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sábado, 22 de agosto de 2015

Os 7 maiores mistérios da física

Os 7 maiores mistérios da física


No começo do século passado, o físico britânico Lord Kelvin disse: “Não há nada novo a ser descoberto na física agora. Tudo o que resta são medições mais precisas”. Ele não imaginava que a relatividade de Einstein e a mecânica quântica revolucionaram completamente a área. Hoje, nenhum cientista ousa dizer que o nosso conhecimento do universo está concluído ou quase. Ao contrário, cada nova descoberta parece desbloquear uma caixa de questões físicas ainda mais profundas.

Nesse artigo, listamos 7 dos maiores mistérios não-resolvidos da física.
O que é a energia escura?


Antigamente, pensava-se que a gravidade deveria atrair mais e mais as galáxias para perto de si, até que todas elas se fundissem. No entanto, o tecido do espaço-tempo está se expandindo mais e mais, aumentando o espaço entre as galáxias. Parece haver alguma força desconhecida que está neutralizando e até superando a força da gravidade, e expandindo cada vez mais o universo. Os físicos chamaram essa força misteriosa de energia escura. Conforme o espaço se expande, mais e mais espaço é criado. Observando a velocidade de expansão atual do universo, os físicos estimam que a energia escura deve fazer parte de mais de 70% do conteúdo total do universo. O problema é que ninguém sabe o que ela é.
O que é a matéria escura?


Como você deve ter notado no gráfico do primeiro item, 22% da composição total do universo é a matéria escura, que forma cerca de 84% de toda a matéria do cosmo. Ela recebe esse nome pois não absorve ou emite luz, e só sabemos de sua existência através de sua interação gravitacional com a matéria bariônica (a matéria comum composta de átomos e tudo o que vemos no universo) – ela nem ao menos foi diretamente detectada. No entanto, há uma série de candidatos a matéria escura, a maioria dos quais são partículas hipotéticas e massivas que interagem fracamente, ou WIMPs. Embora os físicos estejam trabalhando em diversos detectores dessas partículas elusivas, nenhuma até agora foi encontrada.
Por que há uma seta do tempo?


O tempo avança pois existe uma propriedade do universo chamada “entropia”, mais ou menos definida como o nível de desordem do sistema. O fato de que a entropia aumenta é uma questão de lógica: Há arranjos mais desordenados de partículas do que ordenados, e assim, conforme as coisas mudam, elas tendem a se desorganizar. Mas a questão subjacente aqui é, por que a entropia era tão baixa no passado? Dito de outro modo, por que o universo existia de modo ordenado no seu início, quando uma enorme quantidade de energia estava amontoada em uma pequena quantidade de espaço?
Existem universos paralelos?



Seria o nosso universo apenas um entre infinitos outros? Muitos físicos pensam que sim, e com base na mecânica quântica, sugerem que existem universos quase idênticos ao nosso, onde a história aconteceu da mesma maneira exceto por pequenas diferenças, como o World Trade Center nunca ter sido destruído ou Hitler ter ganho a Segunda Guerra. Isso porque as leis da física quântica ditam que há apenas um número finito de possíveis configurações de partículas dentro de cada universo (10 ^ 10 ^ 122 possibilidades distintas). Desse modo, com um número infinito de universos, as configurações vão se repetir. Ou seja, podem existir universos por aí exatamente iguais ao nosso, outros que mudam pequenos detalhes, e outros completamente diferentes.

Por que há mais matéria do que antimatéria?


Antimatéria, como o próprio nome sugere, é o oposto da matéria. A antimatéria é composta de antipartículas, que possuem a mesma característica das partículas (massa e rotação), mas com carga elétrica contrária. Quando a matéria e a antimatéria colidem, elas se aniquilam, liberando uma grande quantidade de energia. Todos os modelos sugerem que, durante o Big Bang, havia a mesma quantidade de matéria do que antimatéria. Mas se isso tivesse acontecido, tudo seria aniquilado. Por alguma razão desconhecida, houve um excesso de matéria produzida em relação a antimatéria, e por isso a matéria sobreviveu. Se não fosse isso, não estaríamos aqui hoje. E ninguém sabe o motivo.
Qual é o destino do universo?


O destino do universo depende muito de um fator desconhecido: Ω, uma medida da densidade de matéria e energia em todo o universo. Se Ω for maior do que 1, então o espaço-tempo seria “fechado” como a superfície de uma esfera enorme. Se não houver energia escura, o universo ia parar de se expandir e, então, começaria a se contrair e eventualmente entrar em colapso em um evento chamado Big Crunch. Se o universo for fechado, mas houver energia escura, o universo esférico se expandiria para sempre.

