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domingo, 16 de outubro de 2016

HISTÓRIA DO FORD GALAXIE...

HISTÓRIA DO FORD GALAXIE
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A linha do tempo do Ford Galaxie é recheada de curiosidades e detalhes que fazem cada veículo único, foram tantas as opções oferecidas ao longo dos anos de produção, tantas versões e vários detalhes que permite ao Galaxie manter sua sofisticação em todas suas versões, das mais básicas às mais requintadas

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O maior carro já produzido no Brasil tem suas raízes nos Estados Unidos, país sede da Ford, a fábrica que criou e trouxe ao púlbico a linha Galaxie. Em 1959 o nome Galaxie 500 surge anunciando a versão top de linha do sucesso Fairlane, até então o mais cobiçado sedan da marca.​


O nome é uma alusão a era da corrida espacial (Galaxie – remete a palavra inglesa Galaxy, em português Galáxia) e o número 500 é inspirado na vitória da 500 milhas de Daytona (1958).​


Em 1960 o Galaxie 500 torna-se o sucessor natural da família Fairlane (em atividade desde 1956), uma caraterística do modelo é a presença constante de imponentes motores V8 debaixo do capô. Durante a década de 60 os maiores motores da linha Ford trouxeram força e vitalidade ao carro, uma força que variava entre “comuns” 200cv e podiam passar dos 400cv, de acordo com a cilindrada oferecida entre os “small e big blocks” (blocos pequenos e grandes), para cada tipo de motor cilindradas que variavam a relação peso-potência, tornando-o um carro versátil, de familiar a esportivo.
Durante a trajetória o veículo recebeu diversas opções de carrocerias, entre elas: Sedan (4 portas três volumes), Sport Sedan (três volumes, 4 portas e sem coluna), Coupé (duas portas sem coluna), Conversível, Pick-Up (pequena caminhonete com acabamento sofisticado), Ranchero (caminhonete com acabamento rústico), Station Wagon (perua com 4 portas) e Ambulance (versão alongada da Station Wagon).​


Mas sem dúvida alguma entre os mais nostálgicos Galaxies norte-americanos está o 7 litre, que poderiam sair tanto na versão conversível, quanto na coupé e que ostentavam os motores (427, 428 ou 429) os maiores da época. Essas versões foram as responsáveis pelo sucesso do automóvel na Nascar e em diversas competições, popularmente chamadas de “corra no domingo e venda na segunda”, onde os Galaxie 7 litre eram vendidos por preços acessíveis aos pilotos de final de semana, com o compromisso de participarem de um número pré-determinado de corridas. O sucesso com as vitórias nas categorias era tanto que, nas segundas-feiras, as concessionárias Ford lotavam de pedidos para toda a família Galaxie.​


O Galaxie continuou como o absoluto rei entre os modelos da Ford, em seu curriculun carregou as versões LTD, LTD/Landau e Broughan de apelo familiar e luxuoso, características que vieram para manter vivo o automóvel top de linha da marca. Em 1974 o nome Galaxie aposenta-se, nos Estados Unidos depois de 16 anos na ativa, mas deixa seus herdeiros pois o LTD foi seu substituto natural. De certa forma o veículo continua ainda vivo, só que com o nome de Crown Victória, a estrutura é mantida, um carro de grandes dimensões, muito conforto desde as versões mais espartanas e construção de carroceria em um chassi. Tradicionalmente ainda com um motor V8 a dianteira e tração traseira. Devido a robustez ele, ainda hoje, é um dos prefeirdoa pelas patrulhas policiais, taxistas e famílias em todo o continente norte-americano.


A ORIGEM AMERICANA


Em 1966 o Galaxie americano serve de inspiração para sua versão “tupiniquim”, mas por aqui a única carroceria utilizada foi a Sedan e a motorização escolhida foi o motor V8 272, que já era usado por aqui nos caminhões da marca. Alguns detalhes estéticos foram substituídos em função de um melhor aproveitamento da linha de produção.

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O ELO DE LIGAÇÃO


O GALAXIE NO BRASIL


​​Em 1967, mais precisamente no dia 16 de Fevereiro o primeiro Ford Galaxie 500 saí da linha de montagem, o carro já tinha chamado à atenção do público no final do ano anterior no “V Salão do Automóvel de São Paulo” e marcou sua época por ser o primeiro automóvel de passeio nacional da Ford.
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A marca que já ocupava o território brasileiro desde 1919 até então estava dedicada a montagem de automóveis e a fabricação somente de caminhões e utilitários.​


O Galaxie caiu como uma luva na planta nacional, pois atendia os pedidos do público por um veículo confortável e moderno e também poderia receber a mecânica dos utilitários que já circulavam por aqui, aliando assim econômia em escala indústrial e satisfação do cliente.​


O motor V8 272 de 164cv e o câmbio de três marchas formavam um conjunto mecânico robusto e ao mesmo tempo macio proporcionando um rolar confortável, mesmo nas pavimentações de péssima qualidade da época.​


Por fora a carroceria grande com 5,40m de comprimento e 1,99m de largura (medido da maçaneta a maçaneta), frisos de alumínio contornando as caixas de rodas, nas laterias entre os recortes dos páralamas e na grade dianteira.


