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sábado, 26 de abril de 2014
Massa de pastel de forno.
Tempo de Preparo: 30min
Rendimento:6 porções
Receita enviada por: Cynthia Komoda
Ingredientes:
2 xícaras chá de farinha de trigo
1/2 xícara de chá de leite
2 ovos (um para a massa e outro para pincelar os pasteis)
2 colheres sopa de manteiga
1 colher de sopa de fermento em pó
Sal a gosto
Recheio a gosto
Modo de preparo:
Junte todos os ingredientes e amasse com as mãos
Deixe descansar um pouco
Abra a massa, faça os pastéis com o recheio de sua preferência
Na hora de fechar o pastel pincele clara de ovo nas bordas
Pincele com gema por cima e leve para assar em forno moderado até que estejam dourados
O recheio fica a critério de cada um, pode ser frango com catupiry, pizza, calabresa com milho, palmito
Esta receita está disponível no endereço:
http://www.tudogostoso.com.br/receita/112745-massa-de-pastel-de-forno.html
Bolo queijadinha.
1 lata de leite condensado
3 ovos
1/2 xícara de coco ralado
1/2 xícara de queijo parmesão ralado
1 colher (sopa ) de manteiga
1 colher ( sobremesa ) de fermento em pó
Bater os ingredientes no liquidificador,deixando o fermento em pó por último
Despejar em uma forma de furo central ( 18 cm ) untada
Levar em forno preaquecido e deixar por aproximadamente 30 minutos, até dourar e fazendo o teste do palito este saia seco.
Informações Adicionais
Não vai farinha de trigo mesmo!
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Por que devemos beber oito copos de água por dia?
Os principais determinantes da manutenção das necessidades de água são metabólicos. A ingestão de água deve ser suficiente para satisfazer as necessidades metabólicas e deve equilibrar as perdas de água.
Parece fácil? As necessidades metabólicas dependem do tamanho, composição corporal, atividade física e temperatura.
A perda de água não renal, como o suor, varia muito de acordo com a atividade, a altitude, umidade, temperatura e respiração. Considerando estas e outras variáveis que afetam as necessidades de água, é evidente que estimar as necessidades de água das pessoas é qualquer coisa, menos fácil, e as necessidades individuais são muito variáveis.
A conhecida recomendação de oito copos de água ao dia surgiu da necessidade de se ter uma diretriz que pudesse destacar a importância de uma ingestão adequada facilmente para o público. Com fins práticos, o National Research Council recomenda 1 mL de água por caloria de gasto energético para adultos em condições controladas de gasto energético e ambientais.
Para calcular as necessidades de líquidos, os modelos clínicos se baseiam tipicamente em um homem de 70 kg. O Institute of Medicine estabeleceu as ingestões basais adequadas de líquidos (água mais outras bebidas) em 3 L e 2,2 L para homens e mulheres sedentários, respectivamente, sendo necessárias ingestões maiores em caso de atividade física e exposição a condições extremas.
Os alimentos sólidos tipicamente contribuem com aproximadamente 750 mL (aproximadamente três copos) de água ao dia, e o metabolismo oxidativo contribui com outros 250 mL (aproximadamente um copo), faltando um mínimo de 1200 a 2000 mL (cinco a oito copos) de líquidos sem cafeína e sem álcool para consumir cada dia.
Por exemplo, a necessidade de água de um homem de elevado volume de 40 anos de idade e de 170 kg de peso se calcula da seguinte maneira:
Os primeiros 10 kg = 1000 mL;
Os segundos 10 kg = 500 mL;
Os 150 kg restantes = 3000 mL;
Total = 4500 mL/dia
Uma pessoa deste tamanho pode receber mais água dos alimentos sólidos e do metabolismo oxidativo devido ao aumento global da ingestão da dieta. Ainda assim, sua necessidade de ingestão de líquidos poderia ser de 14 copos ao dia.
