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sexta-feira, 13 de junho de 2014

COPA DO MUNDO 2014 - JOGOS DESTA SEXTA-FEIRA 13/06/2014:

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Seria o Medo nosso maior Vilão?

Medo
Autor: Alberto J. Grimm [1]
Seria o Medo nosso maior Vilão?

O Medo é a principal autoridade que rege, que condiciona as ações do nosso viver...

Primeiro o cachorro deu um longo e amargurado uivo, depois começou a latir com vigor. Ele abriu devagar uma pequena fresta, na porta que dava para a parte de trás da casa, e com cuidado, olhou na direção da casinha do cachorro, que ficava lá num cantinho, encostada no muro, nos limites do fundo do quintal, para ver se via alguma coisa de anormal, algo que justificasse todo aquele alvoroço do animal. 

Nada, não viu nada. Mas, o cachorro pareceu vê-lo, pois olhou em sua direção, e começou a acenar com alegria o rabo. Ele criou coragem, abriu a porta, e na ponta dos pés, olhando para todos os lados, foi até lá dar uma espiada. 

Lá chegando, o percebeu inquieto, agitado, querendo a todo custo soltar-se da corrente. O ambiente estava silencioso demais, sem brisa, e nem o pequeno Bacurau que residia nas redondezas, a julgar pela ausência dos seus pios com os quais já se acostumara, se mostrava presente naquele momento. 

Olhou em volta apreensivo, e cismado, resolveu levá-lo para dentro da casa. O animal parecia contente com aquele gesto, e também tinha pressa em entrar logo. Puxava a corrente com força, e só ficou quieto, quando dentro de casa, viu que a porta fora trancada. 

Certamente que o pequeno animal vira alguma coisa estranha, ou não estaria agindo daquela forma, não era do seu feitio. Observou como ele parecia agradecido por ter entrado, e foi recostar-se num canto, meio escondido, encolhido, e de lá o fitava nos olhos, como se quisesse lhe dizer alguma coisa. 

Então apagou as luzes e permaneceu atrás da porta, olhando pelo buraco da fechadura, para o lado de fora. Era noite clara, mas estranhamente silenciosa. Nem os ruídos dos bichos noturnos se ouvia. Certamente que tinha alguma coisa errada por ali. Sua imaginação entrou em ação, e já iniciou sua frenética jornada em busca de alguma coisa fantástica para ilustrar a situação. Era apenas uma questão de tempo, pois certamente ela acabaria por encontrar algo que, se não explicasse o fato, cuidaria de deixá-lo no mínimo nervoso. 

Então ele escutou lá fora um barulho, como o trote de um cavalo. Depois um ruído que se assemelhava a alguém, ou um animal, se coçando furiosamente. Até aí tudo estava bem, não fosse a horripilante gargalhada que ouviu em seguida. Sentiu suas pernas fraquejarem e o sangue gelar. Depois um longo arrepio percorreu todo o seu corpo, deixando seus pelos eriçados como duros espinhos. 

Pronto, era o material adicional que sua imaginação precisava para dar cor, forma, e até um motivo para aquilo que estava lá fora. Só podia ser algo monstruoso, um demônio, ou coisa pior, se é que isso era possível. Que soubesse, animal algum andava como se fora um cavalo e ainda por cima gargalhando. Mas, a questão agora era: O que tamanha e tão bizarra aberração estaria fazendo logo no quintal de sua casa? 

Esperou que a suposta besta entrasse no campo de visão que lhe permitia o pequeno buraco na porta, e nesse momento, quase que seu coração salta pela boca, pois o cachorro, subitamente levantou do seu canto e partiu rosnando ferozmente em direção à porta. Ele se agarrou com o animal, e tapando sua boca, voltou a observar pelo buraco, como estava a situação lá fora. 

Então, aquilo, o que quer que fosse, começou a cheirar a porta. Nos seus braços, o cachorro tremia mais que ele, e vez por outra, tentava se soltar para ir se esconder em outro lugar. 

E a coisa lá fora, permanecia diante de sua porta. Respirava como se fosse um grande animal, inquieto, ofegante. Ele ficou tentado a olhar pela fresta, mas seu corpo não obedecia à sua vontade. Começou a imaginar o que poderia ser aquela coisa. Pelo vulto que vira, tinha certeza que não se tratava de um cavalo, mas, o ruído dos seus passos certamente eram de cascos. Então, aquela estranha besta, recostou-se na sua porta. 

