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terça-feira, 25 de outubro de 2016

O Lixo e a Decomposição -- DECOMPOSIÇÃO DO LIXO

O Lixo e a Decomposição -- DECOMPOSIÇÃO DO LIXO

A poluição constante das águas do rio, do solo e do ar está causando muitos efeitos nocivos à nossa saúde e ao meio Ambiente. Muitos materiais podem ser reaproveitados. O plástico, vidro, papel e metais, podem ser reciclados e transformados em produtos novos, com um custo bem mais baixo ao consumidor. Por isso, prefira sempre adquirir produtos em embalagens recicláveis. Elas economizam energia elétrica, poluem menos e utilizam menos recursos naturais não renováveis para a sua fabricação. 

Na natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.
Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.
A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
O tratamento do lixo doméstico no Brasil é realmente uma tragédia, 76% dos 70 milhões de quilos produzidos por dia, são lançados a céu aberto, 10% em lixões controlados, 9% para aterros sanitários e apenas 2% é reciclado. A realidade está mudando, hoje as pessoas que pensam um pouco mais neste planeta recorrem a alternativas que podem minimizar esta situação caótica. Pressione as prefeituras para adotarem a coleta seletiva como alternativa.
Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras “da hora”.
Os catadores de papel que na maioria das cidades são marginalizados, na verdade contribuem com uma significativa parcela no processo de reciclagem dos materiais descartados nos grandes centros urbanos.
PERIGOS

Quando não recebe tratamento adequado, constitui um problema sanitário, transmitindo várias doenças como diarréias infecciosas, amebíase, parasitose, servindo ainda como abrigo seguro para ratos, baratas, urubus (que podem derrubar aviões), além de contaminar os lençóis freáticos através do chorume (liquido altamente tóxico que resulta da composição da matéria orgânica associada com os metais pesados)
ESTATÍSTICAS

O Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia. 76% são depositados a céu aberto em lixões, 13% são depositados em aterros controlados, 10% são depositados em aterros sanitários, 0,9% são compostados em usinas e 0,1% são incinerados.
É importante salientar que o material orgânico compõe a maior parte do item "outros". Aproximadamente 53% deste total, é de restos de comida desperdiçada.
DECOMPOSIÇÃO DO LIXO

Papel: 3 a 6 meses
Jornal: 6 meses
Palito de madeira: 6 meses
Toco de cigarro: 20 meses
Nylon: mais de 30 anos
Chicletes: 5 anos
Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Fralda descartável comum: 450 anos
Lata e copos de plástico: 50 anos
Lata de aço: 10 anos
Tampas de garrafa: 150 anos
Isopor: 8 anos
Plástico: 100 anos
Garrafa plástica: 400 anos
Pneus: 600 anos
Vidro: 4.000 anos


http://espacodeeducar.blogspot.com.br/2011/09/o-lixo-e-decomposicao.html

+ Atividades sobre Trânsito...






http://espacodeeducar.blogspot.com.br/2011/09/atividades-sobre-transito.html

Conheça alimentos que tiram o sono e mude a sua dieta...

A alimentação tem influência direta sobre o corpo e a saúde. Por isso, se você não está conseguindo dormir bem, vale a pena repensar o seu cardápio da noite. Pode ser que você esteja consumindo alimentos que tiram o sono. Talvez substituir alguns nutrientes nas refeições noturnas seja a chave para usufruir melhor das suas horas de descanso.


Veja quais são os alimentos que tiram o sono


A relação da alimentação com o sono já foi tema de pesquisas. Um estudo da Escola de Medicina de Harvard, que monitorou a atividade cerebral de 12 adultos entre os 19 e os 45 anos de idade, conseguiu relacionar a privação de sono com o consumo de fast foods. O experimento apontou que a falta de sono estimula o consumo de junk food e vice-versa.


Há, ainda, uma série de outras pesquisas que associam a privação de sono com a obesidade. O fato é que manter o equilíbrio na dieta vai refletir na qualidade do sono que, por fim, influenciará diretamente no quadro de saúde geral. Por isso, veja abaixo quais alimentos evitar para garantir horas tranquilas de descanso:


Estimulantes
Alimentos e bebidas com propriedade estimulantes, como cafeína e cacau, são inimigos do sono. Eles fazem com que a mente fique em alerta, coibindo o relaxamento. Por isso, a dica é evitar o consumo de chocolate, café ou bebidas lácteas em pó horas antes de ir para a cama.


Carboidratos
A queima de carboidratos no organismo gera energia e, portanto, nos deixa mais ativos. Por isso, é desaconselhado o consumo de alimentos como batata, massas, grãos e produtos ricos em açúcares à noite. Além de manter você mais desperto, eles também podem dificultar a digestão, atrapalhando o sono.


Produtos lácteos
Algumas pessoas costumam sentir inchaço e gases após o consumo de lacticínios à noite. A má digestão, além de desconfortável, prejudica o sono. Por isso, com o intuito de evitar qualquer mal estar, evite queijos e margarina à noite.


Líquidos em geral
É preciso moderar no consumo de líquidos à noite por um motivo lógico: se você consumir bebidas em excesso antes de ir para a cama, vai precisar levantar no meio da noite para urinar. Por isso, se quiser evitar uma interrupção no seu descanso, reduza o volume de líquido horas antes de se deitar.


