presenciei isso em reuniões de pais, alguns demonstram que o comportamento daquele responsável o incomoda, seja pela forma com se veste ou se expressa, isso é comum acontecer com professores muito convictos da sua religião, esse comportamento também é inadmissível, o professor deve seguir a pauta da reunião, tratando todos os pais com respeito e de forma igualitária.
E quando o preconceito ou fanatismo vem por parte dos pais?
Neste caso o professor deve seguir a grade curricular, lecionar sem influencia dos pais, e caso haja reclamação com relação ao teor dos conteúdos, o ideal é apresentar os objetivos que se quer alcançar com os alunos e caso o responsável insista, o mais aconselhável é levar ao caso a coordenação e ao gestor, eles tem autoridade e conhecimento específico para lidar com essas situações.
Lariça Betfuer
(ao copiar não esqueça de dar os devidos créditos)
Interpretação do desenho infantil
Como interpretar os desenhos das crianças
Mais de que uma atividade lúdica, fazer e colorir desenhos tem um papel muito importante no desenvolvimento de várias capacidades infantis, mas não só. Um desenho feito por uma criança exprime emoções, opiniões, medos, dúvidas e características da sua personalidade. Não é por acaso que os desenhos são uma ferramenta de trabalho preciosa nas avaliações psicológicas infantis e terapias posteriores. Saiba a que tipo de desenhos deve estar atento.
A força de um desenho
As crianças privilegiam uma folha de papel branca e lápis de cera para exprimir as suas opiniões, sentimentos e medos – muito mais do que a comunicação verbal. É esta a forma que a pequenada encontra para contar uma história que terá, invariavelmente, representações de cenas e de pessoas da sua vida real. Um desenho encerra um sem número de significados, presentes em pequenos pormenores que podem não ser imediatamente evidentes, mas que com um olhar mais atento podem revelar algo que possa estar a afetar a criança de forma negativa.
Meninos vs. Meninas
Quem já teve oportunidade de analisar desenhos criados por meninos e meninas rapidamente verifica que, na maior parte dos casos, existem diferenças notórias. Por norma, os desenhos de crianças do sexo masculino estão intimamente ligados à acção e à força, sendo por consequência mais escuros e até mais agressivos (podem incluir explosões, armas e monstros, por exemplo); enquanto os desenhos de crianças do sexo feminino estão mais voltados para a natureza e a serenidade, sendo mais contemplativos, belos e coloridos (incluem, não raras vezes, o sol, as nuvens, flores e personagens fantasiosas como fadas, por exemplo).
Como interpretar desenhos
Uma área específica e alvo de estudo intensivo, os desenhos infantis são matéria privilegiada no campo da psicologia, o que significa que nem os professores ou educadores de infância estão completamente treinados para decifrar desenhos. Porém, existem sinais de alerta, presentes nos desenhos das crianças, que podem despertar pais e professores para situações anormais. Os terapeutas especialistas afirmam que a interpretação dos desenhos deve ser feita consoante a idade da criança, ou seja, um desenho todo preto feito por uma criança de 2 anos pode não ter nenhuma conotação negativa, uma vez que esta ainda não tem uma consciência clara da escolha das cores, ao invés de uma criança mais velha, com 4 ou 5 anos. No entanto, os psicólogos vão mais longe nesta matéria e defendem ainda a importância de não avaliar o desenho isoladamente, mas de considerar, para além da idade da criança, a sua personalidade, o seu desenvolvimento cognitivo e ainda o seu historial de desenhos. Em adição, há, naturalmente, o contexto do desenho, ou seja, sugere-se que o adulto fale frequentemente com a criança sobre aquilo que desenha.
Deve estar atento a:
Cores utilizadas e vivacidade das mesmas
Força ou interrupção do traço
Existência de sombras
Isolamento de determinadas figuras (“fechadas” dentro de um quadrado ou de um círculo, por exemplo)
Ausência de determinadas figuras ou representação das mesmas numa escala muito reduzida
Agressividade de determinadas figuras
A criança passa a desenhar, continuadamente, cenários de violência
Desenha repetidamente a mesma figura
Se alguma figura é riscada ou apagada, depois de desenhada
Desenha figuras sem cabeça ou sem rosto
Não consegue desenhar-se a si próprio, numa imagem de família por exemplo
Desenha cenários que não são adequados à sua idade
O que fazer?