Ele podia sentir o bafo quente da sua respiração soprando pela fresta de baixo, e um ruído como se fossem unhas, longas e fortes como garras, riscando a madeira. Percebeu que, o que quer que fosse, estava olhando pela abertura de baixo da porta, vasculhando o interior da casa. Ele por sua vez, estava completamente petrificado, colado à parede ao lado da porta, imóvel e sem respirar. E do outro lado, o estranho visitante, bufava pelo nariz e boca, enquanto arranhava a porta grunhindo, provocando pavorosos sons. 

Passados alguns instantes, a julgar pelos ruídos, começou a caminhar lentamente, trotando como fosse um cavalo, se afastando da porta. Foi então que, num ímpeto de coragem ou loucura, ele resolveu olhar através do buraquinho da fechadura, para os fundos da casa. E, lá no meio do seu quintal, inicialmente de costas para ele, pode ver um vulto, que mais parecia uma figura humana. Era esguio, de compleição atlética e enorme. Braços longos e ágeis, que mais pareciam tentáculos metálicos, e vestia uma longa capa preta e um chapéu de abas largas. Ficou tão nervoso, que seus olhos embaçaram. 

Esfregou os olhos, e ao focar outra vez o olhar para fora, quase cai de costas com o que viu. A aparição, seja lá o que fosse, estava olhando na sua direção, imóvel, como se o estivesse vendo, com um sorriso largo e brilhante, estampado no seu horrível, pálido, indescritível, maligno rosto. 

Pensou consigo: “O que danado será essa coisa. Será que ela me viu?”. De fato, seus pés eram como cascos de cavalo, e nas extremidades de suas mãos, longas e afiadas garras se moviam inquietas, como uma gigantesca e faminta ave de rapina, diante da caça a ser abatida. Olhou outra vez, e a coisa realmente olhava em sua direção, com um sorriso nos lábios, que exibiam fileiras de pontiagudos e enormes dentes, de um predador implacável.



E como que, para confirmar seus temores, a coisa fez um gesto com a mão direita espalmada em sua direção, como se pedisse para esperá-lo, deixando claro que sabia estar sendo observado, por alguém que estava do outro lado da porta. 

Urinou-se todo, e em sua garganta, a sensação de que estava entalado com um ovo, de uma consistência sólida, porosa, áspera, que não subia, nem descia. Sentiu falta de ar e começou a suar frio, seus olhos não piscavam, suas pernas não mexiam, perdera completamente a coordenação voluntária de todos os músculos do corpo. O cachorro, aproveitando-se da sua súbita incapacitação, desaparecera casa adentro aos ganidos. 

Então, ouviu que a coisa lá fora se aproximou da porta num rápido galope, e começou a forçá-la. Depois, começou a bater com extraordinário vigor na madeira. Nesse momento, ele percebe, que as dobradiças da porta, estavam cedendo. 

Mas, ali, recostado à parede, completamente indefeso, sem forças sequer para gritar, a última coisa que viu foi quando os pedaços de madeira da porta, totalmente destroçada, foram arremessados para dentro da casa. 

Acordou assustado com os latidos do cachorro. “Ufa, felizmente tudo não passou de um sonho...”, sussurrou aliviado, mas, ainda paralisado pelo temor. 

Em seguida o cachorro deu um longo e amargurado uivo, depois começou a latir com mais vigor. 

Ele pulou da cama como se impulsionado por uma mola, correu para a cozinha, abriu devagar uma pequena fresta, na porta que dava para a parte de trás da casa, e com cuidado, olhou na direção da casinha do cachorro, que ficava lá num cantinho, encostada no muro, nos limites do fundo do quintal, para ver se via alguma coisa de anormal, algo que justificasse todo aquele alvoroço do animal. 

Nada, não viu nada. Mas, o cachorro pareceu vê-lo, pois olhou em sua direção, e começou a acenar com alegria o rabo. Ele criou coragem, abriu a porta, e na ponta dos pés, olhando para todos os lados, foi até lá dar uma espiada. 

Foi aí que lembrou já ter visto aquela cena...

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/conto-reflexivo-medo.htm

PINTORES E ARTISTAS FAMOSOS / CAMILLE PISSARRO:

QUE BELO!
chestnut
hoarfrost
pissarro_stage-coach
pissarro_voisins
stick
pissarro_village-path
orchard
pissarro_chaponval
061112_pissaro_montmartre1
061112_pissaro_montmartre2
http://galeria.obviousmag.org/canvas/pissarro/

IMAGENS INQUIETANTES E SARCÁSTICAS SOBRE AS CONTRADIÇÕES HUMANAS. Com uma crítica cruel, penetrante e inteligente, as obras de Pawel Kuczynski são um convite para nos fazer refletir sobre assuntos sérios e atuais. Seus desenhos nos trazem mensagens, reflexões, denuncias e críticas. Afinal não é esta a principal função da arte?