Alimentos que favorecem o sono


Agora que você já sabe quais alimentos evitar antes de dormir, vale a pena ficar de olho em alguns ingredientes que são poderosos aliados de uma boa noite de sono. Anote aí alguns deles para incluir no cardápio:


Maracujá
Fonte de vitaminas do complexo B, o maracujá tem efeito calmante e ajuda no relaxamento.


Couve 
Contém magnésio, cálcio e vitamina B, além de auxiliar no relaxamento muscular.


Salmão
Rico em ômega 3 e vitamina B12, o salmão também estimula a produção do hormônio serotonina, que promove o bem-estar e o relaxamento.


Alface
A hortaliça contém uma substância chamada lactucina, cujo efeito é calmante.


Fonte: Doutíssima

Você lê, mas esquece rápido? Esta dica fará sua memória funcionar melhor...

Sempre foi importante ter uma comunicação cativante e envolvente. Hoje, com a presença da tecnologia atuando nos contatos pessoais, essa habilidade se tornou ainda mais necessária. Pessoas articuladas, simpáticas e espirituosas são recebidas com alegria em qualquer roda de conversa. Com esse comportamento, sobressaem de maneira positiva nas reuniões corporativas e no relacionamento social.


Para isso é preciso que tenham voz firme, com bom ritmo. Vocabulário amplo, pronto e adequado a todas as circunstâncias. Domínio da expressão corporal, para que os gestos sejam elegantes e harmoniosos. Expressão facial arejada. Pensamento bem ordenado, com raciocínio lógico e concatenado.


Para que todos esses aspectos possam efetivamente contribuir com o sucesso da comunicação é fundamental que a pessoa tenha conteúdo. Se não tiver o que dizer, o indivíduo será repetitivo, vazio, prolixo e apenas um falador chato. Quem possui informações, naturalmente associa e complementa as ideias com facilidade, e torna seu discurso mais atraente.


Alguns, entretanto, reclamam que não conseguem guardar as informações que leem. Em pouco tempo, o que parecia tão interessante para ser usado em uma conversa desaparece da mente. Já me disseram que, depois de ler um romance, não conseguem contar a história que no momento da leitura parecia ser tão fascinante.


Para solucionar essa questão e conseguir reter as informações relevantes apreendidas em uma leitura, vou sugerir um recurso que me caiu às mãos de maneira curiosa. Ganhei um livro de oratória que havia pertencido ao poeta Guilherme de Almeida. A obra, com o título de "El Arte de Hablar Bien" (A Arte de Falar Bem) é de autoria de Paul C. Jagot e J. C. Noguin. Foi publicada na Argentina em 1943 e traduzida do francês para o espanhol por J. C. Guiñon.


Embora seja uma obra relativamente comum, Guilherme de Almeida fez dela uma espécie de livro de cabeceira. Leu cada uma de suas páginas e assinalou a lápis todas as passagens que julgou interessante. Observe que não estamos falando de qualquer pessoa, mas sim de um dos mais brilhantes poetas brasileiros de todos os tempos.


Guilherme de Almeida nasceu em Campinas, no Estado de São Paulo, em 1890 e faleceu na capital paulista em 1969. Deixou uma vasta produção literária e, em 1930, teve o mérito de se tornar o primeiro poeta moderno a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Foi figura de destaque na Semana de Arte Moderna de 1922.


Não se encontra uma página sequer do livro que não tenha pelo menos uma pequena anotação feita de próprio punho pelo poeta. Em alguns casos, Guilherme de Almeida chama a atenção que determinado trecho deveria ser lido várias vezes. Um deles assinala com destaque uma sugestão dos autores de como reter as informações lidas em um livro.


"Ao acabar de ler o capítulo de um livro resuma o conteúdo, o significado da mensagem da mesma maneira como se precisasse expô-lo diante de uma centena de pessoas." Quem seguir essa sugestão assinalada por Guilherme de Almeida, terá dado um passo importante para assimilar com mais facilidade o conteúdo de suas leituras.


O resultado é impressionante. Ao resumir o capítulo de um livro, ou um artigo de jornal ou revista, imaginando que precisará apresentá-lo diante de uma plateia, aprenderá o conteúdo com mais tranquilidade. Esse recurso faz com que a pessoa tenha domínio da matéria que acabou de ler. O exercício será ainda mais eficiente se for feito em voz alta.


Dessa forma, além de fixar as informações que leu, terá oportunidade também para aprimorar a comunicação. Depois desse treinamento, quando falar em público fazendo uso do conteúdo aprendido, as exposições se revestem de uma qualidade diferenciada.


A leitura é uma das mais importantes fontes de conhecimento. Quem se dedica a essa tarefa de resumir o que acabou de ler e faz o exercício de apresentar as informações como se estivesse falando em público, incorpora definitivamente esse conhecimento, que passa a ser muito útil quando se apresentar diante da plateia.


