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quinta-feira, 13 de março de 2014

Fifa teme que Copa no Brasil seja considerada a pior.

A preocupação da Fifa com relação ao atraso na instalação dos sistemas de telecomunicações e TI (tecnologia da informação) em alguns dos estádios da Copa tem gerado dor de cabeça nos cartolas da entidade. 

Em entrevista ao jornal britânico The Times, o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse temer que a Copa do Mundo do Brasil seja considerada a pior edição já feita do evento.

A apreensão do dirigente se refere ao fato de que em algumas arenas, como as de São Paulo, Porto Alegre e Paraná, os sistemas, que necessitam de pelo menos 90 dias para serem implantados, ainda nem começaram a ser instalados.

“Nós estamos trabalhando em condições em que o cimento [das novas arenas] ainda não está nem seco. Nós ainda temos que instalar todo o sistema de TI para a imprensa”, disse Valcke. “Sem os sistemas de TI e de telecomunicações instalados nos estádios, vocês [jornalistas] vão dizer que nós somos os piores organizadores, e que este foi o pior evento”, completou.

Fonte: R7 / Foto: Reprodução

Policial que sofreu acidente com viatura morre em hospital do Sul.


Morreu na madrugada desta quinta-feira (13) o policial militar rodoviário que havia sofrido um acidente em Lauro Muller, Sul de Santa Catarina, em dezembro do ano passado. Isaías Leandro Dias se sentiu mal após trabalhar e precisou passar por cirurgia no intestino em hospital de Tubarão, também no Sul. O órgão foi prejudicado depois do policial sofrer o acidente.

Dois policiais e outro homem ficaram feridos após o carro da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) colidir com um veículo Golf na SC-390 em Lauro Muller no dia 17 de dezembro de 2013. O acidente ocorreu quando a viatura seguia em direção a uma ocorrência. Isaías teve ferimentos graves e foi levado ao Hospital Santa Otília, em Orleans, no Sul.

Segundo o posto da PMRv no distrito de Guatá, em Lauro Muller, onde o agente trabalhava, o policial morreu por volta de 1h no Hospital Nossa Senhora da Conceição. Isaías se sentiu mal após trabalhar e precisou ser internado na noite de domingo (9). Ele estava com uma perfuração no intestino e teve que passar por cirurgia. Ele já havia operado o órgão depois de ter sofrido o acidente em Lauro Muller.

Isaías Leandro Dias tinha 47 anos e trabalhava há cerca de 18 na corporação. O corpo dele está sendo velado nesta quinta (13) e será enterrado em Capivari de Baixo, também Sul do estado.
Fonte: G1

Morre o ator Paulo Goulart. Ele morreu nesta quinta-feira (13), aos 81 anos. Família ainda não autorizou hospital a divulgar a causa da morte.

Ele morreu nesta quinta-feira (13), aos 81 anos.
Família ainda não autorizou hospital a divulgar a causa da morte.
O ator Paulo Goulart morreu em São Paulo, nesta quinta-feira (13), aos 81 anos. Ele estava internado no hospital São José, na região central da cidade. Entre agosto e outubro de 2012, ele ficou internado devido a um câncer na região entre os pulmões. A família ainda não autorizou o hospital a divulgar a causa da morte. O corpo do ator será velado a partir das 20h, no Funeral Home, em São Paulo (Rua São Carlos do Pinhal, 376). O enterro será na sexta-feira (14) no Cemitério da Consolação, também em São Paulo.

Paulo Goulart em 1994 

(Foto: Marcos Mendes/
Agência Estado)
Ao longo de sua carreira, iniciada quando ainda era adolescente, Goulart destacou-se por seus trabalhos em novelas como “Plumas e paetês” (1980), “Roda de fogo” (1986) e “O dono do mundo” (1991). Ele também participou de filmes como “Rio zona norte” (1957), “O grande momento” (1958), “Gabriela, cravo e canela” (1983) e “Para viver um grande amor” (1983).

Paulo Goulart nasceu em Ribeirão Preto (SP) em 9 de janeiro de 1933 – seu nome de batismo é Paulo Afonso Miessa; o Goulart ele tomou emprestado de um tio, o radialista Airton Goulart, como aponta o perfil do ator no site Memória Globo. O texto relembra ainda que seu primeiro emprego foi como DJ, operador e locutor em rádio fundada por seu pai, em Olímpia, também no interior paulista.