Os cromados dos párachoques conferiam ainda mais brilho ao elegante modelo, ao mesmo tempo grande e esguio, um desenho em boa parte conferido pela frente com dois pares de fárois dispostos na vertical.


A grade em alumínio polido inteirissa com uma abertura horizontal central (de ponta a ponta) acomdodava as luzes de direção dianteiras (os piscas). No centro do capô do motor, na dianteira a inscrição Ford em quatro letras posicionadas separadamente e no topo um elegante adorno, conhecido como mira, com três leões desenhados.​


Nos páralamas dianteiros, apoiado no vinco da linha da cintura, um brasão com a inscrição Ford e os três leões dispostos na vertical (os mesmos da mira). Na parte superior do direito a antena elegantemente apoiada com um acabamento retangular cromado.​


No páralama traseiro esquerdo uma tampa retangular abriga o bocal do tanque de combustível, a tampa lisa e sem chave de proteção dá acesso ao compartimento com capacidade total de 76 litros.​


A traseira elegânte demonstrava claramente a grande “virtude” do porta-malas acomodar muita bagagem. O desenho mantinha beleza dos cromados e adornos com a praticidade da tampa que chega até a altura do párachoques traseiro, facilitando o acesso ao compartimento.​


Boa parte da harmonia e beleza da traseira são proporcionadas pelas lanternas vermelhas de desenho quadrado, enfeitadas por um pequeno quadrado branco ao centro com adornos que lhe conferem a aparência de uma mira.​


Os contornos das lanternas são destacados por um friso cromado, um outro conjunto de frisos formam um grande retangulo que ultrapassa os limites da tampa traseira e chegam às lanternas, ao centro quatro letras formam a inscrição Ford.​


Para acomodar as bagagens muita simplicidade, nada de forrações, carpetes ou tapetes, somente a parte interna da lataria pintada na cor do veículo.

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​​AS CORES GALÁTICAS

A carroceria trouxe pinturas em oito tons de cores (todos sólidos) os nomes traziam alusões a elementos espaciais: Vermelho Marte, Bege Terra, Verde Júpiter, Preto Sideral, Cinza Cósmico, Azul Infinito, Azul Ágena e Branco Glacial. Opcionalmente a capota poderia vir na cor Branco Glacial criando, assim, o efeito “saia e blusa”.


As rodas, pintadas na cor da carroceria do veículo poderiam ser equipadas com duas opções de calotas. Uma pequena, que cobria o conjunto de porcas e prisioneiros, feita em metal cromado com pequenos detalhes em preto fosco vinílico com a inscrição Ford marcada três vezes no centro.


A outra opção eram as chamadas “supercalotas” que cobriam as rodas por completo, feitas em alumínio polido com os rebaixos pintados em preto fosco vinílico e com o miolo em acrílico com fundo refletivo em vermelho.

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INTERIOR
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A tapeçaria é considerada um show de beleza à parte, os bancos inteiriços, poderiam ser revestidos em vinil ou combinar a forração de tecido com vinil. Enfeites no tecido com faixas decoradas conferiam requinte a tapeçaria, tudo desenhado em relevo (chamado de “costura eletrônica”) os assentos combinam com as forrações de porta que ostentam filetes cromados entre os materiais de forração.


O inteiror poderia vir nas cores, Preto, Bege, Azul ou Vermelho, que combinandas com a carroceria formavam um leque com 52 possibilades de combinações cores. O painel mantinha a almofada dos instrumentos na cor dos estofamentos assim como o vinil da parte superior do painel. O desenho também trazia detalhes, em costura eletrônica, formando gomos retos.

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PRAZER AO DIRIGIR


Ajudado pela direção hidráulica e pela ergonomia do painel, o Galaxie pode ser prazeiroso simples e eficiente de se conduzir. Para monitorar não é necessário desviar o campo de visão do motorista, tão pouco é preciso grandes deslocamentos do foco de atenção.


Com o medidor de nível do combustível à esquerda, velocimetro ao centro e abaixo dele o relógio de horas. Ainda no quadro principal do painel, deslocado para o centro, o miolo de contato da ignição.


As luzes-espia também ajudavam a parceber as condições mecânicas, uma para alertar se o motor ainda está frio, outra para avisar o super-aquecimento e uma terceira que alerta sobre o nível de óleo.


Abaixo do painel, ao lado esquerdo encontra-se também uma lâmpada internitente que avisa o acionamento do freio de estacionamento (feito com o pé, como nas caminhonetes atuais). Para comandar a ventilação interna e o acendimento das luzes botões cromados, parecidos com o do rádio AM, item de série. Dentro do porta-luvas um interessante “clipe” permite a fixação de documentos.
​TOQUES DE SOFISTICAÇÃO


Os detalhes cromados internos ficavam por conta do retrovisor interno da alavanca de câmbio (na coluna de direção), haste das luzes de direção (com lampejador) e do “meio-aro” da buzina no volante. No painel uma linha em aço inox polido com textura estriada servia de adorno e contorno separativo dos materiais de fabricação.