Por: Reinaldo Polito, autor de 25 livros que venderam mais de 1 milhão de exemplares


Fonte: UOL

Quer parar de fumar? Largue o cigarro de uma vez -- não aos poucos

Para aqueles que querem parar de fumar, abandonar o vício de uma vez é mais eficaz do que parar aos poucos. De acordo com um estudo publicado segunda-feira no periódico científico Annals of Internal Medicine, pessoas que pararam de fumar abruptamente tinham 25% mais probabilidade de permanecer em abstinência seis meses após decidirem largar o vício, quando comparados com aqueles que reduziram o cigarro de forma gradual.


Para chegar a este resultado, pesquisadores da Universidade Oxford, na Grã-Bretanha, realizaram um experimento com 697 fumantes que queriam largar o vício. Os participantes foram divididos em dois grupos: um de cessação abrupta e o outro parou aos poucos. No primeiro, os voluntários precisavam parar completamente de fumar em uma data determinada, enquanto no segundo, as pessoas reduziam gradualmente o consumo nas duas semanas anteriores à data estipulada.


Ambos os grupos receberam aconselhamento e tiveram acesso a formas de substituição de nicotina, como adesivos, chicletes e sprays. Os pesquisadores acompanharam a evolução dos participantes em duas ocasiões, quatro semanas após a data estipulada para parar de fumar e seis meses depois. Além de questionarem como os voluntários estavam lidando com a situação, os cientistas mediram também a quantidade de monóxido de carbono presente no organismo de cada um, como forma de verificar quem de fato não havia recaído durante o processo.


No primeiro acompanhamento, 49% dos integrantes do grupo que largou o cigarro bruscamente havia conseguido parar de fumar, em comparação com 39% do grupo que fez a redução gradual. Seis meses depois da data estipulada para largar o vício, esse número diminuiu bastante, mas os participantes que pararam de fumar de uma vez ainda foram mais bem-sucedidos. Segundo os resultados, 22% das pessoas não haviam mais fumado, em comparação com 15% daqueles que reduziram o cigarro aos poucos.


"Observamos que mais pessoas preferem a ideia de abandonar (o cigarro) gradualmente. Mas, independentemente do que pensam, elas são mais propensas a largar o vício se estiverem no grupo da cessação abrupta", afirmou Nicola Lindson-Hawley, principal autora do estudo.


Os autores ressaltam que, apesar dos resultados, reduzir a quantidade de cigarros ainda é melhor do que não fazer nada.


Fonte: Veja

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Vamos ler uma tirinha do Menino Maluquinho

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Descubra o segredo e continue

Escolha um dos personagens de um desenho animado de que você gosta e faça a descrição dele

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Transforme os substantivos em adjetivos, conforme o modelo

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MATEMÁTICA: O QUE DEVE TRABALHAR?





EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM E O QUE DEVE CONTEMPLAR A ROTINA DO 3º ANO


MATEMÁTICA


1. EM RELAÇÃO AOS NÚMEROS NATURAIS: 
• Ler e escrever, comparar, ordenar números pela compreensão das características do sistema numérico.
• Contar em escola ascende e descendente, a partir de qualquer número dado.


TRABALHAR: quadros de números, ordem crescente e decrescente, seqüências numéricas, sucessor e antecessor, ditados iterativos.


2. EM RELAÇÃO AO TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO: 
• Ler e interpretar tabelas simples.
• Ler e compreender gráficos de colunas.


TRABALHAR: tabelas e gráficos simples.


3. EM RELAÇÃO A: GRANDEZAS E MEDIDAS: 
• Reconhecer cédulas e moedas que circulam no Brasil e realizar possíveis trocas entre cédulas e moedas, em função de seus valores.
• Estabelecer relação entre unidades de tempo – dia, semana, mês, bimestre, semestre, ano – e fazer a leitura das horas.
• Produzir escritas que representem o resultado de uma medição, comunicando o resultado por meio de seus elementos constitutivos.


TRABALHAR: sistema monetário, calendário, sistema de medidas (quilo, metro) e horas.


4. EM RELAÇÃO A ESPAÇO E FORMA: 
• Representar a localização de um objeto ou uma pessoa no espaço, pela analise de maquetes, esboços e croquis.
• Representar a movimentação de um objeto ou pessoa no espaço por meio de esboços e croquis que mostrem trajetos.
• Diferenciar figuras tridimensionais de figuras bidimensionais.
• Perceber semelhanças e diferenças entre cubos e quadrados, paralelepípedos e retângulos, pirâmides e triângulos, esferas e círculos.


TRABALHAR: lateralidade, trajetórias, figuras geométricas planas e sólidos geométricos, maquetes (?)


5. EM RELAÇÃO A OPERAÇÕES E CÁLCULOS: 
• Interpretar e resolver Situações-problema envolvendo adição e subtração.
• Utilizar a decomposição das escritas numéricas para a realização de cálculo mental e exato das adições e subtrações.
• Calcular a soma e/ou subtração de números naturais utilizando técnicas convencionais ou não.
• Utilizar estimativas para avaliar a adequação do resultado de uma adição e/ou subtração. 
• Interpretar e resolver situações-problema, compreendendo significados da multiplicação, a partir de estratégias pessoais.
• Calcular resultados de multiplicação, por meio de estratégias pessoais.
• Construir fatos básicos da multiplicação (por 2, por 3, por 4, por 5) a partir de situações-problemas, para constituição de repertório a ser utilizado no calculo.
• Interpretar e resolver situações-problemas, compreendendo significados da divisão e utilizando estratégias pessoais.


