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domingo, 2 de novembro de 2014

Obesidade na juventude diminui a expectativa de vida. Saiba como manter a obesidade longe de você!

A obesidade na juventude, ou quando começa na infância, é um caso que vai além da vergonha pela diferença física e pelas brincadeiras de mal gosto dos amiguinhos da escola. Há um tempo que a obesidade é considerada uma doença e seus agravantes durante esse período de formação do indivíduo faz diminuir a expectativa de vida.


Os riscos da obesidade na juventude



A maioria dos casos de obesidade na juventude é oriunda da obesidade infantil. Além dos casos de predisposição genética, os hábitos alimentares e estilo de vida são os maiores responsáveis por essa doença. O papel dos pais é fundamental na educação e no ensino de bons hábitos às crianças. Com o crescente aumento da cultura da alimentação fast-food, muitas crianças se apegam ao hábito da recompensa dos fins de semana comendo alimentos gordurosos e excessivamente calóricos. Quando crescem, essas crianças vão constantemente se recompensarem comendo o que desejam. Os pais devem evitar esse tipo de associação com a comida.

A falta de exercícios físicos é outro ponto importante que desde a infância influencia no desenvolvimento da obesidade na juventude. Crianças que nunca praticaram exercícios não criam esse hábito. Na sociedade atual, as crianças gastam muito mais tempo diante de vídeo games, assistindo televisão ou navegando na internet, no lugar de brincarem com atividades que as façam gastar energia e calorias!

Essa pré-disposição na criança obesa não exclui que os não obesos tenham excesso de peso quando entram na adolescência. Todos devem estar atentos principalmente quando os hábitos de vida não são muito saudáveis.

Complicações na saúde relacionadas à obesidade na juventude:


Asma. O número de crianças e adolescentes asmáticos que são também obesos é significativamente maior do que os que tem o peso ideal.
Diabetes do tipo 2. Nos últimos anos, essa doença vem atingindo cada vez um maior número de crianças e adolescentes. A relação é direta com caso de obesidade na juventude.
Hipertensão. Crianças e adolescentes obesos têm cerca de 9 vezes mais chances de sofrerem com o aumento da pressão arterial.
Problemas ortopédicos. O excesso de peso força demasiado os ossos e as cartilagens ainda não totalmente formadas das crianças e dos adolescentes.
Depressão. Muitas crianças e adolescentes não suportam o fato de não estarem nos padrões. Sofrem também com o preconceito na escola e acabam se tornando depressivos.
Apneia do sono. A obesidade na juventude causa dificuldades de respiração durante o sono, levando muitos adolescentes a sofrerem com aapneia do sono.


Evite a obesidade na juventude!

A principal recomendação é aos pais, que devem instigar bons hábitos aos filhos desde pequenos. Procure fazer alimentações variadas e saudáveis. Faça pratos coloridos. Sempre varie no tipo de carne e come alimentos ricos em fibra, que saciam mais. Coma muitas saladas, vegetais e legumes antes do prato principal. Beba bastante água, ao menos 2 litros por dia. Troque o refrigerante pelos sucos naturais. Na hora da sobremesa, coma primeiro frutas e se mesmo assim não resistir aos doces, modere na porção. Sobretudo, mecha-se. Pratique exercícios, mesmo que você só possa fazer 1 vez por semana, já é melhor do que nada. Suba escadas, caminhe até o ponto de ônibus. Saia da comodidade em nome da saúde!

http://doutissima.com.br/2014/01/09/obesidade-saudavel-e-um-mito-afirma-relatorio-40611/

Chulé na adolescência: oriente seu filho adolescente a tratar o problema

Chulé na adolescência: oriente seu filho adolescente a tratar o problema
O calor, a umidade e a ausência de luz são fatores que favorecem o surgimento do mau cheiro nos pés, o famoso chulé. Também conhecido como bromidrose, o chulé é motivado pela falta ou pela má higienização dos pés, propiciando o aparecimento das bactérias e fungos, que encontram ali um lugar propício para se alimentar e se multiplicar.
Chulé em adolescentes

Apesar de poder acometer qualquer pessoa, independente da idade ou do sexo, o chulé acaba sendo muito recorrente em adolescentes. São eles os que mais sofrem com este problema. Isto porque, nesta fase, os hormônios aumentam a transpiração nos pés. Para evitar e amenizar o incômodo e o mal-estar causado pela presença do chulé nos pés dos jovens, basta seguir algumas orientações.

Na adolescência, hormônios aumentam a transpiração nos pés e geram mais chulé. Foto: Shutterstock

Além das alterações hormonais, o uso de calçados fechados e apertados, sem arejamento, propicia ochulé, assim como o uso frequente de um mesmo tênis ou sapato, pois isto faz com que este esteja sempre úmido, favorecendo a proliferação dos fungos e bactérias causadoras do odor nos pés dos adolescentes.

O problema do chulé pode ocorrer também quando se guarda os sapatos logo após serem retirados dos pés, ou quando não se usam meias, ou se elas são usadas mais de uma vez.
Prevenindo o chulé

Para prevenir o aparecimento do desconfortável e constrangedor chulé, é preciso, sempre que possível, manter os pés bem lavados e enxutos, principalmente entre os dedos.

É nesta região dos pés que há uma maior concentração de umidade e, se não ela estiver seca adequadamente, haverá proliferação do mau cheiro. Também é bom evitar permanecer com sapato fechado por muito tempo e não utilizar calçados de outras pessoas e nem emprestar os seus.

Outra orientação para tratar o chulé é fazer uso de meias de algodão, preferencialmente, de cor clara. Meias com fios sintéticos favorecem a transpiração, aumentam a umidade dos pés e retêm o suor, criando um ambiente ideal para os fungos e bactérias. Procure trocar as meias diariamente ou, dependendo do caso, mais de uma vez por dia.