Por outro lado, se Ω for inferior a 1 e, em seguida, a geometria do espaço for “aberta”, como a superfície de uma sela, o seu destino final seria um grande congelamento, seguido do “Big Rip”: em primeiro lugar, a aceleração rasgaria galáxias e separaria estrelas, deixando toda a matéria gelada e sozinha. Em seguida, a aceleração iria crescer tanto que iria sobrecarregar os efeitos das forças que mantêm os átomos unidos, e tudo seria arrancado aos pedaços.

Se Ω = 1, o universo seria plano, estendendo-se como um plano infinito em todas as direções. Se não houver energia escura, o universo se expandiria para sempre, mas a uma taxa de desaceleração contínua, aproximando-se de um impasse. Se houver energia escura, o universo plano em última instância iria experimentar a expansão levando também ao Big Rip.
A teoria das cordas está correta?


Como você deve saber, a física moderna é sustentada por dois pilares fundamentalmente distintos: a relatividade geral de Einstein e a mecânica quântica. Ambas as teorias foram provadas corretas, porém são completamente incompatíveis entre si. A relatividade explica o mundo do muito grande: a gravidade, planetas, estrelas, galáxias, etc. A mecânica quântica explica o mundo do muito pequeno – as partículas subatômicas que fundamentalmente formam tudo no universo e as forças fundamentais. Quando colocamos as duas teorias para explicar alguma coisa, como o interior dos buracos negros ou o início do universo (muita massa comprimida em um pequeno espaço), o resultado é catastrófico. Como alternativa, um conjunto de físicos vem trabalhando durante anos para chegar a uma teoria que concilie esses dois pilares. Diversas ideias foram levantadas e o mais próximo que os físicos chegaram da chamada “Teoria do Tudo” é a chamada Teoria das Cordas. O problema é que a teoria das cordas exige a existência de 10 dimensões espaciais e uma dimensão de tempo. Essas dimensões extras estariam compactadas e seriam do tamanho de um bilionésimo de trilionésimo do tamanho de um núcleo atómico. Além disso, a teoria das cordas pressupõe que as partículas fundamentais são formadas de unidades ainda mais fundamentais, as chamadas cordas, que, conforme vibram, determinam a característica de cada partícula. Só que até agora os físicos não encontraram nenhum modo prático de testar essa teoria para que ela possa ser confirmada ou descartada. [LiveScience]



Por que as pessoas se opõem aos transgênicos apesar da ciência dizer que eles são seguros?


Crédito da Imagem: From Quarks to Quasars.


Por Stefaan Blancke
Publicado na Scientific American

Os organismos geneticamente modificados (OGM) são vistos a partir de uma enorme oposição da opinião pública ao longo das últimas duas décadas. Muitas pessoas acreditam que os OGMs são ruins para a saúde e que eles prejudicam o meio ambiente. Isto é, apesar da esmagadora quantidade de evidência científica demonstrar que os transgênicos são seguros para comer, e que eles trazem benefícios ambientais, tornando a agricultura mais sustentável. Por que há uma tal discrepância entre o que a ciência nos diz sobre os OGMs e o que as pessoas pensam? Para ter certeza, algumas preocupações, tais como resistência a herbicidas em ervas daninhas e o envolvimento das multinacionais, não são sem fundamento, mas elas não são específicas de OGMs. Assim, outra questão que precisamos responder é por que esses argumentos se tornam mais importantes no contexto dos OGMs.

Em um recente paper, um grupo de biotecnólogos e filósofos belgas da Universidade de Ghent, argumentaram que as representações negativas de OGMs são muito difundidas e convincentes porque elas são intuitivamente atraentes. Ao tocar em intuições e emoções que em sua maioria trabalham sob o radar da percepção consciente, sendo constituintes de qualquer mente humana funcionando normalmente, tais representações se tornam mais fácil para pensar. Elas capturam nossa atenção, elas são facilmente processadas e lembradas, e, assim, terá uma chance maior de ser transmitidas e se tornarem populares, mesmo que elas sejam falsas. Assim, muitas pessoas se opõem aos OGMs, em parte, porque só faz sentido que eles sejam uma ameaça.

No paper, identificaram várias intuições que podem afetar a percepção das pessoas sobre os OGMs. O essencialismo psicológico, por exemplo, faz-nos pensar no DNA como “essência” de um organismo – um núcleo não-observável e imutável que afeta o comportamento e desenvolvimento do organismo e determina sua identidade. Como tal, quando um gene é transferido entre duas espécies de parentescos distantes, as pessoas tendem a acreditar que este processo fará com que as características típicas do organismo de origem sejam emergidas do receptor. Por exemplo, em uma pesquisa de opinião nos Estados Unidos, mais da metade dos entrevistados disseram que um tomate modificado com o DNA de peixe teria o gosto de peixe (é claro que ele não teria).