TRABALHAR: situações-problema do campo aditivo e multiplicativo, decomposição numérica, operações matemáticas do campo aditivo e multiplicativo, atividades de estimativa de resultados, trabalhar noções de tabuada (DOBRO, TRIPLO, ATÉ POR 5).


LEMBRANDO QUE ESSAS SÃO INFORMAÇÕES OBTIDAS A PARTIR DA LEITURA DO GUIA DE PLANEJAMENTO E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS DO PROFESSOR (SECRETARIA ESTADUAL DDA EDUCAÇÃO)

http://aprendendoeensinando-gabtl.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-12-09T12:33:00-02:00&max-results=7

REESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL




Olá pessoal! Estou de volta... Como esse ano estarei com uma turma de 3º ano/2ª série, estava zapeando pela net e encontrei algo muito interessante que gostaria de compartilhar. Vou editar algumas partes, mas a integra vocês podem encontrar no endereço a seguir:



http://pt.scribd.com/doc/6770759/Reescrita-de-Texto

REESCRITA DE TEXTO

As crianças que estão se alfabetizando agora apresentam uma maior dificuldade em produzir textos, você acha válido pedir que eles façam ou é melhor a reescrita de textos?

Acredito na máxima: “escrever se aprende escrevendo!” Os alunos recém-alfabéticos precisam ser postos para escrever para que se apropriem das características da linguagem escrita em situações de uso, ou seja, na prática da produção de textos.

A reescrita é uma atividade de produção de texto, segundo o referencial no qual me apóio que é o do PROFA “Letra e Vida” que, por sua vez, baseia-se no PCN. De acordo com o PCN a reescrita é classificada como uma produção com apoio.

Quando o aluno faz uma reescrita ele não precisa se preocupar com o que será escrito, pois isso o autor já fez; sua preocupação será como escrever o que já foi dito pelo autor. Portanto, é uma excelente atividade para se aprender como escrever: que palavras usar, como grafá-las, como segmentar o texto, como manter a seqüência dos fatos.

Já a produção de texto como estávamos acostumadas a fazer, é chamada de texto de autoria que é aquele em que o aluno tem que pensar tanto “o que” irá escrever quanto “como” irá escrever. São dois processos distintos e complexos e, por esse motivo, a orientação é começar sempre com a reescrita, para que o aluno se familiarize com as características de um determinado gênero textual e depois passar para a escrita de autoria.

De forma bastante básica, seria essa a seqüência a ser seguida a cada novo gênero textual apresentado à turma:
1 – leitura em voz alta de vários tipos de texto daquele gênero;
2 – reconto (oralmente);
3 – reescrita (individual, em duplas, coletiva);
4 – escrita de autoria.


SEQÜÊNCIA DIDÁTICA - PRODUÇÃO ORAL COM DESTINO ESCRITO.


Esta seqüência didática tem por objetivo que os alunos se familiarizem com a produção de contos de fadas. O contato freqüente com este gênero – que foi lido diariamente por você – e as conversas sobre essas leituras servirão de matéria-prima para que eles, mesmo sem escrever convencionalmente, possam ser autores de versões desses contos.

Isso será possível quando forem propostas atividades nas quais os alunos elaborem textos oralmente,ditando-os para que você faça o registro escrito na lousa ou em um cartaz. Ao ditar, os alunos precisarão sentir-se autores da história, mesmo não estando alfabetizados, e, portanto, é preciso que você tenha clareza do seu papel de escriba.

É importante destacar aqui que mesmo os alunos que já lêem e escrevem convencionalmente podem aprender muito com essa atividade, pois tal estratégia possibilita importantes discussões sobre a linguagem que se usa para escrever, e, em função disso, podem ampliar sua atuação como escritores autônomos.

Como escriba, você poderá utilizar, na frente dos alunos, estratégias de planejamento e revisão da produção coletiva. Isso quer dizer colocar em ação os conteúdos relacionados ao que consiste escrever para escritores mais experientes, realizando atividades de revisão de textos na presença e com a participação dos alunos que priorizem a análise e a reflexão sobre a língua e não apenas a correção do texto.

Essas ações com o texto permitem que os alunos:
• Compreendam para que se planeja um escrito;
• Pensem em diferentes opções para o início de um texto;
• Busquem distintas possibilidades de expressar cada idéia debatendo sobre a qualidade, beleza, precisão de cada uma das formas para escolher aquela que melhor concretiza o que se quer dizer;
• Atenham-se às diferenças entre o oral e o escrito, entre o coloquial e o formal, entre o que cabe apenas na fala e o que só faz parte do universo da escrita;.
• Leiam e releiam (ou ouçam e ouçam novamente) o que já foi escrito para assegurar a coerência com o que está por escrever ou para revisá-lo da perspectiva dos leitores. Tudo isso é imprescindível para que construam conhecimentos importantes sobre os comportamentos de escritor.

Os contos selecionados para esta seqüência deverão primar pela qualidade literária, pois, como sabemos, existem versões muito empobrecidas dos contos, tanto no que diz respeito à trama narrativa quanto ao cuidado com a linguagem. Por isso, quando encontrar um conto com muitas ilustrações e textos de apenas uma linha para cada página, descarte-o. Para esta situação, certamente este é um conto pouco adequado.