Na hora de escolher o calçado a ser usado, dê preferência para aqueles abertos como, por exemplo, sandálias e chinelos. Além disto, procure alternar o uso dos sapatos, evitando, assim, calçar o mesmo todos os dias, o que pode gerar o chulé.

Também é importante na luta contra o chulé colocar todos os calçados, incluindo os abertos, ao sol por 30 minutos, pelo menos uma vez por semana. Limpe cuidadosamente todos os seus sapatos e tênis para retirar vestígios de suor, poeira, fungos e bactérias que ficam neles depositados.
Enfrentando o chulé

Para enfrentar o chulé, sempre que possível, exponha seus pés a um banho de luz por pelo menos 20 minutos todas as noites antes de dormir. Usar antissépticos em forma de pó, creme ou spray também auxilia no tratamento do chulé. No entanto, os cremes para chulé devem ser usados antes de dormir, pois se aplicados durante o dia podem tornar os calçados escorregadios.

Além disto, para evitar que o talco se misture ao suor dos pés, formando uma pasta, coloque-os nos sapatos à noite, depois do uso, e não calce o mesmo calçado no dia seguinte. Caso estas orientações não sanarem o problema do chulé, procure um podólogo ou dermatologista

http://doutissima.com.br/2013/05/30/um-em-cada-dez-adolescentes-tem-disturbios-alimentares-6281/

Principais poluentes do ar: causas e efeitos



Muito se fala da poluição do ar, do aquecimento global e da destruição do nosso planeta devido aos hábitos – e abusos – dos seres humanos. Mas, você sabe quais são as principais substâncias que promovem essa poluição?

Selecionamos alguns dos principais poluentes e seus efeitos no meio ambiente e na saúde de todos. Confira:

Monóxido de carbono: um dos mais conhecidos, o CO tem como principal fonte a combustão incompleta de combustíveis por veículos (carros, motos, caminhões etc.). Além de poluir o ar, quando inalado diminui a oxigenação do sangue, causa tonturas e vertigens e, em altas concentrações, pode ser fatal.

Dióxido de enxofre: também emitidos na queima de combustíveis veiculares (gasolina, diesel etc.), pela indústria e, em determinadas regiões do mundo, por vulcões. Pode causar problemas respiratórios irreversíveis, além de coriza e secreção frequentes. É um dos responsáveis pelas ‘chuvas ácidas’ em áreas muito poluídas.

Outras partículas finas: uma combinação de substâncias inaladas em partículas minúsculas, em forma de pó, e que agravam alergias, asma, bronquite e, em alguns casos, podem causar câncer. As partículas maiores ficam alojadas no nariz ou garganta e podem causar infecções graves, mas não invadem o corpo como as menores. Estas são decorrentes de material expelido pela indústria ou de veículos (desgaste de pneus, freios, poeira em geral etc.).

Além dos poluentes mencionados, muitas outras substâncias influenciam o meio ambiente e, consequentemente, a saúde de todos. Uma das fontes comuns entre os agentes citados é a queima de combustíveis por veículos. Portanto, faça a sua parte e procure mudar a forma de locomoção. Utilizetransporte público, caminhe mais, ande de bike. Se cada um fizer um pouco, poderemos preservar o planeta – e nossa saúde – para as próximas gerações!
http://blogvs.ssbeneficios.com.br/principais-poluentes-do-ar-causas-e-efeitos/

Vegetarianismo Vs. Sustentabilidade



Sempre publicamos no Blog dicas e sugestões de como tornar o mundo um lugar mais sustentável. Não basta apenas reciclar o lixo ou economizar energia. É necessário pensar em outros aspectos de nossa vida, como por exemplo, a nossa alimentação.

Como mencionamos neste post, existem mudanças simples que podem tornar nossa alimentação sustentável e ‘amiga do meio ambiente’. Mas, você já parou para considerar o vegetarianismo como opção?

Existem vegetarianos que tomaram esta decisão não apenas buscando a proteção dos animais, mas também por julgarem uma forma ambientalmente correta de se alimentar. A indústria pecuária consome inúmeros – muitas vezes de forma exagerada – recursos naturais para produzir toneladas de carne para o consumo humano. Recursos estes que, teoricamente, seriam economizados caso a população mundial se tornasse vegetariana (ou sua versão mais extrema, vegana).

No entanto, é importante lembrar que a indústria agrícola também consome recursos naturais – muitas vezes também de forma exagerada. Portanto, o fundamental é ponderar as vantagens de cada tipo de dieta. Pesquise, informe-se – inclusive sobre alimentos orgânicos – e tome uma decisão pessoal.

Não se esqueça que uma dieta saudável requer nutrientes presentes nas carnes. Caso decida adotar o vegetarianismo, é interessante consultar um nutricionista e discutir possíveis formas de complementar a falta desses nutrientes no seu organismo. Proteja o ambiente sem esquecer de sua saúde!

http://blogvs.ssbeneficios.com.br/vegetarianismo-vs-sustentabilidade/

Por que alimentos orgânicos são mais caros?


Alimentos orgânicos fazem bem à nossa saúde e ao meio ambiente. Isso é fato. Mas, por que esses produtos normalmente são mais caros?

Imagine cultivar ou produzir alimentos sem o uso de agrotóxicos, protegendo-os de pragas e doenças, em grande escala. É bem difícil! Por isso, produtos orgânicos normalmente têm escalas de produção menores, o que encarece o preço.