No entanto, antes de se iniciar na carreira artística, o futuro ator estudou química industrial. De acordo com ele próprio, a ideia era ter uma alternativa de emprego. “Eu queria ter algum outro ofício, porque rádio, embora fosse uma grande coqueluche, não era encarado como uma profissão. Estavam fazendo teste para locutores na Rádio Tupi de São Paulo, e lá fui eu. Mas não passei, fiquei em segundo lugar”, disse.
O desempenho e falta de conhecimentos técnicos do adolescente, contudo, não impediram a contratação, que Goulart creditava à interferência do ator de rádio Oduvaldo Vianna: “Foi a primeira pessoa que sacou esse meu talento, essa coisa histriônica dos atores sem uma formação de escola”. Na época, ele estava prestes a completar 18 anos. “A televisão estava começando, era 1951. Nós éramos contratados da rádio, e a TV Tupi era sustentada pelo rádio. Então, tínhamos também a obrigação de fazer televisão. O primeiro programa que eu fiz na TV foi com o Mazzaropi!”

Um ano depois, Goulart conheceu a atriz Nicette Bruno e fez sua primeira peça. Eles se casaram em 26 de fevereiro de 1954 e tiveram três filhos, Beth Goulart, Bárbara Bruno e Paulo Goulart Filho – que seguiram a carreira dos pais.

Paulo Goulart e Nicette Bruno em frente ao Teatro
Guaíra, em Curitiba, em 2008

(Foto: Valéria Gonçalvez/Agência Estado)
No cinema, estreou em 1954, na comédia “Destino em apuros”, de Ernesto Remani. Neste que é tido como o primeiro filme colorido produzido no Brasil, Goulart contracenou com Paulo Autran, Sérgio Britto, Ítalo Rossi e Inezita Barroso. Seu segundo trabalho no cinema foi em “Rio, zona norte” (1957), de Nelson Pereira dos Santos. Antes de estrear na TV Globo, o que aconteceria em 1969, Paulo Goulart morou com a família por um período no Paraná – onde trabalhou com teatro e TV – e passou pela TV Excelsior. Entre o final da década de 1950 e o começo da de 1960, prosseguiu atuando no cinema. Em 1958, esteve em nada menos que cinco filmes. Já na Globo, seu primeiro papel veio em “A cabana do pai Tomás”, que adaptava o livro homônimo escrito pela autora americana Harriet Beecher Stowe (1811-1896).
No trabalho seguinte na emissora, esteve em história cujo tema ele considerava ousado. “Era uma temática bastante arrojada para a época: uma mulher casada que deixou o marido para viver com outro homem”, declarou. A novela era “Verão vermelho” (1970), de Dias Gomes, na qual interpretou uma das pontas de um triângulo amoroso formado ainda por Dina Staft e Jardel Filho. Ele também costumava destacar o pioneirismo da novela “Uma rosa com amor” (1972): “Foi, talvez, a primeira novela de comédia”.

Depois disso, Goulart fez novelas importantes na TV Tupi, caso de “Éramos seis” (1977), inspirada na obra homônima, escrita por Maria José Dupré (1898-1984), e “Gaivotas” (1979). No regresso à Globo, esteve em “Plumas e paetês” (1980): “Foi fantástico! Aquele guarda italianão [Gino], que falava com aquele sotaque, gostava de comida... Eu adoro! Foi um retorno maravilhoso”.

A família Goulart - Paulo Goulart Filho, Nicette Bruno,
Bárbara Bruno e Beth Goulart- em 1987 

(Foto: AE)
Sobressaíram, na década seguinte, suas participações nas novelas “Roda de fogo” (1986), “Fera radical” (1988), protagonizada por Malu Mader e na qual o ator deu vida a um cadeirante, o que rendeu uma comparação do ator com o seu próprio jeito de ser. “Meu personagem vivia em cadeira de rodas, e eu sou uma pessoa muito vigorosa na vida real. Nicette que o diga, coitada. De vez em quando eu esbarro nas coisas e quebro tudo!”, brincou.

Nos anos 1990, Paulo Goulart ficou especialmente marcado por interpretar personagens de caráter duvidoso. Vieram, então, o bon vivant Altair de “O dono do mundo” (1991), em que viveu o pai do protagonista (papel de Antonio Fagundes), e o seu Donato da segunda versão de “Mulheres de areia” (1993). Goulart chegou a comentar sobre a composição deste último: “Donato era uma pessoa má por princípio, um assassino. Mas eu me agarrei numa só coisa: um grande amor, ou melhor, a paixão por uma adolescente. Então, em nome disso, ele cometia todas as atrocidades; e, quanto mais apaixonado, pior ficava. Mas isso me abastecia como intérprete”.

Outros dois vilões de Goulart foram o Farina de “Esperança” (2002) e o professor Heriberto de “Duas caras” (2007). Entre uma novela e outra, houve tempo para um tipo menos questionável: o fragilizado Mariano de “América” (2005), padrasto da protagonista (papel de Deborah Secco).