Não entre em pânico, nem proíba a criança de desenhar. O desenho tanto pode revelar algo negativo, como não. Mas, independentemente da conclusão final, é sempre preferível saber e descobrir atempadamente algo que esteja menos bem na vida da criança.
Como os adultos nem sempre vêem o que o imaginário das crianças (e a falta de técnica, compreensível nos mais novos) transpõe para o papel, é essencial manter um diálogo aberto sobre os desenhos infantis, sem recriminações, apenas muitos “porquês”. Procure descobrir a “história” por de trás de cada desenho.
Se verificou um ou mais “sinais de alerta” (transcritos na lista acima), é importante reunir os desenhos mais recentes da criança, para verificar se existe uma recorrência desse padrão ou não. Se necessário, marque uma reunião com a professora, de forma a poder também ter acesso aos desenhos efectuados na escola.
Fale com a criança sobre os desenhos em questão, tentando descobrir o que está por de trás dos mesmos, ou seja, a criança pode ou não dizer-lhe exactamente o que se passa ou o que se passou, por isso, será necessário estar atento às “entrelinhas”.
Se os desenhos da criança continuarem a alarmá-lo, procure ajuda profissional.
Acima de tudo, não desencoraje a criança de desenhar, esta é uma actividade lúdica, criativa e educacional, que deve ser praticada continuamente, até porque os seus benefícios são mais do que muitos.
Tudo o que os pais querem saber sobre educação infantil, mas nem sempre perguntam
Recebi um e-mail de uma mãe com dúvidas a respeito da educação infantil, resolvi postar o conteúdo do e-mail pois pode ser a dúvida de muitos pais, espero que gostem.
1)Quais as responsabilidades que a escola tem com meu filho?
2)Para o jardim I, qual seria a proposta pedagógica indicada?
3)Como ele estuda período integral, é obrigatório o cardápio passar por nutricionista?
4)Para o ensino infantil, qual a formação mínima do profissional?
5)É obrigatório o prifissional fazer reciclagem?
6)É obrigatório a tem na escolinha um parquinho?
7)Como seria o espaço para as crianças dormirem?
8)A escola tem obrigação de mostrar sua proposta pedagógica?
9)Quantos profissionais deverão estar presente na sala de aula?
10)Nessa idade a criança pode ir ao banheiro sozinha?
11)Qual a frequência que a escola deverá ter para fazer reunião com os pais?
Um grande abraço,
Respostas
1) O PERÍODO QUE A CRIANÇA ENCONTRA-SE NA ESCOLA ELA FICA EM TOTAL RESPONSABILIDADE DA INSTITUIÇÃO,TUDO O QUE ACONTECER NA ESCOLA DEVE SER REGISTRADO NA AGENDA, FERIMENTOS, COMPORTAMENTO,ALIMENTAÇÃO, EVACUAÇÃO TUDO DEVE SER MINUNCIOSAMENTE EXPLICADO AOS PAIS, DEVE- SE PRESTAR CONTAS DE TUDO.
2) PARA O JARDIM I A ESCOLA DEVE VALORIZAR O LÚDICO (JOGOS E BRINCADEIRAS) NÃO DEVE HAVER PRESSÃO PARA ALFABETIZAÇÃO POIS O DESENVOLVIMENTO É POR MEIO DO BRINCAR O PROCESSO É LENTO E CADA CRIANÇA TEM SUAS PARTICULARIDADES, ALGUMAS APRENDEM COM MAIS FACILIDADE, ENQUANTO QUE OUTRAS AINDA NÃO ESTÃO PREPARADAS, AOS POUCOS ELES SENTEM NECESSIDADE DE APRENDER MAIS, SÃO MOVIDOS PELA CURIOSIDADE O QUE LEVA A APRENDIZAGEM.
