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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Denatran apresenta placas de veículos no padrão Mercosul. Países do bloco terão modelo unificado a partir de 2016.

Países do bloco terão modelo unificado a partir de 2016
Aos moldes da União Europeia (UE), os automóveis novos emplacados a partir de 2016, terão modelo de placas veiculares no padrão Mercosul. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão do Ministério das Cidades, apresentou em coletiva, nesta quinta-feira (4), o novo modelo aprovado, por unanimidade, pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) por meio da Resolução 510, publicada no Diário Oficial da União. Elas terão quatro letras e três números, o que permite 450 milhões de combinações.


Segundo Rone Evaldo Barbosa, coordenador-geral de Informatização e Estatística do Denatran, as novas placas possuem elementos de segurança visam coibir as possíveis clonagens de veículos. “A grande vantagem das mudanças é para o cidadão”, disse.

A placa de identificação veicular é um documento, portanto, deve conter dispositivos para dificultar a sua falsificação ou produção clandestina. No Brasil, a clonagem de placas veiculares é elevada. Além da sua utilização criminosa por quadrilhas de roubos de veículos, há inúmeros casos de proprietários que utilizam placas frias para driblar a fiscalização eletrônica e, assim, evitar as multas de trânsito.

O coordenador Rone Barbosa explicou que futuramente será possível uma integração entre os dados dos países do grupo Mercosul. “Essa ação permitirá um controle mais rigoroso do transporte de cargas, transporte de passageiros e também de carros particulares entre esses países”, afirmou.

Aos moldes da UE

As novas placas terão o fundo branco, com quatro letras e três números, utilizadas na maioria dos países devido ao contraste com a combinação alfanumérica, o que permite melhor visualização e leitura pela fiscalização eletrônica. Na parte superior, uma margem azul superior terá o emblema do Mercosul à esquerda; o nome do país de origem do veículo ao centro e a respectiva bandeira à direita. Entre os itens que devem dificultar a falsificação, estão linhas onduladas horizontais e marcas d’água com a logo do Mercosul, gravadas na película refletiva.

A categoria dos veículos será indicada pela cor da combinação alfanumérica: particular (preta), comercial/aprendizagem (vermelha), oficial (azul), experiência (verde), diplomático (dourado) e colecionador (prateado). Será utilizado um filme na cor da categoria dos veículos com inscrições de segurança.

A proposta adotada para a placa dos cinco países do Mercosul foi elaborada pelo Grupo do Mercado Comum (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela). O novo modelo terá controle nacional para identificar a origem da placa, o que inibirá a clonagem do veículo.

Características nacionais

No Brasil foi adotado o modelo que terá uma tira holográfica à esquerda, ao lado um código bidimensional, com a identificação do fabricante, a data de fabricação e o serial da placa. No lado direito, será colocada a bandeira da unidade da Federação com o Brasão do Município de registro do veiculo.

}Atualmente, as placas de identificação veicular são produzidas livremente e sem qualquer controle na sua forma semiacabada. Depois, são vendidas para pequenas e médias empresas credenciadas pelos Departamentos Estaduais de Trânsito que estampam e pintam a numeração alfanumérica. As placas semiacabadas do Mercosul serão fabricadas por empresas credenciadas pelo Denatran. Estas empresas serão responsáveis por controlar sistemicamente o uso de cada chapa.

Não haverá troca de placas dos veículos já emplacados no Brasil. As novas placas do padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 1º de janeiro de 2016 para os veículos novos, aqueles transferidos de município e com troca de categoria.


Este vídeo do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos da Argentina mostra também as placas dos outros países do Mercosul:
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Alta Roda – Sem perda de tempo - O Programa Nacional de Renovação da Frota de Veículos Automotores (PNRF), por enquanto, não passa de uma proposta, mas segue longe das prioridades do governo federal.

Por Fernando Calmon

O Programa Nacional de Renovação da Frota de Veículos Automotores (PNRF), por enquanto, não passa de uma proposta, mas segue longe das prioridades do governo federal. Até agora, depois de um ano, não veio resposta para a iniciativa de dez entidades, incluindo sindicatos, que propõem um programa inicial de substituição de caminhões com mais de 30 anos de uso. Estima-se que até 200.000 desses veículos ainda circulem por ruas e estradas em condições precárias de funcionamento, manutenção deficiente (ou mesmo sem nenhuma) e sob ameaça constante de se envolver em acidentes. Na melhor das hipóteses sujeitam-se a panes constantes que poderão atrapalhar o trânsito.

