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sábado, 1 de março de 2014

Por que aprender a falar em público?

Use as palavras corretas para se comunicar em público!
Vencendo a barreira “público”
Alguns procedimentos:
Ø O medo de falar em público é o inimigo número 1 (um) do orador.
Ø Quando o medo aparecer, encare-o normalmente, pois todos os homens
possuem medo.
Ø Controle o nervosismo, relaxando o corpo.
Ø Tenha uma atitude correta. Vigie seus movimentos.
Ø Antes de pensar como, saiba o que falar. Não decore, leia notas (numeradas)
breves, em outras palavras, leve sempre um roteiro com os principais passos da
apresentação, para lhe dar mais segurança.
Ø Planeje e treine frente ao espelho, segundo as técnicas que serão apresentadas.
Ø Afaste os estímulos negativos.
Ø Não adquira vícios: aí, né, tá, e, há, ááááá, éééé, dentre outros.
Ø Chame a voz pela respiração. Não tenha pressa para iniciar.
Ø Apenas a prática irá proporcionar-lhe o reflexo à confiança.
Ø A melhor maneira de combater o medo é agir: inicie.
Dez erros de linguagem oral
1) Exemplo: "Haja visto o progresso da ciência...".
Explicação: a forma "haja visto" não se aplica a este caso. O correto é "haja vista", e
não varia. "Rubens Barrichello poderá ser campeão, haja vista o progresso que tem
feito com o novo carro".


2) Exemplo: "Para mim não errar..."
Explicação: "mim" não pode ser sujeito, apenas complemento verbal ("Ele trouxe a
roupa para mim"). Também pode completar o sentido de adjetivos: "Fica difícil para
mim...".


3) Exemplo: "Vou estar enviando o fax..."
Explicação: embora não seja gramaticalmente incorreto, o gerúndio é uma praga. É
inconveniente e desnecessário. Argumente: "Vou enviar o fax".


4) Exemplo: "Ir ao encontro de...", "ir de encontro a...".
Explicação: muitas pessoas pensam que as duas expressões significam a mesma
coisa. Errado. "Ir ao encontro de..." é o mesmo que estar a favor. "Ir de encontro a..." significa estar contra, discordar.


5) Exemplo: "Eu, enquanto diretor de marketing...".
Explicação: também é inadequado. Com mais exatidão argumente: "Eu, como diretor de marketing..."


6) Exemplo: "Fazem muitos anos..."
Explicação: quando o verbo "fazer" se refere a tempo, ou indicar fenômenos da
natureza, não pode ser flexionado. Recite: "Faz dois anos que trabalho na empresa";
"Faz seis meses que me casei".


7) Exemplo: "A nível de Brasil...".
Explicação: "a nível de" é uma expressão inútil. Pode ser suprimida ou substituída por
outras. Em vez de: "A empresa está fazendo previsões a nível de mercado latinoamericano", use "A empresa está fazendo previsões para o mercado latino-americano".
A nível (medida) do mar, em nível (comparação) de Brasil. Esta é a forma correta de falar e escrever.


8) Exemplo: "Não tive qualquer intenção de errar"
Explicação: não se deve usar "qualquer" no lugar de "nenhum" em frases negativas.
O certo é exclamar: "Não tive nenhuma intenção de errar".


9) Exemplo: "Há dez anos atrás..."
Explicação: redundâncias enfeiam o discurso. Melhor dizer: "Há dez anos" ou "Dez anos atrás".
"Há dez anos atrás" é o mesmo que "um plus a mais".


10) Exemplo: "Éramos em oito na reunião"
Explicação: não se usa a preposição "em" entre o verbo ser e o numeral. O correto é:
"Éramos oito".