A necessidade diária de água utilizando este método para um homem de 70 kg é de 2500 mL, e se a água dos alimentos e a água metabólica contribuem com 1000 mL, ainda deveria beber 1500 mL de água, aproximadamente 5 copos. De forma aproximada, para cada 11,34 kg que uma pessoa (com menos de 50 anos de idade) estiver acima do peso ideal de 70 kg, a necessidade de água aumenta em aproximadamente em 1 copo (a saber, 240 mL):
11,34 kg x 20 mL/kg = 227 mL (aproximadamente 1 copo)
As pessoas saudáveis raramente tem risco de intoxicação por água quando sua ingestão supera a suas necessidades. Em relação com a saúde e o rendimento, as pessoas têm mais risco de hipohidratação cônica. A desidratação que produz uma perda de peso corporal de 2% provoca uma alteração das respostas fisiológicas e do rendimento.
A desidratação leve crônica também se associa a diminuição da função das glândulas salivares, aumento do risco de litíase renal (cálculos renais) em pessoas sucetíveis, aumento do risco de câncer de cólon, aumento do risco de obesidade infantil e aumento do risco de prolapso da válvula mitral (coração) em pessoas sucetíveis. Portanto, beba muitos líquidos sem cafeína e sem álcool.
Para muitas pessoas a água engarrafada parece ser uma forma segura e simples de satisfazer as necessidades de água. As vendas de água engarrafada estão aumentando exponencialmente. Os consumidores poderiam pensar que as águas engarrafadas, principalmente as marcas mais caras, são de algum modo mais seguras ou mais puras que a água da torneira.
Como não existe normas para a rotulagem da água engarrafada, não existe garantia de que a água engarrafada seja algo a mais do que a água da torneira. Na maioria dos casos a água da torneira poderia ser realmente uma fonte de água mais segura, porque sua segurança está regulada por órgãos govenamentais.
As pessoas que decidem beber água engarrafada devem considerar o impacto ambiental das garrafas. São necessários mais de um milhão de toneladas de plástico não biodegradável para produzir garrafas para a água engarrafada.
Por fim, os lactantes e as crianças não devem beber água engarrafada porque a água da torneira fluoretada pode ser a sua única fonte deste mineral.
Referência:
MAHAN, L. Kathleen e Strump Escott Sylvia. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 12. ed. São Paulo: editora Elsevier, 2010. 1358p. ISBN:9788535229844.
Arnica - Arnica montana L.
SINONÍMIA: Não consta.
NOMENCLATURA POPULAR: Arnica.
FÓRMULA:
ORIENTAÇÕES PARA O PREPARO: Preparar por infusão considerando a proporção indicada na fórmula.
ADVERTÊNCIAS: Não utilizar por via oral e em lesões abertas. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. Não utilizar por um período superior a sete dias e em concentração acima da recomendada.
INDICAÇÕES: Anti-inflamatório em contusões e distensões, nos casos de equimoses e hematomas.
MODO DE USAR: Uso externo. Aplicar na forma de compressa, duas a três vezes ao dia.
Referência:
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p.
http://www.aulasdenutricaoja.com.br/2014/04/arnica.html
http://www.aulasdenutricaoja.com.br/2014/04/arnica.html
O alimento orgânico é de fato mais saudável?
A popularidade dos alimentos orgânicos e naturais segue aumentando. A indústria de alimentos orgânicos representa pouco mais de 2% das vendas de alimentos e cresce 20% ao ano.
Para que um alimento obtenha a denominação orgânico, 95% ou mais de seus ingredientes devem ser orgânicos e deve ser produzido em campos que utilizem recursos renováveis e conservem o solo e a água melhorando a qualidade ambiental. Os outros 5% dos ingredientes devem ser substâncias não agrícolas de uma lista autorizada que não estão disponíveis na forma orgânica.
A carne, as carnes de aves, os ovos e os produtos lácteos com selo de orgânico são produzidos de animais criados sem antibióticos nem hormônios de crescimento e alimentados com rações 100% orgânicas. O leite orgânico é um dos alimentos orgânicos mais populares entre os consumidores.
As frutas e verduras são cultivadas sem pesticidas convencionais e sem fertilizantes a base de petróleo. É necessário que o terreno em que se cultiva os produtos orgânicos esteja livre de pesticidas e herbicidas durante 3 anos antes de colher algum cultivo. Além do mais, não se pode utilizar bioengenharia nem modificação genética nem radiações ionizantes na produção do alimento.