Além de evitar pragas, o uso de produtos químicos auxilia na adaptação e desenvolvimento de espécies não nativas. Sem estes produtos, a produção requer mais cuidados e mais tempo, aumentando ainda mais seu preço.

Na indústria pecuária, de carnes e ovos orgânicos, por exemplo, acontece o mesmo impasse. Criar os animais sem o uso de antibióticos, hormônios e outros produtos sintéticos que previnam doenças e ajudem no desenvolvimento animal é mais difícil, aumentando os custos.

Embora sejam mais caros, os alimentos orgânicos são excelentes à sua saúde, pois diminuem riscos de doenças cardiovasculares, por exemplo. Além disso, é uma indústria sustentável que respeita a biodiversidade local, promove condições de trabalho adequadas e preserva água e solo, sem poluir. Então, de certa forma, a diferença nos preços em relação a produtos convencionais, é explicada e justa. Basta saber escolher onde (feiras livres são mais em conta!) e quando comprar (alimentos da estação, sempre!) os produtos, evitando comprometer o orçamento da casa, ao mesmo tempo em que protege a sua saúde e o planeta.

http://blogvs.ssbeneficios.com.br/por-que-alimentos-organicos-sao-mais-caros/

Detergente caseiro



Os detergentes industrializados vendidos em supermercado podem ser extremamente poluentes, devido a ingredientes como a glicerina. A saída pode ser o uso de detergentes caseiros.

Além de ser muito fácil e barato de produzir, o produto caseiro é feito a base de amoníaco, que pode ser facilmente diluído em água e não causa danos ao meio ambiente, assim como o desinfetante caseiro que já ensinamos a fazer aqui também. Veja a lista de materiais:

- Um par de luvas de borracha e uma máscara protetora (encontrada em supermercados)

- Quatro colheres de sopa de solução de amoníaco (encontrado em farmácias);

- Dois limões espremidos;

- Uma pedra de sabão de coco;

- Seis litros de água;

- Uma colher de pau;

- Uma panela funda

- Um balde;

Modo de fazer:

Ferva um litro de água na panela e jogue o sabão cortado em pequenos pedaços dentro, deixando derreter. Em seguida jogue essa mistura no balde e junte o restante da água e os limões espremidos, misturando bem com a colher de pau.

Para finalizar, pegue o amoníaco – usando as luvas e a máscara para evitar o contato com a pele – e jogue no balde, misturando bem. Use frascos de detergentes usados ou garrafas PET para o armazenamento.

Adotando medidas sustentáveis como essa, você estará fazendo um grande favor à natureza, e o meio ambiente agradece.

http://blogvs.ssbeneficios.com.br/detergente-caseiro/

Cidades sustentáveis


Você já ouviu falar em cidades sustentáveis? Essa ideia surgiu devido à necessidade de preservação do meio ambiente e de mudanças nos grandes centros urbanos.

Como a maior parte do lixo não biodegradável e dos poluentes lançados no ar vêm das cidades, ficou cada vez mais óbvia a necessidade de desenvolver um sistema ecologicamente correto nesses espaços.

Por iniciativa das comunidades e até dos governos locais, para conseguir diminuir a emissão de poluição e resíduos, algumas cidades passaram a adotar atitudes sustentáveis de forma mais intensa e responsável, criando um sistema que envolve cada cidadão.

Essas ações vão desde a mobilização pela coleta seletiva e reciclagem do lixo, até o desenvolvimento de uma consciência ecológica para economizar energia elétrica e água, entre outras coisas.

A adoção de fontes de energia alternativas ecologicamente corretas e a criação de áreas verdes também são extremamente importantes, pois diminuem a poluição e o gasto de recursos não renováveis.

Por mais que algumas dessas atitudes possam parecer simples, os resultados são muito animadores e algumas cidades já colhem os bons resultados. Se você se interessou pelo assunto, veja aqui algumas das cidades mais verdes do Brasil.

http://blogvs.ssbeneficios.com.br/cidades-sustentaveis/

Métodos Anticoncepcionais - Camisinha Feminina


O que é?

É uma bolsa de plástico fino, transparente, macio e resistente, com dois anéis, sendo um preso na borda e o outro móvel (que não deve ser removido) dentro da bolsa.


Como funciona?

A camisinha feminina impede o contato da vagina com o pênis nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatozoides entrem em contato com a vagina e entrem no útero. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, sejam estas genitais (vagina e pênis) ou oraisl (vagina e boca), prevenindo também as DST/HIV-Aids.

Como se usa?

A camisinha feminina deve ser usada em todas as relações sexuais. A mulher deve colocar a camisinha antes de ter qualquer contato da vagina com o pênis ou a boca, mesmo durante a menstruação, e pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual.




Antes de abrir a embalagem, é importante verificar a data de validade e se a embalagem não está furada.

Com estes cuidados tomados, para abrir a camisinha feminina é super fácil, não precisa muito esforço, ela vem com uma setinha azul indicando um picote, para facilitar a abertura, ou seja, não precisa usar unha, dente, estilete, faca, tesoura, facão.



Segurando com os dedos de uma das mãos, o anel que fica dentro da camisinha feminina deve ficar em forma de “8”. 


Em uma posição em que a mulher se sinta confortável, ela deve introduzir o anel na vagina.


A mulher deve ajeitar a camisinha, introduzindo o dedo dentro dela, para verificar se ela não está torcida, o que pode dificultar a entrada do pênis.



O anel de fora da camisinha deve cobrir então a entrada da vagina e a vulva (parte externa do genital da mulher). O homem poderá então introduzir o pênis na vagina, tomando cuidado para que este entre por dentro da camisinha.