Posturas & Gestos
Os gestos falam mais do que você imagina. Uma boa dicção e postura valorizam a imagem do orador. A ação de gesticular deve acompanhar as palavras ou corresponder a uma idéia predominante do texto e não a cada palavra pronunciada.
Assim sendo, para uma frase, deve existir um gesto que vem antes ou junto da oração, nunca depois. As gesticulações são o toque de acabamento e os responsáveis pelo sucesso de uma fala.
Não apenas as mãos e o antebraço, mas sim todo o corpo deve participar da
fala.
Ao falar, todos gesticulam. Na oratória o expositor que não sabe gesticular
torna a sua peça fria e inexpressiva.
A gesticulação deverá ocorrer de forma: natural, ajustando-se às idéias e as palavras que são expressas pelo orador; espontânea, nunca planejada; e moderada.
Alguns erros observados:
Ø Mãos para trás das costas ou nos bolsos .
Ø Braços cruzados, pois demonstra a ideia de desafio ou espera, dentre outros.
Gestos:
Ø o abaixo da cintura, apresentam incerteza ou dúvida;
Ø o acima da cabeça com as mãos espalmadas para cima ou para o centro; o partindo do cotovelo; e o alheios ao que se fala (maneirismo, ex. “caretas”).
Ø Cotovelos grudados no corpo. (Silva Brun)
Regra Geral
Ø O tamanho e a intensidade do gesto deve atender as características do recinto.
Ø Quanto maior o auditório ou mais inculto seja ele, maiores e mais largos serão os gestos; posto que vice-versa também é verdadeiro.
Ø Todas as técnicas de voz, vocabulário, expressões corporais, didática e o tipo de plateia que deverá enfrentar são desenvolvidos de acordo com o estilo e potencial do treinado.
Postura
Postura é conhecer o que seu corpo expressa. Os cuidados com a postura
começam antes mesmo do início do discurso. Ao dirigir-se à Oratória, caminhe
lentamente. Não fique a ajustar as roupas.
Ø Os pés e as pernas
- Os pés e as pernas dão o equilíbrio necessário do palestrante.
- As pernas devem ficar paradas a maior parte do tempo.
- Sem que o auditório perceba, alterne o peso nas pernas.
- O movimento das pernas também deve seguir a ideia da frase.
- A aproximação em relação aos ouvintes deverá ocorrer em todos os sentidos.
- Dependendo da argumentação, movimente-se pela platéia moderadamente.


Ø Erros mais comuns:
- Movimentação desordenada.
- Apoio incorreto na lateral em uma das pernas.
- Cruzamento dos pés em “X”.
- Andar de um lado para outro sem olhar para as pessoas.


- Ficar temporariamente na ponta dos pés.
- Balançar como um pêndulo.
- Mantê-las rígida (sem dobrar).
- Modificar a posição delas quando muda a comunicação visual.
- Vai-e-vem para frente/trás.


Ø Quando sentado:
- Manter os pés no chão.
- Pode cruzar as pernas deixando as coxas apoiadas com um pé sem apoio, mas
não demasiadamente.
- Quando argumentar ou defender alguma ideia, faça com os pés no chão, posto
que terá maior liberdade de movimento. Assim sendo, demonstrará convicção no seu comportamento.
- As mulheres, quando usarem saias, poderão colocar uma das pernas à frente da
outra, embora deixá-las levemente afastadas não seja errado.
- Os homens, de jeito algum poderão colocar os pés para trás da cadeira.
- A poltrona não é espreguiçadeira.


Ø Os braços e mãos
- A gesticulação das mãos e braços devem ser expressiva, atendendo a
elucidação da mensagem com naturalidade, integrando-se suavemente no conjunto da Expressão Verbal. No entanto, determinados gestos, exagerados ou inconscientes, chegam a ridicularizar a imagem do orador.
- Vale acrescentar: na tribuna não se encosta os braços e cotovelos, mas sim o
dedo polegar para dentro e outros para fora da mesma, na lateral.


v O tronco
- Deverão ser evitados os 2 (dois) extremos: postura relaxada ou ensoberbecida.
- Desta forma, o palestrador estará em condições de desenvolver uma atitude simpática e participativa ao se comunicar.


Ø A cabeça
- A posição da cabeça manterá o equilíbrio com o restante do corpo e servirá para indicar idéias negativas e positivas, contribuindo, assim, à eficiência da comunicação.


v O semblante
- Este é a parte mais expressiva de todo o corpo. Vigora como uma tela onde as
imagens internas são apresentadas em todas as dimensões, demonstrando e indicando sinceridade nas palavras do discursador.
- O semblante deve estar à vista e não escondendo necessárias expressões
faciais.
- Logo, os olhos, a boca, as mãos, a cabeça, os braços, o modo de andar e os
movimentos gerais são também uma forma de expressão.


