IMPOSTÔMETRO:


Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM
SOMENTE CLICAR NO BANNER --

ANÚNCIO:

ANÚNCIO:

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Texto - O burro que vestiu a pele do leão.

FONTE:
http://reridamaria.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-09-26T16:16:00-03:00&max-results=20&start=264&by-date=false

América Espanhola.

Os exploradores espanhóis, denominados juridicamente adelantados, recebiam direitos vitalícios de construir fortalezas, fundar cidades, evangelizar os índios e deter os poderes jurídico e militar. Isso, sob a condição de garantir para a Coroa o quimo de todo o ouro e prata produzidos e a propriedade do subsolo. Dessa forma, a Espanha procurava assegurar, sem gastos materiais, a ocupação de seus territórios na América, o fortalecimento de sua monarquia e o aumento das riquezas do Estado.

Ciclo da mineração

A partir de meados do século XVI, com a descoberta de minas de ouro no México e de prata no Peru, organizaram-se os núcleos mineradores, que requeriam uma grande quantidade de mão-de-obra. Aproveitando-se da elevada densidade populacional da Confederação Asteca e do Império Inca, os exploradores passaram a recrutar trabalhadores indígenas, já acostumados a pagar tributos a seus chefes, sob a forma de prestação de serviços. Para adequar o trabalho ameríndio, foram criadas duas instituições: a encomienda e a mita.
Encomienda - Sistema de trabalho obrigatório, não remunerado, em que os índios eram confiados a um espanhol, o encomendero, que se comprometia a cristianizá-los. Na prática, esse sistema permitia aos espanhóis escravizarem os nativos, principalmente para a exploração das minas:
Mita - Sistema que impunha o trabalho obrigatório, durante um determinado tempo, a índios escolhidos por sorteio, em suas comunidades. Estes recebiam um salário muito baixo e acabavam comprometidos por dívidas. Além disso, poderiam ser deslocados para longe de seu lugar de origem, segundo os interesses dos conquistadores.
A escravização indígena, pela encomienda e pela mita, garantiu aos espanhóis o necessário suprimento de mão-de-obra para a mineração, porém trouxe para as populações nativas desastrosas conseqüências. De um lado, a desagregação de suas comunidades, pelo abandono das culturas de subsistência, causou fome generalizada. Do outro, o não-cumprimento das determinações legais que regulamentavam o trabalho das minas provocou uma mortalidade em massa, quer pelo excesso de horas de trabalho, quer pelas condições insalubres a que esses indígenas estavam expostos.
Lutas entre espanhóis e astecas em Tenochtitlán, antiga capital do México em 1520, segundo gravura índia. contra os cavalos, canhões e armas de aço dos espanhóis, os índios tinham fracos escudos de pele ou madeira, pedações de pau e lanças de madeira. Repare no canto direito superior, a representação de uma capela cristã em chamas.
O aniquilamento da população, ao lado do extermínio das culturas agrícolas, que provocou uma escassez de gêneros alimentícios, fez com que os proprietários das minas e os comerciantes investissem seus lucros em áreas complementares de produção, para o atendimento do mercado interno. Foram organizadas as haciendas, áreas produtoras de cereais, e as estâncias, áreas criadoras de gado.
Esse setor complementar resolveu o problema de abastecimento para as elites coloniais. A massa trabalhadora, por seus ganhos irrisórios, ainda não conseguia satisfazer as suas necessidades básicas, sendo obrigada a recorrer a adiantamentos de salários. Todavia, impossibilitados de saldar seus compromissos, os trabalhadores acabavam escravizados por dívidas.

A destruição das comunidades indígenas no império espanhol

(...) Os índios das Américas somavam entre 70 e 90 milhões de pessoas, quando os conquistadores estrangeiros apareceram no horizonte; um século e meio depois tinham-se reduzido, no total, a apenas 3,5 milhões.
(...) Os índios eram arrancados das comunidades agrícolas e empurrados, junto com suas mulheres e seus filhos, rumo às minas. De cada dez que iam aos altos páramos gelados, sete nunca regressavam.
As temperaturas glaciais do campo aberto alternavam-se com os calores Infernais do fundo da montanha. Os índios entravam nas profundidades, e “ordinariamente eram retirados mortos ou com cabeças e pernas quebra­das, e nos engenhos todo o dia se machucavam”. Os mitayos retiravam o minério com a ponta de uma ,barra e o carregavam nas costas, por escadas, à luz de uma vela. Fora do socavão, moviam enormes eixos de madeira nos engenhos ou fundiam a prata no fogo, depois de moê-la e lavá-la.
Ilustração de Theodore de Bry para a obra de Frei Bartolomeu de Las casas (século XVI). Esse monge dominicano denunciou à monarquia espanhola as barbaridades cometidas pelos espanhóis contra os índios. Pouco ou nada adiantou.
A mita era uma máquina de triturar índios. O emprego do mercúrio para a extração da pra­ta por amálgama envenenava tanto ou mais do que os gases tóxicos do ventre da terra. Fazia cair o cabelo, os dentes e provo­cava tremores incontroláveis. (...) Por causa da fumaça dos fornos não havia pastos nem plantações num raio de seis léguas ao redor de Potosi, e as emanações não eram menos implacáveis com os corpos dos homens.