Nos anos 2000, o ator também se dedicou ao trabalho em minisséries, como “Aquarela do Brasil” (2000), “Um só coração” (2004), “JK” (2006) e “Amazônia: de Galvez a Chico Mendes” (2007). Antes, esteve em “Auto da compadecida” (1999). Suas últimas novelas foram “Ti-ti-ti” (2010) e “Morde & Assopra” (2011). Ao longo da carreira, Paulo Goulart atuou em trabalhos exibidos por outras emissoras, como “As pupilas do senhor reitor” (1995), do SBT, e “O campeão” (1996), da Bandeirantes.
G 1

Homem morre afogado após cair de prancha na Praia de Bombas,

Vítima estava viajando com a família e entrou no mar com um primo.
Os dois brincavam com uma prancha quando a vítima se afogou.
Corpo foi encontrado cerca de 1 hora depois do
afogamento 

(Foto: Reprodução/Facebook)

Um homem de 28 anos, natural de Joaçaba, morreu afogado na Praia de Bombas, em Bombinhas, no Litoral Norte catarinense. Segundo o Corpo de Bombeiros, Ademir Dall’ Orsoletta e um primo brincavam com uma prancha dentro da água, quando a vítima começou a se afogar. Os dois estavam na cidade viajando com familiares, todos da região Oeste catarinense, conforme os socorristas.

O acidente aconteceu por volta das 14h30 na tarde desta quarta-feira (12). Ademir estava em uma área de rebentação com o primo. Os dois estavam a cerca de 200 metros de distância do posto de guarda-vidas. Enquanto brincavam com uma prancha, a vítima pediu para ficar com o equipamento e o primo se distraiu, quando ele percebeu viu Ademir se afogando.

Por causa do susto, o outro homem saiu da água enquanto pessoas com caiaque e os salva-vidas chegavam para resgatar. Além dos mergulhadores dos bombeiros, pescadores jogaram redes para tentar encontrar o corpo que foi resgatado ao ser envolvido pelo equipamento de pesca cerca de uma hora depois.

De acordo com os bombeiros, a área não era profunda e o mar estava bastante tranquilo no momento do acidente.

G1 SC

Sem repasse do governo para o Minha Casa, Minha Vida, construtoras fazem demissões.

Manobra foi utilizada pelo governo para fechar as contas de fevereiro

André Montenegro, presidente do Sinduscon-CE, disse que algumas construtoras jácomeçaram a demitir os funcionários parareduzir custos, devidoao atraso por parte do governo do repasse de recursos para as habitações destinadas às famílias de renda mais baixainscritas no programa Minha Casa, Minha Vida. 
– Se os atrasos do governo se tornarem frequentes, as empresas não vão querer assinar novos contratos e vão começar a parar o andamento das obras por falta de dinheiro – diz.
Esse atraso preocupa os empresários do setor:
– Não estamos entendendo o que está acontecendo: se o motivo é o orçamento apertado ou algum motivo eleitoral – disse o presidente do Sinduscon Rio, Abrahão Roberto Kauffmann.
O Sinduscon do Rio Grande do Sul também recebeu reclamações de uma dezena de empresas por causa dos atrasos. 
– É uma equação lógica: se os atrasos forem frequentes, as empresas têm que diminuir os custos. A primeira medida é cortando pessoa – afirma. 
O governo estima que o programa habitacional foi responsável pela geração de 1,27 milhão de empregos em 2013, direta e indiretamente, o que representa 2,6% do total das vagas formais, segundo dados divulgados pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
O vice-presidente da Câmara Brasileira de Construção Civil (Cbic), José Carlos Martins, disse que há registro de reclamações por causa dos atrasos em todo o País:
– As construtoras da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida têm margem muito estreita. Quando acontece isso, a empresa leva um susto.
Em nota, o Tesouro informa que os repasses estão normais e foram liberados R$ 3,9 bilhões neste ano.

DIÁRIO GAÚCHO

Motorista perde o controle de caminhão, cai em rio e morre.

 
Lages, Correio Lageano, por Adecir Morais 

O motorista João Maria França, de 55 anos, morreu em um grave acidente por volta das 12 horas desta quarta-feira, em Lages. Ele dirigia um caminhão Scania, que despencou na ponte do Guará, no Rio Caveiras, no Bairro Divina Providência. O caminhão estava carregado de toras de pinus. 

França havia carregado no interior do município e seguia em direção à cidade. Teria perdido o freio ao descer a serra. O veículo, que carregava cerca de 20 toneladas, caiu na cabeceira da ponte e ficou submerso. 