Ø A boca
- Determina a simpatia do semblante, e comunica tanto calado quando se fala.
“Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu
silêncio”. (Provérbio indiano).


v A importância do sorriso
- O sorriso sincero poderá quebrar barreiras. Ele desarma adversários, conquista o inimigo, muda opiniões e abre corações. É um elemento especial na comunicação.

Ø A comunicação visual
- Ela não só recebe o “feedback” dos ouvintes, demonstra os sentimentos e
valoriza a presença dos ouvidores, visto que os olhos também exercem a finalidade de conversar com o auditório.
- Os olhos possuem importância mais evidenciada ao sucesso da Expressão
Verbal. O orador não deve olhar apenas com os olhos, mas com o corpo todo.
“É calando que se aprende a ouvir; é ouvindo que se aprende a falar; depois, é
falando que se aprende a calar”. (Autor desconhecido).


Ø Cada público possui suas próprias características.
- Logo, cabe ao discursador conhecê-las, quando possível, antes do preparativo
da sua exposição.
Conheça as 24 considerações sobre o público:

Ø Sexo
- As mulheres aceitam elogios quando sinceros e os homens não se
Incomodarão.

- Os homens já não apreciam colocações emocionais. São influenciados pela voz e gestos. Evitar atitudes efeminadas, exclamações exageradas, dentre outros.
Lembre- -se: quando estiver à frente do auditório, você é o alvo.

Ø A idade
- O vocabulário, a postura e o assunto a ser tratado devem ir ao encontro da faixa
etária, dentro de seu prisma de interesse.

Ø Infantil
- Possui pouca paciência e grande distração.
- Quanto mais rápida a exposição, maiores chances de captação da mensagem.
- O orador deve valer-se de pequenos contos, fábulas, dentre outros, facilitando
assim a compreensão da criança.

Ø Juvenil
- A mocidade moderna obtém uma visão diversificada da geração anterior. O
varão tem sede de conhecimento e de realizações. Assimila informações com mais facilidade. Gostará daquele que o tratar não como criança, mas respeitando e valorizando seus ideais. Portanto, o palestrante deve demonstrar identidade e vibração nos temas a serem abordados.

Ø Adulto
- Contem experiência e seu vocabulário de certa forma encontra-se estruturado.
Entretanto, cuidado ao tratar o auditório pelas aparências de idade, porque há adultos que não possuem formação e vivência.

Ø Idoso
- Interessa muito por suas conquistas. É mais difícil que se empolguem por
projetos futuros. Possui um espírito desconfiado e é crítico.


Ø Nível sócio-cultural
- Pessoas ignorantes ou despreparadas.
- Caracterizam-se por muita dificuldade de entendimento. A colocação emocional é mais relevante que a razão. Bastante influenciados pela tonalidade da voz e gestos.
“Se estiver em dúvida entre a bondade e a verdade, opte pela bondade”.
(Autor desconhecido).
- Já os indivíduos despreparados envolvem-se com informações que vão ao
encontro de suas idéias e expectativas.
- Logo, o orador para facilitar a compreensão deste público, deverá usar termos
comuns que expressem conceitos concretos com raciocínios curtos.

Ø Público culto .
- É uma platéia mais preparada e exigente, receptiva às colocações racionais. Porém, se o expositor não estiver preparado, os ouvintes descobrirão. Assim sendo, desinteressam pelo assunto.


Ø Ambiente, acomodação e tamanho do auditório
- Se possível, conheça o local antes da apresentação. O ideal é manter uma
distância entre 3 a 5 m da primeira fila. Em ambientes abertos, os cuidados deverão ser redobrados.

Ø Conquistando o público
- É no início da apresentação que a adrenalina está no sangue.
- Considerações gerais
- Cumprimente os ouvintes.
- Conquiste-os, como?
* Sorria e faça um elogio sincero ao auditório.
* Reconheça as qualidades da platéia e/ou comportamento do orador.
* Seja benevolente, pois o torne um amigo favorável.
* Ponha-se no lugar do público.
* Informe o tema e as partes do assunto.
* Demonstre conhecimento e relevância da matéria.
* Faça um retrospecto ou levante um problema relacionado com que você falará.
* Apresente a composição com argumentos verdadeiros e concatenados.