A administração colonial

A fim de garantir o monopólio do comércio, a Espanha criou dois órgãos administrativos:
Casa de Contratação, sediada em Sevilha, para organizar o comércio, funcionar como Corte de Justiça e fiscalizar o recolhimento do quinto;
Conselho das Índias, que funcionava como Supremo Tribunal de Justiça, nomeava os funcionários das colônias e regulamentava a administração da América, através dos vice-reinados e capitanias gerais.
Os vice-reis, escolhidos entre membros da alta nobreza metropolitana, eram representantes diretos do monarca absoluto. Cabia-lhes controlar as minas, exercer o governo, presidir o tribunal judiciário das audiências e zelar pela cristianização dos índios. Os capitães-gerais, subordinados aos vice-reis, encarregavam-se de controlar os territórios estratégicos, mas ainda não submetidos pela metrópole.
Para controlar a entrada de metais preciosos e afastar os ataques dos piratas, foram instituídos o regime de porto único e os comboios anuais de carregamentos. Porém, estas medidas provocaram efeito contrário, estimulando o contrabando, devido à escassez e à demora na chegada de mercadorias.
“O único porto por onde era permitido sair em direção à América e dela retornar era o de Sevilha, substituído em 1680 por Cádiz. Na América, existiam três terminais: Vera Cruz (México), Porto Belo (Panamá) e Cartagena (Colômbia). Os comboios de flotas e galeones, que partiam de Sevilha e chegavam a esse porto, serviam para proteger a prata que era transportada. Tanto zelo e tantas restrições ao comércio colonial explicam-se pela preocupação do Estado espanhol de garantir a cobrança de impostos alfandegários.” (Adaptado de: Luis Koshiba e Denise Manzi Frayse Pereira, História da América, p. 12-13.)
Fonte: www.saberhistoria.hpg.ig.com.br

Número de sílabas.

FONTE:
http://reridamaria.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-08-30T13:34:00-03:00&max-results=20&start=284&by-date=false

Poluição atmosférica e o Ar poluído - atividades.



FONTE:
http://reridamaria.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-08-30T13:34:00-03:00&max-results=20&start=284&by-date=false

O Macaco e o Crocodilo.

FONTE:
http://reridamaria.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-08-30T13:34:00-03:00&max-results=20&start=284&by-date=false

Dicionário de Tupi-Guarani:

Dicionário de Tupi-Guarani
A
Aaru: Espécie de bolo preparado com um tatu moqueado, triturado em pilão e misturado com farinha de mandioca.
Abá: avá - auá - ava - aba - homem - gente - pessoa - ser humano - índio.
Ababá: tribo indígena tupi-guarani que habitava as cabeceiras do rio Corumbiara (MT).
Abacataia: peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo - abacutaia - abacatuaia.
Abaçaí: pessoa que espreita, persegue - gênio perseguidor de índios - espírito maligno que perseguia os índios, enlouquecendo-os.
Abacatina: aracangüira - abacataia - peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo. Abacatuaia: abacataia - aracangüira.
Abacatuia: aracangüira - abacataia.
Abaetê: pessoa boa - pessoa de palavra - pessoa honrada - abaeté.
Abaetetuba: lugar cheio de gente boa
Abaité: gente ruim - gente repulsiva - gente estranha.
Abanã: (gente de) cabelo forte ou cabelo duro.
Abanheém: awañene - língua de gente - a língua que as pessoas falam
Abaquar: senhor (chefe)do vôo - abequar - homem que voa (aba - ara - jabaquara - iabaquara).
Abaré: amigo -(aba - ré - rê - abaruna).
Abaruna: amigo de roupa preta - padre de batina preta - amigo preto - (abuna).
Abequar: - senhor (chefe)do vôo - abaquar.
Abati: milho - cabelos dourados - louro.
Abuna: abaruna - padre de batina preta.
Açaí: yasaí - fruta que chora - fruta de onde sai líquido - coquinho pequeno amarronzado, que dá em cachos no açaizeiro (palmeira com o tronco de pequeno diâmetro e folhas finas, que também produz palmito).
Acag: cabeça - (jaguaracambé).
Acamim: uma das espécies de pássaros; uma das espécies de vegetais (iacamim, jacamin).
Acará: garça, ave branca (acaraú).
Acaraú: acaraí, acará, rio das garças (i, acará, ara) (diz-se que a grafia com a letra u, com o som de i fechado, vem dos colonizadores franceses, que os portugueses representavam, às vezes, por y).
Acemira: acir, o que faz doer, o que é doloroso (moacir).
Açu: grande, considerável, comprido, longo (ant.: mirim) (iguaçu, paraguaçu).
Aguapé (tupi): awa'pé - redondo e chato, como a vitória-régia - plantas que flutuam em águas calmas -uapé - (awa - pewa - peba - peua).
Aimara: árvore, araçá-do-brejo.
Aimará: túnica de algodão e plumas, usada principalmente pelos guaranis.
Aimbiré: aimoré; amboré.
Aimirim: aimiri, formiguinha.
Airequecê: aamo (xavante) - lua - iaé.
Airumã: estrela-d'alva.
Airy: uma variedade de palmeira.
Aisó: formosa.
Aiyra: filha.
Ajajá: aiaiá - ayayá - colhereiro (espécie de garça, de bico comprido, alargado na ponta e parecido com uma colher)
Ajeru: ajuru.
Ajubá: amarelo (itajubá).
Ajuhá: fruta com espinho.
Ajuru: ayu'ru - árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível - papagaio - ajeru - jeru - juru.
Akag: cabeça.
Akitãi: baixo , baixa estatura (irakitã - muirakitã).
Amana: amanda, chuva.
Amanaci: amanacy, a mãe da chuva.
Amanaiara: a senhora da chuva ou o senhor da chuva.
Amanajé: mensageiro.
Amanara: dia chuvoso.
Amanda: amana, chuva.
Amandy: dia de chuva.
Amapá: ama'pá - árvore da família das apocináceas (Parahancornia amapa), de madeira útil, e cuja casca, amarga, exsuda látex medicinal, de aplicação no tratamento da asma, bronquite e afecções pulmonares, tendo seu uso externo poder resolutivo e cicatrizante de golpes e feridas.
Amary: uma espécie de árvore.
Ama-tirí: amãtiti, raio, corisco.
Amboré: aimoré.
Amerê: fumaça.
Ami: aranha que não tece teia.
Anamí: uma das espécies de árvores.
Ananã: fruta cheirosa (ananás).
Anauê: salve, olá.
Anassanduá: da mitologia indígena.
Andira: o senhor dos agouros tristes.
Andirá: morcego
Anhangüera: aanhangüera, diabo velho.
Anhana: empurrado - impelido
Anama: grosso, espesso
Anomatí: além, distante
Antã, atã: forte
Anacê: parente
Anajé: gavião de rapina
Anãmiri: anão, duende
Aondê: coruja
Apicu: ape'kü - apicum.
Ape'kü: apicum - mangue - brejo de água salgada (à borda do mar) - apicu - picum - apecum - apecu.
Apecu: ape'kü - coroa de areia feita pelo mar.
Aapecum: ape'kü - apecu.
Apicu: ape'kü - apecu.
Apicum: ape'kü - apicu - apecu - apicum - mangue.
Apoena: aquele que enxerga longe
Apuama: andejo, que não para em casa, veloz, que tem correnteza
Aquitã: curto, pequeno
Ara: (de modo geral - com poucas exceções) relativo a aves, às alturas e (mais raramente) àquilo que voa (insetos) - pássaro - jandaia - periquito (ave pequena) - (arara - Ceará - aracê).
Araçary, arassary: variedade de tucano
Aracê: aurora, o nascer do dia, o canto dos pássaros (pela manhã).
Aracema: bando de papagaios (periquitos, jandaias, araras), bando de aves (ara, arara, piracema)
Aracy: a mãe do dia, a fonte do dia, a origem dos pássaros (v. aracê, cy, ara)
Aram: sol
Arani: tempo furioso
Aracangüira: peixe de água salgada, parecido com o peixe-galo - abacataia - abacutaia - abacatuaia - abacatuia - abacatúxia - abacatina - aleto - aracambé - peixe-galo-do-brasil.
Arapuã: abelha redonda.
Arapuca: armadilha para aves, consistindo numa pirâmide de gravetos (pequenos paus) superpostos
Arara: jandaia grande, ave grande.
Araraúna: arara preta (arara, una, araruna).
Ararê: amigo dos papagaios
Araruna: araúna, ave preta(araraúna, ara, una, itaúna).
Aratama, ararama, araruama: terra dos papagaios
Araueté: araweté ou araueté, povo de língua da família tupi-guarani, que vive na margem esquerda do igarapé Ipixuna, afluente do Xingu, na área indígena Araweté/Igarapé-Pixuna, no sudeste do Pará.
