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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Número de sílabas.

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Poluição atmosférica e o Ar poluído - atividades.



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O Macaco e o Crocodilo.

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Dicionário de Tupi-Guarani:

Dicionário de Tupi-Guarani
A
Aaru: Espécie de bolo preparado com um tatu moqueado, triturado em pilão e misturado com farinha de mandioca.
Abá: avá - auá - ava - aba - homem - gente - pessoa - ser humano - índio.
Ababá: tribo indígena tupi-guarani que habitava as cabeceiras do rio Corumbiara (MT).
Abacataia: peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo - abacutaia - abacatuaia.
Abaçaí: pessoa que espreita, persegue - gênio perseguidor de índios - espírito maligno que perseguia os índios, enlouquecendo-os.
Abacatina: aracangüira - abacataia - peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo. Abacatuaia: abacataia - aracangüira.
Abacatuia: aracangüira - abacataia.
Abaetê: pessoa boa - pessoa de palavra - pessoa honrada - abaeté.
Abaetetuba: lugar cheio de gente boa
Abaité: gente ruim - gente repulsiva - gente estranha.
Abanã: (gente de) cabelo forte ou cabelo duro.
Abanheém: awañene - língua de gente - a língua que as pessoas falam
Abaquar: senhor (chefe)do vôo - abequar - homem que voa (aba - ara - jabaquara - iabaquara).
Abaré: amigo -(aba - ré - rê - abaruna).
Abaruna: amigo de roupa preta - padre de batina preta - amigo preto - (abuna).
Abequar: - senhor (chefe)do vôo - abaquar.
Abati: milho - cabelos dourados - louro.
Abuna: abaruna - padre de batina preta.
Açaí: yasaí - fruta que chora - fruta de onde sai líquido - coquinho pequeno amarronzado, que dá em cachos no açaizeiro (palmeira com o tronco de pequeno diâmetro e folhas finas, que também produz palmito).
Acag: cabeça - (jaguaracambé).
Acamim: uma das espécies de pássaros; uma das espécies de vegetais (iacamim, jacamin).
Acará: garça, ave branca (acaraú).
Acaraú: acaraí, acará, rio das garças (i, acará, ara) (diz-se que a grafia com a letra u, com o som de i fechado, vem dos colonizadores franceses, que os portugueses representavam, às vezes, por y).
Acemira: acir, o que faz doer, o que é doloroso (moacir).
Açu: grande, considerável, comprido, longo (ant.: mirim) (iguaçu, paraguaçu).
Aguapé (tupi): awa'pé - redondo e chato, como a vitória-régia - plantas que flutuam em águas calmas -uapé - (awa - pewa - peba - peua).
Aimara: árvore, araçá-do-brejo.
Aimará: túnica de algodão e plumas, usada principalmente pelos guaranis.
Aimbiré: aimoré; amboré.
Aimirim: aimiri, formiguinha.
Airequecê: aamo (xavante) - lua - iaé.
Airumã: estrela-d'alva.
Airy: uma variedade de palmeira.
Aisó: formosa.
Aiyra: filha.
Ajajá: aiaiá - ayayá - colhereiro (espécie de garça, de bico comprido, alargado na ponta e parecido com uma colher)
Ajeru: ajuru.
Ajubá: amarelo (itajubá).
Ajuhá: fruta com espinho.
Ajuru: ayu'ru - árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível - papagaio - ajeru - jeru - juru.
Akag: cabeça.
Akitãi: baixo , baixa estatura (irakitã - muirakitã).
Amana: amanda, chuva.
Amanaci: amanacy, a mãe da chuva.
Amanaiara: a senhora da chuva ou o senhor da chuva.
Amanajé: mensageiro.
Amanara: dia chuvoso.
Amanda: amana, chuva.
Amandy: dia de chuva.
Amapá: ama'pá - árvore da família das apocináceas (Parahancornia amapa), de madeira útil, e cuja casca, amarga, exsuda látex medicinal, de aplicação no tratamento da asma, bronquite e afecções pulmonares, tendo seu uso externo poder resolutivo e cicatrizante de golpes e feridas.
Amary: uma espécie de árvore.
Ama-tirí: amãtiti, raio, corisco.
Amboré: aimoré.
Amerê: fumaça.
Ami: aranha que não tece teia.
Anamí: uma das espécies de árvores.
Ananã: fruta cheirosa (ananás).
Anauê: salve, olá.
Anassanduá: da mitologia indígena.
Andira: o senhor dos agouros tristes.
Andirá: morcego
Anhangüera: aanhangüera, diabo velho.
Anhana: empurrado - impelido
Anama: grosso, espesso
Anomatí: além, distante
Antã, atã: forte
Anacê: parente
Anajé: gavião de rapina
Anãmiri: anão, duende
Aondê: coruja
Apicu: ape'kü - apicum.
Ape'kü: apicum - mangue - brejo de água salgada (à borda do mar) - apicu - picum - apecum - apecu.
Apecu: ape'kü - coroa de areia feita pelo mar.
Aapecum: ape'kü - apecu.
Apicu: ape'kü - apecu.