As portas também traziam detalhes cromados, nas maçanetas internas e nas manivelas dos vidros, um ítem pouco comum é a abertura quebra-vento, feito também atraves de manivelas (com tamanho menor) localizadas nas portas dianteiras.

CURIOSIDADE


Um detalhe interessante e raro de se ver nos modelos que remanesceram é a ausência do retrovisor externo, item não obrigatório na época, mas que foi adotado pela grande maioria dos motoristas devido as enormes proporções do automóvel.

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1968
​A SAGA CONTINUA

​Em 1968 o carro manteve-se praticamente inalterado, a não ser pelo painel que deixou de ter gomos “retos” e ganhou gomos “acolchoados”, o friso polido estriado foi substituído por um liso.

​1969​
A FAMÍLIA CRESCE

​Em 1969 uma pequena mudança, a antena passa a ser fixada no páralamas dianteiro esquerdo. O Galaxie 500 ganhou seu primeiro “parente direto” o Galaxie LTD, uma versão ainda mais confortável, com direito ao teto de vinil, um ítem que o seguiria até o final de sua jornada e se tornaria um dos acabamentos mais lembrados e emblemáticos da linha Galaxie.


Dois opcionais chegariam, para a família Galaxie, o ar-condicionado e o câmbio automático, esse último marcou época por ser inaugurar esta opção de câmbio entre os veículos nacionais. No quesito mecânica, enquanto o 500 manteve o conjunto, o LTD ganhou o novo motor V8 292 de 190cv.

​1970
EM BUSCA DA SIMPLICIDADE
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Em busca de um público ainda maior a Ford investiu em um novo segmento para seu grande veículo, em 1970 chega ao mercado a versão básica do modelo, com o nome de Galaxie (sem o numeral 500) conhecido como Standard. O carro era bem espartano, para um automóvel de suas dimensões, não possuia direção hidraulica, rádio, relógio ou ar condicionado. As calotas eram pequenas e cobriam apenas o conjunto de parafusos das rodas. Na aparência a idéia sugerida era clara pela ausência da maioria dos frisos. As laterais de porta acompanhavam a mesma tendência – a tapeçaria era obrigatoriamente na cor preta. O carpete era mais simples e foi extendido à toda linha. Com mais esse integrante a Família Galaxie segue com três veículos sobre a mesma plataforma, diferenciando-se apenas no acabamento e ítens de conforto.


No modelo LTD, abaixo do friso de contorno da carroceria, as chamadas “caixas de ar” eram pintadas em preto fosco vinilíco. O carro ganhou o apelido de “faixa-preta”.


1971​
UM NOVO TOP DE LINHA​


Em 1971 os carpetes foram diferenciados, o modelo básico ficou com o mais baixo e as outros com o mesmo oferecido até 69. A versão top de linha o Galaxie LTD perdeu sua “faixa-preta” e passou a se chamar LTD/Landau. O carro ganhou ainda mais conforto, a vigia traseira ficou menor e ele ganhou um adorno em formato de “S” na coluna traseira (Coluna “C”) – a idéia era lembrar as elegantes carruagens francesas de luxo chamadas Landau (a pronuncia em francês é “landô”, mas aqui no Brasil a palavra ganhou o som de como se escreve mesmo). Na dianteira do capô, bem ao centro, trazia a inscrição “LTD” que idêntificava o modelo.


A linha inteira recebeu novas lanternas traseiras, o tradicional desenho “quadrado com uma mira no centro” foi trocado por outro de mesmo tamanho mas com três gomos, uma alusão a outros modelos famosos da Ford americana como, por exemplo, o Mustang – a esse tipo de lanterna foi dado o apelido de capelinha.


​​1972​
O FIM DA SIMPLICIDADE​


Este é o último ano da despojada versão popular do Galaxie, permanecendo assim somente o Galaxie 500 e o Galaxie LTD/Landau. Em 1972 a traseira mais alta com lanternas quadradas e o desenho capelinha saí de fabricação. Em 1973 um novo desenho chegaria para a família Galaxie.
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1973
TRADIÇÃO E UM NOVO DESENHO


O ano de 1973 trouxe um novo desenho para a Família Galaxie, o conjunto óptico dianteiro ganhou a seta adornada por uma moldura em metal zamaq de desenho retangular, uma bela peça cromada que conferia ainda mais requinte ao modelo.


Na linha 500 a seta ficava na grade, composta por frisos horizontais “de farol a farol”, já na versão LTD/Landau a grade era de tamanho reduzido e na vertical, esta ficava só na parte central da dianteira do veículo. Sobrando ainda uma sessão entre os faróis e a grade composta de lata na cor do veículo, chamado de bandeja. Nessa peça bem ao centro era adornado os piscas dianteiros.