Araxá: lugar alto onde primeiro se avista o sol (segundo definição da cidade Araxá-MG) - lugar alto e plano - tribo indígena procedente dos cataguás (ses) - (ara).
Assurini: tribo pertencente a família lingüística tupi-guarani, localizadas em Trocará, no rio Tocantins, logo abaixo de Tucuruí/PA.
Ati: gaivota pequena - (atiati).
Atiati: gaivota grande - (ati).
Auá: avá - abá - homem - mulher - gente - índio.
Auati: gente loura - milho - que tem cabelos louros (como o milho) - abati - avati.
Aauçá: uaçá - caranguejo - auçá - guaiá.
Avá: abá, auá, homem, índio.
avanheenga: awañene - língua de gente - a língua que as pessoas falam, ao contrário dos animais - a língua geral dos tupis-guaranis - abanheenga - abanheém.
Avaré: awa'ré - abaré - amigo - missionário - catequista - (abaruna - abuna).
Avati: gente loura - milho - abati - auati.
Awañene: abanheém - língua de gente - a língua que as pessoas falam, ao contrário dos animais - a língua geral dos tupis-guaranis - abanheenga - avanheenga.
Awa: redondo - ava.
Awaré: avaré.
Aymberê: lagartixa.
Ayty: ninho (parati).
Ayuru: ajuru - árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível.
B
bapo: maracá - mbaraká - chocalho usado em solenidades - maracaxá - xuatê - cascavel.
baquara: mbaekwara - biquara - sabedor de coisas - esperto - sabido - vivo - (nhambiquara).
biquara: baquara - mbaekwara.
C
Caá: kaá - mato - folha.
Caapuã: aquele ou aquilo que mora (vive) no mato - caipora - kaapora.
Caba: marimbondo, vespa (v. cacira, laurare)
Caboclo: kariboka - procedente do branco - mestiço de branco com índio - cariboca - carijó - antiga denominação do indígena - caburé - tapuio - personificação e divinização de tribos indígenas segundo o modelo dos cultos populares de origem africana, paramentada, porém, com os trajes cerimoniais dos antigos tupis (folcl.) - atualmente, designação genérica dos moradores das margens dos rios da Amazônia
Caburé (tupi): kaburé - cafuzo - caboclo - caipira - indivíduo atarracado, achaparrado.
Cacira: vespa de ferroada dolorosa
caingangue: grupo indígena da da região Sul do Brasil, já integrado na sociedade nacional, cuja língua era outrora considerada como jê, e que hoje representa uma família própria - coroado - camé - xoclengues.
Caipora: caapora - kaa'pora.
Camb: peito - seio - teta.
Camé (jê): subtribo do grupo caingangue.
Camuá: palmeira de caule flexível, cheia de pelos espinhosos.
Camu-camu: fruta pouco conhecida que possui grande quantidade de vitamina C, e cuja produção vem substituindo, no Acre, a exploração dos seringais.
Canoa: embarcação a remo, esculpida no tronco de uma árvore; uma das primeiras palavras indígenas registradas pelos descobridores espanhóis; montaria (designação atual usada pelos caboclos da Amazônia); (ubá).
Capim: caapii - mato fino - folha delgada.
Carapeba: tipo de peixe - acarapeba - acarapeva - acarapéua - (acará - peba).
Cari: o homem branco - a raça branca.
Cariboca: kari'boka - caboclo - procedente do branco - mestiço de branco com índio - curiboca - carijó - caburé - tapuio
Carijó: procedente do branco - mestiço, como o galináceo de penas salpicadas de branco e preto - caboclo - antiga denominação da tribo indígena guarani, habitante da região situada entre a lagoa dos Patos (RS) e Cananéia (SP) - carió - cário - cariboca - curiboca caburá - tapuio.
Carió: procedente do branco - caboclo - antiga denominação da tribo indígena guarani, habitante da região situada entre a lagoa dos Patos (RS) e Cananéia (SP) - carijó - cário - cariboca - curiboca caburé - tapuio.
Carioca: kari'oka - casa do branco.
Cuica: ku'ika - espécie de rato grande com o rabo muito comprido, semelhante ao canguru - instrumento de percussão feito com um pequeno cilindro em uma de cujas bocas se prende uma pele bem estirada.
Curiboca: caboclo - kari'boka - procedente do branco - mestiço de branco com índio - cariboca - carijó - caburé - tapuio.
Curumim: menino (kurumí).
D
Damacuri: tribo indígena da Amazônia.
Damanivá: tribo indígena de RR, da região do Caracaraí, Serra Grande e serra do Urubu.
Deni: tribo indígena aruaque, que vive pelos igarapés do vale do rio Cunhuã, entre as desembocaduras dos rios Xiruã e Pauini, no AM. Somam cerca de 300 pessoas, e os primeiros contatos com a sociedade nacional ocorreram na década de 60.
E
Eçaí: olho pequeno.
Eçabara: o campeador.
Eçaraia: o esquecimento.
Etê: bom - honrado - sincero - eté.
G
Galibi: tribo indígena da margem esquerda do alto rio Uaçá (AP).
Geribá: nome de um coqueiro.
Goitacá: nômade, errante, aquele que não se fixa em nenhum lugar.
Guará (i): iguara, ave das águas, pássaro branco de mangues e estuários com grande amplitude de maré ou de fluviometria (i, ig, ara).
Guará (2): aguará, aguaraçu, mamífero (lobo) dos cerrados e pampas (açu).
Guarani(1): raça indígena do interior da América do Sul tropical, habitante desde o Centro Oeste brasileiro até o norte da Argentina, pertencente à grande nação tupi-guarani.
Guarani (2): grupo lingüístico pertencente ao grande ramo tupi-guarani, porém mais característico dos indígenas do centro da América do Sul.
Guaratinguetá: reunião de pássaros brancos.
Guariní: guerreiro, lutador.
I
I: água - pequeno - fino - delgado - magro
Iacamim: acamim (jacamim).
Iaé (kamaiurá): lua - aamo (xavante) - airequecê.
Iandé: a constelação Orion.
Iandê: você.
Iapuçá: uma das espécies de macacos (japuçá, jupuçá, jauá, sauá).
Iba (1): iwa - iua - iva - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
Iiba (2): variação de ubá - madeira - árvore.
Ibi: terra.
Ibitinga: terra branca (tinga).
Ig: água - (i).
Iguaçu: água grande - lago grande - rio grande.
Indaiá: um certo tipo de palmeira
Ira: mel (Iracema, irapuã).
Iracema: lábios de mel (ira, tembé, iratembé).
Irapuã: mel redondo (ira, puã).
Iratembé: lábios de mel (Iracema, ira, tembé).
Irupé: a vitória régia.
Ita: pedra (itaúna).
Itajubá: pedra amarela (ita, ajubá).
Itatiba: muita pedra, abundância de pedras (tiba).
Itaúna: pedra preta (ita, una).
Ité: ruim - repulsivo - feio - repelente - estranho (abaité).
Iu: yu - ju - espinho - (jurumbeba).
Iua: iva - iua - iba - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
Iuçara: juçara - jiçara - palmeira que dá palmito.
Iva: iwa - iua - iba - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
Iviturui: - serro frio; frio na parte mais alta de uma serra.
Iwa: iva - iua - iba - ruim - feio - imprestável - (paraíba).
J
Jabaquara: - rio do senhor do vôo (iabaquara, abequar).
Jacamim: ave ou gênio, pai de muitas estrelas (Yacamim).
Jaçanã: ave que possui as patas sob a forma de nadadeiras, como os patos.
Jacaúna: indivíduo de peito negro.
Jacu: yaku - uma das espécies de aves vegetarianas silvestres, semelhantes às galinhas, perus, faisões, etc.
Jacuí: jacu pequeno.
Jaguar: yawara - cão - lobo - guará.
Jaguaracambé: cão de cabeça branca (ya'wara = cão)+(a'kãg = cabeça)+(peba = branco) - aracambé - cachorro-do-mato-vinagre.
Japira: mel, ira (yapira).
Japuçá: uma das espécies de macacos (iapuçá, jauá, sauá).
Jauá: japuçá (iapuçá, sauá)
Javaé: tribo indígena que habita o interior da ilha do Bananal, aparentada com os carajás, da mesma região.
Javari: competição cerimonial desportiva religiosa.
Jé: grupo etnográfico a que pertence o grosso dos tapuias - jê - gê.
Jeru: ayu'ru - árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível - papagaio - ajeru - ajuru - juru.
Ju: yu - iu - espinho - (jurumbeba).
Juçara: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito, típica da mata atLântica - piná - iuçara - juçara - (açaí).
Jumana: tribo do grupo aruaque, habitante da região dos rios Japurá e Solimões (amazônia Ocidental) - ximana - xumana.
Jumbeba: cacto (ou uma espécie de) - jurumbeba - (ju - mbeb).
Jupuçá: iapuçá; japuçá.
Juru: árvore de madeira dura, com frutos de polpa comestível - papagaio - ajeru - jeru - ajuru.
Jurubatiba: lugar cheio de plantas espinhosas (ju - ru - uba -tiba).
Jurubeba: planta (espinhosa) e fruta tida como medicinal (o fruto é, normalmente, verde e perfeitamente redondo, sendo muito amargo - é pouco maior que a ervilha) - jurumbeba.
Jurumbeba: folha chata com espinhos - cacto (ou uma espécie de) - jumbeba - (ju - mbeb).
K
Kaá: caá - mato.
Kaapora: aquilo ou quem vive no mato - caapora - caipora.
Kabu'ré: caburé - cafuzo - caboclo - caipira - indivíduo atarracado, achaparrado.
Kamby: leite - líquido do seio.
Kaluana: lutador de uma lenda da tribo kamaiurá.
Kamaiurá: camaiurá - tribo indígena tupi que vive na região dos formadores do Xingu, entre a lagoa Ipavu e o rio Culuene (MT).
Karioka: carioca - casa do branco.
Ki'sé: faca velha e/ou enferrujada e/ou cheia de dentes e/ou sem cabo - quicé - quicê - quecé - quecê.
Ku'ika: cuica - espécie de rato grande com o rabo muito comprido, semelhante ao canguru - instrumento de percussão
Kurumí: menino (curumim)
L
Laurare (karajá): marimbondo
Lauré (pauetê-nanbiquara): arara vermelha
M
Macaba: fruto da macaúba (comestível - coco de catarro
Macaúba: ma'ká ï'ba - árvore da macaba (fruta do sertão) - macaíba
Macaíba: macaúba
Manau: tribo do ramo aruaque que habitava a região do rio Negro
Manauara: natural de, residente em, ou relativo a Manaus (capital do estado do Amazonas) - manauense
Mairá: uma das espécies de mandioca, típica da região Norte; mandiocaçu; mandioca grande (mandioca, açu)
Maní: deusa da mandioca, amendoim (maniva)
Manioca: mandioca (a deusa Maní, enterrada na própria oca, gerou a raiz alimentícia), (v. mani, oca, mandioca, mairá)
Maniua: maniva
Maniva: tolete ou folha da planta da mandioca; usa-se na alimentação da região Norte, especialmente no Pará. (maniua, mairá)
Mandioca: aipim, macaxeira, raiz que é principal alimento dos índios brasileiros (v. manioca)
Maracá: mbaraká - chocalho usado em solenidades - bapo - maracaxá - xuatê - cascavel
Massau: uma das espécies de macaco, pequeno e de rabo comprido, comum na região amazônica - sa'wi - sagüim - sauim - soim - sonhim - sagüi - tamari - xauim - espécie de mico
Mbaracá: maracá - chocalho usado em solenidades - bapo - maracaxá - xuatê - cascavel
Mbeb: chato - achatado - mbeba (jurubeba)
Membira: filho ou filha (v. raira)
Moponga: mu'põga - Pescaria em que se bate na água, com uma vara ou com a mão, para que os peixes sejam desviados para uma armadilha - mupunga - batição
Motirõ: mutirão - reunião para fins de colheita ou construção (ajuda)
Mu'põga: moponga - mupunga - batição
Mutirão (port/tupi): motirõ
N
Nanbiquara: fala inteligente, de gente esperta - tribo do Mato Grosso (pauetê-nanbiquara - baquara - biquara)
Nhe: nhan - nham - falar - fala - língua
Nheengatu: nhegatu - língua boa - língua fácil de ser entendida (pelos tupis)
Nhenhenhém: nheë nheë ñeñë, falação, falar muito, tagarelice
O
oapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - vapixana - uapixana - wapixana - vapidiana - oapina
oapina: oapixana