Apicum: ape'kü - apicu - apecu - apicum - mangue.
Apoena: aquele que enxerga longe
Apuama: andejo, que não para em casa, veloz, que tem correnteza
Aquitã: curto, pequeno
Ara: (de modo geral - com poucas exceções) relativo a aves, às alturas e (mais raramente) àquilo que voa (insetos) - pássaro - jandaia - periquito (ave pequena) - (arara - Ceará - aracê).
Araçary, arassary: variedade de tucano
Aracê: aurora, o nascer do dia, o canto dos pássaros (pela manhã).
Aracema: bando de papagaios (periquitos, jandaias, araras), bando de aves (ara, arara, piracema)
Aracy: a mãe do dia, a fonte do dia, a origem dos pássaros (v. aracê, cy, ara)
Aram: sol
Arani: tempo furioso
Aracangüira: peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo - abacataia - abacutaia - abacatuaia - abacatuia - abacatúxia - abacatina - aleto - aracambé - peixe-galo-do-brasil.
Arapuã: abelha redonda.
Arapuca: armadilha para aves, consistindo numa pirâmide de gravetos (pequenos paus) superpostos
Arara: jandaia grande, ave grande.
Araraúna: arara preta (arara, una, araruna).
Ararê: amigo dos papagaios
Araruna: araúna, ave preta(araraúna, ara, una, itaúna).
Aratama, ararama, araruama: terra dos papagaios
Araueté: araweté ou araueté, povo de língua da família tupi-guarani, que vive na margem esquerda do igarapé Ipixuna, afluente do Xingu, na área indígena Araweté/Igarapé-Pixuna, no sudeste do Pará.
Araxá: lugar alto onde primeiro se avista o sol (segundo definição da cidade Araxá-MG) - lugar alto e plano - tribo indígena procedente dos cataguás (ses) - (ara).
Assurini: tribo pertencente a família lingüística tupi-guarani, localizadas em Trocará, no rio Tocantins, logo abaixo de Tucuruí/PA.
Ati: gaivota pequena - (atiati).
Atiati: gaivota grande - (ati).
Auá: avá - abá - homem - mulher - gente - índio.
Auati: gente loura - milho - que tem cabelos louros (como o milho) - abati - avati.
Aauçá: uaçá - caranguejo - auçá - guaiá.
Avá: abá, auá, homem, índio.
avanheenga: awañene - língua de gente - a língua que as pessoas falam, ao contrário dos animais - a língua geral dos tupis-guaranis - abanheenga - abanheém.
Avaré: awa'ré - abaré - amigo - missionário - catequista - (abaruna - abuna).
Avati: gente loura - milho - abati - auati.
Awañene: abanheém - língua de gente - a língua que as pessoas falam, ao contrário dos animais - a língua geral dos tupis-guaranis - abanheenga - avanheenga.
Awa: redondo - ava.
Awaré: avaré.
Aymberê: lagartixa.
Ayty: ninho (parati).
Ayuru: ajuru - árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível.
B
bapo: maracá - mbaraká - chocalho usado em solenidades - maracaxá - xuatê - cascavel.
baquara: mbaekwara - biquara - sabedor de coisas - esperto - sabido - vivo - (nhambiquara).
biquara: baquara - mbaekwara.
C
Caá: kaá - mato - folha.
Caapuã: aquele ou aquilo que mora (vive) no mato - caipora - kaapora.
Caba: marimbondo, vespa (v. cacira, laurare)
Caboclo: kariboka - procedente do branco - mestiço de branco com índio - cariboca - carijó - antiga denominação do indígena - caburé - tapuio - personificação e divinização de tribos indígenas segundo o modelo dos cultos populares de origem africana, paramentada, porém, com os trajes cerimoniais dos antigos tupis (folcl.) - atualmente, designação genérica dos moradores das margens dos rios da Amazônia
Caburé (tupi): kaburé - cafuzo - caboclo - caipira - indivíduo atarracado, achaparrado.
Cacira: vespa de ferroada dolorosa
caingangue: grupo indígena da da região Sul do Brasil, já integrado na sociedade nacional, cuja língua era outrora considerada como jê, e que hoje representa uma família própria - coroado - camé - xoclengues.
Caipora: caapora - kaa'pora.
Camb: peito - seio - teta.
Camé (jê): subtribo do grupo caingangue.
Camuá: palmeira de caule flexível, cheia de pelos espinhosos.
Camu-camu: fruta pouco conhecida que possui grande quantidade de vitamina C, e cuja produção vem substituindo, no Acre, a exploração dos seringais.
Canoa: embarcação a remo, esculpida no tronco de uma árvore; uma das primeiras palavras indígenas registradas pelos descobridores espanhóis; montaria (designação atual usada pelos caboclos da Amazônia); (ubá).
Capim: caapii - mato fino - folha delgada.
Carapeba: tipo de peixe - acarapeba - acarapeva - acarapéua - (acará - peba).
Cari: o homem branco - a raça branca.
Cariboca: kari'boka - caboclo - procedente do branco - mestiço de branco com índio - curiboca - carijó - caburé - tapuio