Ø Concluindo:
- Recapitule em uma ou duas frases o que acabou de expor;
Encerre com informações consistentes que permitam levar a uma reflexão ou
ação.
- Prometa brevidade e use de criatividade.
- Como regra: anuncie o que vai falar, discorra, e relate sobre o que falou.
O que o orador não deve fazer?
Ø Pedir desculpas por problemas físicos ou de saúde, pois demonstra fraqueza.
Ø Contar piadas na introdução porque corre o risco de perder a credibilidade, porém um fato bem-humorado não é uma piada.
Ø Manifestar falta de conhecimento ou preparo da matéria.
Ø Iniciar com palavras desprovidas de objetividade como: bem, bom, aí então, dentre outras.
Ø Firmar posição sobre assunto polêmico. O motivo é que você poderá perder uma boa parcela do público. Não abordar temas como a pena de morte, o aborto, a eutanásia, dentre outros, visto que normalmente dividem a opinião pública.
Ø Fazer perguntas ao auditório, pois como diz o ditado: “quem pergunta ouve o que não quer”.
Ø Usar chavões ou frases vulgares porque já perderam a força na comunicação. Exemplo: “uma andorinha só não faz verão”.
Ø A forma de proceder corretamente
Ø Frase ou informação que provoque impacto.
Ø Aproveitando as circunstâncias - São assuntos atuais e presentes na imaginação de todos.

O lugar
Informações relacionadas ao elemento físico, prédio, a cidade, dentre outros.

A pessoa
Aproveitar a observação de um ouvinte, fazer referência e comentários à pessoa
conhecida.

O tempo
Conhecimento obtido em relação a datas, períodos, aniversário da cidade, dentre
outros.

Aludir a ocasião
É a mais apropriada para iniciar um discurso. Apresenta o motivo da reunião.
Fazer uma citação de:
- trechos de livros conhecidos e fáceis de serem adquiridos;
- um pensamento, preceito ou provérbio;
- uma passagem histórica real ou imaginada;
- uma afirmação de autoridade no assunto, dentre outros.
Criando um campo de neutralidade.

Atualização e Vocabulário
O estudo e o ato de ler é a formação do orador. Logo, cuide da gramática, pois
um erro pode ser fatal.
A oratória é um aprendizado contínuo, em que o palestrante perpetuamente
deverá atualizar-se com as informações disponíveis, consultando a Internet, Intranet e Extranet. Pesquisando também em bibliotecas, livrarias e arquivos de jornais.

O vocabulário é formulado pela leitura de um bom livro, com lápis e dicionário
ao lado, redigindo frases com as palavras anteriormente desconhecidas, procurando usá-las em outras oportunidades.
O vocabulário ideal é aquele simples, claro, sem divagações, que se adapta a
qualquer plateia.

Preparar e fazer palestras
O preparo de uma boa apresentação compreende duas fases distintas:
- Levantar todos os dados que cercam o evento; e iniciar a elaboração do
discurso.
O roteiro de um bom planejamento inicial incluíra informações apropriadas às
circunstâncias, conforme:
- assunto;
- os objetivos; e
- características do público.

Fazer palestras:
• Introdução.
• Preparação.
• Assunto central.
• Conclusão.
Segundo Cícero, o grande orador romano, “a introdução prepara o ânimo do
ouvinte para receber bem o restante do discurso”.
O orador deve comportar-se de maneira admirável.
- cuidar da aparência, posto que é o primeiro contato com a platéia;
- conquistar a atenção dos ouvintes;
- romper sua resistência;
- cativar sua disposição;
- elogiar o auditório;
- ser breve;
- ser intimo da matéria; 30
- usar uma frase de impacto;
- destacar qualidades do adversário;
- usar características positivas de orador, dentre outros.
A preparação facilita o entendimento dos ouvintes. É constituída de:
- Proposição: é a informação de qual é o assunto e aonde você quer chegar.