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram chamadas e fizeram buscas no rio. O corpo de França, que ficou preso na cabine do caminhão a cerca de 7 metros de profundidade, foi retirado às pressas. Os socorristas tentaram reanimá-lo em vão. 

Sem freio: As causas do acidente serão investigadas, porém, há suspeitas de que o motorista perdeu o controle da direção após o caminhão ficar sem freio. Marcas nos barrancos laterais da pista, cerca de 100 metros antes da ponte, reforçam as suspeitas. Elas indicam que o Scania já estava desequilibrado antes do acidente. 

O corpo foi levado ao Instituto Geral de Perícias (IGP) e depois entregue aos familiares para o sepultamento. O caminhão será retirado do rio nesta quinta-feira e passará por perícia. Segundo a PM, ele pertence a uma empresa e havia sido adquirido há cerca de uma semana.

Correio Lageano

Saiba riscos de não trocar travesseiros e roupas de cama.

Objetos chegam a ser usados de um a dois anos a mais do que o recomendado Foto: Getty Images 
Uma nova pesquisa feita pela Ergoflex sugeriu que milhões de britânicos estão colocando em risco a saúde por não substituir a roupa de cama com a frequência adequada. O estudo também descobriu que as pessoas usam travesseiros e edredons, em média, de um a dois anos a mais do que o recomendado. Dos 2,2 mil homens e mulheres entrevistados, com mais de 18 anos, 82% não sabiam em quanto tempo deveriam descartar os travesseiros e edredons usados. As informações são do Daily Mail.
De acordo com o Sleep Council, travesseiros devem ser trocados a cada dois anos e edredons a cada cinco. No Reino Unido, porém, segundo o estudo, a substituição acontece após cerca de 3,2 anos do primeiro e 7,6 anos do segundo.
Especialistas disseram que, ao não trocar os objetos no tempo sugerido, existe risco de causar problemas no pescoço, assim como alergias por causa do ácaro acumulado. Do total de entrevistados, 57% substituem a roupa de cama quando estão velhas demais. Outros disseram que se livram dos objetos apenas quando começam a sentir dificuldade para dormir.
O motivo, para 21% das pessoas, é o custo da troca. Um grupo, formado por 61% do total, afirmou que substituem os travesseiros com mais frequência por questões de higiene.




TERRA

Personalidade pode influenciar problemas de saúde no futuro.

Viver de forma consciente é um dos principais fatores, segundo estudo Foto: Getty Images 
É comum as pessoas verificarem com frequência a pressão arterial e o IMC, no entanto, pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, descobriram que é importante também avaliar a personalidade. Segundo o estudo, o comportamento pode influenciar em problemas de saúde mais sérios ao longo da vida e é tão importante quanto o histórico médico familiar e os maus hábitos. As informações são do Daily Mail.
O motivo é a interferência da personalidade nos cuidados que a pessoa têm com ela mesma. Os pesquisadores afirmaram que as mais conscientes são muito menos propensas a desenvolver problemas de saúde do que as que não são. A característica, de acordo com o estudo, é o mais importante traço da personalidade que pode impactar a saúde no futuro.
Professor da Universidade Duke, Salomon Israel, disse que, das pessoas “com menos consciência na juventude, 45% tiveram problemas de saúde a partir dos 38 anos, contra apenas 18% do grupo mais cuidadoso”. Para realizar o estudo, os cientistas analisaram dados de uma pesquisa de saúde e desenvolvimento da Nova Zelândia, envolvendo 1.037 pessoas nascidas entre abril de 1972 e março de 1973. Os participantes foram avaliados a cada dois anos, desde o nascimento, até completarem 38 anos.


TERRA

Cientistas descobrem gene que pode favorecer obesidade

Proteína seria responsável por regular composição corporal 
Cientistas da Universidade de Toronto identificaram um “gene da gordura”, o que pode tornar possível a criação de medicamentos contra a obesidade. A proteína, chamada IRX3, regula o metabolismo e o gasto de energia e ps pesquisadores descobriram, em testes feitos em camundongos, que a deficiência da proteína está ligada a organismos 30% mais magros, em média. As informações são do Daily Mail.
Quando alimentados com dieta rica em gordura, ratos deficientes em IRX3 mantiveram o mesmo peso e níveis de gordura de quando alimentados com dieta equilibrada. Eles ainda se mostraram mais capazes de processar a glicose e podem ser mais resistente a diabetes. Já o grupo de animais em que a proteína estava presente chegou a quase o dobro do peso.
Segundo os pesquisadores, a proteína IRX3 interage com outro gene conhecido como FTO, há tempos relacionado ao excesso de peso. Os cientistas acreditam na relação entre a proteína e o gene em humanos, ratos e peixes e sugeriram uma ligação evolutiva entre diferentes espécies. "Nossos dados sugerem fortemente que IRX3 controla a massa corporal e regula a composição corporal”, disse o professor Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago.
Ao analisarem dados de 153 amostras do cérebro de europeus, os pesquisadores descobriram que as mutações de FTO que afetam o peso corporal estão associadas à proteína. A disfunção da IRX3 também mostrou, de acordo com os estudos, uma alteração no hipotálamo - parte do cérebro conhecida por regular o comportamento relacionado à alimentação e ao gasto de energia. 