No estudo se apontou que veículos pesados representam em torno de 7% da frota de caminhões, mas respondem por 25% dos acidentes graves no País. O objetivo é até modesto: trocar 30.000 unidades/ano por modelos usados menos velhos e, se possível, por seminovos ou até novos em segmentos como os leves. De fato, o governo deveria criar algum incentivo – a exemplo de outros países – para viabilizar a proposta. Sem contar enormes prejuízos humanos e materiais, apenas a economia de combustível alcançaria R$ 5 bilhões em 10 anos.

Entretanto, a situação fiscal do governo se deteriorou nos últimos 12 meses. Se já era difícil quando das sugestões iniciais, no momento está ainda pior. Fala-se apenas em aumento de impostos ou retirada de incentivos. Triste, mas a solução não aparece nem mesmo no horizonte.

Infelizmente, certas iniciativas parlamentares mais atrapalham do que ajudam. Na semana passada, a primeira comissão da Câmara dos Deputados a avaliar um projeto de lei, de 2011, sobre o tema, optou pela rejeição. A proposição está bem longe da realidade: determina a troca obrigatória (grifo da Coluna) de qualquer veículo com tempo de uso superior a 15 anos, além de criar incentivos para a substituição. Segundo a Agência Câmara, o Poder Público ofereceria linha de crédito para compra do carro novo, enquanto os usados seriam aceitos como parte do pagamento do financiamento.

O projeto ainda passará por quatro comissões na Casa, mas se trata de pura perda de tempo mesmo que as finanças públicas não estivessem em situação tão ruim. De pouco adianta reconhecer o problema, sem se debruçar sobre alternativas viáveis.

Renovação de frota deve ser precedida por um programa bem elaborado de inspeção veicular. É inadmissível que um País com frota real de 40 milhões de automóveis e veículos comerciais, mais 13 milhões de motocicletas deixe de submetê-los a controles de segurança, manutenção e emissões. Claro que inspeção técnica veicular (ITV) deve começar apenas no quarto licenciamento (três anos de uso em diante), ser bienal até o décimo ano e anual depois desse prazo.

Em outros termos, já existe escala bastante alta para regulamentar o serviço em vários Estados brasileiros e a preço razoável. A partir da inspeção, viriam iniciativas de reciclagem e a renovação de frota ocorreria a reboque. A Câmara dos Deputados ajudaria muito se desengavetasse estudos de mais de 15 anos e criasse condições econômicas e técnicas para a ITV. Sem mais perda de tempo.

RODA VIVA

DESDE o último dia 1o de novembro o ESC (sigla em inglês para controle eletrônico de estabilidade) passou a ser obrigatório em todos os carros novos vendido nos EUA e também na Europa. É complementar ao ABS (obrigatório aqui) por uma relação custo-benefício bem razoável. Falta o Brasil estabelecer prazo de aplicação escalonada, no que a Argentina já se adiantou.
CRUZE 2015 recebeu modificações discretas: grade frontal mais elegante, luzes diurnas de LED e novas rodas de aro 17 pol. Câmbio automático ficou um pouco mais rápido nas trocas ascendentes e reduzidas. Motor não recebeu modificações, mas para concorrer com Corolla e Civic de igual para igual deveria oferecer também um 2-litros para assegurar mais torque.

MUITO prática a seleção de marchas por botões, no lugar da alavanca, no Uno Sporting de câmbio automatizado. Usando só uma embreagem ainda há limitações, mas já se vê evolução. Se esta opção não combina com a sigla Sporting e nem com o motor de 1,4 L (mesmos 85 cv), o carro melhorou muito em acabamento e equipamentos: até câmera de ré opcional no espelho interno.

PRINCIPAL executivo da Jaguar Land Rover, Ralph Speth, veio ao Brasil para a pedra fundamental da nova fábrica de Itatiaia (RJ), primeira 100% do grupo, fora da Inglaterra. Confirmado o Discovery Sport nacional para o início de 2016, continua a dúvida sobre o segundo produto. Empresa foi evasiva na resposta, mas pelo menos não negou que estuda o sedã Jaguar XE.

INAUGURADO na Grande São Paulo um conceito diferente de abrigar até 400 veículos antigos de colecionadores. A empresa Box 54 se assemelha a uma marina de barcos. Além do aluguel do estacionamento em amplo galpão, o serviço completo inclui conservação e possibilidade de fazer funcionar regularmente carros, motos e até tratores.