Ainda na dianteira do carro o capô ganhou um novo desenho com um ressalto ao centro que abria em desenho de funil para o sentido do párabrisas.


Na traseira a tradicional lanterna quadrada foi substituída pela de desenho retangular e perfil inclinado. Ao centro um pequeno retângulo. Para alojar a nova lanterna a traseira do carro foi retrabalhada.

​1974​
A CONSOLIDAÇÃO​


Sem alterações no desenho o Galaxie 500 e o Galaxie LTD/Landau mantém-se como os carros mais caros e de maior luxo oreferecido pela Ford do Brasil. O modelo 500 passa a ser mais espartano nos acabamentos internos. Os pedais perderam as molduras em alumínio polido e o portamalas passa perde boa parte de sua tapeçaria, as laterais agora passam a lembrar os primeiros modelos sem os “papelões” de acabamento.

​1975​
O FIM DE UMA ERA​


Para os mais tradicionalistas o ano de 1975 é considerado o final de uma época de ouro do Ford Galaxie. Esse é o último ano da chamada frente em pé com o conjunto ótico disposto na vertical e do desenho hardado do Galaxie 1966 norte-americano

​​UMA NOVA FASE NA VIDA DO GALAXIE

​1976​
DE CARA NOVA​


Um novo desenho chega a linha Galaxie, dessa vez uma revolução de estilo considerado um verdadeiro divisor de águas entre o carro já tradicional e o inovador de projeto nacional.


As alterações de carroceria aconteceram somente na dianteira e na traseira do carro, mas foram suficientes para dar um novo desenho. Os faróis agora ficaram dispostos na horizontal com lanternas nas extremidades. O desenho foi inspirado nos Lincolns da época, considerados os “Tops” da Ford nos Estados Unidos da America.


A traseira ficou mais baixa e o conjunto de luzes diferenciado dos demais veículos da época. Três pequenos retangulos vermelhos formavam as lanternas, freio e piscas.

Todas acendiam ao mesmo tempo em lâmpadas de dois filamentos. Um para freio e outro para luz noturna. Quando acionado o pisca somente o lado requisitado ficava intermitente. As luzes de ré continuaram no pára-choques traseiro.

3 MODELOS DE GALAXIE​


A família foi desmembrada em três modelos o Galaxie 500, mais simples e com grade dianteira na horizontal (de lanterna à lanterna). O Galaxie LTD intemediário e o Landau top de linha. Esse último muito parecido com o LTD, mudando na carroceria apenas a vigia traseira (no Landau pequena e no LTD grande).


O landau trazia ainda novas calotas herdadas dos Lincoln norte-americanos com o tradicional desenho da marca (a mira retangular) no centro. Esta mesma mira também virou enfeite de capô, porém enquanto no modelo americano a disposição era na vertical, aqui no Brasil ela ganhou o desenho horizontal.

AS CORES


Enquanto a família recebeu diversas cores no 500 e no LTD o Landau era oferecido somente na cor Prata Continental e a novidade é que o teto embora de vinil acompanhava a cor da carroceria.


Os LTDs tinham uma opção maior de cores e poderiam combinar o vinil entre o Areia, o Marrom e o preto. Para o Galaxie 500 não era oferecido de fábrica o teto de vinil, alguns proprietários optavam pela colocação na concessionária.

ESTOFAMENTO


Por dentro a linha 500 e também o LTD vinham com a tapeçaria em jersey de cor preta. Já no modelo Landau era combinada em curvim preto com cassemira desenhada. Pequenos adornos nas forrações de portas traziam um desenho sinuoso.

​​1977​
A VOLTA DO VINIL PRETO

Os carros continuaram idênticos apenas o modelo Landau perdeu o teto de vinil prata de série que passou a ser na cor preta. O teto viria apenas na cor prata como opcional de fábrica.
1978
VÁRIAS FASES E UMA NOVA COR

Uma nova cor chega para o Landau o cinza executivo. Mais escuro que o prata continental. Em 1978 houve também as chamadas “Fase 1” e “Fase 2” do veículo. Na primeira fase somente a cor o deferencia do modelo 1977, na segunda a tapeçaria passou a ser em veludo, o volante deixou de ter apenas dois raios e passou a ter quatro com o acionamento da buzina quadrado e o veículo perdeu também diversos cromados. Opcionalmente também foi oferecido o interior na cor cinza claro.

​1979​
COMEMORAÇÃO EM GRANDE ESTILO - 60 ANOS​


Estéticamente o carro continua o mesmo, mas importantes mudanças chegaram para a linha Galaxie. A saída do ar condicionado deixa se ser fixada abaixo do painel e passa a integrá-lo, isso dá ao interior do veículo um aspecto de ainda mais luxo, uma vez que o espaço fica otimizado e a aparência mais limpa.


A elétrica do carro também mudou e conta agora com ignição eletrônica em substituição do sistema de condensador e platinado, melhorando assim a queima das velas e também o rendimento do carro.


