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segunda-feira, 28 de abril de 2014

ORIGEM DO DIA DAS MÃES...




Qual a origem do dia das Mães?

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República". 

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração. 

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data. 

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe. 

Cravos: símbolo da maternidade 

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. 

Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site 
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999

FONTE:

Cartão de Coração para comemorar o Dia das Mães!!!
































FONTE:

Molde da Caixa de Costura.


MENINAS.....
Atendendo aos inúmeros pedidos, segue o molde da caixa de costura para presentear as mamães!!!



FONTE:

Futebol: um jogo de cooperação e respeito.... Rumo aos Projetos da Copa do Mundo na sala de aula!!!!

Jogo de equipe, cooperação e respeito às diferenças falam mais alto quando o assunto é futebol.

Brasil x Alemanha na final da Copa de 2002. O placar marca 1 x 0 para o Brasil. No segundo tempo, Rivaldo recebe um passe de Gilberto Silva na entrada da área. Numa jogada ensaiada, o atacante engana a zaga adversária, deixando a bola passar por entre as pernas e... gooool de Ronaldo! Rivaldo poderia ele mesmo ter finalizado a jogada. Ficaria com os louros por ser o autor do chute que fez nossa seleção ser pentacampeã. Mas não hesitou em dar preferência ao companheiro, que estava mais bem posicionado. A cena remete ao quarto gol da final de 1970, quando o Brasil ganhou de 4 a 1 da Itália. Até chegar à rede, a bola passou pelos pés de quase todos os jogadores do time. 

Essa é uma lição que todas as seleções campeãs têm para dar: em jogo de equipe, ninguém ganha sozinho. Diferentemente dos treinos esportivos profissionais ou amadores - cujo objetivo é melhorar o rendimento de cada atleta e aprimorar a performance do time para vencer qualquer partida -, as aulas de Educação Física têm como uma das principais metas despertar nos alunos o senso de igualdade e solidariedade. 

Em quadra, é importante ajudar a turma a derrubar dois mitos: o primeiro é pensar que futebol é coisa de homem. Boleiras como a alemã Birgit Prinz (eleita três vezes consecutivas a melhor do mundo), a brasileira Delma Gonçalves, a Pretinha (veterana da Copa do Mundo feminina, convocada para jogar nas quatro edições do campeonato), e Marta Vieira da Silva (uma das melhores canhotas do país) estão aí para provar o contrário. Sem contar o time das norte-americanas, único bicampeão mundial. A Federação Internacional de Futebol Association (Fifa) organiza desde 1991 a Copa Feminina - a primeira foi na China. O torneio se realiza de quatro em quatro anos, tem a participação de 16 países e é acompanhado por mais de 500 milhões de espectadores no mundo todo. O segundo mito é o que diz que as pessoas portadoras de deficiência não têm habilidade para os esportes. Elas não só praticam quase todas as modalidades como jogam futebol (e bem) em campo e em quadra. Tanto é assim que a seleção brasileira de futebol de 5, jogado por atletas com deficiência visual, tem um título que o time principal (aquele dos Ronaldos) nunca conquistou: o de campeão olímpico. Pela primeira vez nos Jogos Paraolímpicos de Atenas, em 2004, a equipe verde-e-amarela papou uma medalha de ouro. E não parou por aí. O time de futebol de 7, cujos jogadores têm paralisia cerebral, ficou com a medalha de prata no mesmo campeonato. Palmas para os paraolímpicos do Brasil.

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Inclusão

Deficientes e eficientes 

Para incluir estudantes com diferentes tipos de deficiência nas atividades esportivas é necessário... 

Observar a capacidade e habilidade motora deles. 

Conhecer as limitações de cada um e consultar um especialista para garantir a segurança durante as aulas. 

Criar tarefas que permitam o máximo de socialização entre todos. 

Organizar atividades em que eles possam usar os aparatos que fazem parte de sua rotina (cadeira de rodas, bengala etc.). 

Prezar pelo sucesso de todos valorizando o que eles conseguem fazer no jogo. 


Mulher no gramado 

O primeiro jogo feminino de que se tem notícia no Brasil foi disputado em 1913, em São Paulo. Na década de 1980, surgiram as primeiras equipes profissionais. 

A seleção dos Estados Unidos (foto) é a única bicampeã mundial. Venceu a Noruega em 1991, na China, com um recorde de 25 gols marcados. 

O segundo título veio em casa, em 1999, numa decisão contra a China. 

A seleção brasileira feminina de futebol ficou em terceiro lugar na Copa de 1999, mas foi desclassificada pela Suécia na mais recente edição do evento, em 2003. 


Bate-bola nas Paraolimpíadas 

Os primeiros Jogos Olímpicos para atletas com deficiência foram organizados em Roma, em 1960, com cerca de 400 participantes de 23 países. 

O futebol de 5 é praticado em quadras de futebol de salão por jogadores com deficiência visual. A bola tem guizos. 

O futebol de 7 é jogado em campo de society por atletas com paralisia cerebral. Não existe impedimento e o arremesso lateral pode ser feito com uma ou as duas mãos.


Quer saber mais? 


BIBLIOGRAFIA

Atividade Física Adaptada, Eliane Mauerberg de Castro, 595 págs., Ed. Tecmedd, tel. (16) 3512-5500, 85 reais 

Co-Educação Física e Esportes: Quando a Diferença É Mito, Maria do Carmo Saraiva, 208 págs., Ed. Unijuí, tel. (55) 3332-7100, 20 reais 

Corporeidade e Educação Física: Do Corpo-Objeto ao Corpo-Sujeito, Terezinha Petrucia Nóbrega, 112 páginas, EDUFRN, tel. (84) 3215-3236, 14 reais 

Didática da Educação Física: Futebol, Elenor Kunz, 200 págs, Ed. Unijuí, 25 reais

Projeto Copa do Mundo - BANDEIRAS!!!

PROJETO COPA DO MUNDO, trouxe outras ideias para compartilhar com vocês....
É só adaptar de acordo com a idade da sua turma;




Podemos acompanhar com as crianças a agenda da Copa e os jogos do Brasil bem como seus adversários, para podermos depois, trabalhar com as Bandeiras dos outros países, ou mesmo dos adversários do Brasil;

Falar que todos os países tem o seu Hino Nacional;

O respeito às demais seleções; 

Reforçar o espírito patriótico e esportivo;

Retrospectiva das Copas;

Usar e abusar dos uniformes e blusas do Brasil nos dias de jogo;

Muita arte, pintura e imaginação.... que isso, as crianças tem de sobra!!!



FONTE: