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domingo, 1 de novembro de 2015

RECEITA: SOPA DE CENOURA.



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REVISTA SADOL
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SEGURANÇA ALIMENTAR:

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REVISTA SADOL
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CURIOSIDADE: GIRAFA

CURIOSIDADE: GIRAFA

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REVISTA SADOL
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E se imposto não existisse?

por Fernando Brito
Isso pode doer no coração e no bolso, mas a verdade é que não chegaríamos muito longe sem tributos. Grandes conquistas da civilização só foram possíveis graças à riqueza acumuladas com os impostos. Foi com dinheiro público que reis, imperadores e presidentes nos levaram a conquistas, desde as mais simples - como a construção de estradas - até as mais complexas - como a chegada do homem à Lua.
Até o próprio governo como o conhecemos só existe por causa dos impostos. Tudo começou como uma forma de reverência: nas primeiras civilizações, os tributos serviram como oferenda a reis que se consideravam divindades. Não eram revertidos em nenhum serviço à população. Tinham a função de diferenciar os senhores dos súditos. (Não à toa a palavra "tributo" serve tanto para imposto como para homenagem.) Era essa divisão que dava status e legitimidade aos líderes.
Se o imposto não tivesse surgido, os primeiros governantes seriam fracos. Fariam mandatos sem muitas realizações. Ainda que estivessem determinados a organizar a vida da comunidade, não teriam estímulo para tomar decisões importantes: não receberiam salário pela função nem contariam com caixa para financiar grandes empreitadas, como guerras ou reformas relevantes. Assim, o desenvolvimento da sociedade dependeria de iniciativas individuais ou de grupos organizados, que juntariam seus recursos e esforços para melhorar a vida.

Não teríamos ido muito além das tribos primitivas que ainda existem, como indígenas, esquimós e aborígenes. Democracia, direitos fundamentais, conhecimento tecnológico, tudo avançaria pouco. Nossa vida seria bem mais simples, como você vê a seguir.
Afrouxem os cintos, o Leão sumiu 

Livres de impostos, presos na Idade Média


Privatização

Todos os serviços seriam cobrados, mesmo os mais básicos. Quer andar em rua pavimentada? Precisa pagar. Sua casa pegou fogo e os bombeiros apareceram? Prepare-se para receber a conta. O mesmo vale para educação, iluminação pública... Em compensação, só pagaríamos pelo que realmente usássemos.


Vida breve

Morre-se mais cedo em uma sociedade tribal. Entre os índios brasileiros, a expectativa de vida é de 46 anos, contra 73 na população em geral. Sem vacinação nem assistência públicas, até diarreia e sarampo podem matar. Uma grande população doente deixaria vulnerável até quem pagasse por serviço de saúde particular.


Credos de sobra

Milhares de seitas conviveriam sem que nenhuma fé se impusesse. Religiões, historicamente, sempre se associaram ao Estado para se fortalecer. A católica, por exemplo, só se disseminou ao virar a religião oficial do Império Romano. Em alguns casos, fé e governo eram quase a mesma coisa - no Brasil, a separação entre Igreja e Estado veio com a proclamação da República.


Só na carroça.

A inovação viria de empresas, mas faltaria fôlego para grandes investimentos. E serviço que não desse lucro não seria explorado. Carros elétricos, por exemplo, rodam hoje graças a subsídios que os tornam acessíveis - sem ajuda governamental, os fabricantes não venderiam nada. Por isso, uma sociedade sem tributos seria menos desenvolvida.


Vida lôka

Sem dinheiro, o governo não teria como manter polícia ou Poder Judiciário. Teríamos menos segurança nas ruas. (Até porque nem iluminação pública existiria.) E o pessoal faria justiça com as próprias mãos. Pena de morte e castigos físicos seriam corriqueiros, já que faltaria dinheiro para manter cadeias.

Fonte Henrique Oliveira, advogado tributarista do escritório Trigueiro Fontes; Departamento do Tesouro dos EUA; Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; Fundação Heritage; Banco Mundial; Chutando a Escada, Ha-Joon Chang.