Oca: cabana ou palhoça, casa de índio (v. ocara, manioca)
Ocara: praça ou centro de taba, terreiro da aldeia (v. oca, manioca, ocaruçu)
Ocaruçu: praça grande, aumentativo de ocara (v. açu, ocara)
P
Pará (1): rio
Pará (2): prefixo utilizado no nome de diversas plantas
Paracanã: tribo indígena encontrada durante a construçao hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins/PA
Paraíba (1): paraiwa - rio ruim - rio que não se presta à navegação (imprestável) - (para - iba)
Paraíba (2): parabiwa - madeira inconstante (variada)
Paraibuna: rio escuro e que não serve para navegar
Paraitunga: designação dada aos paracanãs pelos assurinis
Pauá (tupi): pawa - pava - tudo - muito (no sentido de grande extensão)
Pauetê-nanbiquara: - tribo da região do Mato Grosso (nanbiquara, nhambiquara)
Peba: branco - branca - tinga - peva - peua - pewa
Peua: peba
Peva: peba
Pewa: peba
Picum: ape'kü - apecum - mangue - brejo de água salgada
Piná: palmeira fina e alta com um miolo branco, do qual se extrai o palmito, típica da mata atlântica
Pitiguar: - potiguar
Poti: - camarão, piti (potiguar)
Potiguar: - pitiguar, potiguara, pitaguar, indígena da região NE do Brasil
Puã: - redondo (irapuã)
Puca: armadilha (arapuca, puçá)
Puçá: armadilha para peixes (e outros animais aquáticos)
Puçanga: mezinha, remédio caseiro (receitado pelos ajés)
Q
Quecé: faca velha e/ou enferrujada e/ou cheia de dentes e/ou sem cabo - ki'sé - quicê - quicé - quecê
Quibaana: tribo da região Norte
Quicé: faca velha e/ou enferrujada e/ou cheia de dentes e/ou sem cabo - ki'sé - quicê - quecé - quecê
R
Raira: - filho (v. membira)
Ré: - amigo - rê (geralmente usado como sufixo) (abaré, araré, avaré)
Rudá: deus do amor, para o qual as índias cantavam uma oração ao anoitecer
Ru: folha (jurubeba)
S
Sauá: uma das espécies de macacos - iapuçá - japuçá - jupuçá - sawá - saá
Sauim: sagüi
Sawi: sagüi
Surui: tribo do parque do Aripuanã, região do Madeira, Rondônia
T
Tapuia: tapii - tapuio - designação antiga dada pelos tupis aos gentios inimigos - índio bravio - mestiço de índio - índio manso (AM) - qualquer mestiço trigueiro e de cabelos lisos e negros (BA) - caboclo
Tapuio: tapii - tapuia - designação antiga dada pelos tupis aos gentios inimigos - índio bravio - mestiço de índio - caboclo
Tembé: lábios (Iracema, iratembé)
Tiba: tiwa, tiua, tuba, abundância, cheio
Tijuca: tiyug - líquido podre - lama - charco - pântano - atoleiro - tijuca
Tijucupaua: tiyukopawa - lamaçal - tijucupava
Timburé: uma das espécies de peixes de rio, com manchas e/ou faixas pretas (ximburé, timburê)
Timburê: Timburé (ximburé)
Tinga: branco - branca - peba - (ibitinga)
Tiririca: tiririka - arrastando-se (alastrando-se) - erva daninha famosa pela capacidade de invadir velozmente terrenos cultivados - estado nervoso das pessoas, provocado por um motivo que parece incessante
Tiyukopauá: tijucopaua - lamaçal - tijucupava
Tiyug: tijuca - líquido podre - lama - charco - pântano - atoleiro - tijuca
Tiwa: tiba, tiua, tiba, tuba, abundância, cheio
Tupi (1): povo indígena que habita(va) o Norte e o Centro do Brasil, até o rio Amazonas e até o litoral
Tupi (2): um dos principais troncos lingüísticos da América do Sul, pertencente à família tupi-guarani
Tupi-guarani: um das quatro grandes famílias lingüísticas da América do Sul tropical e equatorial; indígenas pertencentes a essa família
U
Uaçá: caranguejo - auçá - guaiá
Uaçaí: açaí - yasaí
Uaná: vagalume (urissanê)
Uapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - vapixana - vapidiana - wapixana - oapixana - oapina
Ubá: canoa (geralmente feita de uma só peça de madeira); árvore usada para fazer canoas (canoa)
Una: preto, preta
Urissanê: vagalume (uaná)
V
V ( Índice )
Vapidiana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - Vapixana - uapixana - wapixana - oapixana - oapina
W
Wapixana: tribo do ramo aruaque do alto rio Branco (RR), nas fronteiras com a Guiana - vapixiana - vapixana - uapixana - vapidiana - oapixana - oapina
Wa'riwa: guariba - macaco de coloração escura, barbado. Wasaí: açaí - uaçaí - yasaí
X
Xaperu: tribo da região Norte
Xauim: uma das espécies de macaco, pequeno e de rabo comprido, comum na região amazônica - sa'wi - sagüim - sauim - soim - sonhim - massau - tamari - sagüi - espécie de mico
Xavante: tribo indígena pertencente à família lingüística jê e que, junto com os xerentes, constitui o maior grupo dos acuéns. Ocupa extensa área, limitada pelos rios Culuene e das Mortes (MT)
Ximaana: tribo habitante da região do rio Javari, na fronteira do Brasil com o Peru
Ximana: tribo do grupo aruaque, habitante da região dos rios Japurá e Solimões (Amazônia Ocidental) - xumana - xumane - jumana
Ximburé: uma das espécies de peixes de rio (timburé)
Xoclengue: tribo caingangue do Paraná (rio Ivaí)
Xuatê: mbaraká - maracá - chocalho usado em solenidades - bapo - maracaxá - cascavel
Xumana: ximana - jumana
Xumane: - ximana.
Y
Yacamim: ave ou gênio; pai de muitas estrelas (jaçamim)
Yamí (tucano): noite
Yapira: mel (japira)
Yara: deusa das águas - mãe d'água - senhora - iara - lenda da mulher que mora no fundo dos rios
yasaí: açaí - fruta que chora - fronta de onde sai líquido - coquinho pequeno amarronzado, que dá em cachos no açaizeiro (palmeira com o tronco de pequeno diâmetro e folhas finas, que também produz palmito)
yawara (tupi): jaguar - cão - cachorro - lobo - gato - onça - jaguaracambé.
Fonte: educaterra.terra.com.br