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Mistura de etanol na gasolina pode chegar a 27,5% em 2015

Fabricantes fazem testes em carros importados para estudar viabilidade

A mistura de etanol na gasolina pode aumentar de 25% para 27,5% em fevereiro, dependendo dos estoques do combustível vegetal após o encerramento da safra, em fevereiro. Espera-se que o volume produzido seja suficiente para atender a uma demanda do mercado que deve aumentar em um bilhão de litros no próximo ano com a medida. Quem pode ser prejudicado com a mistura são carros importados, que passarão por testes até o final de janeiro.

O aumento da mistura foi em 2,5 pontos percentuais foi aprovado no Congresso há poucos meses e estava condicionado a testes de impacto nos automóveis quanto a potência dos movidos exclusivamente a gasolina, na durabilidade dos componentes, na dirigibilidade e no resultado das emissões de veículos. Neste caso, foi percebido aumento de óxidos de nitrogênio (Nox) entre 0,3% e 0,5%, o que é considerado de pouca relevância.

A Anfavea teria sido contra a medida e declarou que as fabricantes ainda estão promovendo os testes sobre a resistência das autopeças de 11 veículos importados, que devem ser encerrados em fevereiro. Os componentes mais prejudicados seriam a bomba de combustível e os bicos injetores. Mesmo com essa posição contrária da Anfavea, que ameaça responsabilizar o governo caso venha a acontecer algum recall motivado pelo combustível, o governo poderia anunciar mudança na mistura.

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BMW Individual mostra personalização do X5 M e do X6 M.

Acabamento refinado é uma das particularidades dos modelos

Responsável pela personalização dos carros da marca de Munique, a BMW Individual apresentou duas novas opções de personalização para os X5 M e X6 M. As alterações envolvem detalhes do exterior e, principalmente, do interior.

Para o X5 M, a BMW Individual oferece pintura metálica na cor marrom pyrite com pigmentos “Xirallic” que teriam a função de criar "interação de diferentes tons de marrom debaixo da superfície da pintura." Enquanto isso, o X6 M é pintado na cor preto azurite, que se transforma em azul dependendo da forma que o sol incide sobre ele. 
No interior, os dois SUVs têm revestimento em couro branco, assim como o teto revestido em alcantara, que contrastam com o acabamento marrom e em black piano que completam o painel. A diferença é que, segundo a BMW, a superfície da parte em preto brilhante é tão polida quanto as teclas de um piano, e não apenas um plástico brilhante como de costume.

Os dois permanecem com o bom motor 4.4 litros V8 twin-turbo de 575cv e 75kgfm de torque. O câmbio é automático de oito velocidades.
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RenaultSport poderia lançar esportivos híbridos

Possibilidade é real e poderia ser estreada pelo Clio RS
Sistemas híbridos estão ganhando popularidade até mesmo entre os esportivos, vide os Porsche 918 Spider e o McLaren P1. Mas a Renault pode começar a popularizar a tecnologia. Segundo a revista britânica TopGear, futuras versões esportivas da RenaultSport poderiam ganhar conjunto mecânico híbrido.

A informação teria partido de dentro da Renault. A fonte teria exposto a possibilidade usando como exemplo os carros de corrida da Fórmula E, que são todos fornecidos pela RenaultSport. Também é interessante observar que a fabricante francesa já aposta bastante em carros 100% elétricos, como o Twizy, o ZOE e os Kangoo e Fluence elétricos.

O primeiro Renault esportivo a entrar nesta onda híbrida poderia ser o Clio RS, confortável, versátil e que continuaria leve mesmo com todo o peso extra do sistema híbrido. A vantagem estaria no motor elétrico com torque sempre presente que ajudaria o motor a combustão do esportivo, tornando ele mais ágil e econômico.

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Projeção antecipa visual da picape Fiat derivada da nova Mitsubishi L200


Vendas da nova picape terão início em 2016, mas Brasil terá outra antes

Enquanto trabalha em uma a nova picape média com carroceria monobloco para o Brasil, a Fiat se prepara para vender na Europa e em alguns mercados latino-americanos sua própria versão da nova Mitsubishi L200. É este novo modelo que o designer Theophilus Chin tenta antecipar com sua projeção.