Os produtos etiquetados com o “feito com ingredientes orgânicos” devem conter ao menos 70% dos ingredientes orgânicos, mas não podem utilizar o selo de orgânico. Os produtos processados que contenham ao menos 70% dos nutrientes orgânicos podem mostrar estes ingredientes como orgânicos, mas o produto não se pode etiquetar como orgânico.
Os alimentos orgânicos são mais saudáveis?
Em relação a promoção da agricultura orgânica como agricultura sustentável do ponto de vista meio ambiental, é mais saudável. Mas não há dados conclusivos que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou tenham uma maior concentração de nutrientes que os alimentos cultivados da forma convencional, exceto talvez no que se refira a vitamina C, que pode estar em maior quantidade na verduras de folha e nas batatas cultivadas organicamente.
Um estudo que comparou framboesas, morangos e milhos cultivados organicamente e convencionalmente mostrou quantidades estatisticamente maiores de compostos fenólicos (fitonutrientes com capacidade antioxidante) nos produtos produzidos organicamente.
Um estudo com crianças que consumiam alimentos orgânicos mostrou que, após comer estes durante 5 dias, a concentração urinária de metabolitos de pesticidas organofosforados diminuiu à concentrações indetectáveis. Como afirmaram os autores, o consumo de alimentos orgânicos reduziu claramente a exposição das crianças a pesticidas que podem estar associados a cânceres.
Referência:
MAHAN, L. Kathleen e Strump Escott Sylvia. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 12. ed. São Paulo: editora Elsevier, 2010. 1358p. ISBN:9788535229844.
https://plus.google.com/105673616768825702181
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Chá de folhas de mamão papaia realmente é efetivo para combater gastrites?
Fonte da imagem: adjetivador.wordpress.com
As folhas são usadas para tratar febre, pirexia (febre na faixa de 39 a 40ºC), diabetes, gonorreia, sífilis, inflamação e curativo para feridas sépticas.
A medicina herbal não testada pode ser potencialmente danosa à saúde humana. Muitas plantas usadas na medicina tradicional e na medicina popular são potencialmente tóxicas, mutagênicas e cancerígenas.
Estudos toxicológicos de extratos de diferentes partes da C. papaya tais como sementes, fruta, raiz e folhas foram usadas em modelos animais. Toxidade aguda e crônica do fruto imaturo da C. papaya foram registradas.
O extrato de folha de mamão papaia contém alcaloides, flavonoides, glicosídeos, taninos, saponinas (fator antinutricional) e antraquinonas.
O papaia, Carica papaya L., é um membro da pequena família Caricaceae aliada à Passifloraceae. A folha de Carica papaya é usada como alimento ou como medicamento na medicina popular. É consumido como vegetal pela comunidade malaia e por nativos na Índia oriental.
Tradicionalmente, o extrato da folha era usado como tônico para o coração, analgésico e tratamento para dor de estômago. O extrato também é conhecido por suas propriedades antioxidantes, mas não existe dados científicos sobre o efeito protetor deste extrato na gastrite.
A manifestação do estresse oxidativo se dá pela geração de radicais livres. Os radicais livres desempenham um importante papel no dano do tecido por alterar o equilíbrio oxidante-antioxidante. O balanço alterado é um risco para se desenvolver várias doenças do trato digestivo. Por isso, uma terapia eficiente no controle do balaço na úlcera gástrica é importante para minimizar os danos associados ao estresse oxidativo.
A administração oral do extrato de folhas de mamão papaia ofereceu uma proteção significante ao estômago quando comparado ao grupo controle, antes da administração de etanol.
O experimento se deu com ratos, onde foi induzido uma lesão no estômago usando o etanol (álcool). Depois foram tratados usando o extrato das folhas de papais e observados os resultados descritos abaixo.
A observação total do estômago mostrou que o extrato sozinho não causou nenhuma mudança, mas na presença do álcool, a formação de uma mucosa espessa e a elevação do pH da secreção estomacal foram observadas. Isso quer dizer que o ácido do estômago se tornou mais básico, ou seja, menos ácido do que o habitual, e a mucosa mais espessa confere maior proteção as células estomacais contra a ação corrosiva do ácido.
O índice de úlcera foi significativamente menor no grupo que foi tratado com o extrato da folha de papaia. O presente resultado mostra que uma dose única (500 mg/kg) do extrato aquoso de folha de papaia é capaz de proteger a mucosa gástrica dos ratos contra lesões hemorrágicas produzidas pelo álcool.
É possível que o extrato induziu a secreção de bicarbonato (HCO3), o que conferiu proteção ao estômago contra o álcool por neutralizar diretamente a acidez estomacal. Drogas usadas para tratar úlceras como omeprazol, lansoprazol e famotidina são conhecidos por agir usando o mesmo mecanismo descrito acima.
Como conclusão, o extrato aquoso de folha de papaia ofereceu alguma proteção contra a lesão oxidativa induzida por álcool na mucosa gástrica. O sistema antioxidante presente neste extrato pode ter algum papel protetor contra a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs – são altamente oxidativos) e peroxidação lipídica (também são muito oxidativos e desestabilizam as membranas de nossas células, causando muitos danos a nível celular). O presente estudo revelou que o extrato é um promissor candidato no desenvolvimento da fitomedicina contra a úlcera gástrica, porém mais estudos são necessários para confirmar sua eficácia.
Referências:
DHARMARATHNA, S.L.C.A., et al. Does Carica papaya leaf-extract increase the platelet count? An experimental study in a murine model. Asian Pac J Trop Biomed. Sep 2013; 3(9): 720–724. doi: 10.1016/S2221-1691(13)60145-8.
INDRAN, M., MAHMOOD, A.A., KUPPUSAMY, U.R. Protective Effect of Carica papaya L Leaf Extract against Alcohol Induced Acute Gastric Damage and Blood Oxidative Stress in Rats. West Indian Med J 2008; 57 (4): 323.
IMAGA, N.O.A., et al. Antisickling property of Carica papaya leaf extract. African Journal of Biochemistry Research Vol.3 (4), pp 102-106 April, 2009.
A verdade por trás dos rótulos de alimentos – Você sabe o que são os aditivos alimentares?
Aditivo alimentar é qualquer ingrediente adicionado aos alimentos intencionalmente, sem o propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a manufatura, processamento, preparação, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenamento, transporte ou manipulação de um alimento.
Princípios fundamentais referentes ao uso de aditivos alimentares
Antes de sua autorização de uso, os aditivos alimentares deverão ser submetidos a uma avaliação toxicológica adequada, em que se deve levar em conta, entre outros aspectos, qualquer efeito acumulativo, sinérgico e de proteção, decorrente do seu uso. Devendo a mesma ser atualizada permanentemente.
O aditivo deverá ser utilizado no nível mínimo necessário para a obtenção do efeito desejado.
O uso do aditivo não deverá substituir técnicas de elaboração mais adequadas ou melhores condições de higiene.
O uso de aditivos é justificado desde que sua ingestão não ultrapasse os valores recomendados e sua pureza atenda ao grau estabelecido.
É proibido o uso de aditivos em alimentos quando:
Houver evidências ou suspeita de que o mesmo não é seguro para consumo pelo homem;
Interferir sensível e desfavoravelmente no valor nutritivo do alimento;
Servir para encobrir falhas no processamento e/ou nas técnicas de manipulação;
Encobrir alteração ou adulteração da matéria-prima ou do produto já elaborado;
Induzir o consumidor a erro, engano ou confusão.
Classificação de acordo com a origem:
Naturais (apenas processo extrativo): Ex.: óleo de cravo, corante da beterraba, lecitina da soja e do milho.
Semissintéticos: obtidos de substâncias naturais por fracionamento ou síntese (eugenol de cravo).
Sintéticos: obtidos em laboratórios por processos de síntese.
Classificação quanto à ação e definições:
Aprovadas pelo Mercosul 23 funções dos aditivos alimentares:
Acidulantes:
Aumentam a acidez e, ou, conferem um sabor ácido ao alimento. Funções: Controlar o pH; Efeito antimicrobiano; Enaltecedor de sabor e aroma; Sequestrante. Principais acidulantes: Ácidos: adípico, cítrico, fosfórico, fumárico, glicônico, glicólico, láctico,málico, tartárico.