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18 características de um bom mentiroso

Já dizia o doutor House: as pessoas mentem. Algumas, muito mais e muito melhor do que as outras. Por isso, é normal desconfiar das histórias absurdas do amigo ou acreditar que o seu colega de trabalho pode ser um psicopata. Mas não há motivos para a paranoia.
A revista Scientific American mencionou recentemente o trabalho de uma equipe de pesquisadores liderados pelo psicólogo holandês Aldert Vrij, da Universidade de Portsmouth, que listou características típicas de mentirosos convicentes para ajudar a identificá-los:
1- São manipuladores. Segundo o artigo, manipuladores mentem frequentemente e não têm escrúpulos morais – por isso, sentem menos culpa. Eles também não têm medo de que as pessoas desconfiem e não precisam de muito esforço cognitivo para fazer isso. A coisa meio que acontece naturalmente.
2- São bons atores. Quem sabe atuar tem mais facilidade em mentir e se sente confiante ao fazer isso, pois sabe que é capaz de fingir muito bem. (Antes que comece a polêmica, não estamos dizendo aqui que bons atores são necessariamente mentirosos. A lógica é oposta: bons mentirosos é que são, geralmente, bons atores)
3- Conseguem se expressar bem. “Pessoas expressivas geralmente são benquistas”, dizem os pesquisadores. Elas dão uma impressão de honestidade porque seu comportamento sedutor desarma suspeitas logo de início, além de conseguirem distrair os outros facilmente.
4- Têm boa aparência. Pesquisas já mostraram que pessoas bonitas tendem a ser mais queridas e vistas como honestas, o que ajuda quem curte enganar os outros.
5- São espontâneos. Para acreditarmos num discurso, ele precisa parecer natural. Quem não tem a capacidade de ser espontâneo acaba parecendo artificial – e fica difícil convencer alguém desse jeito.
6- São confiantes enquanto mentem. Bons mentirosos geralmente sentem menos medo de serem desmascarados do que as outras pessoas. Então, mantêm uma atitude confiante em relação à sua habilidade de mentir.
7- Têm bastante experiência em mentir. Assim como nas outras coisas, o treino também leva à perfeição quando se trata de mentir. Quem está acostumado a isso já sabe bem o que é necessário para convencer as pessoas e conseguem lidar mais facilmente com suas próprias emoções.
8- Conseguem esconder facilmente as emoções. Em algumas situações mais arriscadas, mesmo um mentiroso veterano pode sentir medo e insegurança. Nesse caso, é fundamental conseguir camuflar bem essas emoções. Além disso, já dissemos que mentirosos geralmente são pessoas expressivas, né? Pois é: eles costumam ser bons em fingir sentimentos que não estão realmente sentindo, mas também tendem a manifestar seus verdadeiros sentimentos espontaneamente. Por isso, é necessário ter habilidade em mascará-los para que não venham à tona.
9- São eloquentes. Pessoas eloquentes conseguem confundir mais facilmente as pessoas com jogos de palavras e conseguem enrolar mais nas respostas caso lhe perguntem algo que exija outras mentiras.
10- São bem preparados. Mentirosos planejam com antecedência o que vão fazer ou dizer para evitar contradições.
11- Improvisam bem. Mesmo estando preparado, é preciso estar pronto a improvisar caso alguém comece a desconfiar da história que ele inventou ou as coisas não saiam como esperava.
12- Pensam rápido. Para improvisar bem, é preciso pensar rápido. Quando imprevistos acontecem, e fica fácil desconfiar quando a pessoa fica sem resposta ou tenta ganhar tempo dizendo “ahhn” ou “eee”. Bons mentirosos não têm esse problema e conseguem pensar em uma saída rapidamente.
13- São bons em interpretar sinais não verbais. Um bom mentiroso está sempre atento à linguagem corporal do seu ouvinte e consegue interpretar sinais não-verbais que possam indicar desconfiança. Caso identifique indícios de suspeitas, ele muda de atitude ou melhora a história.
14- Afirmam coisas que são impossíveis de se verificar. Por motivos óbvios, bons mentirosos costumam fazer afirmações sobre fatos que sejam impossíveis de se provar e evitam inventar histórias mirabolantes que poderiam ser facilmente desmascaradas.
15- Falam o mínimo possível. Quando é impossível falar algo que não pode ser verificado, o mentiroso simplesmente não diz nada. Se a peguete pergunta ao mentiroso onde estava naquela noite em que não atendeu ao telefone, ele vai preferir responder algo como “honestamente, eu não me lembro”. Melhor do que inventar que teve de levar a avó ao médico. Quanto menos informação fornecer, menos oportunidade ele terá de ser desmascarado.
16- Têm boa memória. Quem quer desmascarar um mentiroso procura por contradições no seu discurso, porque muitas vezes eles podem simplesmente se confundir ou esquecer detalhes que inventaram. Mas não se impressione se a pessoa conseguir se lembrar e repetir cada vírgula do que lhe contou anteriormente. Bons mentirosos geralmente têm ótima memória.
17- São criativos. Eles conseguem pensar em saídas e estratégias que você nunca imaginaria. Mas não se deixe levar pelo seu brilhantismo – afinal, é isso o que eles querem.
18- Imitam pessoas honestas. Mentirosos procuram imitar o comportamento que, no imaginário das pessoas em geral, são típicos de quem só diz a verdade – e evitam se parecer com a imagem que se tem dos mentirosos.
Apesar deste parecer um manual para ajudar as pessoas a mentir melhor, os pesquisadores têm certeza de que essa lista não é capaz de melhorar a capacidade mentirosa de ninguém. Isso porque a maioria dessas características são inerentes à pessoa e têm a ver com aspectos da sua personalidade. Para a ciência, o melhor mentiroso é aquele que nasceu assim.
Se você quer saber mais sobre a Ciência da Mentira, não deixe de conferir o novo especial da SUPER sobre o tema. A partir do dia 15 de agosto, nas bancas.

