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terça-feira, 17 de junho de 2014

CUIDE DE SUA VOZ.

Saúde vocal é o equilíbrio na utilização da voz - social e profissional - em busca de uma melhor qualidade de vida e melhor performance profissional
Com exceção dos profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho e necessitam ter habilidades comunicativas como fala clara, voz saudável e agradável, as pessoas em seu dia-a-dia dificilmente se lembram de cuidar da voz e esquecem do poder que ela tem em uma comunicação verbal clara e eficiente e também na transmissão de emoções e do estado de humor.


Várias atitudes inadequadas com a saúde podem comprometer a preservação da boa qualidade da voz. A fonoaudióloga Me. Ana Elisa Moreira-Ferreira - diretora da Univoz - sinaliza abaixo alguns hábitos negativos e indica o que se deve evitar e também o que é benéfico para uma boa saúde vocal.


Hábitos negativos:


- Cigarros e drogas - são substâncias químicas que irritam as pregas vocais. Essa irritação pode trazer rouquidão, um dos primeiros sinais de que há algo errado com a garganta. A longo prazo essa rouquidão pode evoluir para lesões mais sérias. Existe forte relação entre o cigarro e o câncer de laringe;
- Tosse e pigarro constantes - são movimentos de alto impacto entre as pregas vocais, podendo machuca-las. Estão relacionados à varias causas como ressecamento da boca e garganta, alergias, rinite, sinusite, refluxo, fumo ou simplesmente um hábito. Descobrindo-se a causa fica fácil eliminá-los;
- Balas, pastilhas e sprays enquanto fala - principalmente as mais ardidas, causam falsa sensação de alivio, uma espécie de anestesia. Essa sensação faz a pessoa forçar a garganta;
- Receitas caseiras para melhorar problemas vocais - muitas receitas pertencem à crença popular. Em geral essas receitas têm componentes que não fazem bem à garganta, como por exemplo, gargarejo com líquidos ácidos - limão e vinagre. Esses componentes irritam as cordas vocais. Mesmo o gargarejo indicado em tratamento médico deve ser bem dosado e usado apenas no período recomendado por esse especialista;
Comer em excesso ou ingerir alimentos de difícil digestão - o refluxo de ácido do estômago para a garganta causa irritação;
Beber líquidos gelados, bebidas alcoólicas e praticar auto-medicação para melhorar a dor de garganta - esses são itens complementares na lista do que deve ser evitado.
Dicas importantes para uma boa preservação da saúde vocal:
-Descansar e dormir bem - a voz reflete o cansaço físico e a falta de ânimo;
- Beber muito líquido - principalmente água - hidratar as pregas vocais é fundamental e evita o ressecamento das mesmas. Com a hidratação, as pregas vocais vibram livremente;
- Manter a voz sempre no seu tom natural - não se deve fazer esforço ao falar;


- Manter sempre uma boa postura corporal;
- Poupar a voz - durantes crises alérgicas e estados gripais;
- Procurar auxílio médico e fonoaudiológico - se observar tosses, pigarros e alterações na voz que perdurem mais de duas semanas ou sempre que precisar aprimorar sua voz;
- Comer maçã - esta fruta tem propriedades adstringentes, limpando o trato vocal até os pulmões, e favorece uma voz mais saudável.

O que deve se evitar:


- comer muito chocolate ou tomar leite em demasia - esses alimentos deixam a saliva mais viscosa, o que pode levar à vontade de pigarrear. O pigarro pode machucar as cordas vocais;
- choques térmicos;
- roupas apertadas que atrapalham a respiração, pois uma alteração na respiração leva a uma alteração na produção da voz.
Sobre a UNIVOZ - www.univoz.com.br

Conheça a história do Dia do Descobrimento do Brasil.

Pedro Álvares Cabral, D. Manuel I e Duarte Pacheco:
personagens centrais no descobrimento do Brasil.