Carijó: procedente do branco - mestiço, como o galináceo de penas salpicadas de branco e preto - caboclo - antiga denominação da tribo indígena guarani, habitante da região situada entre a lagoa dos Patos (RS) e Cananéia (SP) - carió - cário - cariboca - curiboca caburá - tapuio.
Carió: procedente do branco - caboclo - antiga denominação da tribo indígena guarani, habitante da região situada entre a lagoa dos Patos (RS) e Cananéia (SP) - carijó - cário - cariboca - curiboca caburé - tapuio.
Carioca: kari'oka - casa do branco.
Cuica: ku'ika - espécie de rato grande com o rabo muito comprido, semelhante ao canguru - instrumento de percussão feito com um pequeno cilindro em uma de cujas bocas se prende uma pele bem estirada.
Curiboca: caboclo - kari'boka - procedente do branco - mestiço de branco com índio - cariboca - carijó - caburé - tapuio.
Curumim: menino (kurumí).
D
Damacuri: tribo indígena da Amazônia.
Damanivá: tribo indígena de RR, da região do Caracaraí, Serra Grande e serra do Urubu.
Deni: tribo indígena aruaque, que vive pelos igarapés do vale do rio Cunhuã, entre as desembocaduras dos rios Xiruã e Pauini, no AM. Somam cerca de 300 pessoas, e os primeiros contatos com a sociedade nacional ocorreram na década de 60.
E
Eçaí: olho pequeno.
Eçabara: o campeador.
Eçaraia: o esquecimento.
Etê: bom - honrado - sincero - eté.
G
Galibi: tribo indígena da margem esquerda do alto rio Uaçá (AP).
Geribá: nome de um coqueiro.
Goitacá: nômade, errante, aquele que não se fixa em nenhum lugar.
Guará (i): iguara, ave das águas, pássaro branco de mangues e estuários com grande amplitude de maré ou de fluviometria (i, ig, ara).
Guará (2): aguará, aguaraçu, mamífero (lobo) dos cerrados e pampas (açu).
Guarani(1): raça indígena do interior da América do Sul tropical, habitante desde o Centro Oeste brasileiro até o norte da Argentina, pertencente à grande nação tupi-guarani.
Guarani (2): grupo lingüístico pertencente ao grande ramo tupi-guarani, porém mais característico dos indígenas do centro da América do Sul.
Guaratinguetá: reunião de pássaros brancos.
Guariní: guerreiro, lutador.
I
I: água - pequeno - fino - delgado - magro
Iacamim: acamim (jacamim).
Iaé (kamaiurá): lua - aamo (xavante) - airequecê.
Iandé: a constelação Orion.
Iandê: você.
Iapuçá: uma das espécies de macacos (japuçá, jupuçá, jauá, sauá).
Iba (1): iwa - iua - iva - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
Iiba (2): variação de ubá - madeira - árvore.
Ibi: terra.
Ibitinga: terra branca (tinga).
Ig: água - (i).
Iguaçu: água grande - lago grande - rio grande.
Indaiá: um certo tipo de palmeira
Ira: mel (Iracema, irapuã).
Iracema: lábios de mel (ira, tembé, iratembé).
Irapuã: mel redondo (ira, puã).
Iratembé: lábios de mel (Iracema, ira, tembé).
Irupé: a vitória régia.
Ita: pedra (itaúna).
Itajubá: pedra amarela (ita, ajubá).
Itatiba: muita pedra, abundância de pedras (tiba).
Itaúna: pedra preta (ita, una).
Ité: ruim - repulsivo - feio - repelente - estranho (abaité).
Iu: yu - ju - espinho - (jurumbeba).
Iua: iva - iua - iba - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
Iuçara: juçara - jiçara - palmeira que dá palmito.
Iva: iwa - iua - iba - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
Iviturui: - serro frio; frio na parte mais alta de uma serra.
Iwa: iva - iua - iba - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
J
Jabaquara: - rio do senhor do vôo (iabaquara, abequar).
Jacamim: ave ou gênio, pai de muitas estrelas (Yacamim).
Jaçanã: ave que possui as patas sob a forma de nadadeiras, como os patos.
Jacaúna: indivíduo de peito negro.
Jacu: yaku - uma das espécies de aves vegetarianas silvestres, semelhantes às galinhas, perus, faisões, etc.
Jacuí: jacu pequeno.
Jaguar: yawara - cão - lobo - guará.
Jaguaracambé: cão de cabeça branca (ya'wara = cão)+(a'kãg = cabeça)+(peba = branco) - aracambé - cachorro-do-mato-vinagre.
Japira: mel, ira (yapira).
Japuçá: uma das espécies de macacos (iapuçá, jauá, sauá).
Jauá: japuçá (iapuçá, sauá)
Javaé: tribo indígena que habita o interior da ilha do Bananal, aparentada com os carajás, da mesma região.
Javari: competição cerimonial desportiva religiosa.
Jé: grupo etnográfico a que pertence o grosso dos tapuias - jê - gê.
Jeru: ayu'ru - árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível - papagaio - ajeru - ajuru - juru.
Ju: yu - iu - espinho - (jurumbeba).