A nova geração da Mitsubishi L200 começa a ganhar o mundo no ano que vem, mas a versão Fiat deve ficar para 2016. Como outros carros que compartilhou com outros fabricantes – Fiat Sedici e o Suzuki SX4, por exemplo –, provavelmente terá alterações restritas ao visual e a outras opções de motores.

A inspiração para o visual da projeção veio do FCC4, conceito apresentado no Salão do Automóvel para antecipar a outra picape, menor e que será vendida apenas no Mercosul já a partir de 2015. 
Também não há chances da versão Fiat da L200 ser vendida no Brasil. O Grupo Souza Ramos, que importa e monta carros da Mitsubishi no Brasil, negou que o acordo com a Fiat se estenderá ao mercado brasileiro. A empresa afirma ter autonomia, com fábrica própria e direitos exclusivos de venda e distribuição, e que a aliança das matrizes não afeta suas atividades no país.

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Peugeot 2008 terá preços partindo dos R$ 56.500, diz site


Com bom pacote de equipamentos, modelo quer assustar os concorrentes

A Peugeot está confiando no SUV compacto 2008 para aumentar sua participação de mercado. Como não basta ter um bom produto, apostará num posicionamento de preços agressivos para se destacar entre concorrentes já bem estabelecidos no mercado. Segundo o Autos Segredos, os preços deverão partir dos R$ 56.500 para a versão de entrada já com bom pacote de equipamentos.


A opção mais em conta do Peugeot 2008 terá motor 1.6 FlexStart de 122cv e câmbio manual, mas já contará com sete airbags e central multimídia com tela de 7 polegadas sensível ao toque, além de trio elétrico e rodas de liga leve.

Mesmo assim, a versão mais cara custará R$ 75 mil e terá como diferença o motor 1.6 THP Flex de 173cv com câmbio AT6, além do sistema de tração Grip Control, que usa bloqueio eletrônico do diferencial para contornar a falta de tração 4x4. Teto panorâmico também será destaque desta versão. O SUV será lançado no Brasil ainda no primeiro trimestre de 2015.


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Ford pode usar câmbio CVT para tornar seus carros mais eficientes


Sistema pode ser alternativa eficiente para o Fiesta 1.0 EcoBoost nos EUA

O câmbio automático do tipo CVT é cercado de uma relação de amor e ódio. Continuamente variável, trabalha sempre da forma mais eficiente e troca da condução empolgante, que nem mesmo marchas simuladas conseguem contornar. Mesmo assim a Ford estaria disposta a apostar na tecnologia, pelo menos com motores menores, como o 1.0 EcoBoost.

Hoje a Ford usa câmbio do tipo CVT apenas em seus híbridos, como o Fusion Hybrid vendido no Brasil. O sistema seria uma saída para o Fiesta 1.0 EcoBoost, que hoje é vendido nos Estados Unidos apenas com câmbio manual – sendo que apenas 5% dos carros vendidos nos EUA são manuais – sem prejudicar o consumo, como aconteceria se fosse empregado o câmbio Powershift de dupla embreagem e seis marchas.

Em entrevista ao Automotive News, Raj Nair, chefe global de desenvolvimento de produtos da Ford lembrou de experiências não muito boas com o câmbio CVT no passado, mas admitiu que o sistema está cada vez melhor, principalmente para motores de baixo torque, e já observa algum potencial nisso.

Japoneses sabem muito bem disso. Não porque Honda, Toyota, Mitsubishi e Nissan utilizam no Brasil, mas por seus kei-cars – carrinhos com menos de 3,4m de comprimento e motores de 600cm³ vendidos apenas no Japão – sempre utilizarem o sistema. É a forma mais eficiente de aproveitar os 64cv que a legislação japonesa estabelece como limite.


http://novidadesautomotivas.blogspot.com/

Vendas de seminovos crescem 6,7%. Número foi registrado na comparação com 2013; 12 milhões de unidades foram comercializados este ano.

Vendas de seminovos crescem 6,7%.
Número foi registrado na comparação com 2013; 
12 milhões de unidades foram comercializados este ano.
Localiza/Divulgação

A comercialização de veículos seminovos chegou a marca de 12 milhões no período entre janeiro e novembro deste ano. Os dados são da Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores, a Fenauto. Na comparação com o mesmo período de 2013, o crescimento do setor é de 6,7%.

Ainda segundo a entidade, houve aumento na oferta de veículos com utilização por período entre 4 e 8 anos. A comercialização de seminovos registrou no ano passado faturamento de R$ 310 bilhões.