TERRA

quarta-feira, 12 de março de 2014

Toyota Corolla 2015 custa a partir de R$ 66.570. Vendas terão início na próxima sexta-feira.

Vendas terão início na próxima sexta-feira

O lançamento do novo Toyota Corolla 2015 acontece amanhã e as vendas terão início oficialmente na próxima sexta-feira (14). Informações que vieram a público na noite desta segunda-feira detalham motores, versões, equipamentos e preços desta que é 11a geração do sedã médio japonês. Acompanhe a seguir:

Por ora são quatro versões do Novo Corolla: GLi 1.8L com transmissão manual de seis velocidades, GLi 1.8L com câmbio CVT Multi-Drive, que simula sete velocidades no modo Drive e no modo sequencial com trocas na alavanca, XEi e Altis, ambos 2.0L e sempre com a transmissão Multi-Drive, mas oferecendo trocas sequenciais tanto na alavanca do câmbio quanto por meio de borboletas atrás do volante. A versão “esportiva” XRS deve voltar mais tarde com visual diferenciado. 
Versões:

1.8L GLi Manual – R$ 66.570 
1.8L GLi Multi-Drive – R$ 69.990

Equipamentos de série: Direção eletroassistida progressiva, ar-condicionado com controle manual, chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, múltiplos porta-objetos nas portas e no console central, computador de bordo com seis funções (consumo médio e instantâneo, indicador Eco Drive, autonomia, velocidade média, tempo de percorrido, controle de iluminação do painel e temperatura externa), coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, hodômetro e relógio digital, sistema de som com conectividade USB para iPod® e similares e dispositivo Bluetooth®, farol de neblina, vidros e retrovisores com acionamento elétrico, volante multifuncional, entre outros.

- 1.8L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 139 cv a 6.000 rpm, quando abastecido com gasolina; e 144 cv, também a 6.000 giros, com etanol. O torque máximo nesta configuração é de 17,7 kgfm (com gasolina) e 18,4 kgfm (com etanol), sempre a 4.200 rpm. 

2.0L XEi Multi-Drive S – R$ 79.990

Equipamentos de série: O ar-condicionado é automático digital, o computador de bordo exibe a velocidade instantânea em formato digital e o acionamento dos vidros elétricos por um toque está disponível nas quatro portas. Além disso, o XEi adiciona itens como bancos traseiros bipartidos (60/40), com descanso de braço central e porta-copos, controle de velocidade de cruzeiro e retrovisor interno eletrocrômico, entre outros. Também está disponível novo sistema Multimídia, com tela de 6.1 polegadas, com todas as funções do áudio, dispositivo de navegação, câmera de ré, conexões USB para iPod® e similares e dispositivo Bluetooth®. O aparelho traz como novidade um sistema que reproduz DVD e capta sinal de TV Digital.

2.0L Altis Multi Drive S – R$ 92.990

Equipamentos de série: acrescenta luzes auxiliares em LED, sistema smart entry, sistema de partida sem chave tipo Start Button, ajuste elétrico para o banco do motorista, retrovisores externos eletrorretráteis e acendimento automático dos faróis e agrega mais dois airbags, do tipo cortina, totalizando sete bolsas de proteção.

- 2.0L Flexfuel Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 143 cv de potência a 5.600 rpm, quando abastecido com gasolina, e 154 cv de potência a 5.800 giros, com etanol. O torque máximo nesta configuração é de 19,4 kgfm a 4.000 rotações (com gasolina) e 20,3 kgfm a 4.800 giros (com etanol).