Após o homem ejacular, ele deve tirar o pênis de dentro da vagina da mulher e a camisinha feminina deve ser retirada imediatamente. Para retirar, é só dar uma leve torcida na camisinha para evitar que o esperma vaze. Agora é só embrulhar em papel higiênico e jogar no lixo, pois jogar na privada pode entupir e na rua é falta de educação e higiene!!!


http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/metodos-anticoncepcionais

Métodos Anticoncepcionais - Camisinha Masculina




O que é?

É uma capa fina de borracha (latex) que deve ser colocada no pênis para impedir seu contato com qualquer superfície.


Lembre-se: Para colocar a camisinha o pênis deve estar ereto (duro).
A camisinha masculina deve ser colocada antes de ter qualquer contato do pênis com a vagina, o ânus ou a boca.


Como funciona?

A camisinha masculina impede o contato do pênis com a vagina, nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatozóides entrem em contato com a vagina e ocorra uma gravidez. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, genital (pênis vagina), oral (pênis boca) e anal (pênis ânus), prevenindo também as DST/HIV-Aids.

Como se usa? 

Para abrir a embalagem da camisinha não é preciso muito esforço, ou seja, nada de usar unha, tesoura, estilete, faca, facão. A embalagem já vem picotada nas laterais para facilitar sua abertura.



A camisinha possui lado certo para desenrolar, para saber qual é o correto, basta tentar desenrolar, se não der ou for muito complicado, vire a pontinha para o outro lado.


Depois de retirá-la da embalagem e identificar o lado certo para a colocação, aperte a pontinha (o reservatório), dando uma leve torcidinha para evitar que fique com ar, porque esta pontinha é o lugar onde deve ficar o esperma (gozo) e, se ficar com ar, ela pode estourar com mais facilidade.


Ainda segurando a ponta apertada, deve-se ir desenrolando a camisinha sobre o pênis até chegar à base. Se não for desenrolada até a base pode ser que durante a relação sexual ela saia do pênis e perca a proteção.


Depois de desenrolar até a base, evite ficar passando a mão, pois, isto pode retirar o lubrificante da camisinha, possibilitando que a camisinha estoure com mais facilidade. 

Agora está tudo pronto para se ter uma relação sexual protegida.

A camisinha deve ficar desta forma no pênis.


Imediatamente após ejacular (gozar), segurando a camisinha pela base, o homem deve tirar o pênis do/a parceiro/a para evitar que ela fique lá dentro. Em seguida, ele deve retirar a camisinha do pênis evitando o contato com o/a parceiro/a. Agora é só dar um nó, embrulhar em papel higiênico e jogar no lixo, pois jogar na privada pode entupir e na rua é falta de educação e higiene!!!

http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/metodos-anticoncepcionais

Métodos Anticoncepcionais - Diafragma




Como o Diafragma funciona?

O Diafragma funciona criando uma barreira que impede que os espermatozoides alcancem o útero e ocorra a fecundação.


Como se usa o Diafragma?

Para iniciar o uso do Diafragma é preciso antes procurar um serviço de saúde (profissional médico/a), para verificar qual o tamanho do Diafragma a ser utilizado, além de receber as orientações necessárias sobre como usar o Diafragma corretamente.

O Diafragma pode ser colocado em qualquer momento antes da relação sexual, ou usado o tempo todo (mesmo fora das relações sexuais), desde que seja retirado pelo menos uma vez ao dia para lavá-lo. Após a relação sexual, deve se esperar pelo menos seis (06) horas para retirá-lo da vagina, tempo necessário para que os espermatozoides que ficam no diafragma e vagina estejam mortos.



Qual a eficácia do Diafragma?

Sua eficácia apresenta taxa de falha de 06 a 20%, ou seja, de cada 100 mulheres (adolescentes, jovens e adultas) que usam o diafragma em suas relações sexuais durante o período de um ano, de 06 (seis) a 20 (vinte) mulheres, podem vir a engravidar.


Quais são os efeitos colaterais?
Durante o uso do diafragma é raro que ocorram efeitos colaterais, mas quando ocorrem, estes podem ser:


Alergia ao diafragma (material) ou ao espermicida quando usado junto;


Irritação na vagina


Infecções urinárias




http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/metodos-anticoncepcionais

Métodos Anticoncepcionais - DIU.


O que é o DIU?

É um dispositivo em forma de “T”, feito de plástico, contendo arame de cobre fino enrolado na sua haste vertical e manguitos de cobre nos seus braços horizontais, que é colocado dentro do útero da mulher para impedir que ocorra uma gravidez.

Como o DIU funciona?

O DIU impede o encontro dos espermatozoides com o óvulo, porque o cobre afeta os espermatozoides matando-os ou diminuindo sua movimentação dentro do útero, o que impede a fecundação.

O DIU hormonal (Mirena) altera o muco cervical e a cavidade uterina, podendo em alguns casos inibir também a ovulação.


Como se usa o DIU?

Para iniciar o uso do DIU é preciso primeiro procurar um serviço de saúde, pois a colocação é feita por um/a profissional médico/a. O DIU é colocado dentro do útero e pode permanecer ativo, com efeito anticoncepcional por até dez anos.



Qual a eficácia do DIU?

O DIU é muito eficaz. A taxa de falha é de mais ou menos 0,5%, ou seja, de cada 200 mulheres que colocam o DIU uma vai engravidar.

Sua eficácia apresenta taxa de falha de 0,6 a 0,8% no primeiro ano de uso, ou seja, uma de cada 200 mulheres (adolescentes, jovens e adultas) que usam e o DIU TC380A pode vir a engravidar durante o período de um ano.