O PROFESSOR PODE SER EXPOR NA SALA DE AULA LIVROS E O ALFABETO PARA A CRIANÇA SE FAMILIARIZAR COM O AMBIENTE LETRADO, SE OS PAIS TEM O HÁBITO DE LER A CRIANÇA TERÁ FACILIDADE EM SE ADAPTAR E TERÁ GOSTO POR LEITURA, ALGUMAS ESCOLAS PARTICULARES COBRAM DEMAIS AS CRIANÇAS NESSA FAIXA ETÁRIA PARA "MOSTRAR SERVIÇO" AOS PAIS, MAS NÃO SE DEVE SOBRECARREGAR A CRIANÇA NESSA FASE, ELA AINDA ESTÁ EXPERIMENTANDO UM MUNDO NOVO, SE COBRAR DEMAIS ELA TERÁ REVOLTA EM IR PRA ESCOLA DESDE PEQUENA.|
CANTIGAS DE RODA (DESENVOLVE A MEMORIZAÇÃO E A LINGUAGEM;
BRINCADEIRAS (DESENVOLVE NOÇÃO DE REGRAS E A CRIANÇA USA A CRIATIVIDADE, SOCIALIZAÇÃO,LINGUAGEM,MOVIMENTO);
LEITURA PELO PROFESSOR (ESTIMULA A LEITURA, MESMO QUE A CRIANÇA NÃO SEJA ALFABETIZADA, MEMÓRIA, E CRIATIVIDADE);
FAZ DE CONTA (CRIATIVIDADE);
BRINCADEIRAS COM MOVIMENTO( ESTIMULA EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO E MOVIMENTO);
PINTURA, MASSA DE MODELAR,DESENHO (ESTIMULA COORDENAÇÃO MOTORA FINA E GROSSA);
BRINCADEIRA COM BOLA (ESTIMULA A COORDENAÇÃO)
ESSES SÃO AS PRINCIPAIS ATIVIDADES A SEREM TRABALHADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
NO LINK ABAIXO ESTA RELACIONADO TUDO O QUE DEVE SER TRABALHADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL, ESSE MATERIAL É DISPONIBILIZADO E EXIGIDO PELO MEC (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO)
3)TODO CARDÁPIO ESCOLAR DEVE SER ELABORADO POR UMA NUTRICIONISTA E SE A CRIANÇA FOR ALÉRGICA A ALGUM ALIMENTO OS PAIS DEVEM COMUNICAR A ESCOLA PORTANDO UMA CARTA MÉDICA ESPECIFICANDO AS RESTRIÇÕES E A ESCOLA SE RESPONSABILIZARÁ EM SEGUIR O CARDÁPIO QUE O ORGANISMO DA CRIANÇA ACEITA.
4)O IDEAL SERIA QUE TODOS OS PROFESSORES FOSSEM FORMADOS EM PEDAGOGIA OU NO MÍNIMO TER MAGISTÉRIO,MAS INFELIZMENTE NÃO É ASSIM, AINDA MAIS SE TRATANDO DE ESCOLAS PARTICULARES, QUE VISAM LUCRO E COLOCAM PARA LECIONAR PESSOAS AINDA NÃO FORMADAS, O ESTUDANTE PODE ATUAR NA SALA DE AULA SOMENTE COMO AUXILIAR DE CLASSE, PARA LECIONAR É NECESSÁRIA FORMAÇÃO, COMO A SUPERVISÃO É INSUFICIENTE MUITAS ESCOLAS NÃO TEM PROFISSIONAIS FORMADOS LECIONANDO, NAS ESCOLAS PUBLICAS É DIFERENTE POIS PARA PRESTAR CONCURSO É NECESSÁRIA FORMAÇÃO ENTÃO ESSE TIPO DE PROBLEMA NAS CRECHES PÚBLICAS NÃO ACONTECE.