Agentes de firmeza:
Tornam ou mantêm os tecidos de frutas e hortaliças firmes ou crocantes ou interagem junto a agentes gelificantes para produzir ou fortalecer um gel.
Agentes de corpo:
São sustâncias que proporcionam o aumento do volume ou massa dos alimentos, sem contribuir significativamente para o valor energético dos mesmos.
Antiespumantes:
Previnem ou reduzem a formação de espuma. Empregados em concentrados proteicos, molhos de tomate, xaropes concentrados, produtos líquidos.
Antioxidantes:
Retardam o aparecimento de alteração oxidativa no alimento. Utilizados para evitar a rancificação dos lipídeos. Principais antioxidantes: tocoferóis, BHT (butilhidroxitolueno), BHA (butilhidroxianisol), galatos de propilo, octilo e dodecilo. Ácidos ascórbico, cítrico, fosfórico e sulfitos.
Antiumectantes / antiaglutinantes:
São capazes de reduzir as características higroscópicas dos alimentos e diminuir a tendência das partículas individuais de aderirem umas às outras. Função de manter as características de fluxo livre de alimentos granulares e em pó, permitindo uniformidade e continuidade no escoamento. Principais antiumectantes: Silicatos, fosfatos, carbonatos e citrato de ferro amoniacal.
Aromatizantes / Saborizantes:
São substâncias ou misturas com propriedades aromáticas e, ou, sápidas capazes de conferir ou reforçar o aroma e, ou, sabor dos alimentos. Substâncias naturais, conhecidas há muito tempo, as especiarias são utilizadas também por suas propriedades de evitar putrefação. Ex.:
Origem floral = açafrão e cravo de cheiro;
De frutas = baunilha, pimenta, cominho;
Das sementes = mostarda, noz-moscada e anis;
De rizoma e raízes = gengibre, cúrcuma;
Das folhas = orégano e louro e de casca = canela.
Conservadores:
Impedem ou retardam a alteração dos alimentos provocada por microrganismos ou enzimas. Ex.: ácido benzóico, sórbico, bórico, dióxido de enxofre e derivados (SO2), propionatos, nitratos e nitritos, e suas formas de sais. Aplicação: preserva mudança de cor e seu papel na elaboração dos mostos para vinho; seletividade para os MO aeróbicos.
Corantes:
Conferem, intensificam ou restauram a cor de um alimento. Preferem-se os sucos e extratos vegetais conhecidos. Geralmente são de baixo custo e confiáveis.
Naturais: (clorofila e heme, derivados de isoprenóides, carotenóides, e derivados de benzopirano: antocianinas, flavonóides); Ex.: cúrcuma, açafrão (cor amarela).
Artificiais: indústria de bebidas e balas; Responsáveis pelas seguintes cores:
Róseos e vermelhos: eritrosina, vermelho 40, bordeuax S
Amarelos: tartrazina, amarelo crespúsculo
Azuis: indigotina, azul brilhante
Edulcorantes:
São diferentes dos açúcares (não glicídicas) que conferem sabor doce ao alimento.
Edulcorantes calóricos: sorbitol, manitol e xilitol.
Edulcorantes não calóricos: sacarina, ciclamato, aspartame e acelsulfame K.
Emulsificantes / Emulsionantes:
Tomam possível a formação ou manutenção de uma mistura uniforme de duas ou mais fases imiscíveis no alimento. Ex.: lecitina.
Espessantes:
Aumentam a viscosidade de um alimento. Melhoram a textura e consistência de produtos, como sorvetes, pudins, sopas, molhos de saladas.
Estabilizantes:
Tomam possível a manutenção de dispersão uniforme de duas ou mais substâncias imiscíveis em um alimento. Ex.: Emulsificantes como monoalcilglicerídeos em margarinas, lecitina e pectina como estabilizante nos sucos de frutas.