Ainda hoje, a data de 22 de abril é marcada oficialmente como o dia em que a Coroa Portuguesa anunciou o descobrimento das terras brasileiras. Durante muito tempo, esse evento de dimensões históricas foi interpretado como o resultado de uma aventura realizada por corajosos homens do mar que se lançaram ao desconhecido e encontraram uma nova terra. Contudo, apesar de empolgante, existem outras questões por trás dessa versão da história que marcou o ano de 1500.
Mesmo antes de chegar ao Brasil, a Coroa Portuguesa estava inserida em uma acirrada disputa econômica onde os estados nacionais europeus disputavam a expansão de suas atividades mercantis. Dessa forma, cada avanço tecnológico, terra conquistada ou rota descoberta tornava-se um precioso “segredo de Estado”. Antes de sair anunciando uma conquista aos quatro ventos, os governantes daquela época avaliavam minuciosamente os interesses e circunstâncias que envolviam esse tipo de exposição.

Uma das primeiras pistas que nos indicam esse tipo de planejamento envolvendo o descobrimento do Brasil se deu quando Portugal exigiu a anulação da Bula Inter Coetera e a assinatura do Tratado de Tordesilhas. Afinal de contas, por que os portugueses repentinamente chegaram à conclusão de que uma nova divisão das terras coloniais deveria ser realizada? De fato, essa é uma das muitas outras questões que fazem a versão romântica do descobrimento cair por terra.

Quando chegamos em 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou que o navegante Pedro Álvares Cabral organizasse uma esquadra que, segundo consta, deveria aportar na Índia. Para tal propósito foi designada o uso de oito naus, três caravelas, um navio de mantimentos e uma caravela mercante. Além disso, foram convocados aproximadamente 1500 homens, incluindo capitães, tripulantes, soldados e autoridades religiosas.

Entre esses vários participantes da viagem marítima estava o cosmógrafo Duarte Pacheco da Costa, que, segundo aponta alguns historiadores, tinha participado de uma expedição secreta que já havia chegado ao Brasil no ano de 1498. Além disso, um ano após essa sigilosa viagem, outros indícios apontam que os navegadores Américo Vespúcio e Vicente Pinzón também fizeram uma breve visita ao Brasil. Mais uma vez, fica difícil acreditar que os portugueses não sabiam o que estavam fazendo.

Para celebrar a partida de Pedro Álvares Cabral e seus experientes auxiliares para essa viagem ao Oriente, o rei organizou uma enorme festa de comemoração que contou com a presença de espiões de outras nações mercantis da Europa. Dessa forma, nada poderia levar a crer que os dirigentes portugueses tinham outro plano, senão, circunavegar a costa africana e – assim como Vasco da Gama – realizar um novo contato comercial com os indianos.

Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral “repentinamente” seguiu uma rota marítima completamente inesperada. As embarcações tomaram distância da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Passados exatos trinta dias da passagem por Cabo Verde, os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal.

Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.

Apesar de tantas evidências justificarem a ação premeditada dos portugueses, não podemos deixar de salientar que o enfrentamento dos mares era uma tarefa de grande peso. As más condições de higiene, a falta de água e alimentos tornava a viagem um admirável desafio. Além disso, só depois da oficialização feita em 1500 é que se vivenciaram os tantos outros episódios que, ao longo dos séculos, explica a peculiar formação da nação brasileira.


Fonte: Por Rainer Sousa
Mestre em História
http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-do-descobrimento-do-brasil.htm
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http://professoramarciavaleria.blogspot.com.br/2014/04/dia-22-de-abril-dia-do-descobrimento-do.html

CHINELOS PARA A COPA: Inspirado em modelo japonês, empresário cria sandálias 'Acrianas' Sandálias são vendidas em três modelos: tradicional, feminino e japonês.

Inspirado em modelo japonês, empresário cria sandálias 'Acrianas'
Sandálias são vendidas em três modelos: tradicional, feminino e japonês.
Produto varia entre R$ 8,50 para sandálias adultas e R$ 5 infantis.