IMAGENS INQUIETANTES E SARCÁSTICAS SOBRE AS CONTRADIÇÕES HUMANAS
publicado em artes e ideias por Giseli Betsy
Com uma crítica cruel, penetrante e inteligente, as obras de Pawel Kuczynski são um convite para nos fazer refletir sobre assuntos sérios e atuais. Seus desenhos nos trazem mensagens, reflexões, denuncias e críticas. Afinal não é esta a principal função da arte?
Artes que carregam em si mais do que formas e cores bonitas. Neste contexto temos o trabalho de Pawel Kuczynski com imagens que nos levam a questionar, interpretar e tentar entender. Pawel Kuczynski é um artista polonês formidável, nascido em 1976 em Szczecin, formado em Artes pela Academia de Belas Artes de Poznan.


Não demorou muito para que Pawel mostrasse seu talento em desenhos que usam e abusam da sátira para transmitir suas críticas sociais, recebendo quase uma centena de prêmios por eles. E ainda, por obter um número recorde de premiações em competições internacionais, recebeu o prêmio “Eryk” da associação dos cartunistas poloneses em 2005.



Pawel traz em suas brilhantes ilustrações temas como: pobreza, fome, guerra, trabalho infantil, corrupção política, maus tratos aos animais, exploração, desigualdade social e muito mais. Todos estes temas tratam da realidade atual contemporânea. “São os novos temas imortais e atemporais da Arte”, diz Pawel.


Sua arte é de primeira qualidade e a mensagem é direta, como um tapa bem dolorido. São belas ilustrações de sentidos profundos nas quais, Pawel utiliza-se da boa e velha ironia. Suas obras podem até parecer engraçadas em um primeiro momento, mas os surpreendentes desenhos de Kuczynski só podem ser reconhecidos ao receberem um olhar mais atento, tornando-se então, impossível ficar indiferente a eles.


Neste olhar atencioso podemos notar como são fortes e duras as críticas por trás das ilustrações. Críticas estas, que nos fazem questionar os governos, os veículos de comunicação, a economia, entre outros. E tudo isto sem nos dizer uma palavra, só fazendo uso de seus desenhos, que valem mais que muitas delas.


Talvez, possamos até não concordar com a visão de Pawel, mas somente pelo fato dele nos fazer pensar e duvidar, já é de grande valia, pois vivemos em um cotidiano que nos leva a agir mecanicamente, na maioria das vezes.



Para tais desenhos reveladores de traços sensíveis que nos mostra o absurdo da espécie humana, Pawel precisa apenas de papel, lápis de cor e aquarela. O resultado são obras em tons pastel, satirizadas e brutalmente expostas para um bom observador da condição humana em geral.



Existe uma sútil poesia nas obras de Pawel, versando sobre as injustiças sociais em temas universais, no entanto suas obras perderam espaço para o humor, este quase que inevitável em toda sátira, mas ao invés disto, pode oferecer rostos surpresos.


Por acaso, se algum dia nossa civilização desaparecer, como Pawel parece pressagiar em alguns de seus desenhos, as gerações futuras iriam encontrar em Pawel Kuczynski um dos mais recentes e mais lúcidos críticos do seu declínio.




E assim nesta “viagem” que até pode parecer fácil e que nos leva ao presente e futuro, eu termino este texto convidando-os a olharem mais uma, duas, três vezes até, as imagens acima e, quem sabe, refletir sobre as diferentes interpretações do significado de cada uma.

Ah sim, e para àqueles que não gostam de arte moderna Pawel diz: "Não estou interessado em pessoas comuns."

Frente fria se aproxima SC.

A imagem de satélite da manhã mostra muitas nuvens sobre o RS devido a frente fria, sistema de chuva e não de frio, que ao longo desta sexta-feira se aproxima do nosso Estado.
Vejam que no extremo Oeste já tem muita nuvens com chance de chuva. Nas outras áreas do Oeste, na Serra e no Sul as nuvens vão aumentar ao longo do dia com previsão de chuva mais entre tarde/noite. No Oeste, onde começa antes, a chuva poderá ser forte.

Nas outras regiões, a umidade do mar deixa a sexta mais nublada com períodos de melhoria, mas com tempo seco.

As temperaturas da tarde variam entre 18 e 20 boa parte das cidades.
SÁBADO COM A FRENTE FRIA

O sistema vai seguir por aqui trazendo um dia nublado com chuva a qualquer hora em todas as cidades. Poderá chover forte, especialmente entre Oeste e Serra. Nas áreas atingidas pela enchente a atenção é necessária pela questão do nível dos rios!!