5)O PROFESSOR NÃO É OBRIGADO TER FORMAÇÃO CONTINUADA (ESPECIALIZAÇÃO OU APROFUNDAMENTO DOS ESTUDOS), MAS O CERTO É NUNCA DEIXAR DE ESTUDAR, ALGUMAS ESCOLAS INCENTIVAM OS PROFESSORES A SE ESPECIALIZAREM, MAS MESMO QUE ELE NÃO QUEIRA MAIS ESTUDAR, O COORDENADOR PEDAGÓGICO DEVE SEMPRE ATUALIZÁ-LOS COM NOVAS TEORIAS PARA FACILITAR AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.
6)SIM, A ESCOLA TEM QUE TER PARQUE.
NO LINK ABAIXO TODAS AS EXIGÊNCIAS DO MEC PARA INFRA-ESTRUTURA DAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL
7)CAMAS INDIVIDUAIS, COLCHONETES NO CHÃO NÃO!
8)SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM, A ESCOLA TEM OBRIGAÇÃO DE MOSTRAR TUDO AOS PAIS, INCLUSIVE SE ESTÁ DENTRO DA GRADE CURRICULAR PREVISTA PARA A IDADE DAS CRIANÇAS, O PROFESSOR TEM QUE SABER RESPONDER TUDO O QUE ESTA SENDO TRABALHADO, QUAIS OS OBJETIVOS QUER ALCANÇAR, OS MEIOS QUE SERÃO ADOTADOS PARA TAL E PRINCIPALMENTE TODAS AS ATIVIDADES TRABALHADAS, ATÉ UM DESENHO LIVRE O EDUCADOR TEM QUE TER EM MENTE QUAIS OS OBJETIVOS ELE QUIS ALCANÇAR AO PROPOR A ATIVIDADE.
9)Não existe nenhuma lei federal que diga quantos alunos é necessário em uma sala de aula para se ter professor auxiliar. Cada município é que determina isso.
ABAIXO UM EXEMPLO DA DETERMINAÇÃO DO MUNICÍPIO DE SANTOS
Educação Infantil (Creche)
Infantil I (0-1 ano) 3 professoras para cada 15 crianças
Infantil II (1-2 anos) 2 professoras para cada 16 crianças.
Infantil III (2-3 anos) 2 professoras para cada 25 crianças.
*Existem também as professoras chamadas "volantes" que ficam um pouco em cada sala.
Educação Infantil (EMEI)
Infantil IV (3- 4 anos) 1 professora para 25 crianças
Infantil V (4- 5 anos) 1 professora para 35 crianças
Infantil VI (5 - 6 anos) 1 professora para 35 crianças
* ultrapassando o número máximo de alunos deve-se solicitar professora auxiliar.
LEMBRANDO CADA MUNICÍPIO POSSUI REGRAS DIFERENCIADAS.
10)COM RELAÇÃO AO BANHEIRO, DEPENDE, A CRIANÇA NESSA FAIXA ESTÁ ADAPTANDO A SER "AUTÔNOMA" COM RELAÇÃO A SUA HIGIENE, MAS EXISTEM CRIANÇAS QUE NÃO SABEM E NÃO CONSEGUEM SE LIMPAR SOZINHAS, COMO O SEU FILHO FICARÁ PERÍODO INTEGRAL É NECESSÁRIO QUE A SENHORA EXPLIQUE AS NECESSIDADES DELE, CASO ELE NÃO CONSIGA SOZINHO, ACHO LEGAL NESSA FASE A CRIANÇA SE HIGIENIZAR COM LENÇOS UMEDECIDOS QUANDO EVACUAREM, PORQUE EVITA DE FICAR SUJO (AS VEZES O PAPEL NÃO É SUFICIENTE) O QUE PODE CAUSAR MAL CHEIRO E ASSADURAS, EM CASA VÁ ENSINANDO SEU FILHO COMO ELE DEVE SE LIMPAR E OBSERVE COMO ELE FAZ, SEM A SUA INTERVENÇÃO.
11)BOM, AS ESCOLAS GERALMENTE FAZEM UMA MÉDIA (NO CASO DA EDUCAÇÃO INFANTIL) DE 5 REUNIÕES
1º REUNIÃO DE APRESENTAÇÃO ONDE SERÁ EXPLICADO OS COMBINADOS AOS PAIS, O QUE SERÁ TRABALHADO E SOLICITAÇÃO DE MATERIAIS, NO CASO DA ESCOLA PÚBLICA QUE FORNECE GRATUITAMENTE MATERIAIS SERÁ APRESENTADO OS MATERIAIS E EXPLICADO COMO SERÃO UTILIZADOS.