Transmissão Multi Drive 

Em substituição à antiquada transmissão automática de quatro marchas utilizada há bons anos, a Toyota passa a equipar o Corolla com a transmissão Multi Drive, que nada mais é do que um sistema do tipo CVT (do inglês, transmissão continuamente variável) capaz de simular sete marchas, até mesmo em modo Drive. Isso é bom pois não se tem a sensação de dirigir um metrô, mas sobre isso falaremos após o test-drive, que acontece amanhã. O lado bom é que o sistema é muito mais eficiente e torna o carro mais econômico, como revelam os números dos testes do Inmetro:

fonte:

http://novidadesautomotivas.blogspot.com/

Maior e com cara mais moderna, novo Toyota Corolla quer público mais jovem Leia mais Maior e com cara mais moderna, novo Toyota Corolla quer público mais jovem.

Sedã evolui em matéria de design, equipamentos e está maior
Por Henrique Rodriguez

Campinas (SP) - Presente no Brasil desde 1993, quando chegou importado do Japão, o Toyota Corolla estreia agora sua 11a geração por aqui. Fabricado em Indaiatuba desde 1998, o sedã médio passou por mudanças consideráveis na parte técnica e, principalmente, no visual. O objetivo não poderia ser mais claro: manter a liderança do segmento. A cara nova também deve aumentar o público alvo do modelo, espera a Toyota.
Na última reestilização, em 2010, o Toyota Corolla ensaiou como fugir um pouco de seu aspecto clássico ao adotar faróis um pouco mais estreitos e lanternas com LEDs, mas não foi muito longe. Agora ele foi mais fundo ao adotar linhas mais dinâmicas baseadas nos conceitos Keen Look e Under Priority. O primeiro envolve a dianteira e a lateral, tentando replicar a expressão do olhar focado de um atleta de alto rendimento antes de uma competição. Já o segundo tem como característica o posicionamento mais baixo da grade frontal, garantindo melhor eficiência aerodinâmica e maior proteção aos pedestres, em caso de atropelamentos.
Os faróis formam uma peça única ao serem integrados à grade e aos para-lamas. O desenho do capô é elevado e possui vincos acentuados no centro e nas laterais. Na versão topo de linha Altis ainda há como destaque as luzes auxiliares e de posição em LEDs. Já na traseira nota-se que as lanternas passam a avançar para a lateral, mas é uma parte do carro que ainda remete ao antigo Corolla. Na lateral, uma particularidade: todas as versões tem rodas de 16 polegadas, que são diferentes nas versões XEi e GLi, em relação ao Altis.

Boas novidades do lado de fora serão as novas cores vermelho e branco pérola, que se somam às opções de cinza, preto e azul.
Público mais jovem
Segundo Frank Grundlach, Diretor de pós-venda da Toyota, a expectativa da Toyota é que este novo Corolla não conquiste apenas o público acima dos 40 anos, mas sim, acima dos 35 anos. O design é a principal arma. Ao ser questionado sobre a ausência de controles de estabilidade e tração, mesmo na versão Altis, Grundlach disse que o Corolla alcançou um nível de comportamento dinâmico muito bom e que, ao menos por enquanto, tais equipamentos de segurança ativa são aplicados ao modelo brasileiro. Nem o RAV4 vendido no Brasil possui tais equipamentos, mas se isso é verdade, saberei amanhã durante o test-drive. Não perca as primeiras impressões!
O maior Corolla
Algo notável é o aumento das dimensões do Corolla e o quanto isso se converte em maior espaço interno. O Renault Logan não pode mais se gabar por ter o mesmo entre eixos do Corolla, pois o sedã de ascendência japonesa passa a ter 2,7 metros de entre-eixos, 10 centímetros a mais do que a geração anterior. São 4,62 metros de comprimento (+ 8 cm); 1,775 metro de largura (+ 8 cm) e 1,475 metro de altura (- 5 cm, comparado à geração anterior).
O aumento do interior se deve também à adoção de bancos dianteiros mais finos e realocação das caixas de rodas para as extremidades da carroceria.. São 7,5 centímetros adicionais entre a base do banco traseiro e o encosto do banco dianteiro. O espaço para os joelhos dos passageiros que viajam na parte traseira do veículo totaliza 70,6 centímetros, o que significa aumento de 8,5 cm em relação ao Corolla anterior. Já o espaço para os pés, beneficiado pelo assoalho traseiro plano, cresceu 9,2 centímetros. Também houve melhora no ajuste de altura do banco, deslocando-se verticalmente de 4,5 cm para 6 cm. Já o ajuste de profundidade foi ampliado de 24 cm para 26 cm.
Por dentro
O interior teve um avanço considerável. Muito parecido com o do RAV4 – SUV irmão de plataforma –, o painel tem tema horizontal com elementos posicionados em posição ergonômica, exceto pelo relógio que fica longe do motorista.