A produção ficará a cargo do grupo, mas isso não significa que você não vai poder interferir, muito pelo contrário. Seu papel será o de problematizar as elaborações feitas, confrontar as soluções dadas para um mesmo trecho e explicitar os comportamentos escritores: ler, reler e revisar, eliminar, trocar ou colocar novas palavras ou trechos, reler para ver como continua, para verificar se o texto está compreensível a um leitor ausente, se não tem repetições que o tornam cansativo. Como vê, você terá muito trabalho a fazer.

Mas lembre-se, você é o escriba. Não será preciso que os alunos copiem o texto produzido coletivamente. O objetivo maior desta seqüência é a realização de uma atividade de elaboração de texto com o foco na qualidade da linguagem que se escreve.

O QUE MAIS FAZER?

A continuidade desta atividade é, a partir da escolha do conto de fadas que será produzido oralmente, listar com eles os cenários e personagens que fazem parte do conto escolhido e pedir que, em pequenos grupos, façam, oralmente, descrições destes. Você deve anotar as descrições para retomá-las quando for produzir o texto.

Criar ilustrações para os personagens, neste contexto, faz todo o sentido. Colecione desenhos dos alunos, exponha e compare as diversas soluções encontradas por eles para bruxas, fadas etc. Embora esta seqüência didática esteja voltada para a linguagem que se escreve, é possível elaborar várias atividades de análise e reflexão sobre o sistema, voltadas, particularmente, para os alunos que ainda não escrevem convencionalmente.

Você pode propor que:
• Escrevam listas de seus personagens favoritos.
• Com os títulos de várias histórias conhecidas escritos em tiras de cartolina, descubram, em duplas ou trios, qual título está escrito em cada tira.
• Associem, em duas listas, o vilão e o protagonista de uma mesma história.
• A partir de uma descrição (lida por você), pedir que procurem, numa lista com vários personagens, aquele que você acabou de descrever.

Este procedimento de produzir textos oralmente pode ser amplamente utilizado, principalmente neste momento em que ainda têm muita dificuldade em grafar um texto, mas são perfeitamente capazes de compreender e produzir a linguagem escrita. Você pode propor a escrita de alguns trechos ou de outros tipos de textos, como os informativos, por exemplo.

ORIENTAÇÕES PARA A SONDAGEM: REESCRITA

1 – Escolha um texto de boa qualidade literária e que seja do gênero narrativo (conto, fábula, lenda);

2 – Faça a leitura em voz alta do texto para os alunos (se necessário, leia uma segunda vez para eles, mas somente se necessário);

3 – Faça com eles o reconto: oralmente, peça que contem novamente a história lida;

4 – Em seguida peça para que, individualmente, reescrevam a história sendo o mais fiel possível à história original do autor. Atenção: não é necessário que saibam a história de cor, mas sim que se utilizem das marcas do gênero narrativo, tempo verbal, vocabulário etc. e, principalmente, que mantenham o enredo da história. Portanto, não deixe que alterem o final ou mudem os personagens. É uma atividade de reescrita (escrever de novo o que alguém já escreveu) e não de escrita de autoria, onde teriam que ser criativos e “inventar” coisas.

5 – Com essa avaliação poderemos analisar como as crianças lidam com os recursos lingüísticos: gênero textual, coerência, coesão, segmentação de palavras, ortografia, paragrafação etc.

http://aprendendoeensinando-gabtl.blogspot.com.br/2012/01/reescrita-e-producao-textual.html

Conheças as diferenças entre zika, dengue e chikungunya

Dengue, zika e chikungunya são três infecções transmitidas pelos mesmos vetores, os mosquitos Aedes aegypiti e o Aedes albopictus. Elas possuem sintomas parecidos, mas algumas caraterísticas podem ajudar a diferenciá-las.


Não existe tratamento específico para as infecções por estes vírus. A orientação do Ministério da Saúde é que na presença de qualquer sintoma, o paciente procure a unidade de saúde mais próxima. Além disso, deve fazer repouso e ingerir de bastante líquido durante os dias de manifestação de sintomas. Alguns medicamentos como ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios, podem aumentar complicações hemorrágicas, principalmente em caso de dengue. Por isso, ao apresentar os sintomas a pessoa não deve se automedicar.


Confira o quadro e descubra as principais diferenças entre a dengue, zika e chikungunya:


Fonte: Blog da Saúde

FATOS DO DIA -- 22 de março

 FATOS DO DIA  -- 

1895 - Os irmãos Lumière realizam a primeira exibição de cinema.
1911 - É fundada a Universidade do Porto em Portugal.
1935 - É transmitido o primeiro programa regular de televisão do mundo através da antena da Torre de Rádio de Berlim.


Nasceram neste dia…
1868 - Robert Andrews Millikan, físico norte-americano (m. 1953).
1923 - Marcel Marceau, mímico francês (m. 2007).
1948 - Andrew Lloyd Webber (foto), compositor britânico.


Morreram neste dia…
1418 - Nicolas Flamel, alquimista francês (n. 1330).
1832 - Johann Wolfgang von Goethe, escritor alemão (n. 1749).
1945 - Tadamichi Kuribayashi, militar japonês (n. 1891).