É FUNDAMENTAL QUE SEJA FEITA A ENTREVISTA COM OS PAIS E O PREENCHIMENTO DE UM QUESTIONÁRIO COM INFORMAÇÕES RELEVANTES SOBRE O ALUNO.
2º APROXIMADAMENTE EM ABRIL
NESTA O PROFESSOR JÁ CONHECE SEUS ALUNOS, SUAS DIFICULDADES, COMO SE COMPORTAM E EXPÕE AOS PAIS QUAIS AS DIFICULDADES (CASO HOUVER) E APRESENTA AS PRIMEIRAS ATIVIDADES REALIZADAS).
3º REUNIÃO
O PROFESSOR JÁ PODE OU NÃO APRESENTAR AVANÇOS AOS PAIS E DETECTAR COM MAIOR PROPRIEDADE AS DIFICULDADES, COSTUMAM FALAR DE CONFRATERNIZAÇÕES E SE PREPARAM PARA AS FÉRIAS ACONTECE EM MÉDIA FINAL DE MAIO, INICIO DE JUNHO.
4º RETORNO AS AULAS ACONTECE EM AGOSTO OU SETEMBRO, GERALMENTE APRESENTAM AVANÇOS E AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM SALA DE AULA.
5º ACONTECE EM FINAL DE NOVEMBRO INICIO DE DEZEMBRO, FECHAMENTO DO ANO LETIVO, ENTREGA DAS ATIVIDADES, E AVALIAÇÃO GERAL DO DESEMPENHO DO ALUNO.
NAS REUNIÕES SÃO ABORDADOS ASSUNTOS COMO FALTA DE SOCIALIZAÇÃO DA CRIANÇA, AGRESSIVIDADE, NEGATIVA EM FAZER AS ATIVIDADES, FALTAS, HIGIENE ETC.
LEMBRANDO QUE AS ESCOLAS PODEM FAZER MAIS REUNIÕES OU MENOS EMBORA EU NÃO SEJA ADEQUADO, POIS O ACOMPANHAMENTO FAMILIAR DEVE SER CONSTANTE, NÃO EXISTE OBRIGATORIEDADE COM RELAÇÃO AO NÚMERO DE REUNIÕES.
IMPORTANTE
ESCOLA PÚBLICA
NÃO PODE SER EXIGIDO UNIFORME
NÃO PODE COBRAR NENHUMA TAXA POR CARTEIRINHAS
A APM NÃO É OBRIGATÓRIA
A CRIANÇA NÃO PODE SOFRER CONSTRANGIMENTO COMO POR EXEMPLO SER IMPEDIDA DE FREQUENTAR AULA POR TER PIOLHOS, NÃO SE PODE NEM OLHAR A CABEÇA DA CRIANÇA NA SALA DE AULA, VAI CONTRA O ECA ( ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE) SUJEITO A PUNIÇÃO, O PROFESSOR DEVE INFORMAR OS PAIS QUE HÁ FOCOS DE PIOLHOS NA SALA E SOLICITAR TRATAMENTO, MAS JAMAIS EXPOR A CRIANÇA.
A CRIANÇA NÃO PODE SER REVISTADA.
O PROFESSOR NÃO PODE XINGAR, HUMILHAR E NEM DESESTIMULAR QUAISQUER ALUNO DE QUAISQUER FAIXA ETÁRIA.
ESCOLA PARTICULAR
A CRIANÇA NÃO PODE SOFRER CONSTRANGIMENTO COMO POR EXEMPLO SER IMPEDIDA DE FREQUENTAR AULA POR TER PIOLHOS, NÃO SE PODE NEM OLHAR A CABEÇA DA CRIANÇA NA SALA DE AULA, VAI CONTRA O ECA ( ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE) SUJEITO A PUNIÇÃO, O PROFESSOR DEVE INFORMAR OS PAIS QUE HÁ FOCOS DE PIOLHOS NA SALA E SOLICITAR TRATAMENTO, MAS JAMAIS EXPOR A CRIANÇA.