- Narração: é a exposição dos motivos para comover ou convencer.
Os principais tipos são:
• histórico;
• levantamento de problemas; e
• solução de problemas.
“a narração deverá iniciar a partir do ponto em que o conhecimento dela
pertence ao ouvinte, e não antes”. Reinaldo Polito,– ASSIM é que se FALA como organizar a fala e transmitir idéias, 23
o Edição Especial, São Paulo, ed. Saraiva –
1999, pág. 36.
- A divisão é o caminho e etapas do assunto a ser desenvolvido.
Assunto central é o momento de aplicar o que foi preparado, e desenvolver os
recursos e refutar as objeções. São os elementos:
- a confirmação orienta a exposição ordenada da mensagem ou através de
argumentos. Exemplo: de premissas, lugares oratórios e testemunhos;

- a refutação consiste na defesa de possíveis razões expressadas pelos
ouvintes. As formas são:
• negação – sem veracidade;
• defesa - agindo na base, contestando provas contrárias.

A conclusão é o coroamento da qualidade do discurso. É o momento de você
emocionar a platéia e convocá-la à reflexão ou à ação. Deve ser forte, breve (menor
que a introdução), clara e objetiva.
Regra: anuncie sobre o que vai falar, discorra o assunto e resuma o que proferiu.
Possui 2 (dois) elementos:
• a recapitulação conta uma ou duas frases, a essência do conteúdo
apresentado;
• o epílogo, as palavras devem ser dirigidas mais ao sentimento do que à
razão.

Você poderá findar a exposição elevando ou decrescendo a velocidade e a intensidade da voz.


Você poderá findar a exposição elevando ou decrescendo a velocidade e a
intensidade da voz.
Algumas formas de concluir:
- usar uma citação ou frase poética;
- aproveitar um fato bem-humorado;
- levantar uma reflexão;
- contar um fato histórico;
- elogiar o auditório;
- aludir à ocasião, dentre outros.
Nunca finalize seu discurso com frases vazias, a seguir:
- Essas foram as minhas palavras. Muito obrigado!

Entrevista
- O entrevistado deve olhar na direção do entrevistador enquanto este formula as
perguntas. Responda dirigindo o olhar ao mesmo e depois se volte à câmara.
- Quando participar de programas com vários entrevistadores, dirija os olhos ao
público de vez em quando.
- Modere os gestos, seja claro, simples e objetivo.
- Conheça o lugar.


Microfone
Aprender a usar o potencial do microfone e se transformar num ótimo colaborador à voz e a comunicação. A posição ideal dele é aproximadamente 10 cm abaixo da boca, podendo se aproximar ou afastar-se, dependendo da sensibilidade dele.
- Lembre-se que sua boca deve ficar próxima ao microfone. Portanto, se alguém o chamar na lateral ou você se direcionar a uma pessoa, não gire apenas cabeça, mas incline um pouco o corpo a fim que o microfone esteja diante de sua boca.
- Olhe sempre sobre o microfone.
Conclusão
O mercado exige um novo operário. Falar e escrever ainda não saiu da moda.
Saber contra-argumentar é a garantia de um desempenho positivo no mundo profissional e social. O orador terá a obrigação de buscar; permanentemente, informações à própria qualificação, porque a oratória é um aprendizado contínuo.
A oratória é a arte de falar em público, mas o homem tem pavor de se expressar publicamente.Esse receio está ligado à responsabilidade perante as pessoas. Não se preocupe: você é normal.Como derrotá-lo? Muitos oradores nunca perderam o medo.
Não espere por Deus; o porquê é que Ele só age se você agir. Há uma única maneira de vencê-lo: ousando falar. Com o tempo, seu grau de nervosismo irá minimizar, desenvolvendo a sua confiança e segurança. Aprenda a pensar positivamente.
Predisponha a sua mente ao sucesso. Acredite em si próprio. Contudo no tema que vai expor.
Há poder nas palavras à edificação e a destruição. Creia que as suas serão úteis e a plateia desejará ouvir.
“Passará o céu e a terra, porém minhas palavras não passarão”. Mt. 24:35
Preparar-se é uma atitude positiva para a exposição. Não tente decorar seu discurso. A memória humana é falha. Fale com o coração. Sinta o público. O orador necessita de harmonia, posto que discorrer um discurso não é o mesmo que recitar um poema. Uma apresentação bem ouvida por boa pronuncia agrada os ouvintes. Seja valente, amplie seus limites, vença os obstáculos sempre com um sorriso, uma vez que sem luta não há vitória.