Segundo o presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, o setor de usados mostra recuperação progressiva e constante e o resultado do ano deve ser bom. Para ele, a tendência é que o ritmo de vendas se mantenha até o final do ano. "Graças a entrada de recursos na economia como o 13º salário e um deslocamento maior de compradores para os seminovos, já que, em janeiro de 2015, o IPI dos veículos zero km deve voltar ao seu patamar normal."


http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/mercado,vendas-de-seminovos-crescem-67,22245,0.htm

CARROS ANTIGOS: Volkswagen Passat faz 40 anos de Brasil

Volkswagen Passat faz 40 anos de Brasil

Primeiro carro da marca feito no País com motor refrigerado a água teve mais de 600 mil unidades fabricadas

José Antonio Leme
Arquivo/Estadão

O Passat chegou ao País em 1974 para revolucionar a linha de produtos da Volkswagen – foi o primeiro nacional com motor refrigerado a água da marca. O hatch estreou nas versões L e LS com propulsor 1.5 de 65 cv.

No ano seguinte, a linha ganhou opção de quatro portas que, inicialmente, não foi bem aceita. A estrela da “família” veio em 1976: a versão esportiva TS, com motor 1.6 de 80 cv.

Na primeira reestilização, em 1979, os faróis redondos deram lugar aos retangulares. Quatro anos depois, foram substituídos por dois pares duplos.

Em 1984, o GTS Pointer ganhou motor 1.8 de 99 cv e câmbio de cinco marchas. Foram feitas 600 mil unidades até 1988.



VW voltou às lojas brasileiras em 1994, na quarta geração mundial, importado e conhecida como Passat alemão


A quinta geração também vendida no Brasil chegou em 1998

Quinta geração recebeu reestilização em 2001
Em 2014 a silhueta perua, já utilizando somente o nome Variant, foi eleita pela segunda vez como a melhor opção do segmento pela equipe do Jornal do Carro no prêmio de melhores do ano.

http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/antigos,volkswagen-passat-faz-40-anos-de-brasil,21292,0.htm

CARROS ANTIGOS: Poderosa Caravan de 1978.

Leitor mostra poderosa Caravan de 1978.

Fã da linha Opala, empresário roda todas as sextas-feiras com carro familiar da Chevrolet que tem 36 anos.

Thiago Lasco
Nilton Fukuda/Estadão
Chevrolet Caravan 1978 do empresário André Luiz Rodrigues está em excelente estado
Sexta-feira é o dia em que muitos executivos deixam a formalidade de lado e dão expediente em trajes mais casuais. O empresário André Luiz Rodrigues faz algo parecido ao usar sua Caravan 1978, com a qual ele circula apenas uma vez por semana, em um trajeto de 80 km.

Fã do modelo da Chevrolet, ele tinha um Opala 1974 quando um amigo lhe ofereceu a perua, que já havia sido restaurada. “Essa Caravan ficou com o primeiro dono até 1992 e teve outros três proprietários antes de mim”, conta Rodrigues, que guarda todos os documentos de transferência do veículo e, desde que comprou o modelo, há cerca de três anos, rodou menos de 5 mil km com ele.

Chama a atenção a integridade da carroceria, na cor Azul Danúbio. “Foi o primeiro ano em que a GM incorporou tons metálicas à sua linha feita no Brasil”, diz o dono da perua, que elogia o conforto do carro. “Mesmo sem ar-condicionado e direção hidráulica, ela é mais gostosa de dirigir que modelos mais recentes, como meus Ford Focus e Fiat Mille, por exemplo.”




Rodrigues mandou refazer a parte elétrica, pintou o motor e as rodas e substituiu o carburador por outro maior, para favorecer o desempenho. “Ela chega facilmente aos 160 km/h. E roda 7 km na cidade com um litro de gasolina.”

O empresário e a Caravan costumam participar de eventos ligados à família Opala que ocorrem anualmente no Anhembi, na zona norte da capital, e em Jundiaí, no interior do Estado. Eduarda, sua filha de 7 anos, é parceira nos passeios. “Ela gosta de viajar no carro”, diz.

Por onde passa, a perua Chevrolet vai resgatando lembranças. “A toda hora ouço relatos de pessoas que tiveram uma Caravan. Cada vez que paro em um posto de gasolina, ganho um novo amigo”, brinca o orgulhoso “opaleiro”.