A CRIANÇA NÃO PODE SER REVISTADA.
O PROFESSOR NÃO PODE XINGAR, HUMILHAR E NEM DESESTIMULAR QUAISQUER ALUNO DE QUAISQUER FAIXA ETÁRIA.
A CRIANÇA NÃO PODE SOFRER CONSTRANGIMENTO E NEM SOFRER NENHUM TIPO DE AVALIAÇÃO DE ADMISSÃO.
PARA EDUCAÇÃO INFANTIL, APLICAÇÃO DE PROVAS SÃO INADEQUADAS, A AVALIAÇÃO É FEITA CONSTANTEMENTE POR MEIO DE SONDAGENS SEM TEOR DE MEDIÇÃO DE CONHECIMENTO, NO CASO NOTAS!
*CONFIE NO SEXTO SENTIDO DE MÃE, COLOQUE-O NA ESCOLA QUE SE SENTIR SEGURA, ALGUMAS TEM CÂMERAS E OS PAIS PODEM ACOMPANHAR O DIA DA CRIANÇA PELA INTERNET.
*SE A ESCOLA NÃO FORNECER AS INFORMAÇÕES SOLICITADAS FIQUE DE OLHO.
A ESCOLA SÓ PODE ENTREGAR A CRIANÇA PARA PESSOAS AUTORIZADAS E QUE SE IDENTIFIQUEM NA PORTARIA.
*A ESCOLA NÃO PODE MEDICAR A CRIANÇA, SE ELA PRECISAR TOMAR QUAISQUER MEDICAÇÕES OU OS PAIS NÃO A MANDEM PARA A ESCOLA OU VÃO NO HORÁRIO RECOMENDADO MEDICÁ-LAS.
*OS PAIS DEVEM RESPONDER UM QUESTIONÁRIO COM TODAS AS INFORMAÇÕES SOBRE A CRIANÇA, SE ELA TEM ALERGIA A ALGUM MEDICAMENTO, QUAL O TIPO SANGUÍNEO, TELEFONES DE CONTATO INCLUSIVE NÚMEROS CELULARES EM CASO DE EMERGÊNCIA, ENDEREÇO E UM BREVE RESUMO DA REALIDADE DO ALUNO, SE OS PAIS SÃO SEPARADOS, SE TEM IRMÃOS, QUEM CUIDA DELES QUANDO NÃO ESTÃO EM CASA, SE POSSUEM ALGUM COMPORTAMENTO SINGULAR QUE DEVA SER MENCIONADO COMO POR EXEMPLO, DIFICULDADES DE LINGUAGEM, TIMIDEZ,AGRESSIVIDADE ETC.
*OS RESPONSÁVEIS DEVEM ATENTAR-SE AS MUDANÇAS DAS CRIANÇAS QUANDO PASSAM A FREQUENTAR A ESCOLA, CASO HAJA MUDANÇAS NEGATIVAS, INVESTIGAR NA ESCOLA AS CAUSAS.
*OS PAIS DEVEM LER COM FREQUÊNCIA CADERNOS DE RECADOS E AGENDAS, E SEMPRE QUESTIONAR A CRIANÇA SE AS INFORMAÇÕES REGISTRADAS BATEM COM AS QUE ELE CONTA, AS VEZES A CRIANÇA NÃO COME E NA AGENDA DIZ QUE COMEU, AS VEZES NÃO DEFECOU E NA AGENDA DIZ QUE SIM, PERGUNTE TUDO DE COMO FOI O DIA DO SEU FILHO, OS AMIGOS QUE FEZ, AS ATIVIDADES, ESTIMULE-O SEMPRE A CONTAR-LHES TUDO, ELE JAMAIS PERDERÁ ESSE HÁBITO E O DIÁLOGO É FUNDAMENTAL PARA UMA BOA CRIAÇÃO.
http://falandodaeducacao.blogspot.com.br/2012/03/tudo-o-que-os-pais-querem-saber-sobre.html
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