Juçara: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito, típica da mata atLântica - piná - iuçara - juçara - (açaí).
Jumana: tribo do grupo aruaque, habitante da região dos rios Japurá e Solimões (amazônia Ocidental) - ximana - xumana.
Jumbeba: cacto (ou uma espécie de) - jurumbeba - (ju - mbeb).
Jupuçá: iapuçá; japuçá.
Juru: árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível - papagaio - ajeru - jeru - ajuru.
Jurubatiba: lugar cheio de plantas espinhosas (ju - ru - uba -tiba).
Jurubeba: planta (espinhosa) e fruta tida como medicinal (o fruto é, normalmente, verde e perfeitamente redondo, sendo muito amargo - é pouco maior que a ervilha) - jurumbeba.
Jurumbeba: folha chata com espinhos - cacto (ou uma espécie de) - jumbeba - (ju - mbeb).
K
Kaá: caá - mato.
Kaapora: aquilo ou quem vive no mato - caapora - caipora.
Kabu'ré: caburé - cafuzo - caboclo - caipira - indivíduo atarracado, achaparrado.
Kamby: leite - líquido do seio.
Kaluana: lutador de uma lenda da tribo kamaiurá.
Kamaiurá: camaiurá - tribo indígena tupi que vive na região dos formadores do Xingu, entre a lagoa Ipavu e o rio Culuene (MT).
Karioka: carioca - casa do branco.
Ki'sé: faca velha e/ou enferrujada e/ou cheia de dentes e/ou sem cabo - quicé - quicê - quecé - quecê.
Ku'ika: cuica - espécie de rato grande com o rabo muito comprido, semelhante ao canguru - instrumento de percussão
Kurumí: menino (curumim)
L
Laurare (karajá): marimbondo
Lauré (pauetê-nanbiquara): arara vermelha
M
Macaba: fruto da macaúba (comestível - coco de catarro
Macaúba: ma'ká ï'ba - árvore da macaba (fruta do sertão) - macaíba
Macaíba: macaúba
Manau: tribo do ramo aruaque que habitava a região do rio Negro
Manauara: natural de, residente em, ou relativo a Manaus (capital do estado do Amazonas) - manauense
Mairá: uma das espécies de mandioca, típica da região Norte; mandiocaçu; mandioca grande (mandioca, açu)
Maní: deusa da mandioca, amendoim (maniva)
Manioca: mandioca (a deusa Maní, enterrada na própria oca, gerou a raiz alimentícia), (v. mani, oca, mandioca, mairá)
Maniua: maniva
Maniva: tolete ou folha da planta da mandioca; usa-se na alimentação da região Norte, especialmente no Pará. (maniua, mairá)
Mandioca: aipim, macaxeira, raiz que é principal alimento dos índios brasileiros (v. manioca)
Maracá: mbaraká - chocalho usado em solenidades - bapo - maracaxá - xuatê - cascavel
Massau: uma das espécies de macaco, pequeno e de rabo comprido, comum na região amazônica - sa'wi - sagüim - sauim - soim - sonhim - sagüi - tamari - xauim - espécie de mico
Mbaracá: maracá - chocalho usado em solenidades - bapo - maracaxá - xuatê - cascavel
Mbeb: chato - achatado - mbeba (jurubeba)
Membira: filho ou filha (v. raira)
Moponga: mu'põga - Pescaria em que se bate na água, com uma vara ou com a mão, para que os peixes sejam desviados para uma armadilha - mupunga - batição
Motirõ: mutirão - reunião para fins de colheita ou construção (ajuda)
Mu'põga: moponga - mupunga - batição
Mutirão (port/tupi): motirõ
N
Nanbiquara: fala inteligente, de gente esperta - tribo do Mato Grosso (pauetê-nanbiquara - baquara - biquara)
Nhe: nhan - nham - falar - fala - língua
Nheengatu: nhegatu - língua boa - língua fácil de ser entendida (pelos tupis)
Nhenhenhém: nheë nheë ñeñë, falação, falar muito, tagarelice
O
oapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - vapixana - uapixana - wapixana - vapidiana - oapina
oapina: oapixana
Oca: cabana ou palhoça, casa de índio (v. ocara, manioca)
Ocara: praça ou centro de taba, terreiro da aldeia (v. oca, manioca, ocaruçu)
Ocaruçu: praça grande, aumentativo de ocara (v. açu, ocara)
P
Pará (1): rio
Pará (2): prefixo utilizado no nome de diversas plantas
Paracanã: tribo indígena encontrada durante a construçao hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins/PA
Paraíba (1): paraiwa - rio ruim - rio que não se presta à navegação (imprestável) - (para - iba)
Paraíba (2): parabiwa - madeira inconstante (variada)
Paraibuna: rio escuro e que não serve para navegar
Paraitunga: designação dada aos paracanãs pelos assurinis
Pauá (tupi): pawa - pava - tudo - muito (no sentido de grande extensão)
Pauetê-nanbiquara: - tribo da região do Mato Grosso (nanbiquara, nhambiquara)
Peba: branco - branca - tinga - peva - peua - pewa
Peua: peba
Peva: peba
Pewa: peba
Picum: ape'kü - apecum - mangue - brejo de água salgada