O essencialismo desempenha claramente um papel nas atitudes do público em relação aos OGMs. As pessoas estão tipicamente mais em oposição às aplicações de GM que envolvem a transferência de DNA entre duas espécies diferentes (“transgênico”) do que dentro da mesma espécie (“cisgênico”). As organizações anti-OGMs, tais como ONGs, exploram essas intuições, publicando imagens de tomates com caudas de peixe, ou dizendo ao público que as empresas modificam milho com DNA de escorpião para fazer cereais mais crocantes.

As intuições sobre propósitos e intenções também têm um impacto sobre o pensamento das pessoas sobre os OGMs. Elas nos tornam vulneráveis à ideia de que os fenômenos puramente naturais existem ou acontecem para uma finalidade que se destina por algum agente. Estas suposições são partes integrantes das crenças religiosas, mas em ambientes seculares levam as pessoas a considerar a natureza como um processo benéfico, ou como uma entidade que assegura o nosso bem-estar e que os seres humanos não deveriam se intrometer. No contexto de oposição aos OGMs, modificação genética é considerada “não-natural” e biotecnólogos são acusados de “brincar de Deus”. O termo popular “Frankenfood” capta o que está em jogo: por ir contra a vontade da natureza em um ato de arrogância, somos obrigados a trazer desastres enormes sobre nós mesmos.


O nojo também afeta as atitudes das pessoas em relação aos OGMs. A emoção provavelmente evoluiu, pelo menos em parte, como um mecanismo de prevenção do patógeno, impedindo que o corpo consuma ou toque em substâncias nocivas. Sentimo-nos repelidos por coisas que possivelmente contenham ou indicam a presença de agentes patogênicos, tais como fluídos corporais, carne podre e vermes. Isto explicaria na forma como o nojo opera: é melhor renunciar a uma refeição comestível sob a suposição equivocada de que ela esteja contaminada, do que consumir comida estranha, ou até mesmo letal, que erroneamente pensava-se ser segura. Assim, o nojo pode ser provocado por comidas completamente inócuas.

OGMs provavelmente provocam repulsa porque as pessoas veem a modificação genética como uma contaminação. O efeito é reforçado quando o DNA introduzido vem a partir de uma espécie que é geralmente considerada desagradável, tais como ratos ou baratas. No entanto, o DNA é DNA, independentemente de sua origem. O impacto da aversão explica por que as pessoas se sentem mais avessas em relação aos alimentos GM do que a outras aplicações GM, como a medicina GM. Uma vez que é induzido esse desgosto, o argumento de que os transgênicos causam câncer ou esterilidade, ou que eles vão contaminar o meio ambiente, torna-se muito convincente e, assim, frequentemente, utilizado. O nojo também afeta os julgamentos morais, levando as pessoas a condenar todos aqueles que estão envolvidos com o desenvolvimento e comercialização de produtos GM. Como as pessoas não têm acesso consciente à fonte emocional de seus julgamentos, elas, consequentemente, procuram argumentos para racionalizá-los.

Nossa análise cognitiva não se destina a desbancar todas as alegações anti-OGM a priori. Uma aplicação GM em particular pode ter efeitos indesejados, que também pode ser o caso de um produto da agricultura biológica ou convencional. Os riscos e benefícios devem ser avaliados numa base caso-a-caso, independentemente do processo. Têm-se provado que as aplicações atuais são seguras. Alguém pode se preocupar com o envolvimento de multinacionais ou com a resistência a herbicidas, mas estas questões têm a ver com a forma como a tecnologia GM é, às vezes, aplicada e, certamente, não justifica oposição à tecnologia e aos OGMs em geral. No entanto, a base emocional e intuitiva de sentimentos anti-OGM impede que as pessoas façam essas distinções.

O impacto das intuições e emoções na compreensão das pessoas e suas atitudes em relação aos OGMs tem implicações importantes para a educação e comunicação científica. Pelo fato da mente ser propensa a distorcer ou rejeitar informações científicas a favor de crenças mais intuitivas, simplesmente transmitir os fatos não irá, necessariamente, convencer as pessoas sobre as seguranças, ou benefícios, de OGMs, especialmente se as pessoas tiverem sido submetidas a propagandas emotivas de anti-OGM.

Em longo prazo, a educação a partir de uma idade jovem e, especificamente direcionada para combater equívocos comuns pode imunizar a população contra mensagens infundadas anti-OGM. Outras preocupações podem ser abordadas e discutidas num contexto mais amplo de práticas agrícolas e o lugar da ciência e da tecnologia na sociedade. No entanto, por enquanto, a melhor maneira de virar o jogo e gerar uma resposta mais positiva do público aos OGMs é jogar pelas intuições das pessoas também. Por exemplo, enfatizando os benefícios das atuais e futuras aplicações GM – melhor estrutura do solo porque as culturas resistentes a herbicidas exigem menos ou nenhuma lava, maior renda para agricultores de países em desenvolvimento, redução da deficiência de vitamina A, resistência a vírus e secas, para citar alguns – podem constituir a abordagem mais eficaz para mudar a mente das pessoas. Dadas as vantagens e promessas da tecnologia GM, tais mudanças são bem necessárias.

http://www.universoracionalista.org/por-que-as-pessoas-se-opoem-aos-transgenicos-apesar-da-ciencia-dizer-que-eles-sao-seguros/

Você sabia que é fisicamente impossível encostar em algo ou alguém?

Você sabia que é fisicamente impossível encostar em algo ou alguém?


Como você provavelmente deve saber, toda a matéria conhecida do universo é composta por átomos, que por sua vez são formados por partículas ainda menores chamadas prótons, elétrons e nêutrons (estes ainda formados por quarks).

Todavia, 99,9% do interior do átomo é um espaço vazio. Para ter uma noção de quanto espaço vazio há dentro de um único átomo, vamos imaginar que seu núcleo é do tamanho da cabeça de um alfinete. Então, o átomo em si seria do tamanho do estádio do Maracanã. Realmente há muito espaço “vago” dentro de cada átomo.

Isso pode fazer você se perguntar: mas se há tanto espaço vazio dentro de um átomo, como é que eles não se cruzam ou se atravessam? Isto é, como nós podemos tocar em objetos ou em outras pessoas se nossos átomos são enormes vazios com um minúsculo núcleo?


A resposta é simples: nunca, em hipótese alguma, encostamos realmente em outras coisas ou pessoas. Quando nos aproximamos muito de um corpo, temos a sensação de o estar tocando. Mas lá dentro o que realmente acontece é a chamada repulsão elétrica. Resumidamente, trata-se de um fenômeno onde duas partículas de cargas elétricas iguais se repelem. Isso significa que chegamos muito perto de outros corpos, mas nunca realmente o tocamos.

Conforme aumentamos a força de nossa mão (ou qualquer parte do corpo) contra outra superfície, maior é a força de repulsão que impede que ambos os corpos se atravessem. Em outras palavras, sempre haverá um espaço invisível ao olho humano entre dois corpos que estão aparentemente juntos.

Claro que a repulsão elétrica não é uma força infalível. Quanto são submetidos a altas temperaturas, os átomos de hidrogênio, por exemplo, ganham uma força forte o suficiente para vencer a repulsão. Sempre que isso acontece, temos a fusão nuclear, fenômeno que permite que as estrelas brilhem e liberem energia através do universo. [PhysicsClassroom,



12 alimentos que você nunca deveria colocar na geladeira

12 alimentos que você nunca deveria colocar na geladeira


Embora nós gostamos de tratar a geladeira como um refúgio seguro para todas as nossas comidas e bebidas, existem os alimentos que você não deve refrigerar.

Colocar esses alimentos na geladeira não vai causar nenhum dano; no entanto, pode certamente causar um incômodo para o seu paladar e arruinar seu sabor.

1. Azeite


Eu não tenho certeza se isso é classificado como um alimento ou como um ingrediente alimentar, mas mesmo assim, colocar azeite na geladeira tende a transformá-lo em uma consistência quase amanteigada e indigesta. Isso é mais comum com oliveiras e óleos de coco, que tendem a se solidificar em temperaturas mais frias e levar um longo tempo para se tornar líquido novamente. (Dica: Se você cometer este erro, colocar o azeite no microondas é a forma ideal de obter a consistência de volta).

2. Café


Na sua forma líquida ou em grãos, o café nunca deve ser armazenado dentro dos domínios da sua geladeira. O problema com o café é que é praticamente uma esponja com cheiros ao seu redor, por isso, se colocado na geladeira, o café começará a absorver qualquer cheiro que está ali e nunca vai voltar ao seu sabor inicial.

3. Tomates


O maior problema com o armazenamento de tomates na geladeira é que a temperatura fria começa a mudar a textura e o torna farinhento.

4. Cebolas


Como o tomate, cebolas tendem a se tornar incrivelmente “piegas” ou “bolorentas” se ficarem na geladeira por muito tempo. Se a cebola foi cortada, em seguida, as camadas iniciam o processo de secagem até mesmo se você embala-las com força. Além disso, quando as cebolas são cortadas, seu cheiro impregna no local.

5. Batatas


A temperatura fria geralmente começa a quebrar o amido dentro de batatas; portanto, a refrigeração deixará você com uma batata doce ou arenosa, que raramente tem um gosto bom, não importa o que você faça com ela.

6. Bananas



Esse é um item relativo. Uma vez que a temperatura fria dentro da geladeira tende a retardar o processo de amadurecimento, colocar uma banana verde em sua geladeira vai significar que ela vai demorar muito para amadurecer.

Por outro lado, se você tem bananas maduras que estão prontas para serem comidas, mas não há planos de fazer isso agora, pode ser uma boa ideia colocá-las na geladeira. A casca pode ficar preta ou marrom, mas o fruto dentro permanecerá perfeito.

7. Mel


Encontre um pode de mel de 1000 anos de idade e vai estar tão fresco como no dia em que foi armazenado. Colocar o mel na geladeira, no entanto, vai aumentar a velocidade da cristalização do açúcar, transformando a substância em algo quase massivo e horrível de comer.

8. Alho


O alho gosta de sair muito rapidamente da geladeira. Ele pode ficar “emborrachado” quando muito tempo refrigerado. O pior é que ele ficará exatamente igual do lado de fora, então você nunca vai ser capaz de dizer se está bom até cortar e usá-lo em sua comida.

9. Melão


É muito aconselhável armazenar várias frutas na geladeira uma vez que são cortadas; no entanto, isso não se aplica ao melão. Uma pesquisa mostrou que manter o melão em temperatura ambiente vai ajudá-lo a manter os níveis de antioxidantes intactos.

10. Abacate


De modo parecido com a banana, colocar o abacate na geladeira vai fazê-lo praticamente congelar no tempo.

11. Pães


A temperatura fria faz o pão envelhecer muito mais rapidamente.

12. Ervas frescas


A menos que embale com força ou as coloque em um recipiente hermético, você não deve refrigerar suas ervas. Ervas frescas são como o café e gostam de absorver odores à sua volta, tornando-se impossíveis de voltar ao sabor original. Elas também ficam secas rapidamente. [LifeHack]



Os 25 minerais mais belos já vistos. Eles nem parecem ser da Terra

Os 25 minerais mais belos já vistos. Eles nem parecem ser da Terra

Nós todos já vimos milhares de rochas, e a maioria delas não são tão bonitas. As que são, porém, podem ser totalmente alucinantes.
Um mineral, no entanto, é uma “substância sólida que existe naturalmente, é inorgânica, representável por uma fórmula química, e tem uma estrutura atômica ordenada”. Rochas, por sua vez, não possuem uma composição química específica, e podem ser feitas de minerais ou não minerais. E apesar de existirem quase 5.000 tipos de minerais conhecidos, esses são os mais bonitos que já vimos:
# 1 Essa opala parece abrigar um pôr-d0-sol
# 2 E essa parece abrigar uma nebulosa
# 3 E essa um oceano…
# 4 Bismuto
# 5 Opala negra
# 6 Opala fóssil
# 7 O maior geodo de ametista do mundo
#8 Geodo de quartzo rosa
#9 Fluorita
#10 Turmalina birmanesa
# 11 Quartzo de titànio 
# 12 Escolecita
# 13 Crisocola em malaquita
# 14 Essa turmalina parece uma melancia
# 15 Azurita
# 16 Bismuto
# 17 Rodocrosita
# 18 Uvarovite
# 19 Realgar em Calcita
# 20 Crocoíta
# 21 Combinação de fluorita / quartzo /  pirita
# 22 Cobaltocalcita
# 23 Turmalina em quartzo com lepidolita e cleavelandita
# 24 Rodocrosita
# 25 Crocoíta



10 coisas que você não sabia sobre o orgasmo


10 coisas que você não sabia sobre o orgasmo

Tudo começa com um artigo do Journal of Ultrasound in Medicine, que publicou uma imagem bastante curiosa de um feto agarrando seu órgão genital em desenvolvimento. Intitulado “Observações de masturbação in-utero”, o artigo discute a possibilidade de este não ser apenas uma escolha interessante de exploração do feto e ser algo mais deliberadamente gratificante.


Na palestra abaixo do TED, a autora Mary Roach fala sobre todas as observações médicas estranhas e maravilhosas sobre orgasmos que juntas formam uma imagem bastante intrigante de um fenômeno que certamente não se restringe aos órgãos genitais. Há a mulher que experimenta um orgasmo quando alguém acaricia sua sobrancelha, quando tocam o joelho, ou quando escova os dentes… entre outras peculiaridades.
Ah, e você sabia que você pode tecnicamente desencadear um orgasmo em uma pessoa morta?
As 10 principais informações passadas por ela são de um campo pouco explorado em pesquisas científicas, e vão desde o bizarro até o hilário. Confira:
Esta é uma das mais fascinantes conversas que você verá sobre o assunto. Portanto, vale a pena separar 15 minutos de seu tempo para assistir a essa palestra incrível de Mary Roach.




“Genes Gay”: A ciência está no caminho certo, nós nascemos assim. Vamos lidar com isso.

Créditos da Imagem: NurPhoto/REX_Shutterstock.


Por Qazi Rahman
Publicado no The Guardian

Em um artigo recente no Guardian, Simon Copland argumentou que é muito improvável que as pessoas nascem gays (ou presumivelmente com qualquer outra orientação sexual). A evidência científica diz o contrário. Ela aponta fortemente para uma origem biológica para as nossas sexualidades. Encontrar evidências de uma base biológica não deve nos assustar ou prejudicar os direitos de gays lésbicas e bissexuais (os estudos a que me refiro não incluem indivíduos transgêneros, por isso vou limitar meus comentários a lésbicas, gays e bissexuais). Eu diria que a compreensão de nossa natureza biológica fundamental deve nos tornar mais vigorosos na promoção dos direitos LGB.

Vamos pegar alguns fatos e perspectivas sobre o assunto. Evidências de grupos de pesquisa independentes que estudaram gêmeos mostram que fatores genéticos explicam cerca de 25-30% das diferenças entre as pessoas na orientação sexual (heterossexual, gay, lésbica, bissexual). Os estudos com gêmeos são um primeiro olhar sobre um traço genético a dizer-nos que existem coisas como “genes para a orientação sexual” (Eu odeio a frase “gene gay”). Três estudos de genes encontrados mostraram que irmãos gayscompartilham marcadores genéticos no cromossomo X; o mais recente estudo também descobriu marcadores compartilhados no cromossomo 8. Essa mais recente pesquisa supera os problemas de três estudos anteriores que não encontraram os mesmos resultados.

Os esforços em desvendar o gene têm problemas, como Copland argumenta, mas esses são técnicos e não erros catastróficos na ciência. Por exemplo, traços psicológicos complexos têm muitos genes causais (não simplesmente “um gene gay”). Mas cada um desses genes tem um pequeno efeito sobre essa característica, assim sendo, não atingem níveis tradicionais de significância estatística. Em outras palavras, muitos genes que influenciam a orientação sexual podem não ser rastreados. Mas as técnicas científicas acabarão por apanhá-los. Na verdade, existem problemas mais urgentes que eu gostaria de ver abordados, tais como a investigação inadequada sobre a sexualidade feminina. Talvez isso se deva ao estereótipo de que a sexualidade feminina é “muito complexa” ou que as lésbicas são mais raras do que os homens gays.

Genes estão longe de ser toda a história. Os hormônios sexuais na vida pré-natal desempenham um papel. Por exemplo, as meninas nascidas com hiperplasia adrenal congênita (HAC), o que resulta em aumento natural dos níveis de hormônios sexuais masculinos, mostram índices relativamente altos de atração pelo mesmo sexo, já adultas. Outra evidência vem de machos genéticos que, através de acidentes, ou nascidos sem pênis, foram submetidos à “mudança de sexo” e criados como meninas. Já adultos, esses homens eram, tipicamente, atraídos por mulheres. O fato de que você não poder fazer um macho genético ser sexualmente atraído por outro homem quando “transformado” em uma menina, faz qualquer teoria social da sexualidade um fracasso. Genes podem se deslocar em direção a uma determinada orientação sexual ou os genes podem, simplesmente, interagir com outros fatores ambientais (tais como hormônios sexuais no ambiente do útero) para influenciar a orientação sexual, posteriormente.

Os cérebros de pessoas gays e heterossexuais também parecem estar organizados de forma diferente. Por exemplo, padrões de organização do cérebro parecem semelhantes entre homens gays e mulheres heterossexuais e entre mulheres lésbicas e os homens heterossexuais. Os homens gays parecem, em média, ter respostas-padrão nos cérebros,“tipicamente femininas”, e as lésbicas, um pouco mais “tipicamente masculinas”. As diferenças na organização do cérebro significam diferenças de psicologia e estudo apósestudo mostra diferenças na cognição entre pessoas heterossexuais e homossexuais. Assim, as diferenças gays não são apenas sobre quem você gosta. Eles estão refletidos em nossa psicologia e nas formas como nos relacionamos com os outros. A influência da biologia é executada ao longo de nossas vidas sexuais e de gênero, e essas diferenças, essa diversidade, sem dúvida, devem ser comemoradas.


Alguns escritores reviram os olhos para evidência científica, exortando-nos a olhar para a história da sexualidade ou afirmam que a homossexualidade é uma construção social (sugerido por Michel Foucault e semelhantes). Mas essas explicações são meras descrições, no melhor das hipóteses, e não teorias científicas. Explicações construtivistas sociais não geram hipóteses sobre orientação sexual e não estão sujeitos a testes sistemáticos. Então, por que devemos tomar a sério as suas reivindicações? Em primeiro lugar, construtivismo social e a teoria pós-moderna questionam a própria validade da ciência empírica. Isso não torna melhor que a negação à ciência climática.

Alguns argumentarão que as nossas experiências do senso comum estão cheias de pessoas que são “fluidas” em sua orientação sexual ou mudam suas sexualidades. Isso não procede, porque a nossa experiência nos engana o tempo todo. A mudança (de comportamento sexual) é amplamente citada para argumentar contra explicações biológicas. Críticos dirão que, se o comportamento muda, ou é “fluido”, então certamente não pode haver uma base biológica. Isso é falso porque é a nossa biologia que nos permite aprender, responder à socialização e nos ajuda a gerar nossa cultura. Então, mostrar evidências de mudança (de comportamento sexual) não é um argumento contra a biologia. Há, de fato, certa fluidez na sexualidade ao longo do tempo, principalmente entre as mulheres. Mas não há uma “curva em forma de sino” para a orientação sexual. As pessoas podem mudar os rótulos de identidade que usam e com quem faz sexo, mas as atrações sexuais se apresentam estáveis ao longo do tempo.

Lembre-se, a orientação sexual é um padrão de desejo, não de comportamento ou atos sexuais em si. Não é um simples ato de vontade ou uma atuação. Apaixonamo-nos por homens ou por mulheres porque temos orientação homo, hétero ou bissexual e não porque escolhemos. Então vamos parar de fingir que existe escolha na orientação sexual. Quem, aliás, “escolhe” na vida algo de substancial? Certamente nossas escolhas são o resultado de coisas que não escolhemos (nossos genes, personalidades, criação e cultura).

As pessoas se preocupam que a pesquisa científica nos conduza a “curas” para a homossexualidade (o que é uma preocupação estranha de se ter se você não crê no argumento “nasci assim”). Elas se preocupam mais com isso do que com as consequências de explicações ambientais ou de escolha, que não estão sem ausência de riscos. Mas claramente nenhuma das mais assustadoras predições se materializaram. Identidades sexuais minoritárias não foram medicadas nem tem havido qualquer teste genético. Testes genéticos nunca resultariam em uma identificação 100% segura de indivíduos LGB porque, como dito, genes são menos de um terço da história. No campo legal e das políticas sociais temos ido à direção de mais direitos e mais liberdades para as pessoas LGB (pelo menos no Ocidente) e não por menos.

Então as causas da sexualidade deveriam influenciar como nós encaramos as minorias identitárias? Não. As causas de uma característica não deveriam influenciar como a vemos. Mas a ciência nos mostra que a sexualidade tem uma base biológica, isso é simplesmente o que a ciência descobriu. Não há porque negá-lo. Então vamos usar isso para suplementar, mas não para substituir, a discussão sobre os direitos e as políticas sociais para os LGB. A biologia da diversidade sexual ensina o mundo a lidar com ela. Somos quem somos, e nossas sexualidades são parte da natureza humana.

Minha preocupação com as propostas de construção social, escolha e tais é que elas jogam a favor da ideologia homofóbica, a favor dos “terapeutas de aversão” e a favor de uma crescente cultura que tenta minimizar as particularidades dos gays.

Lembra-me algo a que Noam Chomsky aludiu: se os humanos fossem criaturas totalmente desestruturadas, nós estaríamos sujeitos aos caprichos totalitários das forças externas.

Dr. Qazi Rahman é um acadêmico do Instituto de Psiquiatria do Kings College London. Ele estuda a biologia da orientação sexual e as implicações para a saúde mental e é o coautor de “Born Gay? The Psychobiology of Sex Orientation”.

http://www.universoracionalista.org/genes-gay-a-ciencia-esta-no-caminho-certo-nos-nascemos-assim-vamos-lidar-com-isso/

0 fatos absolutamente insanos sobre seu corpo


O corpo humano é um sistema incrivelmente complexo e intrincado, que ainda deixa perplexo médicos e pesquisadores, apesar de milhares de anos de conhecimento médico. Como resultado, não deve haver qualquer surpresa que até mesmo partes e funções do corpo com que lidamos todos os dias tem fatos e explicações por trás delas bizarras ou inesperadas.

Aqui estamos começando uma série de artigos dividida em partes sobre curiosidades fascinantes sobre seu corpo. Esperamos que a maioria delas seja novidade para você.