Fonte: Wikipédia

5 casos bizarros em que professores mataram alunos

5. Tiroteio na escola
Os alunos do Highschool de Masthokoze, África do Sul, ficaram revoltados ao descobrirem que um passeio do grupo havia custado menos do que a escola tinha cobrado. Quando a instituição não devolveu o valor, eles resolveram depredar o carro do diretor.


Temendo pela segurança, os professores se trancaram em uma biblioteca, onde também foram alvos da revolta. Foi quando o diretor e um professor resolveram abrir fogo, matando um aluno e ferindo outros dois. Os responsáveis pelo tiroteio foram presos, mas acabaram soltos depois de pagar uma fiança de 160 dólares.


4. Esfaqueou a aluna e ligou para os pais
Yu Hagino, professor de um cursinho no Japão, telefonou para o pai de uma de suas alunas para informá-lo de que ela estava morta. A vítima era Sayano Horimoto, aluna da sexta série, que morreu após ser esfaqueada no pescoço e no rosto. À polícia, Yu Hagino confessou que não se dava bem com a menina, perdeu a paciência e acabou cometendo o crime.


No dia 2 de dezembro de 2005, Hagino havia comprado duas facas de cozinha e um martelo, o que, para os policiais, sugeriu que o assassinato foi premeditado. No dia fatídico, 13 alunos estavam no local, mas ele pediu para que Sayano fosse para uma sala separada, onde, supostamente, ele iria realizar um questionário de japonês com a jovem.


Hagino trancou a porta e esfaqueou a aluna. Ao ouvirem os gritos, várias pessoas tentaram abrir a porta, em vão. Em determinado momento, o professor saiu segurando o celular com as mãos cobertas de sangue.


A escola informou que Hagino não estava escalado para trabalhar naquele dia e que os pais da jovem já haviam pedido para que ele não desse mais aulas para Sayano.


3. Sequestro e morte
Liu Hong Wen, de 28 anos, foi convidado a trabalhar em uma escola na província central de Hunan, na China. Após um ano no local, no dia 30 de setembro de 2004, ele entrou em sala de aula com uma faca de açougueiro e matou quatro crianças.


Em seguida, se dirigiu a outra sala e fez 64 pessoas de reféns, entre professores e alunos. Enquanto a polícia negociava a liberdade das vítimas, Liu atacou mais quatro professores e se rendeu. No total, quatro crianças morreram, e nove estudantes e três professores ficaram feridos. Liu foi diagnosticado com esquizofrenia e foi enviado para um hospital psiquiátrico.


2. O primeiro assassinato em massa em uma escola
Você certamente conhece algum caso de ataque a escolas protagonizado por alunos, mas sabia que o primeiro grande atentado foi obra de um professor? No dia 20 de junho de 1913, o professor Heinz Schmidt, de 29 anos, invadiu a escola Marienschule, na Alemanha, e atirou em todos que cruzaram o seu caminho.


A professora Maria Pohl acabava de levar duas fileiras de estudantes pelo pátio quando Heinz entrou e matou três garotas. Ouvindo a confusão, um zelador se jogou em cima do professor, conseguindo retardar a ação. Mesmo assim, cinco pessoas morreram e 21 ficaram feridas.


1. Professor serial killer
Em 1986, a polícia da Cidade do Cabo, na África do Sul, estava com um grande caso em suas mãos: 22 corpos de jovens com menos de 15 anos foram encontrados enterrados em covas rasas. Todas as crianças tinham sido sodomizadas e estranguladas.


O perfil traçado pelos oficiais era de um homem com cerca de 28 anos, que poderia trabalhar como professor, policial ou padre e que, provavelmente, tinha sido vítima de abuso sexual quando jovem.


A última vítima encontrada foi Elroy van Rooyen, de 9 anos. Ele tinha sido visto pela última vez na estação de trem em Mitchells Plain. Devido ao relato de algumas testemunhas, a polícia conseguiu chegar a Norman Simons, de 27 anos, que atuava como professor naquele bairro.


Norman confessou a morte de Elroy, seu ex-aluno, e foi condenado a 35 anos de prisão.


Fonte: Mega Curioso

Mais da metade dos Estados não paga o piso aos professores

Mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na lei do piso dos professores, de acordo com levantamento divulgado pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). São 14 os Estados que pagam aos professores menos do que os R$ 2.135,64 por mês.


"Isso é ruim, no ano passado, na mesma época, mais estados cumpriam a lei", diz a secretária-geral da confederação, Marta Vanelli. "Está em lei federal, mas é preciso muita luta no estado para que seja pago. O governo anuncia o reajuste e depois há embate nos estados e municípios. Todo ano é assim".


O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O piso é pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.


Lista
A tabela divulgada esta semana pela CNTE mostra que Alagoas, Goiás, Maranhão, Paraíba, Paraná, São Paulo, Tocantins e Rio Grande do Sul não cumprem o valor do piso apenas para os professores com formação de nível médio. Aqueles com formação superior recebem o valor atualizado.


Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Rondônia e Pernambuco não pagam o valor no vencimento, como estipula a lei, mas cumprem o valor na remuneração, ou seja, acrescentando gratificações e complementações. Espírito Santo não cumpre o valor estipulado para 2016 nem mesmo na remuneração.