O Landau passa a ser oferecido na versão movida a alcool, é o primeiro carro do mundo com essa versão. O fato histórico ficou marcado com a entrega de um Landau a Alcool ao então presidente da república, o Gal. E. Figueiredo.


Para comemorar os sessenta anos da Ford no Brasil foi lançado um Landau denominado SE (Série Especial) foram apenas 300 unidades e todas na cor Vermelho Scala.


Nesse ano também despediu-se da linha de produção o Galaxie 500, que em seu último ano ganhou uma nova pintura da grade, agora só contornada de cromo com o restante pintado em preto fosco vinilico.

​1980​
AS OPÇÕES DIMINUEM​


Agora somente o Galaxie LTD e o Galaxie Landau seguem no mercado, os carros ganham um novo retrovisor lateral com comando interno, os tradicionais “olhos de gato” dos páralamas traseiros ganham um novo desenho e uma lâmpada interna para acender junto com as lanternas do veículo.


O Landau além de novas forrações de porta ganham também a opção de cores: Azul Clássico, Preto Bali, Branco Nevaska II, Cinza Granito e Verde Astor. O carro passa a ser oferecido somente na versão com câmbio automático.

​1981​
SOMENTE O TOPO

O LTD deixa a linha de produção e fica somente o modelo Landau. A carroceria ganhou pequenos detalhes, no pára-choque dianteiro uma pequena grade que acompanha o desenho da grade principal enfeitando o vão de abertura abaixo do borrachão.


E para-choques traseiro agora é liso, a luz de ré passou para o próximo das lanternas traseiras, subistituindo a secção central. O centro do conjunto ótico traseiro teve sua régua preta substituída por uma cinza clara, parecida com a dos modelos 76 e 77 mas de tamanho maior, abrangendo as luzes de ré. Esse desenho é chamado de traseira branca.


O desenho dos bancos foi substituído mas as forrações de porta permaneceram, pela primeira vez um “Galaxie de frente deitada” recebe a opção de tapeçaria. Em 1981 a maioria dos Landau saíram com o interior azul em vez do tradicional cinza. Nesse ano também a maioria dos veículos saíu movido a álcool.

1982​
QUASE SEM MUDANÇAS

O Landau recebeu apenas duas pequenas alterações, a perda das garras dos pára-choques traseiros (na metade do ano) e o desenho da mira (símbolo do veículo) entre o marcador de combustível e o velocímetro.
​1983​
O FINAL DE UMA HISTÓRIA​


Em Fevereiro de 1983 o último Ford Galaxie Landau deixa a linha de montagem, idênticos ao modelo 82 os 125 veículos produzidos nesse ano marcaram o fim de uma era.
Oficialmente o carro foi subistituído pelo Ford Del Rey, também luxuoso e confortável, um veículo que trazia uma realidade mais próxima do mercado da época, porém em estilo e paixão os Galaxies continuaram os preferidos e por isso deixaram saudades.

1967


     


     


     

   


   


   


   


  


      

    


    


   


   


   


    


    


   


     


    


    


  
1967 - 1983

http://www.galaxieclube.com.br/histria-do-galaxie

Samsung anuncia interrupção total da produção do Note 7 e pede aos usuários que desliguem o aparelho...

A Samsung confirmou nesta terça-feira, 11, o fiasco do Galaxy Note 7 ao pedir a seus sócios que interrompam a venda do aparelho de última geração e recomendar aos usuários que desliguem o aparelho por conta do risco de explosão. Além disso, a empresa anunciou a interrupção total da produção do telefone Galaxy Note 7, alegando questões de segurança após os casos de explosão da bateria dos aparelhos. "Reajustamos recentemente os volumes da produção para realizar uma exaustiva investigação e um controle de qualidade, mas ao considerar prioritária a segurança do consumidor adotamos a decisão final de interromper a produção do Galaxy Note 7", afirma a empresa sul-coreana em um comunicado.


A gigante sul-coreana tenta agora limitar as repercussões para sua imagem do escândalo das baterias explosivas, um dos maiores reveses comerciais da empresa, em um momento de concorrência exacerbada. A decisão foi elogiada pela Agência Americana de Segurança do Consumidor, que advertiu contra os riscos do "phablet", como são chamados os modelos que ficam no meio do caminho entre os smartphones e os tablets.


O anúncio da principal fabricante mundial de smartphones provocou uma forte queda de 8% das ações da Samsung na Bolsa de Seul. Com a decisão, a Samsung comprova a derrocada do Galaxy Note 7, lançado com grande expectativa pela Samsung em agosto, com a esperança de pressionar a grande rival Apple.


A Samsung se viu forçada a ordenar em 2 de setembro um recall em escala mundial de 2,5 milhões de unidades do Note 7, depois que alguns phablets pegaram fogo com a explosão da bateria no momento de recarregar o aparelho.


As imagens de telefones completamente queimados, que circularam nas redes sociais por todo o planeta nas últimas semanas, representaram uma grande humilhação para uma empresa que afirma ser inovadora e prezar pela qualidade.


Gestão de crise desastrosa
A gestão da crise pela Samsung também foi muito criticada, já que o grupo reconheceu de forma implícita nesta terça-feira pela primeira vez que os aparelhos distribuídos para substituir os primeiros milhões de exemplares vendidos também tinham problemas. "Na primeira vez é possível pensar em um erro. Mas se você repete duas vezes o mesmo erro no mesmo modelo, isto gera uma considerável perda de confiança dos consumidores", afirma Greg Roh, da HMC Investment Securities.


"O motivo dos consumidores decidirem pela Apple ou Samsung é a confiabilidade do produto. Nesta situação, o dano em termos de imagem será inevitável e a Samsung terá que trabalhar muito para inverter a tendência", completa.


A empresa sul-coreana justificou a decisão pela necessidade de uma "profunda investigação" dos incidentes. "A segurança dos consumidores é nossa prioridade. A Samsung pede a todos os operadores e varejistas que parem de vender e trocar o Galaxy Note 7, enquanto realiza a investigação", afirma o grupo em um comunicado mais claro que o de segunda-feira, quando a empresa destacou apenas um "ajuste dos volumes de produção" do aparelho.


A Samsung orienta todos os donos de um modelo original do Galaxy Note 7 ou de um aparelho substituído que "apaguem e parem de utilizar o phablet".


A decisão da Samsung foi elogiada por Elliot Kaye, presidente da Agência Americana de Segurança do Consumidor (CPSC).


A Autoridade de Aviação Civil (FAA) dos Estados Unidos divulgou novas recomendações e pediu aos passageiros que possuem o Note 7 que não utilizem ou recarreguem a bateria em voo. Também solicita que o aparelho não seja guardado na bagagem.


Fiasco de US$ 10 bilhões?
No domingo, a gigante americana das telecomunicações AT&T e sua concorrente alemã T-Mobile anunciaram que interrompiam as operações com os Galaxy Note 7 à espera de investigações adicionais.


Linda Sui, especialista em telefonia móvel na Strategy Analytics, calcula que o caso pode custar a Samsung "10 bilhões de dólares ou mais".


O fracasso do Note 7 é ainda mais inquietante por acontecer em um momento crítico para o grupo, que enfrenta uma transição complicada de gerações em sua direção.


Na semana passada, o fundo americano Elliott Management jogou mais lenha na fogueira ao propor a divisão do grupo em duas empresas independentes.


Fonte: AFP

Conta de luz pode ficar até 5% mais cara em 2017

O atraso no pagamento de indenizações bilionárias devidas às transmissoras de energia elétrica poderá ter um impacto de até 5% na conta de luz do consumidor no ano que vem, pressionando ainda mais a inflação. A estimativa é do ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Julião Coelho, que também é consultor jurídico de diversas associações do setor.


A partir de 2017, segundo o especialista, o governo deve começar a quitar dívidas com as transmissoras que, a rigor, tinha de ter começado a pagar em 2013. Naquele ano, o governo decidiu cortar cerca de R$ 4,4 bilhões em receitas das transmissoras. A medida fazia parte das ações para anunciar a prometida redução de 20% na conta de luz, o que de fato ocorreu. No meio desse processo, o governo acabou usando o dinheiro dos fundos setoriais - que pagariam esse valor - para outros fins. Como esse rombo não sumiu, agora ele voltará para a conta de luz carregado de juros. Hoje, seu valor é estimado entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões, por causa dos reajustes acumulados nos últimos três anos.


"O que aconteceu é que, na verdade, retiraram essa receita devida às transmissoras, para reduzir a tarifa de forma artificial", disse Julião. "Essa é a arte da pedalada na conta de luz. Ouvimos que tinham baixado a tarifa, quando na verdade só estavam fazendo um deslocamento temporal do custo."


Dívida longa
A decisão de fazer o repasse bilionário devido às transmissoras de energia para a conta de luz do consumidor foi tomada no início deste ano, depois que o Tesouro Nacional se recusou a pagar a conta, tendo em vista o déficit acumulado nos últimos anos. A previsão é de que os juros da dívida com as transmissoras sejam pagos em até oito anos. Já o valor original da indenização pode ser pago até o fim da vida útil dos equipamentos.


Apesar de o setor elétrico ter retomado seu equilíbrio estrutural de oferta de energia (reflexo da demanda menor, por causa da crise econômica e da melhora nos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas), financeiramente o setor ainda está longe de retomar sua normalidade. "A judicialização do setor é resultado desse cenário conturbado e desequilibrado, e não a causa dele", comenta o especialista.


Indenização 
Os valores a que as transmissoras têm direito estão relacionados a investimentos em melhoria e expansão de linhas e subestações anteriores ao ano 2000 e que ainda não foram amortizados. Pela proposta original, o governo não pretendia pagar indenização por essas obras e equipamentos, mas mudou de ideia após uma forte pressão das transmissoras, que sinalizaram que não iriam aderir à proposta de renovação dos contratos.