Adolescência - Desenvolvimento do adolescente -- Uma transição crítica.

Adolescência
Desenvolvimento do adolescente
Uma transição crítica
A Organização Mundial da Saúde (OMS) identifica a adolescência como o período de crescimento e desenvolvimento humano que ocorre depois da infância e antes da idade adulta, entre as idades de 10 aos 19. Ele representa uma das transições críticas no tempo de vida e é caracterizado por um ritmo enorme no crescimento e transformação que é apenas a segunda a de infância. Os processos biológicos conduzir muitos aspectos deste crescimento e desenvolvimento, com o início da puberdade marca a passagem da infância para a adolescência. Os determinantes biológicos da adolescência são bastante universal, no entanto, as características da duração e da definição deste período pode variar ao longo do tempo, as culturas e situações socioeconômicas. Este período tem visto muitas mudanças ao longo do século passado, ou seja, o início mais precoce da puberdade, depois, idade do casamento, a urbanização, a comunicação global e mudança de atitudes e comportamentos sexuais.
Experiências de desenvolvimento chave
O processo da adolescência é um período de preparação para a vida adulta, durante o qual ocorrem tempo várias experiências de desenvolvimento chave. Além de maturação física e sexual, essas experiências incluem o movimento para a independência social e econômica e desenvolvimento da identidade, a aquisição das competências necessárias para a realização de relacionamentos adultos e papéis, e da capacidade de raciocínio abstrato. Enquanto que a adolescência é um momento de enorme potencial de crescimento e, também é um momento de risco considerável, durante o qual contextos sociais exercem influências poderosas.
As pressões para se envolver em comportamentos de alto risco.
Muitos adolescentes enfrentam pressões ao uso de álcool, cigarros ou outras drogas e para iniciar as relações sexuais em idades mais precoces, colocando-se em risco elevado de lesões intencionais e não intencionais, gravidezes indesejadas e infecções de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo o da imunodeficiência humana imunodeficiência humana (VIH). Muitos também experimentar uma grande variedade de ajustes e problemas de saúde mental. Padrões de comportamento que são estabelecidas durante este processo, tais como o uso de drogas ou não uso e tomada de risco sexual ou de proteção, pode ter efeitos positivos e negativos duradouros sobre o futuro da saúde e bem-estar. Como resultado, durante este processo, os adultos têm a oportunidade única de influenciar os jovens.
Adolescentes são diferentes, tanto de crianças e de adultos. Especificamente, os adolescentes não são plenamente capazes de compreender conceitos complexos, ou a relação entre o comportamento e as consequências, ou o grau de controle que têm ou podem ter sobre a tomada de decisões de saúde, incluindo as relacionadas ao comportamento sexual. Esta incapacidade pode torná-los particularmente vulneráveis ??à exploração sexual e comportamentos de alto risco. Leis, costumes e práticas podem também afetar os adolescentes de forma diferente do que os adultos. Por exemplo, as leis e políticas muitas vezes restringir o acesso dos adolescentes à informação e aos serviços de saúde reprodutiva, especialmente quando eles são casados. Além disso, mesmo quando os serviços não existem, atitudes fornecedor sobre adolescentes fazendo sexo muitas vezes representam uma barreira significativa à utilização de tais serviços.
Família e comunidade são suportes fundamentais
Adolescentes dependem de suas famílias, os seus, comunidades, escolas, serviços de saúde e seus locais de trabalho para aprender uma ampla gama de habilidades importantes que podem ajudá-los a lidar com as pressões que eles enfrentam e fazer a transição da infância para a idade adulta com sucesso. Os pais, membros da comunidade, prestadores de serviços e instituições sociais têm a responsabilidade de promover o desenvolvimento tanto do adolescente e de ajustamento e de intervir de forma eficaz quando surgem problemas.
Fonte: www.who.int
Adolescência
A puberdade é o início da adolescência. Mas quando é a puberdade, exatamente? As mudanças hormonais começar tão cedo quanto 8 anos de idade.
Mas as mudanças físicas não costumam fazer-se conhecido por vários anos mais tarde.
Nas sociedades ocidentais modernas, costumamos dizer que a puberdade começa entre 11 e 12 anos para as meninas e entre 12 e 13 para os meninos.
95% de todas as raparigas começará algures entre 8 1/2 e 13, e 95% dos adolescentes um ano ou mais, entre 9 1/2 e 15.
O primeiro sinal claro da puberdade para as meninas é o início do desenvolvimento dos seios, por volta de 12 anos de idade. Há também um estirão de crescimento global que se inicia cerca de 10 1/2, os picos a 12, e começa a diminuir de cerca de 14. Mas a marca principal da puberdade éa menarca (pronuncia-MEN-ark-ee), do primeiro período. Nas sociedades ocidentais modernas, tende a acontecer entre os dias 12 e 13.
Curiosamente, em 1890, primeiro período de uma menina tende a ocorrer em 14 ou 15 anos. Em 1840, muitas vezes começou tão tarde como 17!