A probabilidade de uma mulher com DIU engravidar depois do primeiro ano de uso é escassa. De cada 100 mulheres que usam o DIU por 10 anos, 2 (duas) ou 3 (três) poderão engravidar neste período de 10 anos. Note que a eficácia do DIU é bem maior que a eficácia da pílula.

Quais são os efeitos colaterais?


Alterações no ciclo menstrual (comum nos primeiros três meses, geralmente diminuindo depois deste período);


Sangramento menstrual prolongado e volumoso;


Sangramento no intervalo entre menstruações;


Cólicas de maior intensidade ou dor durante a menstruação;

http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/diu

Métodos Anticoncepcionais - Dupla Proteção ( Duas camisinhas juntas, nem pensar!).


Você já ouviu falar em Dupla Proteção?
Você pratica a dupla proteção em suas relações sexuais?
Então chegou a hora de aprender e colocar em prática na próxima relação sexual.

O que é Dupla Proteção?

É a prevenção simultânea contra a gravidez e contra doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo o HIV-Aids.


A camisinha masculina e a feminina são os únicos métodos que oferecem dupla proteção. Elas evitam uma gravidez indisejada e, ao mesmo tempo, protegem-nos das DST/HIV-Aids!

Como usar a Dupla Proteção?

A dupla proteção pode ser praticada de duas maneiras:

1. Usando um método anticoncepcional principal para prevenir uma gravidez não planejada, por exemplo, a Pílula, Injeção, o DIU etc; e o uso da camisinha (masculina ou feminina) para prevenir as doenças sexualmente transmissíveis (DST)

2. Usando somente a camisinha (masculina ou feminina) para se prevenir de uma gravidez não planejada e das doenças sexualmente transmissíveis (DST). Nesta prática deve se usar também a Anticoncepção de Emergência (AE) caso aconteça da camisinha estourar, deslizar ou sair do pênis.



Você nunca deve usar duas camisinhas ao mesmo tempo, nem usar a camisinha masculina junto com a camisinha feminina, pois o risco delas estourarem é maior do que usar somente uma corretamente.

Duas camisinhas juntas, nem pensar!

http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/metodos-anticoncepcionais

Informações sobre: Métodos Anticoncepcionais - Espermicida



O que é Espermicida?

Espermicida é uma substância, colocada na vagina da mulher, nos preservativos ou mesmo no Diafragma, que podem matar e/ou imobilizar os espermatozoides, impedindo assim a fecundação. A substância ativa pode se apresentar em forma de geleia, cremes, espumas, comprimidos e filmes, que são colocados na vagina com objetivo de matar e/ou imobilizar os espermatozoides.

Cabe ao(à) profissional de saúde informar e orientar sobre os critérios médicos de elegibilidade, que irá dizer se a pessoa pode ou não usar este método anticoncepcional, caso tenha sido escolhido.


Como se usa o Espermicida?

Os espermicidas devem ser colocados no fundo da vagina com os dedos ou utilizando o aplicador, antes de cada relação sexual. A espuma, geleia ou creme podem ser colocados imediatamente antes das relações sexuais. Outros tipos, como o filme e/ou o comprimido, precisam de mais tempo, pelo menos 10 minutos antes da penetração.




É um método de eficácia muito baixa, quando usado sem outro método anticoncepcional. De cada 100 mulheres usando o método no período de um ano, 6 a 26 poderão engravidar. Usado com diafragma e preservativos apresenta eficácia mais alta. 

Qual a eficácia do Espermicida?



Sua eficácia apresenta taxa de falha de 06 a 26%, ou seja, de cada 100 mulheres (adolescentes, jovens e adultas) que usam o espermicida em suas relações sexuais durante o período de um ano, de 06 (seis) a 26 (vinte e seis) mulheres, podem vir a engravidar.

Os espermicidas apresentam uma eficácia maior quando usados com a camisinha masculina, a camisinha feminina ou com o diafragma.


Quais são os efeitos colaterais?

Durante o seu uso o espermicida pode causar algum desconforto porque as vezes produz irritações nos genitais da mulher, especialmente quando o uso é muito frequente. 



http://www.adolescencia.org.br/site-pt-br/metodos-anticoncepcionais

‘Lac free’: os riscos e benefícios de uma dieta sem lactose


(Foto: FoodCollection/Latinstock)

“Se nem bezerros mamam na vida adulta, por que você deve continuar a ingerir leite?”

Simples! Porque você não é um ruminante, mas sim um humano, que tem necessidades diferentes de um bezerro. Porque você é capaz de produzir lactase, enzima responsável pela digestão da lactose!


O que me assusta, é que a comparação homem x bezerro parte às vezes de profissionais renomados, mas que não parecem se recordar de conceitos básicos de fisiologia!

Sim, concordo que com o tempo o nosso organismo reduz a produção de lactase, mas isso ocorre não apenas com a lactase, mas com todas as nossas enzimas. Por esse motivo, a digestão de pacientes idosos é mais lenta.

Ao excluir a lactose da sua alimentação, a chance de você efetivamente se tornar intolerante é grande, pois o organismo reduzirá ainda mais a produção de enzimas responsáveis pela digestão da lactose. Sem contar que muitas vezes os sintomas de distensão abdominal e má digestão estão relacionados à uma disbiose (desequilíbrio entre bactérias boas e ruins do intestino), o que favorece o crescimento de bactérias ruins e aumenta a fermentação.


Essa disbiose tem como causa diversos fatores, entre eles o consumo excessivo de alimentos industrializados, o que implica em muito corante, conservante e acidulantes entrando em nosso corpo.

Vale ressaltar que, hoje, produtos lácteos disponíveis em nosso mercado são sobrecarregados nesses itens, logo, ao retira-los da alimentação, ocorre uma melhora grande destes sintomas: distensão abdominal, mau funcionamento intestinal, má digestão. Mas isso não quer dizer que a lactose seja responsável por isso!

