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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Artes - Gaita feita com palitos de picolé,


Mais uma ideia de trabalho em arte que os alunos vão amar.
Materiais:


Palitos de picolé
Pedaço de papel na medida do palito
2 elásticos


As imagens mostram o processo de montagem :)

http://wwwmarcelacristina.blogspot.com.br/2014/08/artes-gaita-feita-com-palitos-de-picole.html

Folclore - Boi -Bumbá (boi-bumbá de sucata, história (vídeo e escrito), diversidades de nomes, atividades)

Artes - Boi-bumbá reciclado.
Trabalho que poderá ser feito pelos próprios alunos.
Materiais:

★ cola e tesoura 
★ rolinho de papel higiênico 
★ embalagem de danoninho 
★ 2 olhinhos 
★ EVA vermelho e azul 
★ miçangas, lantejoulas etc 
★ 2 palitos de sorvete 
★ 2 botões pretos
Modo de fazer:

1. Pegue os palitos de sorvete e quebre-os ao meio. Em seguida cole-os no rolo de papel higiênico para fazer as patas do boi.

2. Recorte o pote de danoninho para obter o formato da cabeça do boi. Note que a parte debaixo é arredondada.

3. Cole a cabeça ao corpo do boi.

4. Cole os botões para os focinhos e os olhos. Faça os chifres.


5. Cole o EVA azul sobre o vermelho.

6. Decore a capa do boi e cole-a no rolo de papel higiênico.

Diversidade de nomes.

O boi-bumbá pode receber outros nomes dependendo da região do Brasil. Veja quais:
★ bumba meu boi 
★ boi-calemba 
★ boi-calumba 
★ boi de mamão 
★ boi de melão 
★ boi-melão 
★ boi de reis
★ boi-pintadinho 
★ boi-surubim 
★ boizinho
★ bumba 
★ bumba-boi 
★ cavalo-marinho 
★ rei de boi

História do boi-bumbá (Vídeo)

História do Boi-bumbá (escrito):


Bumba meu Boi é uma dança folclórica da cultura brasileira, principalmente na região Nordeste. 
A dança surgiu no século XVIII, como uma forma de crítica à situação social dos negros e índios. O bumba-meu-boi combina elementos de comédia, drama, sátira e tragédia, tentando demonstrar a fragilidade do homem e a força bruta de um boi.

A lenda é a seguinte: Um rico fazendeiro possui um boi muito bonito, que inclusive sabe dançar. Pai Chico, um trabalhador da fazenda, rouba o boi para satisfazer sua mulher Catarina, que está grávida e sente uma forte vontade de comer a língua do boi. O fazendeiro manda seus empregados procurarem o boi e quando o encontra, ele está doente. Os pajés curam a doença do boi e descobrem a real intenção de Pai Chico, o fazendeiro o perdoa e celebra a saúde do boi com uma grande festividade.



Fontes:

Folclore - Vitória-Régia (lenda, atividades, trabalhos manuais).


Materiais utilizados na Vitória Régia


- Papel de seda amarelo para o miolo
- Papel de seda em tons de rosa para as flores
- Tampinhas plásticas de garrafas
- Cola (pode ser a cola branca, escolar)
- E.V.A. verde para a base da flor






Lenda da Vitória-Régia
Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. 

Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse. 

E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe.

Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura refletida da Lua. A pobre moça, imaginando que a Lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista. 


A Lua, quis então recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas. 

Origem: Indígena. Para eles, assim nasceu a Vitória-Régia[2].

Informações Complementares:
Nomes comuns: Vitória Régia. 

Origem Provável: Trata-se de um Mito indígena. 

Há uma segunda versão amazônica desse mito

Esta é uma das lendas inspiradas por Perudá[4], e nasceu do amor entre a índia Moroti e o guerreiro Pitá. A história narra, como toda história de amor que se preze, ao menos na alegoria, mais um caso infeliz que termina mal. 

Diz esta lenda que um índio chamado Pitá afogou-se nas águas caudalosas de um braço de rio, em busca da pulseira que a índia Moroti lhe havia atirado. Moroti, querendo mostrar para as amigas o quanto era amada pelo guerreiro, jogou a sua pulseira ao rio desejando que, como prova de amor, Pitá a trouxesse de volta. 

O infeliz apaixonado atira-se nas águas turbulentas e não mais retorna. Desesperada e arrependida, Moroti joga-se atrás do amado, tendo igual fim. 

No dia seguinte, a tribo presenciou o nascimento de uma grande flor, que ao centro era branca, como o nome de Moroti, e as pétalas ao redor eram vermelhas, como o nome do bravo Pitá. 

A Vitória-Régia, a rainha das flores da Amazônia, só abre suas pétalas à luz do luar, recolhendo-se ao cair do dia, para abrir-se novamente no dia seguinte.


Notas:
[1] A Editoria de Pesquisas Folclóricas, é composta por dois antropológos, sendo um deles também folclorista, historiador e publicitário. Contando ainda com a colaboração de uma pedagoga especializada em Tradições Populares e Costumes Antigos, e ainda com as várias e valorosas contribuições dos nossos leitores.


[2] É uma planta aquática que floresce e se desenvolve quando das "águas vivas" e definha quando a água é pouca. É comum nas águas pouco profundas (cerca de meio metro). 
Suas folhas podem atingir mais de três metros quadrados. O longo pecíolo que se eleva no centro da folha é coroado por belíssima flor, de cor carmim e branco e aroma muito suave. Como ninfeácea é parente dos nenúfares. A raiz desta planta é semelhante ao inhame, sendo por isso muito apreciada pelos indígenas. 


[3] Franz Kreüther Pereira, Painel de Lendas & Mitos da Amazônia, p.67, Belém-Pará - 2001. 


[4] Rudá ou Perudá é o deus Tupi do amor, como Eros ou Cupido.


Atividades:





http://wwwmarcelacristina.blogspot.com.br/

Folclore - Jogos pedagógicos


http://wwwmarcelacristina.blogspot.com.br/2014/08/folclore-jogos-pedagogicos.html

Artes - Jacaré de papel (passo a passo).

olha que gracinha esse jacaré de papel. As crianças vão adorar.
Encontrei no site KROKOTAK



The body of the alligator is made by 10 short bands.
These are the remaining parts for the rest of the alligator.


The tail is made from a long band. Insert it and glue it at the end.
The mouth is made from the second long band.
The legs are made from the two thin bands, which are folded by the middle, glued and folded in both ends.

The eyes are made by the last, eleventh, short band.
To make your alligator scary apply the sharp teeth
Poderá também gostar de:
http://wwwmarcelacristina.blogspot.com.br/

Modelos de Jogos Pedagógicos.