Piná: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito, típica da mata atlântica
Pitiguar: - potiguar
Poti: - camarão, piti (potiguar)
Potiguar: - pitiguar, potiguara, pitaguar, indígena da região NE do Brasil
Puã: - redondo (irapuã)
Puca: armadilha (arapuca, puçá)
Puçá: armadilha para peixes (e outros animais aquáticos)
Puçanga: mezinha, remédio caseiro (receitado pelos ajés)
Q
Quecé: faca velha e/ou enferrujada e/ou cheia de dentes e/ou sem cabo - ki'sé - quicê - quicé - quecê
Quibaana: tribo da região Norte
Quicé: faca velha e/ou enferrujada e/ou cheia de dentes e/ou sem cabo - ki'sé - quicê - quecé - quecê
R
Raira: - filho (v. membira)
Ré: - amigo - rê (geralmente usado como sufixo) (abaré, araré, avaré)
Rudá: deus do amor, para o qual as índias cantavam uma oração ao anoitecer
Ru: folha (jurubeba)
S
Sauá: uma das espécies de macacos - iapuçá - japuçá - jupuçá - sawá - saá
Sauim: sagüi
Sawi: sagüi
Surui: tribo do parque do Aripuanã, região do Madeira, Rondônia
T
Tapuia: tapii - tapuio - designação antiga dada pelos tupis aos gentios inimigos - índio bravio - mestiço de índio - índio manso (AM) - qualquer mestiço trigueiro e de cabelos lisos e negros (BA) - caboclo
Tapuio: tapii - tapuia - designação antiga dada pelos tupis aos gentios inimigos - índio bravio - mestiço de índio - caboclo
Tembé: lábios (Iracema, iratembé)
Tiba: tiwa, tiua, tuba, abundância, cheio
Tijuca: tiyug - líquido podre - lama - charco - pântano - atoleiro - tijuca
Tijucupaua: tiyukopawa - lamaçal - tijucupava
Timburé: uma das espécies de peixes de rio, com manchas e/ou faixas pretas (ximburé, timburê)
Timburê: Timburé (ximburé)
Tinga: branco - branca - peba - (ibitinga)
Tiririca: tiririka - arrastando-se (alastrando-se) - erva daninha famosa pela capacidade de invadir velozmente terrenos cultivados - estado nervoso das pessoas, provocado por um motivo que parece incessante
Tiyukopauá: tijucopaua - lamaçal - tijucupava
Tiyug: tijuca - líquido podre - lama - charco - pântano - atoleiro - tijuca
Tiwa: tiba, tiua, tiba, tuba, abundância, cheio
Tupi (1): povo indígena que habita(va) o Norte e o Centro do Brasil, até o rio Amazonas e até o litoral
Tupi (2): um dos principais troncos lingüísticos da América do Sul, pertencente à família tupi-guarani
Tupi-guarani: um das quatro grandes famílias lingüísticas da América do Sul tropical e equatorial; indígenas pertencentes a essa família
U
Uaçá: caranguejo - auçá - guaiá
Uaçaí: açaí - yasaí
Uaná: vagalume (urissanê)
Uapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - vapixana - vapidiana - wapixana - oapixana - oapina
Ubá: canoa (geralmente feita de uma só peça de madeira); árvore usada para fazer canoas (canoa)
Una: preto, preta
Urissanê: vagalume (uaná)
V
V ( Índice )
Vapidiana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - Vapixana - uapixana - wapixana - oapixana - oapina
W
Wapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - vapixana - uapixana - vapidiana - oapixana - oapina
Wa'riwa: guariba - macaco de coloração escura, barbado. Wasaí: açaí - uaçaí - yasaí
X
Xaperu: tribo da região Norte
Xauim: uma das espécies de macaco, pequeno e de rabo comprido, comum na região amazônica - sa'wi - sagüim - sauim - soim - sonhim - massau - tamari - sagüi - espécie de mico
Xavante: tribo indígena pertencente à família lingüística jê e que, junto com os xerentes, constitui o maior grupo dos acuéns. Ocupa extensa área, limitada pelos rios Culuene e das Mortes (MT)
Ximaana: tribo habitante da região do rio Javari, na fronteira do Brasil com o Peru
Ximana: tribo do grupo aruaque, habitante da região dos rios Japurá e Solimões (Amazônia Ocidental) - xumana - xumane - jumana
Ximburé: uma das espécies de peixes de rio (timburé)
Xoclengue: tribo caingangue do Paraná (rio Ivaí)
Xuatê: mbaraká - maracá - chocalho usado em solenidades - bapo - maracaxá - cascavel
Xumana: ximana - jumana
Xumane: - ximana.
Y
Yacamim: ave ou gênio; pai de muitas estrelas (jaçamim)
Yamí (tucano): noite
Yapira: mel (japira)
Yara: deusa das águas - mãe d'água - senhora - iara - lenda da mulher que mora no fundo dos rios
yasaí: açaí - fruta que chora - fronta de onde sai líquido - coquinho pequeno amarronzado, que dá em cachos no açaizeiro (palmeira com o tronco de pequeno diâmetro e folhas finas, que também produz palmito)
yawara (tupi): jaguar - cão - cachorro - lobo - gato - onça - jaguaracambé.
Fonte: educaterra.terra.com.br