FonteGeral:

Caligrafia é importante? Letra feia é um problema?


Por que algumas crianças têm letra “bonita” enquanto outras parecem ter dificuldade para desenhar as palavras?
Se seu filho está no Ensino Fundamental e não consegue fazer aquele traçado redondinho e perfeito das letras, não se alarme: ter letra bonita não é o essencial. Segundo os especialistas no assunto, a questão principal não é a beleza da letra. O importante é ajudá-lo a se exercitar para ter uma letra legível, para que ele possa efetivamente se comunicar por meio da escrita. "O cuidado precisa ser em ajudar a criança a ter uma letra legível, que possa ser compreendida por diferentes leitores, dentro e fora da sala de aula", diz Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila, de São Paulo.
Uma letra legível se conquista com a prática, ressalta a neurocientista Elvira Souza Lima. "A letra da criança precisa ser compreensível para que ela e os outros leiam. E isso só se consegue com treino. A criança que desenha muito dos 3 aos 6 anos geralmente consegue educar melhor o movimento", afirma Elvira, que é doutora em Ciências da Educação pela Universidade de Sorbonne, em Paris.
Além de desenhar, exercícios de traçado e cópias de texto também ajudam a desenvolver os movimentos da mão. E para quem acha que a letra cursiva está ultrapassada por causa do uso cada vez mais freqüente da digitação e do computador, vale explicar: esse tipo de letra tem funções que vão além da comunicação escrita. A letra cursiva ajuda a criança a entender a divisão entre as palavras, a exercitar a memória e também a desenvolver habilidades para outras atividades, como o desenho de mapas e de gráficos. Veja abaixo algumas das principais dúvidas sobre o assunto e as respostas das especialistas:

A COBRANÇA DE TER "LETRA BONITA" PODE PREJUDICAR A CRIANÇA? 
Fazer juízo de valor - determinando se uma letra é "bonita" ou "feia" - pode prejudicar o processo de aprendizagem, segundo Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila. "Não dá para deixar que um tipo de letra traga sofrimento para a criança, que baixe sua auto-estima", diz ela. Andrea também ressalta que o tipo de letra de cada criança revela suas marcas pessoais: "Há crianças que investem no traçado, cuidam de escrever "bonito". Há os que o fazem mais apressadamente e que acabam descuidando um pouquinho do traçado. Enfim, existem muitas explicações para as diferentes marcas de traçado".

CRIANÇAS QUE TÊM DIFICULDADES COM O TRAÇADO PODEM TER ALGUM PROBLEMA DE DESENVOLVIMENTO MOTOR?
"Poucas crianças têm efetivamente comprometimentos na área motora", diz a neurocientista Elvira Souza Lima. E, geralmente, essa dificuldade se resolve com o treino. De acordo com Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila, quando uma criança apresenta problemas de ordem motora, isso não se manifesta somente no traçado da letra cursiva, mas em outras situações que exijam o mesmo tipo de habilidade, ou seja, que requeiram a coordenação motora fina. A coordenação motora fina é aquela que exige domínio dos músculos menores do corpo, como os dos pés e mãos, para atividades como desenhar, pintar e recortar papéis.

É CORRETO QUE CRIANÇAS MISTUREM LETRA BASTÃO E CURSIVA NA ESCRITA?
"A partir do momento em que dominam o traçado e escrevem com fluência e legibilidade, as crianças podem optar pela letra mais confortável, assim como fazem os adultos que, inclusive, mesclam tipos de letras em suas escritas", diz Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila.


OS CADERNOS DE CALIGRAFIA ESTÃO EM DESUSO?
Segundo a neurocientista Elvira Souza Lima, os cadernos de caligrafia estão em desuso no Brasil, mas não em outros países. "O caderno ajuda a desenvolver a noção de organização espacial", diz ela, que defende também que tanto a letra bastão quanto a letra cursiva sejam ensinadas a partir dos sete anos de idade. "Aos seis ainda é tolerável, mas com menos de 5 anos, não", diz ela. Antes dos cinco anos, o que as crianças devem é desenhar livremente.