1. Um glóbulo vermelho comum vive por 120 dias.

2. Há 2,5 trilhões (mais ou menos) de glóbulos vermelhos em seu corpo a qualquer momento. Para manter esse número, cerca de dois milhões e meio de novos precisam ser produzidos a cada segundo por sua medula óssea. Isso é como uma nova população da cidade de Toronto a cada segundo.

3. Considerando todos os tecidos e células no seu corpo, 25 milhões de novas células estão sendo produzidas a cada segundo. Isso é um pouco menos do que a população do Canadá – a cada segundo!

4. Um glóbulo vermelho pode circunavegar o seu corpo em menos de 20 segundos.

5. Impulsos nervosos viajam a mais de 400 km / h

6. Um espirro gera um vento de 166 km / h, e uma tosse sai a 100 km / h.

7. Nosso coração bate em torno de 100.000 vezes por dia ou cerca de 30 milhões de vezes em um ano.

8. Nosso sangue viaja 96.000 quilômetros por dia.

9. Nossos olhos podem distinguir cerca de 10 milhões de cores e absorverá mais informações do que o maior telescópio conhecido pelo homem.

10. Nossos pulmões inalam mais de dois milhões de litros de ar por dia. Sua área de superfície é grande o suficiente para cobrir um lado de um campo de tênis.


11. Nós damos à luz a mais de 200 bilhões de glóbulos vermelhos a cada dia.

12. Quando tocamos algo, nós enviamos uma mensagem para o nosso cérebro a 200 km/h.

13. Nós exercitamos pelo menos 36 músculos quando sorrimos.

14. Somos cerca de 70% água.

15. Nós produzimos cerca de 1 a 1,6 litros de saliva por dia.

16. Nosso nariz é o nosso sistema de ar condicionado pessoal: ele aquece o ar frio, esfria o ar quente e retira impurezas.

17. Em um polegada quadrada de nossa mão, temos 2,74 metros de vasos sanguíneos, 600 sensores de dor, 9.000 terminações nervosas, 36 sensores de calor e 75 sensores de pressão.

18. Temos cobre, zinco, cobalto, cálcio, manganês, fosfato, níquel e silício no nosso organismo.

19. Acredita-se que o objetivo principal das sobrancelhas é manter o suor longe dos olhos.

20. Uma pessoa pode respirar cerca de 20 quilos de pó em sua vida. [MedIndia]

Um grave acidente de trânsito tirou a vida do humorista rondonense Cleiton Geovani Kurtz, 39 anos, conhecido pelo personagem alemão "Willmutt".

Um grave acidente de trânsito tirou a vida do humorista rondonense Cleiton Geovani Kurtz, 39 anos, conhecido pelo personagem alemão "Willmutt".

A tragédia aconteceu na tarde desta sexta-feira no KM-91 da rodovia GO-184, no estado de Goiás, próximo do município de Aporé.


Segundo informações o veículo Scenic conduzido por Cleiton seguia pela rodovia quando próximo a Fazenda Espigão um pneu do carro estourou.

Conforme a PRE, o veículo saiu da pista e capotou. Cleiton ficou preso no cinto de segurança foi socorrido, mas morreu no hospital.

O rondonense Eurides Zang, que está na reserva como policial militar, também ocupava o veículo. Ele sofreu vários ferimentos, foi socorrido e encaminhado para atendimento médico e não corre risco de morte.

Os dois rondonenses retornavam de um show no momento do acidente.

Segundo familiares, o corpo será encaminhado para Marechal Cândido Rondon, mas não há informações sobre horário e local do velório.

Rodovia esburacada
A principal suspeita é de que um buraco tenha estourado o pneu e causado o acidente. Segundo jornalistas da região de Aporé, o trecho tem pista simples, com acostamento precário e vários buracos.

O personagem
Willmutt era bastante conhecido na região pelas apresentações e shows artísticos que fazia.

O personagem começou de uma brincadeira entre amigos, no ano de 2003. Desde então, o jovem Cleiton passou a ganhar destaque na região e nos estados do Sul do Brasil.

Os trotes telefônicos que fazia ganharam as redes sociais e o humorista passou a ser reconhecido em todo o país.

Cleiton é de uma família humilde da cidade de Marechal Cândido Rondon. Antes da fama no humor, ele trabalhou como servente de pedreiro, carteiro e vendedor de loja.

O primeiro trote foi em uma operadora de telefonia celular. Os amigos guardaram a gravação e em 2005 divulgaram na internet.

A história correu o país pelas redes sociais. Willmutt ganhou um site e passou a trabalhar como humorista.

Willmutt sempre prezou em seus trotes o respeito ao próximo. Fez humor sem ofender ou denegrir a imagem de quem estava do outro lado da linha.

Em suas andanças pelo país acumulou um público de mais de 100 mil pessoas.

FONTE :Portal Rondon