Adolescência - Desenvolvimento do adolescente -- Uma transição crítica.

Adolescência
Desenvolvimento do adolescente
Uma transição crítica
A Organização Mundial da Saúde (OMS) identifica a adolescência como o período de crescimento e desenvolvimento humano que ocorre depois da infância e antes da idade adulta, entre as idades de 10 aos 19. Ele representa uma das transições críticas no tempo de vida e é caracterizado por um ritmo enorme no crescimento e transformação que é apenas a segunda a de infância. Os processos biológicos conduzir muitos aspectos deste crescimento e desenvolvimento, com o início da puberdade marca a passagem da infância para a adolescência. Os determinantes biológicos da adolescência são bastante universal, no entanto, as características da duração e da definição deste período pode variar ao longo do tempo, as culturas e situações socioeconômicas. Este período tem visto muitas mudanças ao longo do século passado, ou seja, o início mais precoce da puberdade, depois, idade do casamento, a urbanização, a comunicação global e mudança de atitudes e comportamentos sexuais.
Experiências de desenvolvimento chave
O processo da adolescência é um período de preparação para a vida adulta, durante o qual ocorrem tempo várias experiências de desenvolvimento chave. Além de maturação física e sexual, essas experiências incluem o movimento para a independência social e econômica e desenvolvimento da identidade, a aquisição das competências necessárias para a realização de relacionamentos adultos e papéis, e da capacidade de raciocínio abstrato. Enquanto que a adolescência é um momento de enorme potencial de crescimento e, também é um momento de risco considerável, durante o qual contextos sociais exercem influências poderosas.
As pressões para se envolver em comportamentos de alto risco.
Muitos adolescentes enfrentam pressões ao uso de álcool, cigarros ou outras drogas e para iniciar as relações sexuais em idades mais precoces, colocando-se em risco elevado de lesões intencionais e não intencionais, gravidezes indesejadas e infecções de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo o da imunodeficiência humana imunodeficiência humana (VIH). Muitos também experimentar uma grande variedade de ajustes e problemas de saúde mental. Padrões de comportamento que são estabelecidas durante este processo, tais como o uso de drogas ou não uso e tomada de risco sexual ou de proteção, pode ter efeitos positivos e negativos duradouros sobre o futuro da saúde e bem-estar. Como resultado, durante este processo, os adultos têm a oportunidade única de influenciar os jovens.
Adolescentes são diferentes, tanto de crianças e de adultos. Especificamente, os adolescentes não são plenamente capazes de compreender conceitos complexos, ou a relação entre o comportamento e as consequências, ou o grau de controle que têm ou podem ter sobre a tomada de decisões de saúde, incluindo as relacionadas ao comportamento sexual. Esta incapacidade pode torná-los particularmente vulneráveis ??à exploração sexual e comportamentos de alto risco. Leis, costumes e práticas podem também afetar os adolescentes de forma diferente do que os adultos. Por exemplo, as leis e políticas muitas vezes restringir o acesso dos adolescentes à informação e aos serviços de saúde reprodutiva, especialmente quando eles são casados. Além disso, mesmo quando os serviços não existem, atitudes fornecedor sobre adolescentes fazendo sexo muitas vezes representam uma barreira significativa à utilização de tais serviços.
Família e comunidade são suportes fundamentais
Adolescentes dependem de suas famílias, os seus, comunidades, escolas, serviços de saúde e seus locais de trabalho para aprender uma ampla gama de habilidades importantes que podem ajudá-los a lidar com as pressões que eles enfrentam e fazer a transição da infância para a idade adulta com sucesso. Os pais, membros da comunidade, prestadores de serviços e instituições sociais têm a responsabilidade de promover o desenvolvimento tanto do adolescente e de ajustamento e de intervir de forma eficaz quando surgem problemas.
Fonte: www.who.int
Adolescência
A puberdade é o início da adolescência. Mas quando é a puberdade, exatamente? As mudanças hormonais começar tão cedo quanto 8 anos de idade.
Mas as mudanças físicas não costumam fazer-se conhecido por vários anos mais tarde.
Nas sociedades ocidentais modernas, costumamos dizer que a puberdade começa entre 11 e 12 anos para as meninas e entre 12 e 13 para os meninos.
95% de todas as raparigas começará algures entre 8 1/2 e 13, e 95% dos adolescentes um ano ou mais, entre 9 1/2 e 15.
O primeiro sinal claro da puberdade para as meninas é o início do desenvolvimento dos seios, por volta de 12 anos de idade. Há também um estirão de crescimento global que se inicia cerca de 10 1/2, os picos a 12, e começa a diminuir de cerca de 14. Mas a marca principal da puberdade éa menarca (pronuncia-MEN-ark-ee), do primeiro período. Nas sociedades ocidentais modernas, tende a acontecer entre os dias 12 e 13.
Curiosamente, em 1890, primeiro período de uma menina tende a ocorrer em 14 ou 15 anos. Em 1840, muitas vezes começou tão tarde como 17!