DOMINGO COM ALGUMAS MUDANÇAS
Ainda deveremos ter muitas nuvens e até chuva, mas principalmente no início do dia. Ao longo do domingo, teremos mais variação de nuvens com períodos de aberturas de sol do que instabilidade. Chuva no geral fraca.

O fim de semana será de temperaturas baixas/amenas não muito por questão do amanhecer, mas pelas tardes que deverão ter temperatura não subindo pela cobertura de nuvens.

http://wp.clicrbs.com.br/blogdopuchalski/2014/06/13/frente-fria-se-aproxima-2/?topo=67,2,18,,,67

Jovem de 17 anos é morto com golpes de canivete em Blumenau O adolescente estava em uma bicicleta no momento em que foi abordado e atingido com golpes de canivete no peito, costas e pernas.

Jovem de 17 anos é morto com golpes de canivete em Blumenau
O adolescente estava em uma bicicleta no momento em que foi abordado e atingido com golpes de canivete no peito, costas e pernas.
Familiares chegaram em seguida no local em que o corpo foi encontradoFoto: Lucas Amorelli / Agencia RBS
Fernanda Ribas e Osiris Reis

Um jovem de 17 anos morreu após sofrer diversas perfurações de canivete por volta das 13h30min na Itoupava Central em Blumenau nesta sexta-feira. De acordo com informações preliminares repassadas pela Polícia Militar (PM), o jovem estava na esquina das ruas Pinhalzinho e Pérola do Vale no momento em que foi abordado e atingido no peito, costas e pernas. Michel Boehringer ainda chegou a percorrer 300 metros de bicicleta, mas não resistiu aos ferimentos e foi encontrado morto na rua Luis Stolfi.

A PM já encontrou a arma do crime dentro de um bueiro e junto com a Polícia Civil realizaram buscas para tentar encontrar os autores do crime. De acordo com moradores da região, os suspeitos chegaram em um Gol prata e fugiram logo em seguida. Segundo as testemunhas, uma briga teria ocorrido na rua antes do crime. O corpo já foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). O jovem morava perto do local.

Este é o sexto homicídio do ano em Blumenau, o que aponta a média de uma morte violenta por mês em 2014. O suspeito do 6º homicídio já foi identificado pela Polícia e deve se apresentar à Civil na próxima segunda-feira.

Veja também

JORNAL DE SANTA CATARINA

O Dia de Santo Antônio comemora-se a 13 de junho.

Santo Antônio de Lisboa, ou Santo Antônio de Pádua nasceu em Lisboa no dia 15 de agosto, mas o ano ninguém sabe ao certo. Terá sido entre 1191 e 1195.
Origem do Dia de Santo Antônio
O Dia de Santo Antônio é comemorado a 13 de junho por ser a data de sua morte. Santo Antônio morreu em Pádua, na Itália, no dia 13 de junho do ano de 1231.

Santo Antônio foi inicialmente um frade agostiniano, tendo mais tarde entrado na ordem Franciscana (1220). Foi muito conhecido pela sua vida despojada de riquezas, apesar de ter nascido em uma família afluente. O seu trabalho com os pobres foi essencial para que fosse rapidamente reconhecido como santo após sua morte. A canonização de Santo Antônio aconteceu poucos anos após sua morte, e muitos consideram que terá sido uma das canonizações mais rápidas da história.
Oração de Santo Antônio
Existem muitas orações a Santo Antônio, a maior parte delas ligadas ao fato de Santo Antônio ser conhecido como o "Santo Casamenteiro". O Dia dos Namorados no Brasil é no dia 12 de junho justamente por ser a véspera do Dia de Santo Antônio.

"Meu grande amigo Santo Antônio, 
tu que és o protetor dos namorados, 
olha para mim, para a minha vida, 
para os meus anseios. 
Defende-me dos perigos, 
afasta de mim os fracassos, 
as desilusões, os desencantos. 
Faz que eu seja realista, 
confiante, digna(a) e alegre. 
Que eu encontre um(a) namorado(a) 
que me agrade, seja trabalhador, 
virtuoso e responsável. 
Que eu saiba caminhar para o futuro 
e para a vida a dois 
com as disposições de quem recebeu de Deus 
uma vocação sagrada e um dever social. 
Que meu namoro seja feliz
e meu amor sem medidas. 
Que todos os namorados 
busquem a mútua compreensão, 
a comunhão de vida 
e o crescimento na fé. 
Assim seja."
http://www.calendarr.com/brasil/dia-de-santo-antonio/

Trabalhando com carta. ENSINO FUNDAMENTAL - 3º AO 6º ANO.




http://pedagogiccos.blogspot.com.br/2012/06/trabalhando-com-carta.html