Espumantes:
Possibilitam a formação ou a manutenção de uma dispersão uniforme de uma fase gasosa em um alimento líquido ou sólido. Ex.: bebidas (cerveja), molhos.
Estabilizantes de cor:
Estabilizam, retêm ou intensificam a cor de um alimento, como sulfitos e nitritos.
Fermentos químicos:
São substâncias ou misturas de substâncias que liberam gás e, desta maneira, aumentam o volume da massa.
Produtos de panificação:
Gelificantes:
Conferem textura através da formação de gel.
Glaceantes:
São substâncias que, quando aplicadas na superfície externa de um alimento, conferem uma aparência brilhante ou dão um revestimento externo.
Melhoradores de farinha:
Adicionadas à farinha melhoram sua qualidade tecnológica.
Realçadores de aroma:
Ressaltam ou realçam o sabor e, ou, o aroma de um alimento.
Reguladores de acidez:
Alteram ou controlam a acidez ou alcalinidade dos alimentos.
Sequestrantes:
São substâncias que formam complexos químicos com os íons metálicos.
Umectantes:
Protegem os alimentos da perda de umidade em ambiente de baixa umidade relativa ou que promovem a dissolução de um pó em meio aquoso. Ex.: polióis (CHO com grupos OH), mantêm o frescor de certos produtos de confeitaria.
Exemplo em um produto:
Fonte da imagem: bromatopesquisas-ufrj.blogspot.com
INS: 330 = Ácido cítrico
INS 211 = Benzoato de sódio
INS 202 = Sorbato de potássio
INS 150c = Caramelo III processo amônio
Para saber como achar esta correspondência é muito fácil, a tabela constando todos os aditivos alimentares autorizados pela ANVISA pode ser acessada no seguinte link:
http://www.anvisa.gov.br/alimentos/aditivo.htm#1
Outro exemplo:

Fonte da imagem: nutricaodofuturo.wordpress.com
Propionato de cálcio (aditivo conservante)
Estearoil-2-lactil lactato de sódio (aditivo emulsificante)
Ácido ascórbico – vitamina C (usado aqui como aditivo de melhorador de farinha e não de conservador / antioxidante, mas é claro que o composto acaba tendo mais de uma função)
Uma substância pode ser denominada com propriedade aditiva alimentar quando as regulamentações vigentes reconhecem seu uso como válido, determinam a quantidade diária que se pode utilizar, a IDA (ingestão diária aconselhada) e em que alimentos pode ser utilizada.
A IDA de uma substância é a centésima parte de uma quantidade administrada diariamente durante a vida média dos animais de experimento que não foi capaz de provocar danos.
Declaração de aditivos na lista de ingredientes:
Os aditivos alimentares devem ser declarados na lista de ingredientes.
Deverá constar a função principal ou fundamental do aditivo; Seu nome completo e, ou, Número de INS (Sistema lnternacional de Numeração - Codex).
Os aditivos alimentares com a mesma função poderão ser mencionados um após o outro, agrupados por função.
Referências:
Decreto-lei nº 986, de 21 de outubro de 1969
Portaria nº 540, de 27 de outubro de 1997
Resolução nº 386, de 05 de agosto de 1999
Resolução RDC nº 234, de 19 de agosto de 2002
Resolução RDC nº 259, de 20 de setembro de 2002
Alimentos funcionais - Canela.
Fonte da imagem: mdemulher.abril.com.br
Canela:
Esta especiaria revitalizante estimula as habilidades cognitivas e combate as alterações de humor.
Segundo cientistas, a canela tem um surpreendente efeito sobre o cérebro e o humor. Seu inconfundível aroma atua diretamente no cérebro, estimulando o estado de alerta.
Constatou-se que ajuda os estudantes a se concentrarem melhor em exames, e que contribui para retardar o declínio cognitivo na velhice.
Por meio de processos diferentes, a canela auxia na inibição dos distúrbios de humor provocados pela instabilidade da glicemia. Uma colher de chá por dia é suficiente para ajudar a controlar o diabetes.
Referência:
WRIGHT, Janet. 100 receitas de saúde: Alimentos funcionais. São Paulo, Publifolha, 2010.
https://plus.google.com/105673616768825702181
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