Crise econômica
Devido às dificuldades econômicas pelas quais o país passa, estados e municípios chegaram a pedir ao MEC (Ministério da Educação) que adiasse o reajuste do piso salarial dos professores para agosto. O MEC manteve o anúncio em janeiro e alegou que cumpre o que está estabelecido em lei. Em 2016, o salário teve um reajuste de 11,36%, passando de R$ 1.917,78, em 2015, para os atuais R$ 2.135,64.


"Este ano é complexo do ponto de vista financeiro, temos dados de projeção de queda da arrecadação e temos que cumprir a lei de responsabilidades fiscal. Ainda que o sejamos favoráveis à Lei do Piso, é importante que estabeleçamos um pacto para que possamos dar consistência ao aumento, dentro das condições da receita, senão é difícil avançar", diz o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Eduardo Deschamps, "Precisamos de compreensão para que possamos evitar paralisações que vão prejudicar os estudantes", acrescenta.


Respostas dos Estados
A Agência Brasil entrou em contato com as secretarias estaduais de Educação por telefone ou email. Bahia, Rio Grande do Sul e Pernambuco, alegam que a lei é cumprida e que os professores recebem o valor estipulado nela. O Rio de Janeiro alega que o valor pago é superior ao estabelecido na lei.


Entre aqueles que, segundo a CNTE não pagam o piso para os docentes com formação de nível médio, as secretarias alegam que atualmente eles são poucos em relação ao total de professores no quadro, que tem maioria de docentes com licenciatura.


No Paraná, 1,8 mil professores tem formação de nível médio, no Ceará, são 62. Maranhão diz também que a maioria dos docentes tem licenciatura e que os cargos da carreira em nível médio "são considerados extintos a vagar".


Tocantins diz que são apenas 87 professores, "mas com o devido complemento em gratificação para se atingir o piso nacional". São Paulo diz que não há profissionais com formação de nível médio e que o salário inferior ao piso não é, portanto, praticado na rede.


Alagoas diz que o processo para reajuste do piso para o nível médio já está em andamento na Secretaria de Planejamento e Gestão e, como em todos os anos, deverá ser cumprindo com retroativo. A Agência Brasil não recebeu retorno das secretarias de Educação do Espírito Santo, de Goiás, de Rondônia e da Paraíba até o fechamento da reportagem.


Acordo
O procurador da República Sérgio Luiz Pinel que é coordenador do projeto MPEduc (Ministério Público pela Educação) diz que não há uma oficialmente um levantamento de dados que mostre com exatidão quanto os professores ganham tanto nos estados quanto nos municípios. "Hoje não existe nenhuma ferramenta unificada que faça esse controle se os municípios e estados estão cumprindo o piso. Alguns tribunais de conta fazem esse acompanhamento, mas são minoria".


Pinel explica que o Ministério Público Federal assinou um acordo com o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) para disponiblizar um sistema em que Estados e municípios possam informar o salário de cada professor. O cronograma para a implementação desse sistema vai até agosto de 2017.


A Lei do Piso é discutida no Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional que busca uma forma sustentável de promover os reajustes. O Fórum é composto por representantes do MEC, dos estados, dos municípios e dos trabalhadores.


Fonte: UOL (Via Agência Brasil)

Onze superalimentos que você deveria consumir mais

Eles não agradam tanto quanto o morango, nem deixam inimigos por aí, como o jiló. Por isso, na hora da montagem do prato ou da compra do mês, ficam esquecidos entre as prateleiras de frutas e legumes do supermercado. Rabanete? Nabo? Inhame? Os próprios nutricionistas, muitas vezes, esquecem que eles existem. Mas fique sabendo que alguns alimentos que ficam de fora do seu cardápio trivial, trazem muitos benefícios para a saúde e ajudam a compor uma dieta equilibrada. Quem perde com a ausência dessa turma e de seus nutrientes é a nossa saúde. Para tirá-los do esquecimento e para te ajudar a montar uma dieta rica em nutrientes e cores, o Minha Vida foi à feira selecionar 11 superalimentos que fazem muito bem para o seu organismo e para a dieta. Confira:


Lentilhas
A lentilha é muito requisitada nas festas do final de ano. Mas, depois, passa o resto do ano esquecida. Uma injustiça, já que é um alimento ideal para a dieta a para a saúde, pois é rica em proteína vegetal, que ajuda na formação e no fortalecimento da massa muscular e na cicatrização de ferimentos. "A lentilha tem também alto teor de fibras, vitaminas e ferro e pouca gordura, sendo ótima substituta para o feijão do dia a dia, por exemplo", a nutricionista Roberta de Lucena Ferreti, da Unifesp.


Batata doce
Muitas vezes elas são vistas com olhares tortos e cara feia. Alguns acham estranho o fato de ser doce e outros, ainda, acham que ela tem grande quantidade de calorias e por isso precisam ficar longe do prato. Mas, mesmo sendo cerca de duas vezes mais calórica do que a batata normal e que tenha também mais carboidratos, a batata doce é uma ótima fonte de vitamina C, fibras e potássio, diferente da batata convencional. Além de muito versátil - pode ser usada em pratos doces e salgados -, ela é amiga do verão, pois é fonte de betacaroteno, o componente que potencializa o bronzeado.