Veriana RibeiroDo G1 AC
Empresário Jonas exibe sandálias criadas por ele (Foto: Amanda Borges/G1)
Uma marca de sandálias de borracha vem chamando a atenção de consumidores na capital acreana desde o início do ano. Intitulada de 'Acrianas', a marca aposta em um modelo quadrado, inspirado nas sandálias de madeira japonesas.
Foi durante uma viagem com a família, há dois anos, que o criador da marca, o empresário Jonas Cruz, de 54 anos, viu uma máquina de fazer sandálias de borracha e teve a ideia de entrar no mercado. Na época, ele buscava novos rumos comerciais, após ter passado 15 anos trabalhando no ramo alimentício.
"Trabalhei 15 anos na área de sorvete, eu queria mudar e estava procurando algo para fazer. Queria uma coisa que não tivesse prazo de validade. Fiz uma viagem com a família e acabei passando em uma indústria de maquinário. Quando voltei decidi comprar uma máquina daquelas. Fui amadurecendo a ideia e no começo do ano passado adquiri todo o material", conta.
Jonas criou então a marca de sandálias. O nome foi sugestão do gerente do banco e faz referência à famosa marca Havaianas. "Ele disse, se tem as Havaianas, porque não pode ter as Acrianas? E eu achei engraçado o nome e aceitei a sugestão. Ele foi uma pessoa que acreditou muito no meu produto", diz. Ele afirma, porém, que não está fazendo uma imitação. "A patente é de acordo com a marca, e não o modelo", diz. As 'Acrianas' são vendidas em três tipos de modelos: tradicional, feminino e japonês. Mas é o modelo japonês que chama a atenção.
saiba mais
"Eu apostei nesse modelo. Fiz um modelo para mim e quando sai na rua todo mundo ficava olhando para os meus pés. Eu achei interessante, tem gente que acha feio, mas eu preferi apostar em algo novo, que ninguém tinha", afirma Cruz.
Jonas não se importa quando ouve comentários dizendo que o modelo é feio e defende o produto. "O importante é que achem alguma coisa. Tinha gente que comprava apenas porque era engraçado. Mas quando você calça percebe que seu pé fica mais protegido, quem nunca levou uma topada no dedo? Essa sandália protege mais. Tem gente que tem um pé um pouco desajeitado, mais largo, ela protege e calça bem", diz.
Além do modelo japonês, Jonas produz também os modelos tradicional e feminino. Os valores variam entre R$ 8,50 para as sandálias adultas e R$ 5 para as infantis.
Sandalias acreanas chamam atenção pelo
formato (Foto: Tácita Muniz / G1)
Vendas
Desde janeiro deste ano, o empresário viu as vendas aumentarem consideravelmente, ao começar a vender as sandálias em uma rede de supermercado da região. "O responsável pelas vendas não estava muito confiante, disse que ele mesmo não compraria as sandálias. Mas decidimos fazer um teste no mês de janeiro. Na primeira semana foi aquela expectativa e quando percebi, estávamos 'bombando'", conta.
É com uma pequena fábrica, localizada no fundo de sua casa, que Jonas e mais três funcionários que trabalham na produção das sandálias abastecem as vendas em quatro lojas da rede de supermercado e outros 7 pontos de vendas em comércios pequenos. O produto também é vendido em três comércios em Xapuri (AC).
Material usado na produção da sandália vem de São Paulo e do Ceará (Foto: Amanda Borges/G1)
A borracha usada na produção é comprada em São Paulo e no Ceará e demora mais de 15 dias para chegar ao Acre. "A peça da borracha é mais ou menos do tamanho de uma mesa. Primeiro você corta como se fosse fatia e depois de acordo com a numeração da marca. Produzimos infantil também, porque aproveita muito material. A tira de cima já vem com bandeira do Brasil, nos optamos comprar uma com bandeira pra agregar valor e pegar o gancho da Copa do Mundo", explica Jonas. 
Jonas contabiliza uma produção de 3 mil pares de sandália por mês. A expectativa é de, até o final do ano, produzir 10 mil pares de sandália. Para ele, a maior dificuldade é o capital para comprar a matéria-prima. "A questão é que essa matéria-prima, além de vir de longe, demora pra chegar aqui. Eles não têm pronta entrega. Com pouco dinheiro não é fácil", diz.
Modelo é inspirado em sandálias japonesas de madeira (Foto: Veriana Ribeiro/G1)Fonte: http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2014/04/inspirado-em-modelo-japones-empresario-cria-sandalias-acrianas.html

Atividades Diversas... Festa Junina 2014 e Copa do Mundo!


































































Fonte: Internet Além da Alfabetização.
http://professoramarciavaleria.blogspot.com.br/2014/06/atividades-diversas-festa-junina-2014-e.html