Quando concordou em pagar a conta às transmissoras, a União garantiu a adesão dessas empresas ao pacote de renovação antecipada das concessões e, a partir disso, anunciou a redução da conta de luz em 20%, ainda em 2013. Essa situação foi sustentada até o fim do período eleitoral, em 2014.


Após as eleições, o governo admitiu que não tinha mais como bancar as medidas com base em aportes do Tesouro Nacional. Hoje, as estimativas indicam que ainda faltam cerca de R$ 24 bilhões para encerrar a encrenca financeira das indenizações de transmissão.


Fonte: Estadão Conteúdo

PEC 241 condena país a "atraso intelectual de 20 anos", diz cientista da USP.


A aprovação em primeiro turno na Câmara da PEC 241 (Proposta de Emenda à Constituição), que visa limitar gastos públicos em áreas como saúde e educação, gera preocupação também em renomados cientistas brasileiros. Para a classe, o projeto afetará a produção intelectual nacional.


Um dos críticos é Paulo Artaxo, físico da Universidade de São Paulo (USP) e membro do painel climático da ONU que foi um dos três brasileiros presentes em lista da Reuters de 2015 dos cientistas mais influentes do mundo. Artaxo, que tem como campo de estudo a Amazônia e mudanças climáticas na região, diz que enxerga um futuro desolador para a ciência no Brasil em caso de aprovação da emenda.


A preocupação de Artaxo vai além. O pesquisador nacional lembra que a diminuição dos recursos é só um dos aspectos que envolve a PEC. O pior, para ele, é a filosofia do governo Temer para a área.


"É toda uma filosofia do atual governo de não valorizar a educação desde os níveis mais fundamentais, de não valorizar o desenvolvimento científico e tecnológico. Isto é uma questão estratégica e fundamental para o país que o atual governo não só não quer apoiar nos próximos anos como também está alterando a Constituição para um atraso nos próximos 20 anos. É muito sério para as gerações futuras", opina Artaxo.


Para o cientista, o Brasil conseguiu uma posição de liderança no cenário mundial em várias áreas da ciência graças aos investimentos feitos na última década, apesar de ter sofrido corte de verba nos últimos anos com a crise. Mas, para Artaxo, nada se compara com o que a PEC pode provocar - o físico está na Suécia em um novo projeto e diz que a emenda é criticada até por lá.


"Quando você congela o orçamento das universidades por 20 anos, obviamente vai ter um impacto muito negativo em todo o sistema educacional brasileiro. Não só nas universidades, mas também nelas. Universidades que estão em 2016 com problemas sérios para manter as atividades vão piorar muito mais", explica.


Antes da aprovação da PEC, a ABC (Academia Brasileira de Ciências) e a SBPC (Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência) encaminharam uma carta a todos os deputados em que pedem a manutenção de recursos para educação, ciência, tecnologia e inovação "em conformidade com as necessidades dessas áreas" e em que avisam que tirar recursos destas áreas não melhora a crise.


Quem segue a mesma tendência é Flávio Kapczinski, cientista brasileiro da área de psiquiatra e que está na pré-lista das mentes mais influentes de 2016 elaborada pela Reuters. Kapczinski prefere não avaliar a PEC por desconhecer o tamanho da redução, mas pede que recursos não sejam tirados.


"O governo precisa manter um olhar bem atento para que não se desconstrua algo que se construiu a duras penas. O meu partido é o partido da ciência. Se houver redução, será preocupante. Espero que não ocorra diminuição nos orçamentos de ciência e tecnologia, que já estão em uma situação limite", diz.


Nos últimos dias, a PEC já foi alvo de críticas de especialistas na área de saúde, outro setor sensível que será afetado pelo congelamento de gastos. Até mesmo o médico Drauzio Varella gravou vídeo criticando a emenda.


Entenda a PEC
A PEC propõe limitar o crescimento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos ao percentual da inflação nos 12 meses anteriores. Na prática, a medida congela os gastos do governo, já que a reposição da inflação apenas mantém o mesmo poder de compra do Orçamento.


O principal objetivo da proposta é conter o avanço da dívida pública. A ideia é que ao arrecadar, com impostos, mais do que gasta, o governo consiga reduzir o total da dívida.


A equipe econômica do governo também aposta na provação da medida como uma forma de reconquistar a credibilidade do mercado, o que atrairia investimentos e favoreceria o crescimento da economia.


O principal questionamento à medida é a mudança nas regras dos gastos com saúde e educação. Hoje, essas áreas recebem um percentual mínimo calculado com base nas receitas do governo -- e isso está na Constituição. Ou seja, se a economia cresce, aumentam os investimentos nas duas áreas.


Fonte: UOL

9 sinais de que você pode estar com depressão

Todo mundo conhece alguém que tem ou teve depressão. Não sem razão. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 350 milhões de pessoas sofram do problema em todo o mundo. Além disso, a depressão é considerada a doença mais incapacitante, ou seja, que impede a pessoa de fazer qualquer outra atividade. Aqui no Brasil, só no ano passado, quase 22 mil pessoas passaram a receber auxílio-doença por causa do transtorno depressivo recorrente, segundo dados do Ministério da Previdência Social.