Pensa-se que estas variações foram principalmente devido a diferenças na alimentação. Além disso, observe que a idade média em que uma mulher se casa hoje é de cerca de 25. Em 1890, foi em torno de 22. Na Idade Média, poderia ser tão jovem quanto 12 ou 14. (Lembre-se que Romeu e Julieta eram apenas 16!)
O primeiro sinal da puberdade nos meninos é o início do crescimento dos testículos em torno da idade de 13 anos, eo crescimento do órgão reprodutor masculino em torno de 14.
O surto de crescimento para os meninos tende a começar em 12 1/2, o pico aos 14 anos, e diminui em 16 - daí a visão comum das meninas elevando-se sobre os seus parceiros em bailes de escola!
O surto de crescimento mencionado é de cerca de 8 a 10 cm (3 a 4 centímetros) de altura por ano para meninas e meninos - semelhante à taxa de crescimento de volta quando eles eram apenas 2 anos de idade! Com este surto, há uma perda significativa de gordura em meninos, principalmente nos membros, o que representa o olhar comum "varapau" entre os adolescentes. As meninas também podem perder a gordura, mas não tão drasticamente como meninos.
Uma infeliz tendência hoje, no entanto, é o aparecimento da obesidade na adolescência devido ao alto teor de gordura, açúcar elevado dieta muitos adolescentes adotar.
A adolescência é definitivamente um momento de aumento da força: Um menino de 14 anos tem 14 vezes as células musculares de um menino de 5 anos de idade.
A menina de 14 anos tem 10 vezes as células musculares de uma menina de 5 anos.
Psicologicamente, a adolescência é um tempo muito ocupado.
Tornando-se um adulto sexual envolve uma série de coisas que podem muito bem ter raízes instintivas: Os meninos competem entre si pela atenção por shows de capacidade física e os atos de ousadia, muitas vezes beirando a loucura, as meninas competem pela atenção dos meninos, mais comumente por tentativa para melhorar a sua aparência. Diferentes culturas têm diferentes detalhes, mas o padrão é bastante universal.
A única coisa mais importante parece ser a aceitação social. Se você não tem um círculo de amigos, no mundo adolescente, você não é nada.
Para muitos adolescentes, se o seu isolamento é devido a uma mudança da família ou inibição social, anomalias físicas ou não cumprimento das normas locais de atracção, não ser aceito é uma causa de depressão e às vezes suicídio.
Eu acredito que esta resposta é muito provável que nós herdamos de nossos ancestrais pré-humanos muito sociais: No grupo, e você pode muito bem estar morto.
Na adolescência mais tarde, duas coisas dominar a mente de um adolescente: encontrar um namorado ou namorada e encontrar uma maneira de ganhar a vida.
A maneira como essas necessidades são expressas podem variar de tentar fazer sexo com quem você vai ter e fazer, empréstimo ou roubar dinheiro suficiente para fazer uma boa exibição, a um esforço sério para criar as bases para uma parceria ao longo da vida baseada no amor e na formação para uma carreira financeiramente e pessoalmente gratificante.
O final da adolescência é muito mais uma coisa social como uma coisa fisiológica, por isso é muito difícil dizer quando isso é, mas em culturas ocidentais, geralmente pensamos de 18 como uma marca conveniente. Mas, com trabalho e família adiada enquanto eles são hoje em dia, muitas das tarefas tradicionais de adolescentes continuam bem na década de 20.
Porque o adolescente está em processo de romper com seus pais, muitas vezes há conflito entre eles. Idealmente, os adolescentes reconhecem seus pais sabedoria e educadamente sair de casa, enquanto o pai confiar os seus filhos para tomar suas próprias decisões e deixá-los ir. Infelizmente, muitas vezes não funciona dessa maneira. É quase como se a natureza está nos tornando tão repugnante para o outro que estamos absolutamente ansioso para ir nossos caminhos separados.
Estes conflitos entre pais e filhos adolescentes voltar muitas gerações. Sócrates e outros filósofos gregos reclamaram esta próxima geração de preguiçosos mimados, assim como escritores do renascimento e de todos os séculos.
Aqui está uma paráfrase de uma tal reclamação:
"Onde você foi?" 
"Eu não fui a lugar nenhum." 
"Se você não ir a qualquer lugar, por que você ocioso dizer? Vá para a escola ... Não vaguear na rua .... Não fique aproximadamente na praça pública ou passear sobre o boulevard .... Você que vagam na praça pública, você poderia alcançar o sucesso? ... Porque meu coração tivesse sido saciado com o cansaço de vocês, eu fiquei longe de você e não atenderam os seus medos e resmungos .... Por causa de seus clamores ... Eu estava com raiva de você .... Porque você não olha para sua humanidade, o meu coração foi levado como que por um vento mal. seus resmungos ter colocado um fim para mim, que me levou ao ponto da morte. "
Este é um pedaço de uma conversa entre um jovem suméria e seu pai, registrado em escrita cuneiforme cerca de 3 ou 4 mil anos atrás. (Da SN Kramer, Os sumérios, University of Chicago Press, 1963). Engraçado, eu poderia jurar que ouvi essa conversa só no outro dia!
C. George Boeree
Fonte: webspace.ship.edu