História. Lançado em 1968, o Opala foi o primeiro carro de passeio feito pela General Motors no Brasil, a partir do alemão Opel Rekord C. Tinha configurações sedã, depois cupê, três níveis de acabamento e duas opções de motor: quatro-cilindros de 2,5 litros e seis-cilindros de 4,1 litros. A versão perua, Caravan, surgiu em 1975.

Em 1980, a família recebeu a primeira grande reestilização e ganhou linhas quadradas. A partir daí, as mudanças abrangeram principalmente a cabine, painel de instrumentos e faróis, com outras quatro atualizações até o fim da produção, em 1992.




http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/antigos,leitor-mostra-poderosa-caravan-de-1978,21396,0.htm

CARROS ANTIGOS: Opala 1970 é desejo adolescente de leitor. Com pouco a mais de 61 mil km, sedã da Chevrolet passou por uma ampla reforma e é tratado a pão-de-ló.

Opala 1970 é desejo adolescente de leitor.
Com pouco a mais de 61 mil km, sedã da Chevrolet passou por uma ampla reforma e é tratado a pão-de-ló.
Rodrigo Samy
Felipe Rau/Estadão

O sonho de restaurar um modelo antigo sempre acompanhou o jornalista e empresário Ricardo Ghigonetto. Esse desejo começou a se realizar em 2005, quando ele adquiriu um Opala 1970 e deu início à reforma do Chevrolet, que é da primeira geração. 

Comprado em Iguape, no litoral paulista, o sedã estava com a estrutura bastante avariada, de acordo com Ghigonetto. “O carro veio para São Paulo de plataforma”, conta. 

Os primeiros reparos foram feitos na parte mecânica. “O motor foi aberto e o sistema de escape, refeito”, explica o leitor. A segunda etapa ficou marcada pelo desmonte e repintura da carroceria. “Para achar a cor verde metálica original, tivemos de experimentar inúmeras misturas de tinta, até chegar ao ponto ideal.”


Outro momento do processo de restauração que exigiu paciência e pesquisa foi a reposição dos adornos metálicos. “Todos os logotipos foram recolocados e alguns frisos, refeitos”, relembra. 

Há cromados também nas calotas das rodas de 14 polegadas, que são montadas em pneus diagonais com faixas brancas. Ghigonetto encontrou um conjunto no Rio Grande do Sul.

Nada de chuva. Com 61 mil quilômetros rodados, quatro mil a mais que o registrado no hodômetro no dia da compra, o Opala só roda em dias ensolarados, de acordo com seu proprietário. Depois da reforma, o sedã nunca pegou chuva. “Gosto de passear com ele nos feriados ou aos domingos”, diz Ghigonetto. 

Com motor de quatro cilindros e 2,5 litros com 80 cv, alimentado por um carburador de corpo simples, o Chevrolet é da primeira geração do Opala. A transmissão de três marchas tem alavanca na coluna de direção. 


A cabine está em perfeito estado. O carpete é marrom e combina com o tom dos bancos, que são inteiriços e revestidos de couro. “Para revigorar a parte interna, bastou uma boa limpeza”, conta o jornalista. 

O rádio funciona perfeitamente, assim como todos os botões de acionamento das luzes e outros sistemas. Como o carro fica muito tempo parado, Ghigonetto instalou uma espécie de chave geral que corta a corrente elétrica para evitar que a bateria acabe ficando descarregada. Segundo ele, o motor está sempre pronto para dar a partida. “Basta usar gasolina aditivada e dar uma puxadinha no afogador.”


http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/antigos,opala-1970-e-desejo-adolescente-de-leitor,22119,0.htm

Projeto promete reduzir consumo em 8%. Universitários trabalham em sistema que reaproveita energia das frenagens por sistema mecânico.

Projeto promete reduzir consumo em 8%

Universitários trabalham em sistema que reaproveita energia das frenagens por sistema mecânico
Reprodução

O Vuckers, sistema regenerativo de energia para veículos urbanos de carga, é um dos destaques dos projetos que estarão expostos no Centro Universitário FEI (Fundação Educacional Inaciana Padre Saboia de Medeiros) na próxima quinta-feira (11), em São Paulo. 

A solução conta com disco de inércia instalado em paralelo ao sistema de transmissão do veículo e permite o reaproveitamento da energia depreendida nas frenagens para impulsionar o veículo novamente. A diferença em relação aos sistemas que já fazem a regeneração da energia de frenagem é que o Vuckers é totalmente mecânico, não utilizando as já famosas baterias.