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MEMÓRIA CATARINENSE:

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TRAVA-LÍNGUA:

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As frases de trava língua sempre foram motivos das pessoas brincarem com os seus amigos e com isso foram crescendo, porém isto há bastante tempo atrás. Atualmente estas frases já não são tão utilizadas para com as pessoas, para brincar. Elas foram ocultadas na mente das pessoas justamente por não brincarem mais com brincadeiras que são consideradas antigas. Hoje podemos ouvir através do site da mix que é espalhada por todo o Brasil que eles ainda brincam com as frases na hora do trava língua da mix, onde são artistas que participam da brincadeira.
Com isso ele começou a crescer novamente, e geralmente onde as professoras de escolas menores querem brincar com as crianças elas utilizam as frases como forma de alegraros seus alunos. As pessoas atuais não querem ficar travando as línguas como o nome já diz por que elas tem por exemplo, o computador que possui jogos mais legais. Mas para aqueles que gostam confiram algumas frases que você pode estar brincando com os seus colegas.
01 – Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos, quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será.
02 – O pelo do peito do pai de Pedro é preto.
03 – O princípio principal do príncipe principiava principalmente no princípio principesco da princesa.
04 – Trazei três pratos de trigo para três tigres tristes comerem.
05 – A Iara agarra e amarra a rara arara de Araraquara.
06 – O padre pouca capa tem, porque pouca capa compra.
07 – Fui ao mar colher cordões, vim do mar cordões colhi.
08 – Uma aranha dentro da jarra. Nem a jarra arranha a aranha nem a aranha arranha a jarra.
09 – A aranha arranha a rã. A rã não arranha a aranha.
10 – Sobre aquela serra há uma arara loura. A arara loura falará? Fala, arara loura!
11 – Chupa cana chupador de cana na cama chupa cana chuta cama cai no chão.
12 – A vida é uma sucessiva sucessão de sucessões que se sucedem sucessivamente, sem suceder o sucesso.


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LIXO ATÔMICO II:

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MEMÓRIA CATARINENSE:

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DENGUE. PREVINA-SE!


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PLANTAS QUE CURAM: PIMENTA MALAGUETA









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América Platina: aspectos gerais

O Relevo

O relevo da Á merica Platina caracteriza-se basicamente pela presença de extensas plenícies e planaltos. Somente no oeste de Argentina ocorrem as grandes cadeias de montanhas da Cordilheira dos Andes. É ainda na Argentina que se encontra a mais alta formação do relevo sul-amercano, o Pico Aconcágua, com 6.959 metros de altitude.

O clima e a vegetação

Na Ámerica Platina predominam grandes regiões climáticas,  com extensas áreas em que ocorre o mesmo tipo de clima. No norte, a região do Chaco se caracteriza pelo clima seco, associado á vegetação xerófila, de plantas adaptadas á aridez, como os cactos. Ao sul, a região do Pampa apresenta clima temperado, em que é típica a vegetação rasteira. Há, ainda, uma parcela significativa do território do Paraguai marcada pelo clima tropical, com ocorrência de florestas.

A hidrografia: a Bacia Platina

A Bacia Platina ocupa uma área de 4,3 milhões de km (quadrados) e inclui porções dos territórios da Argentina, da Bolívia,  do Brasil, do Paraguai e o Uruguai. Seus rios mais extensos são o Paraná, o Paraguai e o Uruguai.

Com uma extensão de 4.500 km, o Rio Paraná é o mais importante da bacia. Apresenta grande potencial hidráulico, intensamente empregado para geração de energia elétrica, por meio de várias hidrelétricas instaladas em seu curso, principalmente em território brasileiro.

Esse rio recebe as águas de inúmeros afluentes e depois corre lentemente por uma planície na Argentina, entre ilhas, campos e áreas alagadas. Após receber as águas do Rio Paraguai, torna-se totalmente navegável, sendo considerado, do ponto de vista  econômico, o mais importante da América do Sul.

O Rio Paraguai tem cerca de 2.500 km de extensão Navegável, é importante via de transporte e comunicação parao Paraguai e para o Brasil.

O Rio Uruguai serve de limite entre a Argentina e o Uruguai. Tem bom potencial hidráulico e é navegável em parte de seu curso.


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