Cada versão tem cores e acabamentos específicos. Na versão de entrada, GLi, o acabamento tem preto como cor predominante e os materiais dos revestimentos das portas e e dos bancos são de tecido. Já na versão XEi, banco, volante, painel das portas e manopla de câmbio tem revestimento padrão couro, na cor cinza e agrega adorno em prata, que se estende por todo o painel central e, também, no volante. Os detalhes são em padrão fibra de carbono, e não em black piano, como no GLi. A versão topo de linha Altis revestimento de couro na cor bege, e detalhes em padrão madeira escura no painel central, portas e na manopla de câmbio. As duas versões, XEi e Altis, também possuem detalhes cromados nos puxadores das portas e nos difusores do ar-condicionado. 
Dois tipos de painel de instrumentos estão disponíveis no Novo Corolla. Na versão GLi, a zona de informação é composta por um grande círculo central que indica a velocidade, ladeado por dois círculos menores, sendo o da esquerda o conta-giros e o da direita o indicador de combustível e temperatura. Um display de cristal líquido, localizado abaixo do mostrador de velocidade reúne as informações do computador de bordo. O conjunto remete ao RAV4 2.0. 
Nas versões XEi e Altis, o painel de instrumentos mostra dois grandes círculos em suas extremidades: o do lado esquerdo reúne o conta-giros e o termômetro do motor, o direito engloba o velocímetro e o indicador de combustível. Ao centro, está presente uma tela display ao estilo TFT (semelhante aos modelos da Lexus), na qual são exibidas diversas informações sobre a condução, em projeção tridimensional. Entre elas, a marcha que está sendo simulada pela transmissão Multi-Drive. 
Ao invés de um sistema de som mais simples, XEi e Altis são equipados com uma tela de Multimídia de 6.1 polegadas, que reúne todas as demais informações do carro, incluindo os dados do computador de bordo e TV digital. Nessas configurações, o controle do ar-condicionado Dual Zone é digital, e não manual como no GLi. Infelizmente nenhuma versão possui saída de ar-condicionado para o banco de trás nem luzes nos parassóis, mimos esperados de um carro de R$ 93 mil.
Motores
Os motores são basicamente os mesmos 1.8 e 2.0 Flex que encontrávamos antes no Corolla, mas eles passaram por alterações, como dutos de admissão redimensionados, válvulas em nova liga metálica, pulverização do combustível aprimorada e perderam o tanquinho de partida a frio graças ao sistema que aquece os bicos injetores. O motor 1.8 permanece com 144 cavalos, enquanto o 2.0 ganhou um cavalo, passando a 154 cv, sempre com etanol.
O 1.8L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas rende 139 cv a 6.000 rpm, quando abastecido com gasolina; e 144 cv, também a 6.000 giros, com etanol. O torque máximo nesta configuração é de 17,7 kgfm (com gasolina) e 18,4 kgfm (com etanol), sempre a 4.200 rpm. Por sua vez, o 2.0L Flexfuel Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas rende 143 cv de potência a 5.600 rpm, quando abastecido com gasolina, e 154 cv de potência a 5.800 giros, com etanol. O torque máximo nesta configuração é de 19,4 kgfm a 4.000 rotações (com gasolina) e 20,3 kgfm a 4.800 giros (com etanol). 
Em substituição à antiquada transmissão automática de quatro marchas utilizada há bons anos, a Toyota passa a equipar o Corolla com a transmissão Multi Drive, que nada mais é do que um sistema do tipo CVT (do inglês, transmissão continuamente variável) capaz de simular sete marchas, até mesmo em modo Drive. Isso é bom pois não se tem a sensação de dirigir um metrô, mas sobre isso falaremos após o test-drive, que acontece amanhã. O lado bom é que o sistema é muito mais eficiente e torna o carro mais econômico. A única versão com opção de câmbio manual é a GLi.
Versões, preços e equipamentos

1.8L GLi Manual – R$ 66.570 
1.8L GLi Multi-Drive – R$ 69.990
Equipamentos de série: Direção eletroassistida progressiva, ar-condicionado com controle manual, chave do tipo canivete, com comandos do alarme integrados, múltiplos porta-objetos nas portas e no console central, computador de bordo com seis funções (consumo médio e instantâneo, indicador Eco Drive, autonomia, velocidade média, tempo de percorrido, controle de iluminação do painel e temperatura externa), coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, hodômetro e relógio digital, sistema de som com conectividade USB para iPod® e similares e dispositivo Bluetooth®, farol de neblina, vidros e retrovisores com acionamento elétrico, volante multifuncional, entre outros.