Sou a favor, em casos de pacientes com queixas gástricas importantes, testar a exclusão de lácteos por um período curto e, após reequilibrar a flora intestinal, reintroduzir gradativamente estes alimentos — nunca mantê-los excluídos por períodos longos!


Ao excluir leite e derivados por períodos prolongados da alimentação, excluímos também nossa principal e melhor fonte de cálcio, nutriente importante não apenas para saúde óssea, mas também para contração muscular, sendo que sua deficiência pode estar relacionada a obesidade e câimbras, além do enfraquecimento dos ossos em diferentes graus — osteopenia e osteoporose.

Verduras verdes escuras são fontes de cálcio, mas não na mesma quantidade e nem com a mesma biodisponibilidade que o cálcio presente nos derivados lácteos.

Por isso antes de aderir totalmente à dieta ‘lac free’, consulte um profissional capacitado e avalie os riscos e benefícios dessa alteração do seu cardápio. Em muitos casos, a exclusão parcial de alguns alimentos pode ser suficiente para a melhora de sintomas gástricos e o uso de um probiótico (bactérias boas) pode ajudar na digestão dos lácteos!

http://vejasp.abril.com.br/blogs/nutricao/2014/04/lac-free-riscos-beneficios-dieta-sem-lactose/

Chocolate: aprecie com moderação


(Foto: Latinstock)

Faz tempo que chocolate era apenas de um tipo único. A função continua a mesma: um alimento gostoso e que é capaz de aumentar a produção endógena de serotonina, também conhecido como hormônio do bem estar, e nos deixar mais felizes. Logo, ele está presente nos dias tristes ajudando a dar mais conforto — “confort food” —, nos dias de TPM, ajudando a dar aquela acalmada, nos dias de ansiedade… Enfim, sempre presente. Mas por ser um alimento calórico e gordinho, é visto como vilão das dietas… E isso tem motivado cada vez mais a busca por uma versão que traga menos prejuízo e maior benefício.


Surgiram então, inicialmente, as versões amargas e meio amargas, com maior percentual de cacau. Na sequência, vieram os funcionais, que podem ser simplesmente adicionados de fibras ou, então, não possuírem em sua composição glúten ou lactose, ou ainda aqueles adicionados de fitoterápicos voltados para aumentar saciedade, poder antioxidante, entre outras funções.

O chocolate ao leite é composto por licor e manteiga de cacau, leite e açúcar. Já o chocolate branco, apenas por manteiga de cacau, açúcar e leite. Os chocolates amargos possuem maior quantidade de cacau, mínimo de manteiga e açúcar e nada de leite e, por isso, possuem maior quantidade de antioxidantes.

Chocolate não vicia, mas o açúcar dele, sim. Por isso, uma barra de chocolate ao leite pode ser devorada em poucos segundos, já uma barra de chocolate amargo dificilmente, já que seu sabor é muito mais forte e intenso! Essa diferença e o fato de o chocolate amargo trazer benefícios à saúde — por seu alto poder antioxidante que ajuda na proteção cardiovascular, redução de fatores anti-inflamatório,s entre outras vantagens —, fazem com quem nos nutricionistas recomendarmos, sim, doses moderadas desse alimento como parte de uma alimentação saudável.

As calorias são basicamente as mesmas como mostramos na tabela a seguir, mas o principal é que, como disse, a quantidade consumida de um e de outro é definitivamente diferente: enquanto um pedaço de chocolate ao leite puxa a vontade de outro pedaço, um pedaço de amargo é o suficiente para saciar!


Mas e os chocolates dietéticos? Servem para diabéticos e ponto final! Eles apenas não contêm açúcar, mas em geral possuem maior quantidade de gordura.

Uma nova opção para quem está de olho na balança pode ser a alfarroba, que não é um chocolate — é obtido a partir da vagem torrada e moída, mas vem ganhando adeptos entre as pessoas que são loucas por doces por ter um sabor que lembra o chocolate. A alfarroba pode ser consumida por diabéticos, intolerantes ao glúten e a lactose.


Mas afinal, como escolher entre tantas opções?

O chocolate tradicional não precisa ser excluído ou banido da alimentação, não! Mas a moderação deve estar sempre presente. Para não abusar, escolha seu ovo favorito no tamanho de 150g ou o mais próximo desse peso, o quebre em pedaços de 30g e consuma um pedaço em dias alternados, assim você não fica na vontade, mas também não acaba com sua dieta.

Ovos funcionais, como beauty care e choco life, podem ser uma ótima opção para aqueles que estão de olho na balança ou para dietas com controle de açúcar ou glúten ou lactose, já que estes produtos são os menos calóricos, com menor quantidade de gordura e possuem um bom teor de fibras. Alfarroba, apesar de não ser um chocolate, é também uma boa opção!


Confira a tabela a seguir e veja o comparativo da composição de alguns produtos funcionais, produtos diets e produtos amargos X versão tradicional:


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Energético + álcool: os riscos do abuso.


(Foto: Divulgação)
Muitos se perguntam se bebidas energéticas, que são consumidas em baladas e festas, trazem algum malefício à saúde, especialmente pela sua quantidade de cafeína. Bom, o energético não tem uma quantidade de cafeína muito alta. Uma lata pode ter de 30 a 35 miligramas de cafeína a cada 100 mililitros, o que equivale de duas a três xícaras de café. Mas qual é o problema da bebida?


Podemos citar pelo menos dois. O primeiro é que, além da cafeína, que é um estimulante do sistema nervoso central, o energético tem a taurina, um aminoácido que pode também aumentar a frequência cardíaca.