Inhame
Ele é uma importante fonte de proteínas, potássio e fósforo, podendo ser usado para prevenir doenças como osteoporose, artrite e cálculos renais. Fonte de carboidratos e fibras, pode ser uma opção para pães, massas, cereais e todos os tipos de tubérculos e raízes. Além disso, o consumo desses minerais ajuda a manter a memória funcionando mesmo depois da velhice. O melhor jeito de consumi-lo é cozido. Mas é importante que ele não fique muito tempo no fogo, para que não haja uma perda de nutrientes e vitaminas.


Rabanete
Rosa por fora e branquinho por dentro, o rabanete é um legume benéfico graças às suas propriedades medicinais. Ele estimula as funções digestivas, limpa as vias respiratórias e ainda dá uma força ao sistema imunológico. De acordo com a nutricionista Roberta de Lucena, isso acontece graças à grande quantidade de vitaminas e minerais, como cálcio, potássio, magnésio e fósforo.


Nêspera
Popularmente chamada de ameixa-amarela, esta fruta é rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. Outra propriedade da nêspera é controlar os níveis de gordura no sangue e diminuir a resistência à insulina, atuando assim na prevenção contra diabetes. "Estudos ainda indicam que a nêspera apresenta triterpenos, substâncias que modulam a formação de óxido nítrico, que age nas vias respiratórias e tem efeito que pode ser benéfico no controle de bronquite, além de auxiliar no tratamento de doenças alérgicas inflamatórias como asma, rinite e sinusite", explica Bárbara.


Acelga
Também conhecida como couve-chinesa, essa hortaliça é extremamente versátil, pois dela aproveita-se tanto talos quanto as folhas. Além disso, ela fica ótima crua e também refogada com azeite e alho. "Além de proteger o fígado, a acelga auxilia no controle do diabetes, pois apresenta fibras e possui substâncias que causam regeneração das células do pâncreas, que é o local onde há a produção de insulina", explica a nutricionista Bárbara Rescalli Sanches, da Clínica Damasceno.


Além disso, a acelga também é fonte de vitamina A e C. Quem tem tendência a desenvolver cálculos renais, precisa maneirar na quantidade consumida desse alimento. "Há grande quantidade de oxalato na acelga, substância que pode se ligar ao cálcio e formar pedra no rim", explica nutricionista.


Beterraba
Ela também está entre os rejeitados. Mas o que poucos sabem é que ela é uma grande aliada no combate ao cansaço. Pesquisadores da Universidade de Exeter (Grã-Bretanha) descobriram que o nitrato encontrado nela ajuda a reduzir o consumo de oxigênio e, portanto, desacelera o ritmo do processo que leva ao cansaço. Por isso, eles recomendam um copo de suco de beterraba antes de praticar atividades.


Nabo
Este vegetal carrega doses de vitamina C, cálcio e potássio. "Estudos mostram que possui uma substância que pode prevenir certos tipos de câncer", explica a nutricionista Daniela Cyrulin. As folhas do nabo constituem um excelente alimento com alto teor de vitamina A, vitaminas do complexo B e de vitamina C. Além disso, suas fibras contribuem para regularizar o funcionamento intestinal, o que ajuda a digestão.

Chicória
Ela é rica em oligossacarídeos, substâncias que não são totalmente digeridas pelo organismo e servem de alimento para as bactérias benéficas intestinais, são os chamados prebióticos. "Esta substância auxilia no bom funcionamento intestinal, tratando casos de intestino preso, diminui os níveis de toxina no intestino, auxiliando na prevenção de cânceres", explica Bárbara Rescalli Sanches.

Também melhora a absorção de minerais e controla os níveis de triglicérides no sangue. Outra vantagem é a sua capacidade de desintoxicação, ou seja, auxilia na eliminação de toxinas no organismo. Além disso, constitui uma importante fonte de vitaminas A, B, C e D e de sais minerais. É de baixo valor calórico, sendo excelente para utilizar nas dietas de emagrecimentos. O melhor modo para ela ser consumida é crua, para melhor aproveitar o seu valor nutritivo.


Pitanga
Essa pequena fruta vermelha se destaca pela quantidade de cálcio que carrega, fósforo e ferro, além de vitaminas A e C, indicando seu elevado poder antioxidante o que faz dela uma poderosa aliada para os ossos, ajudando a prevenir doenças como osteoporose. Segundo Bárbara Rescalli, ela também é rica em licopeno, importante na prevenção de uma série de cânceres, como o câncer de próstata, pulmão e estômago. Para consumir essa fruta, é preciso tomar cuidado com os fungos, que se reproduzem na casca da fruta. Observe se a casca não está com uma textura áspera ou com uma cor diferente.


Cará
Esse tubérculo é o primo menos famoso da batata. Por ter o gosto muito parecido com o de um alimento tão popular, o cará foi deixado de lado, e poucas pessoas o colocam no prato. De acordo com Bárbara Rescalli, o cará é uma fonte de carboidratos que pode ser utilizado para a recuperação muscular após uma atividade física. Também traz benefícios para o sistema imunológico e inibe a ação maléfica de radicais livres.


Fonte: Minha Vida

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