Já Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila, diz que há outros materiais além do caderno de caligrafia para exercitar o traçado. "Na Escola da Vila usamos um material estruturado, um caderno elaborado por nós com propostas bem diversificadas para esse treino, inclusive para que não se torne enfadonho", explica ela, acrescentando que nesse material há exercícios não só para treinar o desenho de cada letra, mas para copiar trechos de poemas, de canções, dar respostas para adivinhas, etc. "Nesse sentido, somente uma ressalva: o traçado da letra nunca pode ser um obstáculo na produção de textos. As crianças já têm problemas demais ao reescrever um conto, produzir um texto informativo, etc. A letra cursiva não pode ser mais um desafio, que é o que ocorre quando as crianças ainda estão aprendendo a traçá-la e não o fazem com fluência, com agilidade".


NA ERA DIGITAL E DA INTERNET, QUAL A IMPORTÂNCIA DE ESCREVER EM LETRA CURSIVA?
"Socialmente, ainda é um tipo de letra valorizado e bastante usado. Por isso, é importante que as crianças o dominem, que dêem conta de se comunicar com os outros usando essa letra. Do ponto de vista didático, o uso da cursiva pode ajudar as crianças a refletir sobre a necessária segmentação entre as palavras e sobre a própria ideia de palavra", diz Andrea Luize, coordenadora de núcleos de alfabetização da Escola da Vila. A neurocientista Elvira Souza Lima concorda. Segundo ela, a letra cursiva é importante para a educação do movimento e seu exercício ajuda o aluno a desenvolver habilidades que serão usadas em outras atividades além da escrita, como o desenho de mapas. É um exercício que também ajuda a criança a dar suporte à memória, a entender significados. "É muito mais do que simplesmente fazer a letra cursiva", diz ela.


O TIPO DE LETRA DE CADA ADULTO, DE CADA CRIANÇA, PODE SER CONSIDERADO UMA CARACTERÍSTICA PESSOAL?
"A escrita é uma manifestação gráfica da pessoa, traz em si sua identidade", explica a neurocientista Elvira Souza Lima. "Há sempre uma pessoa por trás de um texto escrito. Por isso é tão importante apresentar as várias formas de escrita. Depois a pessoa escolhe pela que melhor lhe convier", diz ela.


VOCÊ SE ENCAIXA EM UMA DESTAS ESCRITAS?
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Quer conhecer mais tipos de escritas realizadas em redações? Acesse: 

Por que o aluno não gosta de estudar? Dicas para ser um bom aluno.


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Medidas de tempo - relógio e outras medidas.




Medidas de Comprimento.

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Números decimais - atividades.









Dicas para redigir um bom texto.


Dicas para redigir um bom texto
· Leia muito, a leitura enriquece o vocabulário, você olha visualmente as palavras e envia para sua memória a forma correta de escrevê-las;
· Treine fazer redação com temas que poderão ser relacionados com provas de concurso publico que irá fazer, ou então faça com temas da atualidade, e notícias constantes nos meios de comunicação;
· Seja crítico de si mesmo, revise os textos de treino, retire os excessos, deixe seu texto “enxuto”;
· Cronometre o tempo que é gasto em suas redações de treino e tente sempre diminuir o tempo que é gasto na próxima;
· Não ultrapasse as margens, nem o limite de linhas estabelecidas na prova;
· Mantenha o padrão de letra do início ao fim do texto. Não inicie com letras legível e arredondada, por exemplo, e termine com ela ilegível e “apressada”, isso dará uma péssima impressão para o examinador da banca quando for ler;
· Não faça marcas, rabiscos, não suje e nem amasse sua redação; Tenha o máximo de asseio possível;
· Faça redações de provas anteriores do concurso que você prestará;
· Fique focado no enunciado que a banca está pedindo, não redija um texto lindo, mas que está totalmente fora do tema. Nunca fuja do tema proposto;
· Use sinônimos, evite repetir as mesmas palavras;
· Tenha seus argumentos fundamentados. Seja coeso e coerente. A única maneira de aprender a fazer uma boa redação é treinando. A prática pode levar à perfeição.



pronomes pessoais: retos e oblíquos.




FONTE:
http://ednarslima.blogspot.com.br

Frações para 3º e 4º anos.


fonte:
http://ednarslima.blogspot.com.br