A doença pode ainda, na pior das hipóteses, levar ao suicídio. Segundo levantamento divulgado no ano passado, em 16 anos, as mortes causadas pela depressão cresceram 705% no Brasil, estando incluídos nessa estatística casos de suicídio e outras mortes motivadas por problemas de saúde decorrentes de episódios depressivos.


Essa desordem mental tão comum tem uma série de sinais e sintomas, que vão desde alterações físicas até quadros emocionais. O professor associado do Departamento de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo), o psiquiatra Cássio Bottino, separou alguns dos aspectos mais importantes da doença. Se houver identificação com os principais sintomas, a indicação é sempre procurar um psiquiatra. O acompanhamento feito com psicoterapia e medicação é eficaz para a maioria dos casos.


Nove sinais de que você pode estar com depressão


Passar muito tempo remoendo situações difíceis
É normal ficar triste depois de um acontecimento negativo, como uma separação conjugal ou a perda do emprego. Mas, a tendência de supervalorizar esses acontecimentos pode ser um sinal que merece atenção.


Atividades que antes eram prazerosas perdem a graça
Pessoas depressivas têm a capacidade de sentir prazer reduzida. Além disso, elas tendem a se enxergar como alguém sem valor, indesejável ou inadequado, que se irrita com facilidade e tem crises inexplicáveis de choro.


A redução do prazer atinge a libido
Muitos pacientes com depressão se queixam de redução do interesse pelo sexo e do prazer sexual. Muitas vezes, isso resulta da própria apatia em que a pessoa se encontra, tomada pela fadiga e pela sensação de perda de energia.


Diminuição do aproveitamento profissional
Lentidão de raciocínio, e até de movimentos, fazem parte dos sintomas da depressão. Pode haver dificuldades de memorização e de concentração.


Insônia ou muito sono e cansaço
Os sinais físicos da depressão também incluem alterações no sono. Alguns pacientes se queixam de falta de sono, já outros, reclamam que, mesmo dormindo por várias horas, se sentem cansados, apáticos e sem energia.


Falta de apetite ou apetite exagerado
Alterações do apetite fazem parte dos sintomas fisiológicos da depressão. No geral, se percebe uma perda no apetite, mas alguns pacientes podem apresentar aumento da fome.


Casos de depressão na família
A hereditariedade é um dos vários fatores e origens da depressão. Filhos de pais com depressão têm um risco maior de desenvolver a doença.


Ter diagnóstico positivo para doenças que causam incapacidade e dor crônica
Há uma relação direta entre processos inflamatórios e a depressão. Tanto os doentes crônicos ficam mais deprimidos como os indivíduos deprimidos tendem a ser mais propensos a doenças infecciosas. Alguns medicamentos também podem desencadear quadros depressivos.

Passar muito tempo de luto pela morte de um ente querido
Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da APA (Associação Americana de Psiquiatria), a tristeza decorrente do luto pode indicar transtorno depressivo quando se prolonga por mais de duas semanas. Muitos profissionais brasileiros, contudo, consideram normal um período de luto de até seis meses.


Fonte: UOL

Brasil fecha acordo para emprestar dinheiro ao FMI...

Se nas décadas de 1980 e 1990 o Brasil recorreu a empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI) em várias ocasiões, agora o País está em outro papel. Credor em moeda estrangeira desde 2008, quando Luiz Inácio Lula da Silva era presidente, o Brasil participará pela primeira vez de um "acordo bilateral" (Bilateral Borrowing Agreeement) com o FMI. Na prática, emprestará dinheiro ao fundo, se houver necessidade.


O acordo foi assinado pelo presidente do BC, Ilan Goldfajn, e pela diretora do FMI, Christine Lagarde, na última quinta-feira, 6, em Washington. Ele prevê que o Brasil pode emprestar até US$ 10 bilhões ao fundo. Outras 25 nações também fecharam acordos equivalentes. O acordo bilateral vale até o fim de 2019, mas pode ser prorrogado por mais um ano, se houver consentimento do País. Se o empréstimo for acionado, os recursos continuarão a fazer parte das reservas brasileiras, hoje na casa dos US$ 375 bilhões, mas o FMI pagará juros.


Esta não é, de acordo com o Banco Central, a primeira vez que o Brasil contribui com recursos de empréstimo ao FMI. Desde 2011, o Brasil participa de um acordo semelhante ao bilateral, o New Arrangements to Borrow (NAB), que é um arranjo multilateral de empréstimos. Atualmente, o NAB conta com 40 membros.


A primeira fonte de recursos do FMI é, tradicionalmente, a proveniente das contas de cada membro - incluindo o Brasil. Depois disso, se for necessário, o fundo utiliza o dinheiro ligado ao NAB. A terceira opção são os recursos vindos dos acordos bilaterais, como este assinado pelo Brasil. Até hoje, eles nunca foram utilizados.


Fonte: Estadão Conteúdo (Com informações do jornal O Estado de S. Paulo)