Se você tem predisposição à doença cardiovascular ou é hipertenso, pode ser um risco consumir energético em grande quantidade.

Outro problema do energético, e talvez o principal, é que ele geralmente está associado ao consumo de álcool. O energético tende a mascarar os sinais da embriaguez por manter o organismo em estado de alerta e consequentemente pode levar ao aumento do consumo do álcool. Há estudos que mostram inclusive que o energético pode aumentar a chance de acidentes relacionados ao álcool.

Temos que deixar claro que cada pessoa tem uma tolerância diferente à cafeína e aos efeitos do energético. Se calcularmos, uma mulher de 50 quilos teria de consumir 7,5 gramas de cafeína para que fosse uma dose agudamente tóxica, uma vez que a dose letal para 50% da população (DL50) é de 150mg/kg de peso. Ou seja, seriam necessárias muitas latas de energético para tal efeito. O grande problema, no entanto, é a mistura de energético com álcool e outras drogas que, quando consumidas simultaneamente, podem ser letal.

Um jovem saudável tomando uma lata de energético é uma coisa, uma pessoa que tem problemas cardiovasculares, é outra. Reações à bebida são causadas por uma somatória de fatores e dificilmente seu consumo vai causar a morte. Apesar disso, independentemente do risco de morte, bebidas energéticas não são saudáveis para consumo rotineiro, muito menos se combinadas ao álcool.

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Macarrão pode sim fazer parte do seu dia

Insalata di pasta di Bologna, do restaurante Friccó. Foto: Divulgação

Não se pode negar que, apesar de vivermos no pais da feijoada e futebol, o macarrão está sempre presente em nossas mesa.

Não são poucos os pacientes que chegam ao consultório preocupados em saber se este item deve ser cortado do cardápio.

A resposta definitivamente é não. Quer saber por quê?

1 – Massa é fonte de carboidratos, nutriente importante para o nosso metabolismo e fundamental para produção de energia e queima de gordura. Sim, você leu corretamente: sem carbo não há queima de gordura, especialmente quando se pratica atividade física.

2 – Pode ser uma excelente opção de alimentação se você treina à noite ou na hora do almoço.

3 – A massa não precisa ser integral. A de tipo grano duro possui em sua composição o amido resistente, um tipo de fibra quebrada apenas pelo calor. Ou seja: a massa grano duro al dente vale como uma integral.

4 – O molho costuma ser o grande vilão. Por isso, fique longe das versões quatro queijos, manteiga e alho e óleo. Prefira o macarrão ao sugo ou à bolonhesa (mas feito com carne magra).

5 – A massa pode ser uma excelente fonte de energia. Se você pratica atividade física de alta intensidade e duração (exemplo: treinos para provas longas como maratonas e pedal longo), vale um prato à noite antes de um treino ou prova pesada no dia seguinte cedo.

6 – O glúten não é tão vilão assim. O macarrão tem glúten sim, mas esse é contraindicado apenas para celíacos e não para população em geral.

7 – Macarrão tem baixo impacto ambiental. Alimentos vindos da natureza, incluindo frutas, vegetais, grãos e massas, são benéficos para os nossos corpos, além de proporcionar um impacto ambiental menor, de acordo com a pesquisa Double Pyramid 2012 – Enabling Sustainable Food Choices , do Barilla Center of Food Nutrition.

8 – Vale como uma porção de carboidratos na sua refeição. Sim, a massa não é tão calórica assim. Uma porção (em torno de 2 xícaras de chá) equivale a uma porção de arroz integral (4 colheres de sopa) ou meia batata doce. Ou seja: ela pode perfeitamente ser a opção de carboidrato do seu cardápio!

9 – Boa composição nutricional: uma ou duas xícaras de uma porção de massa cozida tem 200 calorias, baixo teor de gordura saudável (cerca de 1g, sem gordura trans ou saturadas), baixo teor de sódio (a menos que você adicione sal à água de cozimento) e nada de colesterol. As massas são uma boa fonte de tiamina, ferro, riboflavina e niacina e fornecem 2g de fibra dietética e 7g de proteína por porção.

10 – É pratico: de preparo rápido, esta é uma ótima opção desde que você acompanhado de uma carne magra de molho pobre em gorduras. Também é recomendado iniciar a refeição com um bom prato de salada.

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BCAA: O que é e quem pode usar? BCAA é a abreviação de “brain chain aminoacids”, em português – aminoácidos de cadeia ramificada.



BCAA é a abreviação de “brain chain aminoacids”, em português – aminoácidos de cadeia ramificada. Ele é composto por valina leucina e isoleucina, aminoácidos classificados como essenciais — ou seja, que nosso corpo não é capaz de sintetizar e devem, portanto, ser obtidos através da alimentação.

Entre as fontes alimentares que apresentam quantidades significativas das cadeias ramificadas do aminoácidos, podemos citas alimentos derivados de animais, como o leite, a carne, peixes e ovos, e também fontes vegetais, como feijão, nozes, entre outros. Abaixo, você encontra mais informações sobre o BCAA e como ele funciona:

Vantagens:

A vantagem do BCAA é que ele possuí uma característica diferencial dos demais aminoácidos: eles não são totalmente degradados pelo fígado e, portanto, vão diretamente para a corrente sanguínea quando ingeridos, tornando-se rapidamente disponível para os músculos e outros tecidos.

Benefícios:

Entre os principais benefícios dos aminoácidos esta a melhora da performance de atividades físicas. Ainda não se sabe ao certo como isso ocorre, mas o desempenho físico parece ter relação com a melhora do sistema imunológico, melhora da recuperação muscular entre outros.