Segundo os autores do projeto, o sistema, que é apropriado para a utilização em pequenos caminhões urbanos usados para entregas na cidade, os VUCs, por utilizarem com frequencia o sistema de freios, permite a economia de até 8%. 

A exposição também tem como destaque o Dahc, um sistema adaptado a um caminhão, que possibilita o acesso à cabine por condutores com necessidades especiais, com elevador para cadeirantes e comandos por voz para direção do veículo. Além disso, o chamado Rexxob será mostrado. Trata-se de um sistema de motor invertido, com tamanho reduzido, projetado para ter menos vibrações e maior eficiência mecânica. A 54ª Expo MecAut não é aberta para o público, mas recebe convidados da instituição.

http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,projeto-promete-reduzir-consumo-em-8,22243,0.htm

BMW revela Série 5 GT híbrido

BMW revela Série 5 GT híbrido

Apenas em fase de protótipo, modelo tem motor 2.0 turbo combinado a dois elétricos que resultam em 670 cv
BMW/Divulgação
Série 5 GT híbrido tem mais potência que um Corvette

A BMW revelou, sem alarde, em um evento na França, um protótipo híbrido do Série 5 GT com uma cavalaria de respeito sob o capô. Os motores combinados desenvolvem 670 cv - mais potente que o esportivo Chevrolet Corvette Z06 2015, para dar um exemplo.



A configuração do modelo é chamada "Power eDrive" e usa uma bateria de íons de lítio de 20 kW/h que alimenta dois propulsores elétricos. Eles trabalham em conjunto a um 2.0 turbo de quatro cilindros. Apenas no modo elétrico, a autonomia do modelo é de 100 km.

O Série 5 GT híbrido fez sua estreia junto a versões plug-in de Série 3 e X5, mas ambos usam um sistema mais básico, com apenas um motor elétrico.

A marca bávara apresentou os protótipos para ilustrar seus planos de aumentar a produção de veículos ecologicamente corretos. A ideia é que toda a linha tenha versões híbridas, mas ainda não há prazo para que isso aconteça. Segundo o porta-voz da BMW Julian Arguelles, o Série 5 GT é "puramente um carro-conceito", dando a entender que não será produzido em um futuro próximo.


http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,bmw-revela-serie-5-gt-hibrido,22217,0.htm

Citroën C4 Lounge 2015 THP Flex: preço parte de R$ 78.790


O Grupo PSA - Citroen e Peugeot - lança oficialmente no Brasil o Citroën C4 Lounge THP (Turbo) com motor bicombustível flex. O preço sugerido é de R$ 78.780 reais, na versão Tendance. O modelo topo, Exclusive, custa R$ 85.490 reais.
O Citroën C4 Lounge THP (Turbo) Flex é o primeiro modelo do segmento sedã médio a ser equipado com motor de injeção direta turbo FLEX. Esse motor oferece 173 cavalos quando abastecido com etanol - 8 cavalos a mais que a potência máxima do modelo a gasolina.
Além da maior potência, o Citroën C4 Lounge THP (Turbo) Flex tem torque máximo de 24.5 Kgfm disponíveis a 1.400 RPM.
O motor 1.6 THP Flex conta com sistema que dispensa o sub-tanque auxiliar de gasolina para partida com etanol em climas frios.
Junto com o motor Flex, o Citroen C4 Lounge THP passa a contar com nova geração da transmissão automática de seis marchas. 
A nova caixa automática, fabricada pela AISIN (subsidiária da Toyota), é mais leve e tem relações mais longas em 11%, além de contar com novo conversor de torque. Além disso, possui sistema de redução de vibrações (RDT - Redutor de Tração) quando o carro está parado em congestionamentos com o câmbio na posição "Drive", e oferece até 7,5% de melhora no consumo de combustível.
Outra novidade do Citroen C4 Lounge THP Flex 2015 é o fato de incorporar em sua lista de itens de série desde a versão Tendance o Controle de Estabilidade (ESP), que se soma aos demais itens como seis airbags, sistema multimídia que engloba rádio, tocador de CD e MP3, conexão Bluetooth, entrada USB e navegação por GPS, sistema start/stop, entre outros.
C4 Lounge THP FLEX oferece garantia de 3 anos e o conhecido Plano de Revisões com Preço Fixo.

http://www.car.blog.br/2014/12/citroen-c4-lounge-2015-thp-flex-preco.html