domingo, 26 de janeiro de 2014

Jovem Rodrigo Leite de 23 anos morre no hospital após um grave acidente entre um carro e a moto dele na rua da Glória em Blumenau.

Jovem Rodrigo Leite de 23 anos morre no hospital após um grave acidente entre um carro e a moto dele na rua da Glória em Blumenau. 
O acidente foi neste sábado de manhã e nesta manhã de domingo ele faleceu no hospital. 
Ainda não temos informações do local do velório e do sepultamento. O corpo dele está no IML aguardando os procedimentos legais. 
Sentimentos à família!

GRAVE ACIDENTE NA RUA DA GLÓRIA, Nº 606, ÀS 07:45h DESTE SÁBADO ONDE HOUVE UMA COLISÃO TRASEIRA SEGUIDO DE PRECIPITAÇÃO AO SOLO ENVOLVENDO O CARRO HONDA/FIT DE BLUMENAU, CONDUZIDO POR ALESSANDRO C. MENDES, 33 ANOS, QUE NADA SOFREU E A MOTO HONDA/CG DE PLACA MCC-1843, CONDUZIDA PELO JOVEM RODRIGO 
LEITE, 24 ANOS, QUE FOI CONDUZIDO COM GRAVIDADE AO HOSPITAL PELOS BOMBEIROS E ACABOU FALECENDO NESTA MANHÃ DE DOMINGO.
*
Amigos e familiares já deixam mensagens de solidariedade à família do jovem:
É com pesar que transmitimos a notícia do falecimento do nosso colaboradorRodrigo Leite, A equipe da Esser Som manifesta sua solidariedade e envia os mais sinceros sentimentos à família e amigos do estimado colaborador, amigo, e companheiro de trabalho!!!


Sentiremos muita a sua falta !!
Vá Com Deus
FONTE:
http://jaimebatistadasilva.blogspot.com.br/

Jovens de Ponte Serrada e Xanxerê morrem após acidente na BR-282. Dionatan Goldoni e John Kenedi Lemes de Almeida perderam a vida em colisão frontal registrada no sábado.

O jovem Dionatan Goldoni (foto abaixo), de 23 anos, perdeu a vida em um acidente trágico na noite deste sábado, dia 25, na BR-282. Ele conduzia um Fiat/Uno, com placas de Ponte Serrada, e acabou se envolvendo em uma colisão com outro Uno, placas de Xanxerê.
Além dele, um ocupante do Uno de Xanxerê, também morreu. John Kenedi Lemes de Almeida, de 22 anos, era passageiro do veículo e faleceu no local, a exemplo do ponteserradense.
Thalia Johnn da Silva Elauterio da Luz, de 14 anos, e Cristian Jonas de Lima, de 21 anos, motorista do veículo com placas de Xanxerê, ainda foram conduzidos para o Hospital Regional São Paulo. O condutor apresentava fratura no braço direito e escoriações pelo corpo. Já o quadro clínico da adolescente não foi informado.
A batida entre os veículos teria sido frontal, em um trecho entre os municípios de Vargeão e Faxinal dos Guedes. Um levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) deverá apontar as causas do acidente.
Conforme informações preliminares, Dionatan estava sozinho no Uno e retornava para o município de Ponte Serrada no momento da tragédia, ocorrida por volta das 19 horas.
O jovem completaria 24 anos no próximo dia 15 de fevereiro. Pouco depois do acidente, a página dele no Facebook foi tomada por declarações de amigos e conhecidos, desejando força aos familiares.
FONTE:
http://oestemais.com.br

Sogro Tenta Assassinar Com Tiros O Genro Em Taió- SC.

Uma tentativa de homicídio foi registrada por volta das 14h30min em Taió.

Segundo informações do homem que quase foi morto pelo próprio sogro, a família estava reunida na comunidade de Tifa Heitz quando Osni Morais sogro de Marcelo Muniz, teria apontado um revólver calibre 38 em sua direção e puxou o gatilho, sendo que então a munição “mascou”.


Marcelo falou com a nossa reportagem e afirmou que não tinha nenhum problema com o sogro Osni e estranhou a sua reação.


Os dois homens fugiram em direção à Pouso Redondo, quando foram abordados pela PMRv e pela Polícia Militar nas proximidades do Parque Aquático Lange.


Osni Morais estava acompanhado do seu filho Laureni Morais.




FONTE:
*EDUCADORA AM

Veículo cai no rio Itajaí-Mirim no bairro Santa Terezinha - SC.

Repórter: Hamilton Junior 
Crédito das fotos: Diplomata FM
Por volta das 21h40 deste sábado (25) um veículo VW Parati, caiu no rio Itajaí/Mirim no momento que trafegava sentido Santa Terezinha/Centro, próximo a Viva Sports Academia. Após a queda o veículo caiu dentro do rio em um banco de areia e ficou com as rodas para cima. No veículo estava apenas o condutor que não sofreu ferimentos. 
O corpo de Bombeiros foi acionado e conduziu a vítima ao pronto socorro do Hospital de Azambuja, para os devidos atendimentos médicos. A Polícia Militar (PM) também esteve no local e confeccionou o boletim de acidente de trânsito.


FONTE:
http://www.diplomatafm.com.br/portal/noticias/detalhes.php?id=2138#prettyPhoto[gallery]/0/