Como usar:

O uso do BCAA deve ser feito antes e após a atividade física. Em casos de atividades de longa duração alimentos ricos nos aminoácidos devem ser usados durante o período, o que favorece melhora do desempenho de acordo com alguns estudos!

Dicas:

Na hora de comprar vale checar o rotulo, onde a proporção entre os aminoácidos deve ser de2:1:1. Mas vale ressaltar que a dosagem/necessidade é algo individual — portanto, consulte um profissional capacitado para te orientar em sua dieta.

E para quem faz atividades físicas com frequência, uma dica prática: substitua cápsulas de nutrientes por uma porção de 15g a 30g de nuts, mix de nozes, amêndoas, castanhas, entre outros, antes e após seus exercícios.

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Métodos Anticoncepcionais - Implante



O que é o implante anticoncepcional?

É um cilindro feito de um plástico especial, que contém hormônios de progestogênio, que se coloca embaixo da pele, habitualmente no braço. O cilindro de plástico, aos poucos, vai liberando de maneira eficiente e contínua, pequenas doses diárias de hormônio, alcançando o efeito anticoncepcional desejado. Em outros lugares do mundo há implantes que utilizam duas cápsulas em vez de um cilindro e que também se colocam embaixo da pele do braço.

Cabe ao/à profissional de saúde informar e orientar sobre os critérios médicos de elegibilidade, que irá dizer se a pessoa pode ou não usar este método anticoncepcional, caso tenha sido escolhido.


Como o Implante funciona?

O implante funciona porque os hormônios do cilindro, lentamente passam para o sangue da mulher e esse hormônio no sangue inibe ou bloqueia a ovulação, além de alterar o muco cervical, dificultando a entrada dos espermatozoides ao útero da mulher.


Como se usa o Implante?

Sua colocação é feita por um/a profissional de saúde capacitado, durante os sete primeiros dias do ciclo menstrual, ou a qualquer momento do ciclo desde que se tenha certeza que a mulher não está grávida. A duração do implante (efeito anticoncepcional) é de três anos, sendo que, após esse período o implante deve ser retirado e substituído por um novo, se a mulher deseja continuar usando este método.

Por se tratar de um método hormonal, para iniciar o seu uso, a mulher deve procurar um serviço de saúde e receber orientações de um/a profissional de saúde capacitado para uma melhor orientação e esclarecimento de suas dúvidas.


Qual a eficácia do Implante?

A eficácia do implante é muito alta. As gravidezes com o método são excepcionais dentro dos primeiros três anos de uso. Se a mulher esquece de trocar o implante aos três anos a chance de engravidar aumenta na medida que passa o tempo.


Quais são os efeitos colaterais?


Sangramento: o sangramento frequente (mais de cinco episódios em 90 dias) ocorreu em 6% das mulheres e o sangramento prolongado (mais de 14 dias consecutivos de sangramento em um período de 90 dias) ocorreu em 11,8% das usuárias;


Amenorreia (ausência de menstruação): 20,7% das usuárias; o sangramento infrequente (menos de três episódios em um período de 90 dias) ocorreu em 27,2% das mulheres;


Outros efeitos: acne, dor nas mamas, cefaleia, aumento de peso, dor abdominal, diminuição da libido, tonturas, dor no local da injeção, variações de humor, sintomas similares aos da influenza (gripe), náuseas acontecem com frequência muito baixa.

Em geral os efeitos colaterais diminuem com o tempo de uso e são de baixa frequência depois de seis meses de uso.

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Métodos Anticoncepcionais - Injeções


O que é?

São injeções intramusculares que contêm hormônios parecidos com os que a mulher tem em seu corpo. Existem dois tipos de injeção:
Mensal - 2 hormônios, estrogênio e progestogênio;
Trimestral - 1 hormônio, progestogênio.



Como se usa?

Por se tratar de um Método Hormonal, para iniciar o seu uso é muito importante que a mulher procure um serviço de saúde para receber uma orientação correta sobre a sua forma de uso e se ela pode ou não usar este método anticoncepcional.


Como funcionam as injeções?

A principal ação é impedir que ocorra a ovulação, além de provocar alterações no muco cervical e no endométrio.


Qual a sua eficácia?

Os dois tipos de injeções são muito eficazes. Mais ou menos uma de cada 300 mulheres que usam injeções podem ficar grávidas no primeiro ano de uso.


Quais são os efeitos colaterais?


Alterações do ciclo menstrual:


Pequeno sangramento nos intervalos entre as menstruações;


Sangramento prolongado;


Amenorreia (ausência de menstruação).


Ganho de peso (principalmente a injeção Trimensal);


Dor de cabeça leve;


Vertigens; Náuseas e vômitos.





Quais são os benefícios para a saúde da mulher?

Injeção Mensal

Diminuem a frequência e a intensidade das cólicas menstruais;

A fertilidade retorna em tempo mais curto do que com os injetáveis trimestrais;

Podem prevenir a anemia;

Ajudam a prevenir problemas como: gravidez ectópica, câncer de endométrio e ovário, cistos de ovário, doença inflamatória pélvica, doenças mamárias benignas e miomas uterinos.
Injeção Trimestral

Pode ser usado durante a amamentação após seis semanas do parto;

Não provoca os efeitos colaterais do estrogênio, como náuseas e vômitos;

Não aumenta o risco de complicações relacionadas ao uso do estrogênio;

Diminui a incidência de: gravidez ectópica, câncer de endométrio e de ovário, doença inflamatória pélvica e mioma uterino;

Para algumas mulheres: pode ajudar a prevenir anemia, a frequência de crises convulsivas em portadoras de epilepsia e a dor e frequência de crises falciformes;

Ajuda a reduzir os sintomas de endometriose.

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