Pensa-se que estas variações foram principalmente devido a diferenças na alimentação. Além disso, observe que a idade média em que uma mulher se casa hoje é de cerca de 25. Em 1890, foi em torno de 22. Na Idade Média, poderia ser tão jovem quanto 12 ou 14. (Lembre-se que Romeu e Julieta eram apenas 16!)
O primeiro sinal da puberdade nos meninos é o início do crescimento dos testículos em torno da idade de 13 anos, eo crescimento do órgão reprodutor masculino em torno de 14.
O surto de crescimento para os meninos tende a começar em 12 1/2, o pico aos 14 anos, e diminui em 16 - daí a visão comum das meninas elevando-se sobre os seus parceiros em bailes de escola!
O surto de crescimento mencionado é de cerca de 8 a 10 cm (3 a 4 centímetros) de altura por ano para meninas e meninos - semelhante à taxa de crescimento de volta quando eles eram apenas 2 anos de idade! Com este surto, há uma perda significativa de gordura em meninos, principalmente nos membros, o que representa o olhar comum "varapau" entre os adolescentes. As meninas também podem perder a gordura, mas não tão drasticamente como meninos.
Uma infeliz tendência hoje, no entanto, é o aparecimento da obesidade na adolescência devido ao alto teor de gordura, açúcar elevado dieta muitos adolescentes adotar.
A adolescência é definitivamente um momento de aumento da força: Um menino de 14 anos tem 14 vezes as células musculares de um menino de 5 anos de idade.
A menina de 14 anos tem 10 vezes as células musculares de uma menina de 5 anos.
Psicologicamente, a adolescência é um tempo muito ocupado.
Tornando-se um adulto sexual envolve uma série de coisas que podem muito bem ter raízes instintivas: Os meninos competem entre si pela atenção por shows de capacidade física e os atos de ousadia, muitas vezes beirando a loucura, as meninas competem pela atenção dos meninos, mais comumente por tentativa para melhorar a sua aparência. Diferentes culturas têm diferentes detalhes, mas o padrão é bastante universal.
A única coisa mais importante parece ser a aceitação social. Se você não tem um círculo de amigos, no mundo adolescente, você não é nada.
Para muitos adolescentes, se o seu isolamento é devido a uma mudança da família ou inibição social, anomalias físicas ou não cumprimento das normas locais de atracção, não ser aceito é uma causa de depressão e às vezes suicídio.
Eu acredito que esta resposta é muito provável que nós herdamos de nossos ancestrais pré-humanos muito sociais: No grupo, e você pode muito bem estar morto.
Na adolescência mais tarde, duas coisas dominar a mente de um adolescente: encontrar um namorado ou namorada e encontrar uma maneira de ganhar a vida.
A maneira como essas necessidades são expressas podem variar de tentar fazer sexo com quem você vai ter e fazer, empréstimo ou roubar dinheiro suficiente para fazer uma boa exibição, a um esforço sério para criar as bases para uma parceria ao longo da vida baseada no amor e na formação para uma carreira financeiramente e pessoalmente gratificante.
O final da adolescência é muito mais uma coisa social como uma coisa fisiológica, por isso é muito difícil dizer quando isso é, mas em culturas ocidentais, geralmente pensamos de 18 como uma marca conveniente. Mas, com trabalho e família adiada enquanto eles são hoje em dia, muitas das tarefas tradicionais de adolescentes continuam bem na década de 20.
Porque o adolescente está em processo de romper com seus pais, muitas vezes há conflito entre eles. Idealmente, os adolescentes reconhecem seus pais sabedoria e educadamente sair de casa, enquanto o pai confiar os seus filhos para tomar suas próprias decisões e deixá-los ir. Infelizmente, muitas vezes não funciona dessa maneira. É quase como se a natureza está nos tornando tão repugnante para o outro que estamos absolutamente ansioso para ir nossos caminhos separados.
Estes conflitos entre pais e filhos adolescentes voltar muitas gerações. Sócrates e outros filósofos gregos reclamaram esta próxima geração de preguiçosos mimados, assim como escritores do renascimento e de todos os séculos.
Aqui está uma paráfrase de uma tal reclamação:
"Onde você foi?" 
"Eu não fui a lugar nenhum." 
"Se você não ir a qualquer lugar, por que você ocioso dizer? Vá para a escola ... Não vaguear na rua .... Não fique aproximadamente na praça pública ou passear sobre o boulevard .... Você que vagam na praça pública, você poderia alcançar o sucesso? ... Porque meu coração tivesse sido saciado com o cansaço de vocês, eu fiquei longe de você e não atenderam os seus medos e resmungos .... Por causa de seus clamores ... Eu estava com raiva de você .... Porque você não olha para sua humanidade, o meu coração foi levado como que por um vento mal. seus resmungos ter colocado um fim para mim, que me levou ao ponto da morte. "
Este é um pedaço de uma conversa entre um jovem suméria e seu pai, registrado em escrita cuneiforme cerca de 3 ou 4 mil anos atrás. (Da SN Kramer, Os sumérios, University of Chicago Press, 1963). Engraçado, eu poderia jurar que ouvi essa conversa só no outro dia!
C. George Boeree
Fonte: webspace.ship.edu