2.0L XEi Multi-Drive S – R$ 79.990
Equipamentos de série: O ar-condicionado é automático digital, o computador de bordo exibe a velocidade instantânea em formato digital e o acionamento dos vidros elétricos por um toque está disponível nas quatro portas. Além disso, o XEi adiciona itens como bancos traseiros bipartidos (60/40), com descanso de braço central e porta-copos, controle de velocidade de cruzeiro e retrovisor interno eletrocrômico, entre outros. Também está disponível novo sistema Multimídia, com tela de 6.1 polegadas, com todas as funções do áudio, dispositivo de navegação, câmera de ré, conexões USB para iPod® e similares e dispositivo Bluetooth®. O aparelho traz como novidade um sistema que reproduz DVD e capta sinal de TV Digital.

2.0L Altis Multi Drive S – R$ 92.990 
Equipamentos de série: acrescenta luzes auxiliares e de posição em LEDs, sistema smart entry, sistema de partida sem chave tipo Start Button, ajuste elétrico para o banco do motorista, retrovisores externos eletrorretráteis e acendimento automático dos faróis e agrega mais dois airbags, do tipo cortina, totalizando sete bolsas de proteção.

fonte:
http://novidadesautomotivas.blogspot.com/

Toyota Corolla 2015 preço, lançamento.

Disposta a continuar liderando a categoria, a Toyota está trazendo para as concessionárias da marca, o novo Corolla 2015, modelo esse que tem preços que variam de 66.750 reais (versão de entrada, GLi 1.8 Flex MT) a 92.990 reais (versão top de linha, Altis 2.0 Flex CVT).

A previsão é de que o Toyota Corolla 2015 chegue as concessionárias no próximo dia 14 de março. No entanto, podem haver atrasos, ou seja, pode ser que o sedan chegue nas próximas semanas.
Oferecido nas versões com motores 1.8 e 2.0 (ambos Flex), o Corolla 2015 é equipado com transmissão automática Multi-Drive CVT (continuamente variável) de sete marchas simuladas ou então manual de seis velocidades.
A parte externa ganhou novas linhas, destaque para a dianteira que ganhou novo para-choques e para a traseira que agora está com um desenho mais moderno. Aparentemente, a largura da traseira também foi modificada, estando agora mais estreita.
O Toyota Corolla 2015 será comercializado em três versões, para melhor conhecê-las, segue abaixo os dados de cada uma delas.
Novo Corolla GLi 2015
Motorização
Motor 1.8 16v VVT-I Flex capaz de gerar 144 cavalos de potência, acoplado a uma transmissão automática MT6 ou CVT7.

Itens de série

Retrovisores com luzes indicadoras de direção integradas, chave canivete com comandos integrados, bancos em tecido, sistema de aúdio com conectividade Bluetooth/USB e entradas auxiliares, volante multifuncional com comandos de som, freios a disco com ABS e EBD nas quatro rodas, direção eletricamente assistida e 5 airbags (motorista, joelho, laterais e frontais).

Novo Corolla XEi 2015

Motorização

Motor 2.0 16v Dual VVT-I Flex capaz de gerar 153 cavalos de potência, acoplado a uma transmissão automática CVT de sete marchas com trocas sequenciais.

Itens de série

Retrovisor interno eletrocrômico, lanternas traseira em LED, faróis de neblina, controle de velocidade de cruzeiro, bancos em couro cinza, câmera de ré, leitor de DVD, TV Digital e GLi CD MP3 com tela de 6,1 polegadas.

Novo Corolla Altis AT

Motorização

Motor 2.0 16v Dual VVT-I Flex capaz de gerar 153 cavalos de potência, acoplado a uma transmissão automática CVT de sete marchas.

Itens de série

Acendimento automático dos faróis, recolhimento elétrico dos retrovisores externos, faróis baixo em LED, diurno em LED, sistema de iluminação, banco do motorista com ajustes elétricos, bancos em couro bege e airbags (frontais, joelho (motorista) e laterais).


Abaixo segue os preços do Toyota Corolla 2015:
Novo Corolla 1.8L 2015 GLi Manual – R$ 66.570,00
Novo Corolla 1.8L 2015 GLi Multi-Drive (automático) – R$ 69.990
Novo Corolla 2.0L 2015 XEi Multi-Drive S (automático) – R$ 79.990
Novo Corolla 2.0L 2015 Altis Multi Drive S (automático) – R$ 92.990

FONTE:
http://www.motorerodas.com.br/toyota-corolla-2015-preco-lancamento/

150 ATIVIDADES 1° AO 3° ANO ENS FUNDAMENTAL EXERCÍCIOS E DESENHOS COLORIR IMPRIMIR.

ARTES - ATIVIDADES EXERCÍCIOS SÉRIES INICIAIS ENSINO FUNDAMENTAL


















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FONTE:
http://www.portalescolar.net/