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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

História em Cenas sobre: A Vila Do Papai Noel.

História em Cenas sobre: A Vila Do Papai Noel
A Vila Do Papai Noel










MATERIAIS:
Cartas com ilustrações do Papai Noel ( As fotos que postei anteriormente); cartolinas brancas e verdes; cola branca; fita adesiva; pincel; tesoura com ponta arredondada; tinta guache.

PASSO A PASSO:
Entregue para as crianças um pedaço de cartolina branca de 32,5 x 45 cm e oriente-as a dobrar 5,5cm da base para trás e 8,5cm da parte superior para frente, no sentido do tamanho maior. Oriente-as a marcar, com dobras para trás, 5,5cm nas duas laterais. Faça um vinco nas laterais superiores, até a marcação feita no passo anterior. Repita o procedimento com as duas laterais superiores, para formar as pontas do telhado da casinha. Peça-lhes que colem as dobras de trás, para que fique mais firme.

COLOCANDO EM PRÁTICA:
Com as casas prontas, forre a parede com cartolinas verdes. Em seguida, solicite às crianças que desenhem e pintem a porta e as janelas. Depois, coloque sobre a mesa as cartas, com as ilustrações viradas para baixo, para que cada criança escolha a sua. Organize, então, uma roda de conversa para que os alunos mostrem seu Papai Noel e comentem sobre o que ele está fazendo, comparando a ação a sua rotina diária. Incentive a imaginação por meio de questionamentos sobre o que acham que o Papai Noel faz fora do Natal, permitindo que as crianças pensem sobre a cooperatividade dentro do lar e outras questões que envolvem a construção de valores importantes para a convivência e para o exercício da cidadania, bem como o desenvolvimento de hábitos simples.
Amplie a discussão permitindo que elas falem sobre o que gostam ou não de fazer, quais ações desejariam praticar, e se podem seguir o exemplo do Papai Noel. Após esse diálogo e as intervenções necessárias, cada criança cola uma casa sobre as cartolinas. Durante o processo, incentive-as a conversar sobre o que há em uma vila e a chegarem a um consenso sobre o que terá no bairro. Peça-lhes que complementem o trabalho com desenhos. Faça perguntas sobre as características dessa vila, se acham que há crianças ou se são todos velhinhos, o que os moradores fazem durante o ano, como seria a vida nessa comunidade, se eles se ajudam e de que forma o fazem. Questione os hábitos do Papai Noel, se ele ouve música, se gosta de dançar, como canta, como faz para economizar energia elétrica, água, como ele preserva o meio ambiente e economiza dinheiro. Será que conversa com as renas e os outros animais? Como ele faz para ter boa saúde? Entre outros questionamentos.

AMPLIAÇÃO:
Faça que as crianças numerem as casas e nomeiem as ruas, ajudando-as na construção dessa escrita e fazendo-as perceber que o número maior representa a quantidade que foi necessária para formar a vila, qual é o número da residência que vem antes ou depois de determinada casa, quem mora à direita e à esquerda, oferecendo referências. Nesse momento, organize-se com as crianças para que elas coloquem cada Papai Noel em sua devida casa. Faça registros sobre os diálogos e demais comportamentos, que vão contribuir para nortear e legitimar a sua prática, direcionando as intervenções e ações futuras, além de adaptações que possam atender às necessidades da turma e beneficiar o ensino e a aprendizagem. Esta atividade valoriza o simbólico na criança, sua capacidade de imaginação e de transitar no faz-de-conta, para compreender o mundo adulto e sentir-se autorizada a fazer parte dele, lidando com questões diversas, que fortalecem sua auto-estima e auxiliam na conquista da autonomia, na construção de sua identidade e na capacidade de relacionar-se com o mundo real. 








Atividades Natalinas Para Educação Infantil.











Relembre as Bolas das Copas do Mundo até a Brazuca.


Bola Brazuca (Brasil 2014) apresenta referências às fitas do Senhor do Bonfim, tradicionais na Bahia, e à 'paixão e alegria' do futebol brasileiro. A tecnologia utilizada é a mesma implantada na Cafusa, utilizada no Mundial de Clubes de 2012 e na Copa das Confederações deste ano / Crédito: Reprodução.
Bola Jabulani (África do Sul 2010) teve a à inovadora tecnologia grip’Groove N, a bola não era totalmente lisa, com poros que deveriam dar mais estabilidade e precisão ao chute. Na final, foi usada a versão Jo’bulani, dourada como a “cidade do ouro”, como Johannesburgo é conhecida. / Crédito: Reprodução.
Bola Teamgeist (Alemanha 2006) era composta de 14 painéis curvos soldados, tinha impermeabilidade maior que as antecessoras. A data, o local de cada jogo e os times que se enfrentavam eram impressos na sua superfície. / Crédito: Reprodução.
Na Bola Fevernova (Coreia do Sul e Japão 2002), o branco prevalecia. Ela trazia uma forma triangular destacando o cinza, o dourado e o vermelho, baseado nas estrelas laminadas usadas por ninjas, uma alusão à cultura oriental. / Crédito: Reprodução.
Bola Tricolore (França 1998) abandonava o preto e branco e ganhava um visual multicolorido. Os detalhes em azul, vermelho e branco remetiam à bandeira francesa. / Crédito: Reprodução.
Bola Questra (Estados Unidos 1994) pesava apenas 403 gramas, era suave ao tato e mais fácil de ser controlada pelos jogadores. / Crédito:Reprodução.
Na Bola Etrusco Unico (Itália 1990) as tríades receberam decorações que remetiam à cultura local. No caso, imagens de três leões. / Crédito: Reprodução.
Bola Tango (Argentina 1978, Espanha 1982 e México 1986) tinha 32 gomos brancos (12 pentágonos e 20 hexágonos). O desenho — 12 círculos iguais separados por tríades — sofreria poucas alterações nos mundiais seguintes. Na Espanha 1982, as costuras de couro eram seladas, tornando a bola à prova d’água. A Azteca, usada no México 1986, foi a primeira produzida inteiramente de material sintético. / Crédito: Reprodução.
Bola Telstar (México 1970 e Alemanha 1974) marcou o início da era Adidas, fornecedora oficial da Fifa até hoje. Com 32 gomos costurados à mão, o desenho tinha 12 pentágonos pretos e 20 hexágonos brancos. Na Alemanha 1974 ganhou o nome de Telstar Durlast. / Crédito: Reprodução.
Bola Challenge 4-Star (Inglaterra 1966) tinha 24 gomos e a cor laranja-escuro. / Crédito: Reprodução.
Bola Mr Crack (Chile 1962) absorvia muita água e ficava encharcada nos jogos em dias de chuva. No sol, perdia sua cor amarelada e desbotava / Crédito: Reprodução.
Bola Top Star (Suécia 1958) era alaranjada, com 18 gomos e costura de náilon em zigue-zague / Crédito:Reprodução.
Bola Swiss WC Match Ball (Suíça 1954) - Com 18 gomos, a bola passou a seguir um padrão mais rígido da Fifa / Crédito: Reprodução.
Bola Super Duplo T (Brasil 1950) inovou ao adotar uma câmara inflada, como as bolas atuais, com válvula de enchimento / Crédito: Reprodução.
Bola T - As bolas das três primeiras copas (Uruguai 1930, Itália 1934 e França 1938) — modelos T, Federale 102 e Allen — eram bem parecidas, com 12 gomos de capotão. / Crédito: Reprodução.
FONTE:

Atividades natalinas.


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